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Posts com a Tag Vôlei

sábado, 21 de maio de 2011 Almanaque | 13:46

O velho "Ibira", de cara nova

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Muito legal saber que o complexo esportivo do Ibirapuera voltará a receber competições de alto nível como neste domingo, quando será realizado o GP São Paulo de atletismo, que contará inclusive com a participação da colunista do iG, Maurren Maggi, na prova do salto em distância.

É inegável a importância do Ibirapuera para o esporte brasileiro. Alguns dos eventos esportivos mais importantes que este país já assistiu ocorrem nestas quadras e pistas. Mundiais de basquete, vôlei, futsal e grandes competições de atletismo. Pense em grandes atletas, como Oscar Scmidt, Marcel, Magic Paula, Hortência, Maurício, Tande, Ana Moser, Fernanda Venturini, Joaquim Cruz, João do Pulo, enfim, só para ficar em algumas das grandes estrelas do Brasil. Todos eles competiram no Ibirapuera! Ou o “”Ibira”, como muitos se referem a ele, de forma carinhosa.

Pessoalmente, a volta do Ibirapuera me dá um prazer ainda maior. Foi naquele complexo que pude acompanhar importantes competições , como o Pré-Olímpico masculino de basquete de 1984, quando a seleção brasileira cumpriu uma campanha irretocável – embora tenha sido um fiasco nas Olimpíadas de Lon Angeles, naquele mesmo ano.

Foi na pista de atletismo do Ibirapuera que vi de perto algumas das maiores estrelas da modalidade em ação, em edições históricas do extinto Grand Prix. Correram e saltaram aqui nomes como Carl Lewis, Steve Ovett, Evelyn Ashford, Sergei Bubka e até mesmo Ben Johnson, que esteve aqui logo após cumprir suspensão por doping.

O complexo esportivo do Ibirapuera tem muita história. Que o futuro reserve tantas coisas legais para os próximos anos.

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domingo, 24 de abril de 2011 Olimpíadas, Seleção brasileira | 23:45

Ministério do Esporte ajuda a encher os cofres do vôlei

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O presidente da CBV, Ary Graça, e o ministro Orlando Silva

Pouco antes da final da Superliga masculina, neste domingo, o ministro do Esporte, Orlando Silva, deu entrevista coletiva no ginásio do Mineirinho anunciando a liberação de R$ 9,2 milhões para a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei). O objetivo deste convênio, segundo o ministro, seria ajudar na preparação das seleções brasileiras masculina e feminina para as Olimpíadas de Londres, no ano que vem, e para os Jogos de 2016, que serão realizados no Rio.

Agora, só uma perguntinha: por que liberar tal verba (bastante razoável, para os pobres padrões do esporte brasileiro) para uma modalidade que tem um dos melhores patrocínios estatais – estima-se que o Banco do Brasil pague anualmente mais de R$ 25 milhões – e que recebe a maior parcela da Lei Agnelo/Piva, que destina 2% das verbas das loterias aos esportes olímpicos do país (no caso, R$ 3 milhões serão destinados ao vôlei em 2011)?

Estranho que o ministro, integrante de um partido de origens comunistas (PC do B), não se preocupe em repartir melhor a riqueza aos mais necessitados e, ao invés disso, acabe ajudando a quem já tem bastante. Duvida? No último balanço divulgado pela CBV, referente ao exercício de 2010, só de patrocínios  a entidade arrecadou R$ 44,9 milhões. Será que o ministro sabia disso?

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quinta-feira, 14 de abril de 2011 Olimpíadas | 13:02

Brasileiros compram mais ingressos de vôlei para Londres-12

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O Brasil é o país do futebol, certo? Bem, esta verdade incontestável não vale muito quando o assunto em questão são os Jogos Olímpicos. No primeiro balanço divulgado pela Tamoyo Turismo, agência oficial que revende os bilhetes para as Olimpíadas de Londres de 2012, o vôlei ganha (por uma pequena diferença, é verdade) do futebol na venda de entradas individuais.

Até agora, foram vendidos a torcedores brasileiros um total de 2.801 ingressos individuais para os Jogos de 2012. Destes, 527 foram destinados às competições de vôlei (masculino e feminino). Já o futebol teve até agora comercializados 524 ingressos. E até mesmo o vôlei de praia aparece com destaque no balanço divulgado pela Tamoyo, com 298 bilhetes individuais já vendidos aos torcedores brasileiros.

Na outra ponta da tabela, despertam menos interesse no torcedor brasileiro que vai aos Jogos do ano que vem as provas de canoagem velocidade, canoagem slalom e hipismo adestramento, com um solitário ingresso cada um.

A Tamoyo informou ainda, através de sua assessoria de imprensa, que não há obrigatoriedade do torcedor comprar o pacote completo da empresa, se quiser adquirir seu ingresso para as Olimpíadas de 2012. Por sinal, a venda de pacotes para os Jogos ainda não foi aberta.

Confira na tabela abaixo os ingressos vendidos por modalidade:

Modalidade Quantidade
Vôlei 527
Futebol 524
Vôlei de Praia 298
Basquete 287
Atletismo 261
Ginástica Artística 155
Judô 136
Handebol 95
Saltos Ornamentais 63
Hóquei Sobre Grama 60
Tênis 55
Hipismo/Saltos 46
Taekwondo 46
Badminton 30
Tênis de Mesa 24
Pólo Aquático 23
Ciclismo Velódromo 21
Esgrima 21
Boxe 20
Pentatlo 16
Tiro com Arco 14
Ginástica Rítmica 12
Triatlo 11
Ginástica Trampolim 9
Vela 9
Luta Greco Romana 8
Levantamento de Peso 8
Maratona 7
BMX 4
Remo 4
Ciclismo Estrada 2
Luta Livre 2
Canoagem Velocidade 1
Canoagem Slalom 1
Hipismo/Adestramento 1
TOTAL 2801
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quinta-feira, 7 de abril de 2011 Imprensa, Isso é Brasil, Seleção brasileira | 08:27

Vitória contra o preconceito. Mas a luta só começou…

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Michael sofreu com as ofensas homofóbicas da torcida em Minas Gerais

Um golaço a reportagem da colega Aretha Martins com o central Michael, do Vôlei Futuro, que admitiu ao iG Esporte ser homossexual, após ouvir insultos homofóbicos da torcida do Sada/Cruzeiro, válida pelas semifinais da Superliga masculina de vôlei.

A coragem de Michael foi notável, ainda mais pelo fato do esporte ser um meio ainda muito preconceituoso, tal qual a sociedade como um todo. Mas, sinal dos tempos, a revelação do jogador do Vôlei Futuro causou menos barulho do que a feita pelo falecido Lilico, em 1999 assumiu ser gay e que por causa disso acreditava que não era convocado pelo então técnico da seleção brasileira, Radamés Lattari.

Aí é que mora o perigo do corajoso gesto de Michael. Ser discriminado não por sua condição sexual (o que por si só seria o fim da picada), mas por ficar marcado como um atleta que não tem medo de se posicionar. Que o vôlei brasileiro saiba reconhecer isso como uma qualidade em Michael e não como um problema.

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sexta-feira, 1 de abril de 2011 Isso é Brasil | 17:57

A TV no esporte: o lado bom e o lado ruim

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Antes de mais nada, já aviso que não quero invadir a praia da colega Aretha Martins, que cobre com competência o dia a dia do vôlei aqui no iG Esporte e em seu blog, o Mundo do Vôlei. Mas não dá pra passar incólume o verdadeiro absurdo cometido nesta quinta-feira, em uma partida válida pela Superliga Feminina. O Vôlei Futuro sofreu, mas derrotou o Macaé por 3 sets a 1 e se classificou para a semifinal. O problema é que, por exigência da televisão, a partida começou às 21h45 e terminou, pasmem, a 0h18min de sexta-feira!

Fico imaginando o que o público – por sinal muito bom, diga-se de passagem – que compareceu ao ginásio do Macaé deve ter pensando ao ver que a partida avançava para o começo da madrugada e nada de terminar. E quem tinha trabalho ou faculdade no dia seguinte? Certamente esta pessoa irá pensar duas vezes em comparecer a uma partida de vôlei. E o pior é que estes horários esdrúxulos, sempre por exigência do Sportv, que detém os direitos de transmissão do campeonato, se repetiram frequentemente ao longo do campeonato.

Ninguém aqui é louco para questionar a importância da parceria da televisão no esporte olímpico do Brasil. Ainda mais em um país onde impera a monocultura esportiva e que represa a maioria absoluta dos recursos de verbas de publicidade para o futebol. Mas tudo tem um limite e como os dirigentes são incompetentes para obter outras fontes de recurso, acabam fechando os olhos para situações ridículas como a de um jogo de vôlei terminando quase meia-noite e meia, em pleno dia de semana.

A TV faz o papel dela. Comprou o evento e pode colocá-lo no horário que lhe for mais conveniente. A audiência estará lá, quem gosta de vôlei, basquete ou tênis (só para citar três modalidades que têm eventos transmitidos pelo Sportv) irá assistir, não importa se o jogo começar às 17h, 20h ou 23h. Mas não se pode dizer que os executivos da TV possuam bom senso. Ninguém de bom senso marca um jogo de vôlei para começar às 21h45. Da mesma forma que os cartolas que comandam as modalidades não podem deixar de reconhecer sua fraqueza e dependência total ao dinheiro pago pelas emissoras. Sem esta grana, muitas destas modalidades estariam na pior.

Para um país que vai organizar as Olimpíadas daqui a cinco anos, o aspecto educacional esportivo é algo que não pode ser deixado de lado. E que tal começarmos a educar as pessoas a gostar de esporte, marcando os eventos para um horário em que todos possam acompanhá-lo, sem com isso atrapalhe suas vidas?

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segunda-feira, 21 de março de 2011 Imprensa, Olimpíadas | 10:27

Jornal americano prevê cinco ouros para o Brasil em 2012

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Americano adora fazer uma prévia olímpica. A cada quatro anos, vende como água no deserto uma edição especial da conceituada revista esportiva “Sports Illustrated”, que traz uma previsão dos Jogos Olímpicos prestes a acontecer. Comparado com o que rola nas Olimpíadas de fato, o resultado é bastante razoável, com exceção de um ou outro erro mais bizarro.

Agora, foi a vez da versão online do jornal “USA Today” dar uma de Mãe Dinah. Quando faltam menos de  500 dias para o início das Olimpíadas de Londres, a publicação começou a soltar uma prévia mensal daquele que imagina que será o quadro final de medalhas da competição. Nele, além de mostrar que os EUA superarão a China por pouco na primeira colocação, mostra que o Brasil ganhará cinco ouros nos Jogos britânicos. Confira abaixo:

O número de medalhas de ouro, idênticos à campanha de Atenas-04, mostram algumas apostas bem possíveis, como as vitórias de uma dupla do vôlei de praia feminino; das seleções masculina e feminina de vôlei de quadra; e o triunfo de César Cielo nos 50m livre. A única previsão meio maluca feita pelo “USA Today” é Fabiana Murer superar a russa Ielena Isinbayeva e ficar com o ouro no salto com vara. Diante da qualidade da russa, nem o mais pacheco dos brasileiros irá ousar sonhar com este feito.

As demais previsões dos americanos em relação ao Brasil são bem conservadoras. O jornal acredita que o país terá um total de 15 medalhas. Serão cinco de prata, sendo duas no futebol (masculino e feminino); uma dupla no vôlei de praia feminino;  Leandro Guilheiro, no judô; e César Cielo, nos 100m livre. Virão ainda, de acordo com o “USA Today”, mais cinco medalhas de bronze, com uma dupla no vôlei de praia masculino; Luciano Correa e Thiago Camilo, no judô; uma dupla da classe Star, na vela; e com Thiago Pereira, nos 200m medley.

Vale esperar a próxima avaliação dos americanos e ver o que irá mudar em relação à esta primeira lista. E você, tem alguma aposta também? Manda aí pra gente ver.

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sexta-feira, 11 de março de 2011 Almanaque, Imprensa, Olimpíadas | 23:00

O Yoyogi venceu o terremoto

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Casas em chamas após o tsunami, na cidade de Natori, na província de Miyagi

Ninguém que tenha um mínimo de sensibilidade pode ter ficado alheio ao terrível terremoto, seguido de um tsunami, que abalou o Japão nesta sexta-feira, destruindo diversas cidades e matando centenas de pessoas. As imagens das ondas avançando sobre o território japonês impressionam, mesmo que você já as tenha visto duas, três vezes. Uma tragédia que certamente será difícil de esquecer nos próximos anos.

Eis que no meio desta tarde me veio à mente um pensamento que, à primeira vista pode parecer mesquinho diante da dimensão do desastre, mas que tem tudo a ver com este blog. “O que será que aconteceu com o Yoyogi?”, imaginava, tentando descobrir pela internet os efeitos do terremoto no Yoyogi National Gimnasium, um belíssimo ginásio construído para as Olimpíadas de Tóquio, em 1964, e que até hoje recebe as principais competições internacionais no país. No ano passado, por exemplo, recebeu a decisão do Mundial feminino de vôlei, quando o Brasil perdeu para a Rússia.

O Yoyogi National Gimnasium foi construído para as Olimpíadas de 64, em Tóquio

Conheci o Yoyogi quando estive em Tóquio, em 1997, como enviado especial do “Lance!”, para cobrir a Copa dos Campeões de vôlei e a disputa do Mundial de clubes entre Cruzeiro e Borussia Dotmund. Ao chegar ao Yoyogi Park, onde o ginásio está localizado, fiquei impressionado com sua estrutura e beleza. Mesmo sendo uma arena com mais de 40 anos de idade, é extremamente confortável para as mais de 13.200 pessoas que pode receber.

Além do design arrojado para a época, o Yoyogi ainda estava à frente de seu tempo no quesito de arena multiuso: debaixo da quadra de vôlei, estava a piscina olímpica para as provas de natação e de saltos ornamentais. Foi nesta mesma quadra que o Japão teve a honra de vencer o primeiro torneio olímpico da história, ao derrotar a poderosa URSS na decisão do ouro.

Ah, você quer saber o que aconteceu com o velho Yoyogi? Felizmente, mesmo quarentão, ele resistiu bem aos fortes tremores desta sexta-feira e já se programa para receber o Mundial de patinação no gelo, a partir do próximo dia 20. O show deve continuar, é o que dizem.

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quinta-feira, 3 de março de 2011 Com a palavra, Imprensa, Olimpíadas, Seleção brasileira | 23:28

O sonho de Carol Gattaz continua vivo

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A meio-de-rede Carol Gattaz

“Meu objetivo hoje é voltar a jogar como antes, ser titular do time novamente e, a longo prazo, ser convocada pra seleção e ir para os Jogos Olímpicos”

Meio-de-rede Carol Gattaz, em reportagem assinada por Aretha Martins, do iG Esporte, ao falar sobre a recuperação de uma lesão no pé esquerdo, o sonho de voltar à seleção brasileira feminina de vôlei e assim disputar os Jogos Olímpicos de Londres-12.

Leia a reportagem completa de Carol Gattaz clicando aqui.

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terça-feira, 1 de março de 2011 Ídolos, Imprensa, Olimpíadas, Pan-Americano, Sem categoria | 10:00

Paixão e necessidade

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Getty Images

Joaquim Cruz comemora a conquista da medalha de ouro dos 800m nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984

Vamos ser sinceros: quem entra numa faculdade de jornalismo com a intenção de fazer carreira na área de esportes, quer saber mesmo é de trabalhar com futebol! Bom, admito que isso pode ter mudado um pouquinho nos últimos anos, graças às conquistas da seleção masculina de vôlei, de Guga e de Cesar Cielo. Mas no já distante fevereiro de 1983, quando comecei meu curso de jornalismo na Faculdade Cásper Líbero, todos os meus colegas só queriam saber mesmo era de cobrir um bom jogo de futebol.

Mas o destino, sempre ele, se encarrega de mostrar novos caminhos quando você menos espera. Logo no segundo ano, eis que surgiu uma oportunidade para fazer um estágio, junto com mais três amigos, na Rádio Gazeta, na equipe chefiada pelo grande loucutor Pedro Luís (já falecido), e que tinha como narrador principal Paulo Soares, hoje na ESPN Brasil. Eles iriam colocar no ar um programa chamado “Operação Esporte”,  sobre esportes olímpicos (ou esportes amadores, como se falava na época).

Como em 84 seriam realizadas as Olimpíadas de Los Angeles, a rádio queria tentar atrair um novo público. E no mesmo ano em que o meio-fundista Joaquim Cruz emocionou o Brasil inteiro ao ganhar a medalha de ouro nos 800m rasos, a necessidade de entrar na área fez com que um foca descobrisse que há vida além do futebol.

Desde então, os esportes olímpicos tiveram uma importância fundamental em minha carreira. E o mais bacana foi perceber que estas modalidades estão ganhando um espaço cada vez maior na mídia brasileira, desmistificando um pouco o antigo conceito de “monocultura esportiva” na imprensa deste país. Ainda há muito para fazer, é verdade, mas este espaço que começa a ser ocupado neste terça-feira, aqui no iG Esporte, é mais um passo para divulgar, comentar, criticar e falar sobre as mais variadas modalidades esportivas.

Assunto é o que não irá faltar, ainda mais com os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara marcados para este ano, diversos pré-olímpicos e eventos qualificatórios para as Olimpíadas de Londres 2012 e a preparação do Rio de Janeiro para 2016, quando precisaremos ficar de olhos abertos, fiscalizando direitinho a aplicação do dinheiro público na organização da competição. Portanto, a casa é de vocês, entrem e fiquem à vontade.

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