Publicidade

Posts com a Tag Sochi 2014

terça-feira, 8 de outubro de 2013 Jogos de Inverno, Olimpíadas, Uniformes | 18:57

Checos lançam uniforme ‘no gelo’. Veja outras camisas do hóquei para Sochi 2014

Compartilhe: Twitter

A 121 dias para a abertura das Olimpíadas de Inverno de Sochi (Rus), que serão realizadas entre 7 e 23 de fevereiro do próximo ano, já estão sendo divulgados os uniformes que algumas seleções utilizarão durante a competição. E um dos lançamentos mais inusitados ocorreu na República Checa, onde dentro de um enorme cubo de gelo, foi apresentada a camisa que será usada pela seleção de hóquei no gelo. Os checos foram campeões olímpicos no masculino em 1998, nos Jogos de Nagano (Jap) e bronze em 2002, em Salt Lake City (EUA).

Veja abaixo alguns uniformes que estarão em ação no hóquei no gelo em Sochi 2014

Autor: Tags: , , ,

sexta-feira, 27 de setembro de 2013 Almanaque, Imagens Olímpicas, Olimpíadas, Vídeos | 18:58

Tocha olímpica dos Jogos de Inverno 2014 será acesa domingo

Compartilhe: Twitter
Pdestal com a chama olímpica, localizado na cidade de Olympia, na Grécia

Pedstal com a chama olímpica, localizado na cidade de Olympia, na Grécia. Neste domingo, será a vez das Olimpíadas de Inverno

O primeiro evento oficial das Olimpíadas de Inverno de 2014, que serão realizadas na cidade de Sochi, na Rússia, acontece neste domingo. Em cerimônia marcada para a cidade de Olympia, na Grécia, a tocha olímpica será acesa e iniciará sua trajetória até a Rússia, onde o revezamento oficial da tocha olímpica em terrítório russo, no dia 5 de outubro, iniciando sua viagem no dia 6. O final da jornada está previsto para o dia 7 de fevereiro de 2014, quando a tocha entrará no Estádio Fisht, em Sochi, no dia da cerimônia de abertura dos Jogos de Inverno.

O site oficial de Sochi 2014 promete transmitir ao vivo a cerimônia neste domingo. Clique aqui para acompanhar.

O COI (Comitê Olímpico Internacional) preparou um vídeo especial que conta um pouco da história dos revezamentos da tocha olímpica dos Jogos de Inverno. Embora seja uma competição sem muito apelo para o público brasileiro, sempre traz belas imagens. Veja e curta:

Autor: Tags: , , , ,

sexta-feira, 16 de agosto de 2013 Com a palavra, Ídolos, Mundiais, Musas, Olimpíadas | 12:22

Isinbayeva perdeu uma grande chance de ficar calada

Compartilhe: Twitter

Elena Isinbayeva se emociona ao receber sua medalha de ouro. Depois, declarações polêmicas

Muita atenção para as duas frases que serão destacadas abaixo:

“Se permitirmos promover e fazer esas coisas [apoio ao movimento gay] nas nossas ruas, ficaremos com medo de nosso próprio país. Nós nos consideramos pessoas normais, homens com mulheres e mulheres com homens”

“Quero deixar claro que respeito o ponto de vista de meus companheiros atletas e quero ressaltar de maneira contundente que sou contra a qualquer discriminação contra os gays por causa de sua sexualidade”

A russa Elena Ysinbayeva pertence a uma classe especial de atletas, aqueles que estão fora do padrão normal, são gênios em suas especialidades. A conquista da medalha de ouro (a terceira) no Mundial de Moscou na última terça-feira é uma prova disso. Ainda por cima, trata-se da única mulher a ter saltado acima dos cinco metros no salto com vara. Não duvido que após a pausa para ter um filho ela possa voltar à velha forma e conquistar o ouro nos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.

Mas Isinbayeva também mostra uma faceta muito comum aos atletas, independentemente do seu país de origem: uma posição extremamente conservadora diante de determinadas situações e uma absurda falta de habilidade com as palavras. As duas declarações, dadas em um intervalo de apenas 24 horas, demonstram isso. E  nem mesmo a desculpa esfarrapada da falta de habilidade com o inglês dá para levar a sério.

Por mais que se fale na questão da soberania de um país, Isinbayeva defende abertamente uma lei retrógrada e discriminatória como a que foi aprovada pelo governo da Rússia. Uma lei que se levada ao pé da letra, pode levar até mesmo à prisão de atletas estrangeiros que irão competir nas Olimpíadas de inverno de 2014, na cidade russa de Sochi. E por se tratar de um ícone do esporte mundial, o mínimo que poderia se esperar dela neste caso seria o bom senso.

Nessa, Isinbayeva demonstrou ter a mesma agilidade de um elefante numa loja de cristais.

Autor: Tags: , , , , , ,

sexta-feira, 15 de julho de 2011 Isso é Brasil, Olimpíadas, Pan-Americano | 22:24

Rússia leva Mundial de Esportes Aquáticos que Brasil desejava

Compartilhe: Twitter

Integrantes da delegação da cidade de Kazan comemoram a escolha para o Mundial de 2015

Nesta sexta-feira, a cidade de Kazan, na Rússia, foi escolhida como sede do Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos de 2015. Foi uma grande vitória para esta que é chamada de a “cidade dos esportes” russos, além de mostrar que o maior país da extinta União Soviética vive uma grande fase de conquistas de eventos esportivos: afinal, irá organizar ainda as Olimpíadas de Inverno de 2014, em Sochi, além da Copa do Mundo de 2018.

O que passou despercebido foi um “pequeno” detalhe: este deveria ser o Mundial organizado pelo Brasil!

Em 2010, ainda no clima da conquista do direito de organizar as Olimpíadas de 2016, o presidente da CBDA (Confederação Brasileira de Esportes Aquáticos), Coaracy Nunes, anunciou a intenção de colocar o Brasil como candidato a receber aquele Mundial. “Esta é a competição que nos faltava realizar e é mais um legado da incrível conquista dos Jogos Olímpicos de 2016” dizia Coaracy Nunes em 2010, todo pimpão, lançando a candidatura brasileira.

Eis que um ano depois, vem o presidente da própria Fina (Federação Internacional de Natação), o uruguaio Julio Maglione, e anuncia que o Brasil abriria mão de concorrer, pois o novo Parque Aquático, que será usado nos Jogos de 2016, não ficaria pronto a tempo. E pensar que Coaracy planejava usar este Mundial de 2015 como evento-teste para as Olimpíadas.

Bom, para um país que numa prova oficial vê o atraso de uma prova por conta de um bloco de largada que estava solto, como ocorreu no último Troféu Maria Lenk com o campeão olímpico e mundial Cesar Cielo, nada é surpreendente, certo?

Na mesma eleição, a cidade de Guadalajara, no México, foi escolhida para receber o Mundial de 2017. E provavelmente com as mesmas instalações dos próximos Jogos Pan-Americanos, marcados para outubro.

PS: É bom lembrar que os organizadores dos Jogos do Rio afirmaram que precisarão construir uma nova piscina para as provas de natação, apesar do Parque Aquático Maria Lenk, erguido para o Pan-2007, ser praticamente novo. Mas em Guadalajara isso não será necessário.

Veja também:

>>Guadalajara inaugura centro aquático para o Pan 2011

>>Natação faz aquecimento em alto estilo

>>Troféu Maria Lenk: E o bloco do Cielo estava fora do lugar…

Autor: Tags: , , , , , , ,

segunda-feira, 7 de março de 2011 Olimpíadas, Pan-Americano | 18:08

Mascotes olímpicos encantam, mas também dão lucro

Compartilhe: Twitter

O Urso Polar, o Leopardo e a Lebre: os eleitos para os Jogos de Inverno de 2014

Na última semana, os organizadores dos Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi (Rus), anunciaram quais serão os mascotes do evento, marcado para acontecer entre os dias 7 e 23 de fevereiro de 2014. E na falta de um, foram lançados logo três: a Lebre, o Urso Polar e o Leopardo, escolhidos durante um programa de TV russa. Nada mal para quem, pouco mais de 30 anos atrás, ainda como União Soviética, organizou as Olimpíadas de Moscou, em 1980,  tornando inesquecível a imagem do mascote daqueles Jogos, o urso Misha.

Na verdade, a figura do mascote nos Jogos Olímpicos é algo relativamente recente. O primeiro mascote olímpico apareceu nos Jogos de Inverno de 1968, em Grenoble, na França. Nos Jogos de Verão, o primeiro mascote foi o cachorrinho Waldi, nos Jogos de Munique-1972. De lá para cá, foram mais 33 personagens escolhidos para representar a cultura do país anfitrião. Nos últimos anos, outra função (talvez a mais importante) tem sido atribuída aos mascotes olímpicos: dar lucro, muito lucro aos organizadores.

Wenlock, o estranho mascote das Olimpíadas de Londres-12

Graças ao marketing agressivo, são feitos dezenas de produtos licenciados com as imagens dos mascotes. E turista que vai a uma edição de Jogos Olímpicos não volta para casa sem trazer ao menos um chaveirinho que tenha a imagem do mascote daquela competição. Nas Olimpíadas de Londres, no ano que vem, um simples bonequinho do esquisito Wenlock, com 80cm de altura, sai por 150 libras, cerca de R$ 402,00 em valores de hoje. Uma versão mais modesta do mascote, com 30cm de altura, sai mais barato, 20 libras (ou cerca de R$ 54,oo).

Por isso, na visão dos organizadores, não importa se o mascote é engraçadinho ou não: se o personagem cair no gosto do público, vai vender muito. E os c0fres olímpicos vão encher na mesma proporção.

Autor: Tags: , , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. Última