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Posts com a Tag Rio 2007

quarta-feira, 6 de abril de 2011 Isso é Brasil, Olimpíadas, Pan-Americano, Seleção brasileira | 17:06

Hóquei brasileiro precisa mais do que acordos

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Presidente do COB, Carlos Nuzman, comemora acordo de cooperação com a FIH. Mas será que isso basta?

O COB (Comitê Olímpico Brasileiro) anunciou nesta terça-feira um acordo de cooperação com a FIH (Federação Internacional de Hóquei) para o desenvolvimento da modalidade no Brasil. Segundo nota divulgada pelo COB, um planejamento elaborado entre a entidade, a FIH e a CBHG (Confederação Brasileira de Hóquei na Grama) tem como principal objetivo “inserir o hóquei sobre grama do Brasil nas principais competições internacionais a fim de proporcionar maior experiência para a modalidade”.

Muito bem. É claro que se deve louvar a intenção do COB em tentar desenvolver um esporte que praticamente não existe no país, especialmente se levarmos em conta que todos os países que organizam competições poliesportivas (como Olimpíadas e Pan-Americanos) participam de todas as modalidades. E se tem algo que o Brasil necessita urgentemente é aprender a jogar hóquei na grama.

Só assim, com muito aprendizado, a seleção brasileira da modalidade irá escapar de vexames como os protagonizados no Pan-Americano do Rio, em 2007. Na ocasião, a seleção masculina cumpriu uma campanha bisonha, com cinco derrotas em cinco partidas disputadas, sofrendo 57 gols e marcando somente um. E ainda conseguiu levar um 8 a 0 das Antilhas Holandesas, que pasmem, estão atrás do Brasil no ranking mundial (46º na última lista, enquanto os brasileiros ocupam “orgulhosamente” a 38ª).

É muito bonito políticos e cartolas ficarem alardeando aos quatro ventos que o Brasil está caminhando para se transformar numa potência olímpica. Eu não acho isso, muito pelo contrário. E a própria situação de penúria do hóquei de grama nacional confirma isso. Há muito trabalho pela frente.

Não será apenas assinando um simpático acordo de cooperação com a FIH que irá mudar esta situação a curto prazo. E se bobear, nem a médio prazo.

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quinta-feira, 17 de março de 2011 Com a palavra, Pan-Americano | 11:12

Sinal vermelho em Guadalajara

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“Eu colocaria em vermelho o estádio de atletismo, rugby, remo e a sede de canoagem”

Carlos Andrade Garín, presidente do Copag (Comitê Organizador do Pan-11), admitindo sua preocupação com o andamento de várias obras dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, que começarão em 13 de outubro.

Vale lembrar que nesta sexta-feira começará uma reunião entre os dirigentes da Odepa (Organização Desportiva Panamerica) e integrantes do Copag, conforme o blog já havia publicado, e um dos temas principais do encontro será tratar do atraso nestas obras.

Pelo jeito, o trauma do Rio-2007 ainda está muito fresco na memória dos cartolas da Odepa.

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quinta-feira, 3 de março de 2011 Pan-Americano | 14:27

Conheça algumas instalações para o Pan de Guadalajara

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Faltam 225 dias para o início dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara e os mexicanos correm para deixar prontas as instalações esportivas que receberão os atletas que disputarão a completição polesportiva, entre os dias 14 e 30 de outubro. Mas em comparação com o que houve quatro anos antes, no Pan do Rio-2007, quando algumas obras só ficaram prontas dias antes dos Jogos começarem, até que as coisas estão bem encaminhadas.

Conheça abaixo algumas das instalações do Pan-11:

Complexo Aquático Scotiabank, com capacidade para 4.528 pessoas, ainda em construção

Complexo Nissan de Ginástica, já concluído, com capacidade de 3.434 pessoas

Estádio Pan-Americano de hóquei, já concluído, com capacidade para 1.872 pessoas

Complexo Telcel de tênis, já concluído, com capacidade para 6.742 pessoas

Velódromo Panamericano, já concluído, com capacidade para receber 1.982 pessoas

O trabalho dos mexicanos só não recebe nota 10 por causa do preocupante atraso no estádio de atletismo.  A arena, que receberá o nome de Estádio Telmex e terá capacidade para 15 mil pessoas, está com suas obras bem atrasadas. Só a pista de aquecimento é que está pronta. Veja e confira:

As obras do estádio de atletismo para os Jogos Pan-Americanos de 2011 estão bem atrasadas

Confira outras imagens de instalações do Pan-Americano de Guadalajara no iG Esporte.

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quarta-feira, 2 de março de 2011 Imprensa, Olimpíadas | 16:06

Aprovação da Autoridade Pública Olímpica para a Rio-16: uma boa e uma má notícia

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O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira, por 46 votos a 13, a criação da Autoridade Pública Olímpica (APO), uma autarquia responsável pelas ações do governo federal na organização dos Jogos Olímpicos do Rio-16. A história foi contada aqui, pelo iG Esporte. A criação da APO foi uma das garantias dadas pelo governo brasileiro aos dirigentes do Comitê Olímpico Internacional (COI), durante o processo seletivo que culminou com a escolha do Rio de Janeiro como sede dos Jogos de 2016.

Henrique Meirelles estava cotado para comandar a APO

Se por um lado a aprovação da APO merece ser festejada – a falta de um órgão como este pode explicar a verdadeira farra com o dinheiro público ocorrida nos Jogos Pan-Americanos do Rio, em 2007 -, a forma como ela foi aprovada merece, no mínimo, uma reflexão se realmente a decisão foi a mais acertada. De acordo com o texto aprovado pelo Senado, a APO terá um papel menos  importante do que o existente no projeto original do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, graças à pressão do governador carioca Sérgio Cabral e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, ambos do PMDB.

No texto aprovado nesta terça-feira, caberá ao Conselho Público Olímpico (CPO) a responsabilidade de controlar a liberação e viabilização de recursos para tocar as obras dos Jogos. Este Conselho será formado por três integrantes: a presidenta Dilma Rousseff, o governador Cabral e o prefeito Paes. Já a APO terá como função básica a de fiscalizar o andamento das obras. No projeto original, a APO seria a interlocutora do governo brasileiro com os dirigentes do COI, condição essa que não agradava aos governos municipal e estadual do Rio.

Resta saber se neste modelo que foi aprovado pelo Senado, o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles (figura fundamental na sabatina feita pelo COI na eleição do Rio para 2016) aceitará assumir um cargo bem menos importante do que havia sido imaginado anteriormente.

Atualização: a edição desta quinta-feira (3/3), da “Folha de S. Paulo”, traz reportagem confirmando que Meirelles aceitou o convite para comandar a APO. Vamos ver quanto tempo ele irá aguentar.

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