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Posts com a Tag Rio 2007

quarta-feira, 19 de outubro de 2011 Com a palavra, Ídolos, Pan-Americano, Seleção brasileira | 13:26

Thiago Pereira e o preço do marketing do recorde

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Thiago Pereira, extenuado após a prova dos 200 m peito em Guadalajara

“Está doendo pra c… Fui no limite”



Frase de Thiago Pereira, captada pelo repórter Marcel Rizzo, enviado especial do iG Esporte aos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, logo após ficar com o bronze na prova dos 200 m peito, foi significativa.

Quando um cara de 25 anos reclama das dores no corpo e avisa que não pretende mais repetir a maratona a qual vem se submetendo neste Pan, disputando quase uma dezena de provas, mostra que alguma coisa está errada. E muito disso ocorre pela corrida em busca do “recorde” de ganhador de medalhas individuais em Pan-Americanos, que provavelmente deverá ser obtido nesta quarta pelo próprio Pereira, que nadará duas provas – 200 m medley e revezamento 4 x 200 m livre.

É claro que não há nada de errado em querer ganhar. Isso é algo básico para qualquer atleta. Além disso, a disputa particular entre Pereira e Hugo Hoyama (atual recordista individual com dez ouros) acaba servindo de combustível para fazer aumentar o interesse do público no próprio Pan. O problema é quando isso se torna uma ferramenta de marketing.

Ou muito me engano, mas dificilmente Cesar Cielo, apenas para ficar com um exemplo brasileiro, gostaria de ser chamado de “Mr. Pan” por TVs e jornais. O cara tem que buscar marcar seu nome na história do esportes em Olimpíadas, Mundiais…Thiago Pereira, que é um ótimo nadador, já se deixou levar por esta armadilha no Pan do Rio, em 2007, e depois acabou amargando com as críticas após o fraco desempenho nas Olimpíadas de Pequim, no ano seguinte.

Tomara que nesta quarta-feira, finalmente Thiago Pereira consiga este maldito recorde, que só serve mesmo para nós, jornalistas, arranjarmos chamadas mais interessantes nas manchetes de sites, jornais, TVs etc. E faça o que sabe melhor: nadar. Sem dar bola para o marketing.

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sexta-feira, 14 de outubro de 2011 Pan-Americano | 09:06

Um Pan-Americano com cara de Pan. E isso é um elogio

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Operários trabalham firme para acertar os últimos detalhes no parque aquático de Guadalajara

Peço licença para começar este post apelando para o velho chavão, mas finalmente chegou o grande dia. Nesta sexta-feira, a partir das 22h (horário de Brasília), começa de forma oficial a 16ª edição dos Jogos Pan-Americanos, na cidade de Guadalajara, no México. Até que enfim…

E neste momento, a despeito dos enormes problemas que a capital do estado de Jalisco enfrentou – e ainda enfrenta – na preparação do evento, chegou a hora de não concentrar totalmente as atenções nos problemas de organização, nos atrasos das obras ou até mesmo na chuva que castiga a cidade mexicana. Agora, é o momento de festejar a celebração da chamada “Olimpíada das Américas”, com todo o cuidado para não esbarrar na armadilha do ufanismo bobo e sem senso crítico.

O Pan-Americano, por si só, é uma competição bacana, acredite. Claro que perdeu demais de sua importância no cenário esportivo mundial, pois as principais estrelas preferem deixá-lo de lado. O Brasil é uma exceção nesta cartilha e enviará ao México feras como Cesar Cielo (natação), Fabiana Murer e Maurren Maggi (atletismo) e Rodrigo Pessoa (hipismo), apenas para falar de quatro nomes. De modo geral, o Pan-Americano é uma grande oportunidade de preparar novos talentos para as grandes competições internacionais.

Com isso em mente, é possível curtir o Pan sem problemas. O Brasil ganhará um caminhão de medalhas, algumas em modalidades que você só irá acompanhar daqui a quatro anos. E teremos problemas, é claro. Mas no fim de tudo isso, os mexicanos terão feito um esforço monumental para realizar um evento do tamanho para o qual ele foi feito. Um “Pan com cara de Pan”, sem pretensões megalomaníacas ou superinstalações. E será legal.

Bem diferente do que ocorreu quatro anos atrás, quando o Rio de Janeio mudou o padrão dos Jogos Pan-Americanos em 2007, ao realizar uma competição com “padrões olímpicos” (pelo menos essa era a intenção). O motivo óbvio era impressionar pela capacidade de realização e conquistar a sede das Olimpíadas de 2016, como de fato conseguiu.

Mas o custo da conta foi bem alto, como as acusações de superfaturamento nas obras estão à disposição de todos, nos relatórios do TCU. E que estas mesmas pessoas envolvidas na organização do Rio-07 (e que também cuidam dos jogos Olímpicos de 2016) não caiam na armadilha de menosprezar as falhas que certamente ocorrerão em Guadalajara, da mesma forma arrogante que alguns o fizeram em Santo Domingo-03. Este é apenas um Pan-Americano, o que já significa muita coisa, goste-se ou não do evento.

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quarta-feira, 12 de outubro de 2011 Almanaque, Ídolos, Pan-Americano, Seleção brasileira | 23:03

Hugo Hoyama, o samurai highlander

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O mesa-tenista Hugo Hoyama, que foi homenageado pelo COB e será o porta-bandeira do Brasil

Bacana a homenagem prestada pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro) ao interminável mesa-tenista brasileiro Hugo Hoyama, anunciado nesta quarta-feira como o porta-bandeira da delegação do Brasil no desfile de abertura dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, que começam nesta sexta-feira.

Se não conseguiu alcançar um patamar mais importante ao longo de sua carreira em termos olímpicos, é no Pan-Americano que Hoyama tornou-se uma figura marcante. Aos 42 anos, o atleta paulista é simplesmente o maior ganhador de medalhas de ouro na história do Brasil na competição (nove), nas modalidades individual, duplas e equipe.

Além disso, caminha para igualar mais uma marca importante: completará sua sétima participação no Pan, repetindo o feito do atirador Durval Guimarães, que participou entre 1963 e 95. A diferença é que Hoyama caminha para seu sétimo Pan consecutivo. Definitivamente, não é para qualquer um.

Não sei se Hugo Hoyama se inspira no famoso personagem Connor MacLeod, interpretado no cinema por Christopher Lambert no filme “Highlander”, um guerreiro escocês que se torna imortal desde 1536, quando foi ferido numa batalha, mas ressuscitou.  O risco é se Hoyama se animar com esta história e tentar emplacar sua presença também no Pan de Toronto, nos Jogos de 2015. Vai complicar a vida da turma que atualiza o media guide do COB…

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domingo, 25 de setembro de 2011 Isso é Brasil, Mundiais, Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 08:04

Eliminação da ginástica rítmica das Olimpíadas merece reflexão

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Terminou neste sábado o sonho da seleção brasileira de ginástica rítmica em garantir um lugar nas Olimpíadas de Londres, no ano que vem. Ao ficar em 22º (entre 24 participantes) a competição por equipes do Campeonato Mundial da modalidade, em Montpellier (FRA), o Brasil ficou sem qualquer chance de participar dos Jogos de 2012. Isso porque garantiam vaga direta os seis primeiros colocados (a Itália foi a campeã), enquanto outros seis países seguintes asseguravam presença no Pré-Olímpico no ano que vem.

Para piorar, nem mesmo a vaga única por continente para este Pré-Olímpico as meninas brasileiras conseguiram asseguram, pois ficaram atrás do Canadá, melhor equipe das Américas, 17º colocado no Mundial.

Mais do que lamentar o fiasco brasileiro nesta campanha do Mundial, é necessário que se faça uma bela reflexão sobre este resultado. Para isso, vamos trabalhar com um número: o orçamento recebido este ano pela CBG (Confederação Brasileira de Ginástica), com recursos da Lei Agnelo/Piva, provenientes das verbas das loterias, é de R$ 2,8 milhões. Sem contar o valor que a entidade recebe da Caixa Econômica Federal, principal patrocinadora da ginástica brasileira.

Não se sabe o quanto a CBG investe especificamente na preparação da seleção de GRD (ginástica rítmica desportiva). Mas é possível concluir que o dinheiro não está sendo muito bem investido, tomando-se em conta os resultados obtidos.

Só para lembrar, a seleção brasileira só disputou as Olimpíadas de Pequim, em 2008, em razão de um convite da FIG (Federação Internacional de Ginástica), que ficou impressionada com o desempenho da equipe no Pan-Americano do Rio, em 2007, quando ficou com o ouro.

O problema é que não basta um brilhareco aqui ou ali. Com tanto dinheiro investido nos últimos anos, era de se esperar que resultados melhores surgissem. Ou então saber usar melhor o dinheiro para fazer intercâmbios mais eficientes, trazer técnicos do exterior, investir fundo no descobrimento de novos talentos.

Do contrário, ficaremos fazendo reflexões sobre fracassos brasileiros em Mundiais e competições do gênero, nas mais variadas modalidades, entra ano, sai ano.

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sexta-feira, 23 de setembro de 2011 Olimpíadas, Pan-Americano, Seleção brasileira | 11:11

Estrela da ginástica artística estará em Guadalajara

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A americana Shawn Johnson deve ser a principal estrela da ginástica artística do Pan

Para quem gosta de dizer (entre eles este blogueiro) que o Pan-Americano não atrai mais a atenção das grandes estrelas do esporte mundial, causou surpresa a convocação da seleção americana feminina de ginástica artística para os Jogos de Guadalajara, que começam no próximo dia 14 de outubro.

A principal novidade foi a presença do nome de Shawn Johnson na lista das convocadas. Trata-se simplesmente de uma das estrelas da ginástica mundial, tendo brilhado nas Olimpíadas de Pequim, em 2008, quando levou uma medalha de ouro (trave) e três de prata (equipe, individual geral e solo). Um ano antes,  ela fora o grande nome da ginástica artística no Pan do Rio, ao ganhar nada menos do quatro medalhas de ouro (equipe, individual geral, barras assimétricas e trave) e uma de prata (solo).

Aos 19 anos, Shawn Johnson está retornando agora às competições, após ficar praticamente um ano parada em razão de uma cirurgia no joelho, lesionado após a ginasta sofrer uma queda esquiando na neve.

Com sua presença confirmada em Guadalajara, Johnson usará o Pan como preparação importante para seu grande objetivo, que é brilhar nas Olimpíadas de Londres, no ano que vem.

Isso significa que Jade Barbosa, Daniela Hypólito, Daiane dos Santos e Cia terão uma bela pedreira pela frente na briga por medalhas em Guadalajara.

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terça-feira, 16 de agosto de 2011 Pan-Americano | 23:00

Pan 2011 terá número recorde de participantes

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Delegação do Brasil na abertura do Pan 2007, até então o recordista em total de participantes

A 59 dias da abertura oficial dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, ao menos um recorde já está assegurado: o de número de participantes. Mesmo com modalidades ainda sem seus participantes totalmente definidos, os organizadores dos Jogos já receberam mais de 6.800 pedidos de inscrições.

Este número ainda deverá cair em setembro, quando o processo de seleção para a competição poliesportiva estiver encerrado. Ainda assim, os 5.929 atletas previstos para competir em Guadalajara, entre 14 e 30 de outubro, representarão um recorde na história do Pan. Até então,  o Pan com o maior número de participantes havia sido o do Rio de Janeiro, em 2007, com 5.633 atletas.

Confira abaixo o total de participantes em todas as edições dos Jogos Pan-Americanos:

1951 – Buenos Aires/Argentina – 2.513 atletas
1955 – Cidade do México/México – 2.583
1959 – Chigago/EUA – 2.263
1963São Paulo/Brasil – 1.665
1967 – Winnipeg/Canadá – 2.361
1971 – Cali/Colômbia – 2.935
1975 – Cidade do México/México – 3.146
1979 – San Juan/Porto Rico – 3.700
1983 – Caracas/Venezuela – 3.426
1987 – Indianápolis/EUA – 4.453
1991 – Havana/Cuba – 4.519
1995 – Mar del Plata/Argentia – 5.144
1999 – Winnipeg/Canadá – 5.083
2003 – Santo Domingo/Rep. Dominicana – 5.223
2007Rio de Janeiro/Brasil – 5.633

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sábado, 13 de agosto de 2011 Almanaque, Pan-Americano | 23:42

Os cartazes do Pan (15)

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15º Jogos Pan-Americanos – Rio de Janeiro (BRA)

Período de disputa: 13 a 29/07/2007
Países participantes: 42
Modalidades esportivas disputadas: 34
Total de atletas: 5.633

Quadro final de medalhas (cinco primeiros colocados):


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quarta-feira, 27 de julho de 2011 Olimpíadas, Pan-Americano | 13:15

Quase tudo pronto em Londres 2012. Lição para o Rio 2016!

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O Centro Aquático dos Jogos de Londres, que está sendo inaugurado nesta quarta-feira

Hoje, completa-se a marca de um ano para o início dos Jogos Olímpicos de Londres. E os dirigentes londrinos anunciam orgulhosos que nada menos do que seis grandes instalações olímpicas estão prontas para a competição: o Estádio Olímpico, o velódromo, a arena de handebol, o ginásio de basquete, o centro aquático e o IBC (o centro internacional de imprensa). O centro aquático, inclusive, está sendo inaugurado nesta quarta-feira, em meio aos festejos que marcam a contagem regressiva de um ano para a largada olímpica.

E se não bastasse este show de organização, os ingleses ainda avisam que não apenas cumprirão todo o orçamento como deverão gastar menos do que os 9,3 bilhões de libras que estavam previstos.

Que o exemplo londrino seja bem assimilado pelos dirigentes do Brasil, que organizarão os Jogos de 2016, no Rio de Janeiro. Os exemplos dos orçamentos estourados no Pan de 2007 ainda estão bem vivos na memória de todos os brasileiros.

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sexta-feira, 15 de julho de 2011 Isso é Brasil, Olimpíadas, Pan-Americano | 22:24

Rússia leva Mundial de Esportes Aquáticos que Brasil desejava

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Integrantes da delegação da cidade de Kazan comemoram a escolha para o Mundial de 2015

Nesta sexta-feira, a cidade de Kazan, na Rússia, foi escolhida como sede do Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos de 2015. Foi uma grande vitória para esta que é chamada de a “cidade dos esportes” russos, além de mostrar que o maior país da extinta União Soviética vive uma grande fase de conquistas de eventos esportivos: afinal, irá organizar ainda as Olimpíadas de Inverno de 2014, em Sochi, além da Copa do Mundo de 2018.

O que passou despercebido foi um “pequeno” detalhe: este deveria ser o Mundial organizado pelo Brasil!

Em 2010, ainda no clima da conquista do direito de organizar as Olimpíadas de 2016, o presidente da CBDA (Confederação Brasileira de Esportes Aquáticos), Coaracy Nunes, anunciou a intenção de colocar o Brasil como candidato a receber aquele Mundial. “Esta é a competição que nos faltava realizar e é mais um legado da incrível conquista dos Jogos Olímpicos de 2016” dizia Coaracy Nunes em 2010, todo pimpão, lançando a candidatura brasileira.

Eis que um ano depois, vem o presidente da própria Fina (Federação Internacional de Natação), o uruguaio Julio Maglione, e anuncia que o Brasil abriria mão de concorrer, pois o novo Parque Aquático, que será usado nos Jogos de 2016, não ficaria pronto a tempo. E pensar que Coaracy planejava usar este Mundial de 2015 como evento-teste para as Olimpíadas.

Bom, para um país que numa prova oficial vê o atraso de uma prova por conta de um bloco de largada que estava solto, como ocorreu no último Troféu Maria Lenk com o campeão olímpico e mundial Cesar Cielo, nada é surpreendente, certo?

Na mesma eleição, a cidade de Guadalajara, no México, foi escolhida para receber o Mundial de 2017. E provavelmente com as mesmas instalações dos próximos Jogos Pan-Americanos, marcados para outubro.

PS: É bom lembrar que os organizadores dos Jogos do Rio afirmaram que precisarão construir uma nova piscina para as provas de natação, apesar do Parque Aquático Maria Lenk, erguido para o Pan-2007, ser praticamente novo. Mas em Guadalajara isso não será necessário.

Veja também:

>>Guadalajara inaugura centro aquático para o Pan 2011

>>Natação faz aquecimento em alto estilo

>>Troféu Maria Lenk: E o bloco do Cielo estava fora do lugar…

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segunda-feira, 4 de julho de 2011 Isso é Brasil, Musas, Olimpíadas, Pan-Americano | 18:38

As "gêmeas do nado sincronizado" são atletas ou VIPs?

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As gêmeas do nado sincronizado, ao lado do presidente do Vasco, Roberto Dinamite

Sim, reconheço: serei implicante agora. Mas é que algumas coisas no universo do esporte brasileiro me incomodam profundamente. Uma destas coisas é a presença sempre constante na mídia das gêmeas Bia e Bianca Feres, mais conhecidas no mundo do esporte brasileiro como as gêmeas do nado sincronizado. Só que o local onde menos você vê notícias referentes às duas atletas não são em reportagens ligadas ao nado sincronizado.

Bia e Bianca ficaram famosas na época do Pan do Rio, em 2007, preenchendo um vazia deixado por outras gêmeas, Isabela e Carolina de Moraes, que chegaram a disputar os Jogos Olímpicos de Sydney-00 e Atenas-04. A grande diferença é que Isabela e Carolina faziam o dueto, enquanto Bia e Bianca disputam por equipe, ou seja, não são as protagonistas. Além disso, as duas primeiras gêmeas chegaram a disputar uma final olímpica (em Atenas). Já Bia e Bianca foram bronze no Pan de 2007.

Por causa de sua beleza estonteante, as duas começaram a ser chamadas para estrelas campanhas publicitárias, tiveram um programa na MTV, fizeram ensaios sensual para a revista “VIP”, e mais recentemente, transformaram-se numa espécie de mascotes do Vasco da Gama. Estiveram em Curitiba, na decisão da Copa do Brasil, e nesta segunda-feira marcaram presença no lançamento do novo uniforme do clube vascaíno.

Nada contra esta exposição. Cada um sabe onde aperta o calo. Mas me parece que as duas belas gatinhas ainda não sabem se querem continuar investindo na carreira esportiva, onde as doses de sacrifício são cavalares – e os resultados difíceis de conquistar -, ou vão preferir pelo caminho mais agradável do mundo das celebridades.

Por que enquanto continuarem com um pé em cada canoa, as duas não estarão ajudando a divulgar o nado sincronizado. Mas sim trabalhando em causa própria.

Veja também:

>>A embaixadora do Pan de Guadalajara

>>Juliana Veloso fora do Mundial. Uma musa a menos

>>Guadalajara inaugura centro aquático para o Pan 2011

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