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Posts com a Tag Pequim 2008

terça-feira, 14 de junho de 2011 Olimpíadas, Seleção brasileira | 23:31

Para motivar seleção, Grand Slam de judô terá entrada gratuita

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O judoca Thiago Camilo ocupa o quinto lugar no ranking da categoria até 90kg

O Grand Slam de judô, evento válido para o ranking mundial da IJF (Federação Internacional de Judô) e que será determinante para a definição dos classificados para os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, terá entrada gratuita aos torcedores que comparecerem ao Ginásio do Maracanãzinho, no Rio, neste próximo final de semana. Um dos motivos será ajudar a incentivar ainda mais os judocas brasileiros a faturarem medalhas na competição. Os bilhetes já podem ser retirados na bilheteria número 2 do Maracanã.

Com um número recorde de participantes – serão 403 atletas de 59 países – o Grand Slam de judô terá um peso considerável na contagem de pontos do ranking da IJF. As competições disputadas no período entre maio de 2011 até abril de 2012 terão 100% de seus pontos considerados na classificação final. Os pontos de 2010-2011 valerão 50% do total, enquanto os pontos adquiridos na temporada 2009-2010 perderão 75% de seu valor.

O Brasil terá uma equipe recorde de participantes, com um total de 53 judocas. Entre eles, Thiago Camilo, sétimo colocado na categoria até 90kg, com um total de 770 pontos somados até agora. Camilo tem em seu currículo duas medalhas olímpicas – prata em Sydney-00 e bronze em Pequim-08.

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sábado, 11 de junho de 2011 Almanaque, Ídolos, Olimpíadas | 22:01

Quarentona, Janet Evans sonha com Londres-12. Ainda bem!

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Janet Evans sonha com uma vaga na equipe americana de natação em 2012

Foi o tempo em que algumas modalidades esportivas tinham a linha do tempo mais curta que outras. A natação era uma delas. Era comum vermos grandes estrelas das piscinas encerrarem suas carreiras com 23, 24 anos no máximo.

Nos últimos anos, as coisas estão mudando. A americana Dara Torres, aos 41 anos, conquistou simplesmente três medalhas de prata nas Olimpíadas de Pequim, em 2008 (50m livre, 4x100m livre e 4x100m medley). Aqui no Brasil também temos exemplos de nadadores desafiando o tempo. Fabíola Molina, com 35 anos, está na equipe do Brasil que vai disputar o Mundial de Xangai, a partir de 23 de junho. E não dá pinta de que quer parar, não.

Eis que surge a notícia que a americana Janet Evans, uma das maiores nadadoras de todos os tempos, aposentada desde as Olimpíadas de Atlanta, em 1996, planeja voltar às competições. E perto de completar 40 anos (nasceu em 28/8/1971). Evans é uma verdadeira lenda das piscinas, tendo conquistado quatro medalhas de ouro, três delas em Seul-88 (400m livre, 400m medley e 800m livre) e uma em Barcelona-92 (800m livre). Foi dona ainda dos recordes mundiais dos 400m, 800m e 1.500m livre entre 1987 e 2008.

“Nos últimos meses, percebi que posso equilibrar minha vida e minha programação de treinos. Sinto que posso voltar ao jogo. Não sinto que tenho 39 anos quando nado, posso garantir isso”, afirmou Janet Evans, mãe de dois filhos. A vontade é tanta que ela disse que pretende disputar as seletivas americanas para as Olimpíadas de Londres, no ano que vem.

Só a possibilidade de poder contar com uma estrela do nível de Janet Evans já aumenta ainda mais o interesse nas provas de natação os Jogos Olímpicos de 2012.

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quarta-feira, 8 de junho de 2011 Olimpíadas, Pan-Americano, Seleção brasileira | 22:49

Contusão de craque ameaça o handebol brasileiro no Pan

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Bruno Souza ficará seis meses afastado por lesão e está fora do Pan

Baita infelicidade a contusão sofrida pelo armador Bruno Souza, maior estrela do handebol masculino brasileiro, que no último final de semana, em um jogo pela penúltima rodada da Liga francesa de handebol, teve uma grave lesão no joelho direito. De volta ao Brasil, teve constatada a necessidade de uma cirurgia, sofrida nesta quarta-feira. Resultado: seis meses de recuperação e definitivamente sem condições de disputar os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, no México, em outubro.

O afastamento compulsório de Bruno é um enorme problema para a seleção masculina, que em Guadalajara tentará conquistar o tricampeonato pan-americano, depois de ter faturado o ouro em Santo Domingo, em 2003, e no Rio, em 2007. Nas duas vezes, Bruno Souza teve presença decisiva para a conquista do Brasil.

Afastado da equipe brasileira desde as Olimpíadas de Pequim-08 por opção pessoal, Bruno Souza mostrou o quanto é necessário para a seleção diante dos vexames dados pela equipe nos Mundiais da Croácia (2009) e Suécia (2011), quando o Brasil amargou as últimas posições. Para aumentar ainda mais o drama da ausência do armador – que integrou três vezes a relação dos melhores do mundo da IFH (Federação Internacional de Handebol) -, o Pan de Guadalajara  servirá, para o handebol, como seletiva aos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012.

Que roubada, hein?

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sábado, 4 de junho de 2011 Ídolos, Olimpíadas, Seleção brasileira | 20:44

Daiane volta para iniciar o caminho do adeus

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Daiane dos Santos exibe o collant da seleção brasiliera

Uma bela notícia para o esporte olímpico brasileiro o retorno às competições da ginasta Daiane dos Santos, que após três anos afastada voltou a competir neste sábado, durante o Troféu Brasil de ginástica artística, realizado em Brasília. Além disso, mostrou um pouco de seu inegável talento, conseguindo cravar o tradicional Duplo Twist Carpado e obtendo a nota mais alta na apresentação do solo. Por fim, ainda recebeu da CBG (Confederação Brasileira de Ginástica) a confirmação que está de volta à seleção brasileira. Mas que ninguém se engane: Daiane está voltando para preparar o adeus.

Aos 27 anos, Daiane vive os últimos momentos de uma carreira brilhante. Ninguém tem duas finais olímpicas no currículo à toa (Atenas-04 e Pequim-08), sem esquecer um título mundial no solo. Mas a ginástica artística costuma ser impiedosa com quem tenta desafiar os limites do tempo. E Daiane já chegou a este limite faz tempo.

E se não bastasse ter passado por uma cirurgia no joelho, Daiane dos Santos ainda amargou uma suspensão por doping (estranhamento ignorado no texto divulgado pela assessoria de imprensa do Pinheiros), por ter tomado um chá para emagrecimento que continha uma substância proibida. Uma bobagem tremenda, ainda mais para uma atleta experiente como ela.

Que Daiane dos Santos tenha amadurecido nestes três longos anos longe das competições, aprendido com os erros, como este estúpido de seu doping. E para todos nós, vamos tratar de aproveitar os últimos momentos de um destes raros talentos que os deuses do esporte vez por outra colocam no Brasil. E quem sabe não vê-la fazer uma despedida em alto estilo, brigando por uma medalha nas Olimpíadas de Londres, em 2012.

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sexta-feira, 3 de junho de 2011 Ídolos, Pan-Americano, Seleção brasileira | 21:57

Em "aniversário" de recorde, Fabiana tenta manter a ponta

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Fabiana Murer salta para cravar 4,70m, melhor marca do mundo na temporada

Já passou o tempo em que Fabiana Murer poderia ser considerada uma promessa do atletismo. Depois de uma temporada quase perfeita em 2010, quando venceu a Liga de Diamante e foi a campeã mundial indoor (pista coberta) no salto com vara, a atleta da Campinas adquiriu um outro status no cenário internacional. É uma bela realidade, esperança real de grandes resultados.

Hoje, ela não é mais aquela garota brasileira de talento, mas um tanto inexperiente, que viu suas varas desaparecerem como num passe de mágica, as Olimpíadas de Pequim, em 2008. Muita coisa mudou desde então. E neste sábado, quando compete no tradicional Prefontaine Classic, em Eugene (EUA), estreando na Liga de Diamente de 2011, Fabiana já passa a ser encarada como a rival a ser batida.

Não à toa, afinal a brasileira chega ao Grand Prix do Oregon como dona da melhor marca da temporada, com o 4,70m que cravou em Buenos Aires, durante o Campeonato Sul-Americano. Como coincidência, neste sábado faz exatamente um ano que Fabiana Murer obteve a melhor marca de sua carreira, ao vencer o Campeonato Ibero-Americano de atletismo saltando 4,85m, recorde sul-americano na prova.

O início da participação de Fabiana Murer na Liga de Diamante serve como a verdadeira largada da atleta na temporada 2011. Será a partir de agora que ela terá pela frente suas maiores rivais. E olhe que nos EUA ainda não irá encarar a supercampeã russa Elena Isinbayeva. Em compensação, terá como adversárias a polonesa Anna Rogowska, campeã mundial (Berlim/2009), a russa Svetlana Feofanova (prata no Mundial de Doha/2010), e a norte-americana Jennifer Shur, líder do ranking mundial em 2010 (4,92 m).

Neste ano, Fabiana Murer tem como princial objetivo conquistar uma medalha no Campeonato Mundial de Atletismo, em Daegu (Coreia do Sul), no mês de agosto, além de brigar pelo bicampeonato no Pan-Americano de Guadalajara (México), em outubro.

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quarta-feira, 18 de maio de 2011 Olimpíadas | 23:13

Maratona da tocha de Londres-12 terá quase 13 mil km

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O ex-atleta olímpico Jonathan Edwards ao lado de alunos de uma escola inglesa, em Land's End

Os organizadores dos Jogos Olímpicos de Londres, no ano que vem, anunciaram nesta quarta-feira o trajeto completo da maratona da tocha olímpica, que começará daqui a exatamente um ano. No total, serão percorridos 12.875 quilômetros ao longo de todo o Reino Unido. A partir de 19 de maio de 2012, 8 mil pessoas, 90% delas formadas por pessoas comuns, começarão o revezamento da tocha, que só terminará 70 dias depois, em 27 de julho, data de abertura das Olimpíadas.

“A chama olímpica irá brilhar em todos os países da região e o Reino Unido mostrará o melhor de quem somos e onde vivemos”, afirmou Sebastian Coe, presidente do comitê organizador dos Jogos de Londres.

A chama olímpica chegará da Grécia no dia 18 de maio e a maratona da tocha começará no dia seguinte em Land’s End, o ponto mais ocidental do continente inglês. Desta vez, ao contrário do que ocorreu antes dos Jogos de Atenas (2004) e Pequim (2008), não haverá o revezamento da tocha em outros países.

A enxurrada de protestos ocorridos em defesa dos direitos humanos contra a China, nos Jogos anteriores, deve ter servido de argumento para os organizadores dos Jogos de 2012 não experimentarem algo semelhante desta vez.

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sexta-feira, 8 de abril de 2011 Pan-Americano, Seleção brasileira | 09:14

A mulher mais rápida do mundo

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Ana Cláudia é a atleta mais rápida do ano nos 100m rasos

Calma, não se assuste com o título deste post. Até o momento, não existe mulher mais rápida no mundo do que a cearense Ana Cláudia Lemos, de 22 anos, dona do melhor tempo da temporada nos 100m rasos. No ranking da Iaaf (Associação Internacional das Federações de Atletismo),  ela aparece no topo da lista, com a marca de 11s19, obtida em São Paulo, no último dia 25 de março, na pista do Centro Olímpico. O tempo foi cravado na semifinal do 1º Torneio FPA. Ah, ela ganhou a final também, é bom que se diga (marcou 11s41).

Ana Cláudia pode ser considerada uma das boas (e poucas) revelações do atletismo brasileiro nos últimos anos. Aos 13 anos, quando morava em Criciúma, foi descoberta ao acaso, jogando futebol, e impressinou por sua velocidade em campo. Passou a integrar um projeto chamado “Correndo pelo Futuro” e sob orientação do técnico Roberto Bortollo, começou a fazer boas marcas e ser chamada para diversas seleções brasileiras. Até integrar a equipe do revezamento 4 x 100m, nas Olimpíadas de Pequim-2008 e no Mundial de Atletismo de Berlim, em 2009.

Contratada pela equipe BM&F Bovespa no início de 2010, quando passou a ser treinada por Katsuhico Nakaya, também técnico da seleção brasileira, Ana Cláudia viveu seu melhor momento na carreira até então. No Sul-Americano Sub 23, igualou o recorde sul-americano de Lucimar Moura nos 100m rasos, que durava 20 anos, 11s17. E no dia 4 de setembro do ano passado, bateu o recorde, ao marcar 11s15, em São Paulo.

Depois de nova vitória nos 100m em 2011, na última quarta-feira, vencendo o 3º Torneio FPA, Ana Cláudia Lemos viajará na próxima semana para os EUA, onde participará de duas competições, na Califórnia e na Pensilvânia, além de intensificar seu treinamento para o Mundial de Daegu, na Coreia do Sul, no mês de agosto, e aos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em outubro.

Numa época em que o atletismo brasileiro vem ficando mais famoso pelos casos de doping punidos (?) estanhamente pela CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo), ver despontar um talento como o de Ana Cláudia Lemos não deixa de ser um alento.

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terça-feira, 22 de março de 2011 Almanaque, Ídolos, Olimpíadas, Vídeos | 17:22

O adeus de um herói da era pré-Phelps

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Nikolai Andrianov ainda é um dos maiores ganhadores de medalhas em Olimpíadas

Os torcedores mais novos que idolatram, com toda justiça, o nadador americano Michael Phelps, que faturou impressionantes oito medalhas de ouro nas Olimpíadas de Pequim, em 2008, talvez desconheçam que o feito do americano teve uma importância ainda maior, simplesmente por ele ter superado a marca de um grande ídolo olímpico: Nikolai Andrianov, ginasta da antiga União Soviética, que entre os Jogos de Munique-72 e Moscou-80 ganhou nada menos do que sete ouros e 15 medalhas olímpicas no total, tornando-se, até Phelps surgir, o maior atleta masculino ganhador de medalhas na história olímpica. Pois este verdadeiro herói da uma era romântica do esporte morreu nesta segunda-feira, aos 58 anos, de uma doença degenerativa (o iG Esporte contou tudo aqui).

Para se ter uma ideia da importância do feito de Andrianov, ele ainda é o terceiro maior vencedor da história das Olimpíadas, atrás de Phelps e da ex-soviética Larisa Latynina, recordista geral com 18 medalhas conquistadas. O auge de Andrianov ocorreu nos Jogos de Montreal, em 1976, quando levou quatro de ouro, duas de prata e uma de bronze. A importância de Andrianov para a ginástica é tanta que ele dá nome a um dos critérios de avaliação nas provas por equipe na ginástica artística.

Melhor do que falar, contudo, é ver Nikolai Andrianov  em ação. Vale a pena, inclusive pela narração em russo…

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quarta-feira, 16 de março de 2011 Almanaque, Olimpíadas | 16:36

Medalha, medalha, medalha…

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O ciclista britânico Chris Hoy, ouro e recorde olímpico na prova de velocidade, em Pequim-08

Deveria ser proibido, até por decreto, fazer previsão de medalhas em Olimpíadas, tal qual uma Mãe Dinah esportiva. Esporte não é ciência exata e se os economistas cansam de errar previsões a respeito de índices de crescimento ou de inflação, o que dirá sobre resultados numa competição. Patético.

Mas a chefe-executiva das Olimpíadas de Londres, Liz Nicholl, parece que gosta de brincar com fogo. Em uma entrevista à rede de TV inglesa “BBC”, ela declarou que o planejamento da Grã-Bretanha para os Jogos é o de superar as 47 medalhas conquistadas em Pequim-08, quando os britânicos terminaram em quarto lugar no quadro geral de medalhas. “A ginástica e o boxe, que contará com a participação feminina, fará com que possamos conseguir mais medalhas do que em Pequim”, disse Nicholl.

Apesar de fazer uma previsão ousada, a dirigente tem uma certa dose de razão, se levar em conta a tradição dos últimos países anfitriões.  A China teve um aumento de mais de 58% em suas medalhas conquistadas em Pequim, tendo como comparação os Jogos de Atenas, em 2004: passou de 63 para 100 medalhas. Se repetir o exemplo chinês, a Grã-Bretanha irá chegar a um total de 74 medalhas, um feito notável.

A única exceção neste recente história ocorreu com os EUA, que ganhou mais medalhas em Barcelona-92  do que quando organizou o evento, em 1996, na cidade de Atlanta.

Confira abaixo o desempenho dos últimos países anfitriões antes e nas Olimpíadas que organizaram:

China
2004 (Jogos de Atenas) – 63 medalhas
2008 (Jogos de Pequim) – 100 medalhas

Grécia
2000 (Jogos de Sydney) – 13 medalhas
2004 (Jogos de Atenas) – 16 medalhas

Austrália
1996 (Jogos de Atlanta) – 41 medalhas
2000 (Jogos de Sydney) – 58 medalhas

EUA
1992 (Jogos de Barcelona) – 108 medalhas
1996 (Jogos de Atlanta) – 101 medalhas

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sábado, 5 de março de 2011 Olimpíadas, Pan-Americano, Seleção brasileira | 14:48

Bruno Souza volta para evitar vexame do handebol brasileiro

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O armador Bruno Souza retorna à seleção após dois anos

O anúncio da convocação da seleção brasileira masculina de handebol para os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, feita esta semana pelo técnico espanhol Javier Garcia Cuesta, trouxe como grande novidade a presença do armador Bruno Souza. Considerado como um dos melhores jogadores da modalidade – foi três vezes eleito pela Federação Internacional de Handebol (IFH) para integrar a seleção dos melhores do mundo -,  Bruno estava fora da equipe brasileira desde a campanha no Jogos de Pequim, em 2008.

Se parece óbvio que Bruno, que durante muitos anos atuou com sucesso no handebol da Alemanha, irá integrar a lista final de 14 jogadores do técnico Cuesta para o Pan, é igualmente claro a necessidade do treinador espanhol em contar com ele. Afastado da seleção por opção pessoal  desde o início de 2009 (doença na família e pelo fato de querer acompanhar de perto o nascimento do filho), o armador será fundamental para o Brasil conquistar o tricampeonato pan-americano e, como consequência, garantir vaga nas Olimpíadas de Londres. Foi com Bruno em quadra que o Brasil conquistou os títulos no Pan de Santo Domingo-03 e Rio-07.

Sem contar com o armador, a seleção brasileira deu vexame nos últimos Campeonatos Mundiais de handebol, na Corácia (2009) e Suécia (2011), quando terminou apenas em 21º lugar. Para Guadalajara, pelo visto Cuesta não quer correr o risco de repetir o fiasco e apostou suas fichas na qualidade e experiência de Bruno Souza. Tem tudo para se dar bem.

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