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Posts com a Tag Londres 2012

quinta-feira, 7 de novembro de 2013 Imagens Olímpicas, Olimpíadas, Paraolimpíadas | 11:06

Lançados os pictogramas do Rio 2016. Saiba como eles são

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Bem, pra não ficar em cima do muro, vou logo dizendo que gostei bastante dos pictogramas dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio 2016, reveleados  nesta quinta-feira, no Rio. E foi justamente a linda paisagem da capital fluminense que inspirou o conceito tipográfico criado pelo escritório de design que venceu a concorrência. No total, são 64 pictogramas, sendo 41 olímpicos e 23 paraolímpicos. O trabalho foi executado em 16 meses, dos quais cinco foram dedicados à validação das 42 Federações Internacionais que compõe o programa esportivo dos Jogos.

Pessoalmente, ainda acho os pictogramas dos Jogos de 1968, na Cidade do México, os mais belos e originais, mas os símbolos que representarão as modalidades olímpicas e paraolímpicas em 2016 são mais belos do que os de Londres 2012.

>>> VEJA AINDA: Saiba mais sobre a história dos pictogramas olímpicos

Acostume-se com estas imagens, que começarão a aparecer de forma frequente no noticiário olímpico daqui em diante.

Os pictogramas das Olimpíadas e Paraolimpíadas dos Jogos de 2016, revelados nesta quinta

Os pictogramas das Olimpíadas e Paraolimpíadas dos Jogos de 2016, revelados nesta quinta-feira

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quarta-feira, 6 de novembro de 2013 Imagens Olímpicas, Olimpíadas, Paraolimpíadas | 20:22

Rio 2016 lança pictogramas dos Jogos. Saiba mais sobre eles

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logo2016Vamos reconhecer que o nome não ajuda muito. Mas não pode pensar em Jogos Olímpicos e Paraolímpicos  sem imaginar os pictogramas. E que raios são os pictogramas?

Bem, caso você não saiba, são os símbolos utilizados por cada cidade sede das Olimpíadas para identificar as modalidades esportivas em disputa, bem como identificar serviços e instalações, tornando-se um sistema de comunicação visual que facilita a orientação de torcedores, atletas, treinadores e jornalistas durante a realização do evento. Além disso, os símbolos também servem para identificar a cultura local.

Nesta quinta-feira, haverá o lançamento oficial dos pictogramas que serão usados nas Olimpíadas e Paraollimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016. Há uma grande expectativa para ver qual será o projeto gráfico que irá representar os Jogos do Rio. Pessoalmente, espero que seja mais atraente do que a logomarca oficial…

Mas a utilização dos pictogramas é relativcamente nova. A primeira edição olímpica em que eles foram usados foi nos Jogos de Tóquio, em 1964. Alguns ficaram bastante conhecidos, como os dos Jogos de Munique 1972, repetidos em Montreal 1976, mostrando os esportes em ação e velocidade. Outros, como os de Pequim 2008, foram inspirados na história da China antiga.

Confira na galeria abaixo os pictogramas olímpicos desde Tóquio 1964:

 

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terça-feira, 5 de novembro de 2013 Ídolos, Isso é Brasil, Seleção brasileira | 18:06

Ministério do Esporte tenta acordo de paz entre CBBoxe e Adriana Araújo

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Adiana Araújo comemora vitória em luta que lhe garantiu o bronze em Londres

Adiana Araújo comemora vitória em luta que lhe garantiu o bronze em Londres

Às vésperas do anúncio dos atletas do boxe que serão contemplados pelo programa Bolsa Pódio neste ano – Everton Lopes, Esquiva Falcão e Robenílson de Jesus – o Ministério do Esporte tenta, em outra trincheira, evitar um desfalque importante na equipe brasileira que irá competir nas Olimpíadas do Rio, em 2016. Desligada oficialmente desde abril da seleção brasileira, Adriana Araújo, que foi medalha de bronze na categoria até 60 kg nos Jogos de Londres 2012 (a primeira do país na modalidade desde os Jogos da Cidade do México, em 1968) está em guerra aberta com o presidente da CBBoxe (Confederação Brasileira de Boxe), Mauro José da Silva.

Pessoas dentro do Ministério tentam de qualquer forma promover uma espécie de “cachimbo da paz” entre a CBBoxe e Adriana. O objetivo é não enfraquecer a equipe feminina que se prepara para os Jogos de 2016, especialmente com uma atleta que é considerada uma das melhores do mundo na modalidade. Mas está difícil que uma das partes dê o primeiro passo em direção a algum tipo de reconciliação. Várias reuniões foram realizadas, em São Paulo e Brasília, porém todas sem resultado positivo.

>>> RELEMBRE: Boxe feminino brasileiro vive clima de guerra

Após os Jogos de Londres, Adriana fez pesadas críticas a Mauro, acusando-o de ter tentado tirá-la da seleção antes do Pré-Olímpico. Já o dirigente argumentou que a atleta foi displicente ao se reapresentar acima do peso no início desta temporada e se recusar a treinar em São Paulo, preferindo treinar em Salvador, com seu técnico Luiz Carlos Dórea.

A intransigência pode tirar do boxe brasileiro uma de suas maiores chances de medalha nas Olimpíadas do Rio.

 

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quinta-feira, 24 de outubro de 2013 Olimpíadas | 17:53

Australianos vão encarar ‘lei seca’ nos Jogos de 2016

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O remador australiano Josh Booth deu vexame em Londres

O remador australiano Josh Booth deu vexame em Londres

Mais de um ano depois, parece que o comitê olímpico australiano descobriu o verdadeiro motivo para a fraca (padrões australianos, é claro) participação nas Olimpíadas de Londres 2012, quando conqusitou 35 medalhas, sendo sete de ouro: mau comportamento dos atletas, além de excesso de consumo de álcool. Para evitar que a farra se repita nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, o AOC (sigla em inglês para Comitê Olímpico Australiano) já anunciou que o consumo de bebidas alcoólicas será proibido na áerea destinada ao país na Vila Olímpica.

A nova chefe de missão da Austrália para 2016, Kitty Chiller, anunciou que o comitê será extremamente rigoroso com a disciplina e com a intenção de fazer cumprir esta espécie de “lei seca” interna. “Todos os integrantes da delegação australiana, incluindo técnicos e oficiais”, estarão proibidos de consumir bebidas dentro da área da Vila Olímpica. Uma vez que já tiverem terminado sua participação, poderão beber fora da Vila, mas de maneira responsável”, afirmou.

A intenção dos dirigentes australianos é evitar vexames como o protagonizado pelo integrante da equipe de remo, Josh Boot, que foi detido bêbado pela polícia inglesa quando quebrava várias vitrines de lojas em Londres. Eles também ficaram irritados com o excesso de “confraternizações” entre os atletas da equipe de natação, entre eles o velocista James Magnussen, cotado antes dos Jogos como forte candidato a disputar o ouro nos 100 m livre, mas que acabou ficando com a prata nesta prova (superado pelo americano Nathan Adrian) e um bronze no revezamento 4 x 100 m medley.

A campanha da Austrália nos Jogos de Londres 2012 (10º lugar no ranking geral de medalhas) só não foi pior do que em Barcelona 1992, quando faturou sete ouros, sete pratas e 11 bronzes.

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quarta-feira, 23 de outubro de 2013 Mundiais, Seleção brasileira | 18:30

Boxe brasileiro faz história no Azerbaijão

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O brasileiro Robson Conceição (de azul) acerta golpe no indiano

O brasileiro Robson Conceição (de azul) acerta golpe no indiano Vikah Malik. Agora, ele tenta vaga na final

Nesta quarta-feira, o boxe amador do Brasil conquistou um feito que pode ser classificado como notável. Em apenas um dia, a modalidade assegurou duas medalhas na disputa do Campeonato Mundial da modalidade, que está sendo realizado na cidade de Almaty, no Cazaquistão. Tal feito foi alcançado graças às vitórias de Everton Lopes sobre o lituano Evaldas Petrauskas, na categoria 64 kg (meio médio ligeiro), e a de Robson Conceição sobre o indiano Vikash Malik, na categoria 60 kg (leves).

Isso já iguala, em total de medalhas, a ótima participação brasileira no Mundial de 2011, no Azerbaijão, quando o mesmo Everton Lopes conquistou uma inédita medalha de ouro, e Esquiva Falcão ficou com o bronze na categoria 75 kg,  na qual ganharia a medalha de prata nas Olimpíadas de Londres, no ano seguinte. E pensar que até então, o Brasil tinha uma solitária medalha, um bronze conquistado por Hamilton Ribeiro, no Mundial de Reno (EUA), em 1986.

>>> Relembre:  Ouro inédito no boxe mostra que há vida além do COB

Sempre é válido lembrar que o boxe olímpico do Brasil integra o projeto Esporte e Cidadania, da Petrobras, que investe em cinco modalidades menos “badaladas”, como taekwondo, esgrima, levantamento de peso e remo, além do próprio boxe, desde 2011. O programa da estatal injetará, até 2016, R$ 256 milhões para ajudar na formação de novos atletas e preparação das respectivas equipes aos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

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quarta-feira, 16 de outubro de 2013 Olimpíadas, Paraolimpíadas | 16:41

Presença britânica em MG pode ajudar hóquei do Brasil

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O hóquei na grama brasileiro poderá ser beneficado com a presença dos britânicos em Minas Gerais

O hóquei na grama brasileiro poderá ser beneficado com a preparação dos britânicos em MG para 2016

A assinatura do contrato de parceria do BOA (Comitê Olímpico Britânico), com o governo de Minas Gerais e o Minas Tênis Clube, como sede da preparação de atletas britânicos para as Olimpíadas do Rio 2016, conforme anunciado no blog nesta terça-feira, poderá trazer um ganho indireto a uma modalidade praticamente desconhecida no Brasil: o hóquei na grama.

Como a modalidade é uma das prioridades para a Grã-Bretanha – foram 4º lugar no masculino e bronze no feminino em Londres 2012 – haverá a necessidade de se construir um campo específico para o treinamento dos atletas. Isso não existe atualmente em Minas Gerais. Com isso, a secretaria de esportes do estado já entrou em contato com a CBHG (Confederação Brasileira de Hóquei na Grama) para que seja iniciado um trabalho de ativiação da modalidadena região.

O resultado é que o equipamento e a estrutura que serão construídos para os britânicos poderão servir como o início de um futuro polo de desenvolvimento do hóquei na grama no Brasil, que hoje tem seu centro principal de treinamento no Rio de Janeiro, no Complexo Esportivo de Deodoro.

O hóquei na grama do Brasil praticamente não existe e inclusive terá inúmeros problemas até para se classificar em 2016 (não tem vaga automática). Logo, qualquer ajuda é pra lá de bem-vinda.

No rastro da Grã-Bretanha, outros comitês olímpicos também começaram a visitar possíveis instalações em Minas. Além da Irlanda, que negocia com Uberlândia (incluindo a equipe paraolímpica), também visitaram instalações mineiras nas últimas semanas delegações do Canadá e Austrália.

Seria o hóquei em Minas Gerais um dos legados dos Jogos de 2016?

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terça-feira, 15 de outubro de 2013 Olimpíadas | 19:09

Britânicos vão invadir Minas Gerais em 2016

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Team GBO BOA (sigla em inglês para comitê olímpico britânico) já definiu onde fará sua preparação final para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. Nesta quarta-feira, o inglês Sebastian Coe, representante da entidade e ex-presidente do comitê organizador dos Jogos de Londres 2012, assinará um acordo de parceria com o governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, além de representantes do Minas Tênis Clube, prevendo a utilização das dependências do clube pelos atletas britânicos, na fase final de preparação para as Olimpíadas.

Além de definir o seu quartel-general para a preparação para os Jogos do Rio, o acordo incluirá ainda o compromisso de criar programas de intercâmbio, além de compartilhar conhecimentos na área de medicina esportiva. Além do Minas Tênis, os britânicos selecionaram também as instalações o Centro de Treinamento Esportivo da Universidade Federal de Minas Gerais e do Clube Mineiro de Caçadores de Santa Luzia.

Veja também: Natação da França avalia instalações do Sul para o Rio 2016

Outro comitê olímpico que manifestou interesse em fazer sua preparação em Minas Gerais foi o da Irlanda. O chefe-executivo da entidade, Stephen Martin, entregou uma carta de intenções à prefeitura de Uberlândia, após visitar as instalações do Complexo Municipal Virgílio Galassi, Praia Clube, Sesi Gravatás e Universidade Federal de Uberlândia.

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segunda-feira, 14 de outubro de 2013 Imagens Olímpicas, Mundiais, Olimpíadas, Seleção brasileira | 22:49

Boxe amador de volta às origens

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Preste bem atenção na seguinte sequência de fotos colocadas abaixo:

Muhhammad Ali, então chamado de Cassius Clay, golpeia o soviético Gennadiy Shatov , na final dos meio pesados das Olimpíadas de Roma

O americano Muhhammad Ali, então chamado de Cassius Clay, golpeia o soviético Gennadiy Shatov , na final dos meio pesados das Olimpíadas de Roma

Esquiva Falcão (vermelho) golpeia o japonês Ryota Murata, na decisão da medalha de bronze dos médios, nas Olimpíadas de Londres 2012

Esquiva Falcão (vermelho) golpeia o japonês Ryota Murata, na decisão da medalha de ouro dos médios, nas Olimpíadas de Londres 2012

O venezuelano Eduard Salas (vermelho) golpeia Ricardo Blandon, da Nicarágua, no Mundial de Almaty, no Cazaquistão

O venezuelano Eduard Salas (vermelho) acerta Ricardo Blandon, da Nicarágua, na primeira rodada do Mundial de boxe amador de Almaty, no Cazaquistão

As fotos acima representam o passado e o futuro do boxe olímpico, que viu começar nesta segunda-feira em Almaty, no Cazaquistão, a disputa do Campeonato Mundial masculino. E iniciou com uma verdadeira viagem ao pasaado. Esta será a primeira competição na qual estarão valendo as novas regras na modalidade, sendo a mais importante delas o fim do uso do capacete de proteção aos pugilistas. A mesma regra estará em vigor na disputa das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.

Vista como uma tentativa da Aiba (Associação Internacional de Boxe Amador) em tentar aproximar a modalidade das disputas entre profissionais – e para quem perde constantemente seus talentos, que deixam o amadorismo em busca do sonho de ganhar bolsas milionárias – a ausência do protetor de cabeça já causou polêmica antes mesmo da abertura do Mundial.

Veja também: Sem Yamaguchi, seleção irá desfalcada ao Mundial de boxe

Se a entidade sonha em tentar tornar os combates mais parecidos do que no profissionalismo (inclusive a contagem de pontos, de 0 a 10, será idêntica), há quem veja um aumento desnecessário no risco aos pugilistas. O COI já manifestou esta preocupação, de forma discreta, e terá um representante acompanhando a competição  no Cazaquistão.

Mas é bom sempre lembrar do passado e ver que não é exatamente algo inédito no boxe olímpico o não uso do capacete protetor. A primeira foto do post mostra um então jovem americano chamado Cassius Clay ganhando sua medalha de ouro nos Jogos de Roma 1960 sem o uso do tal capacete. O equipamento passou a ser obrigatório apenas nos anos 80.

Leia ainda: Relembre como o gênio Muhhamad Ali ganhou o ouro olímpico

Ah, só para não deixar passar batido: no primeiro dia de disputa do Mundial, o Brasil ganhou e perdeu. Na categoria 52 kg, Julião Neto foi eliminado pelo alemão Hamza Touba, enquanto que na categoria 91 kg Juan Nogueira  derrotou o estoniano  Ainar Karlson.

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sábado, 5 de outubro de 2013 Ídolos, Isso é Brasil, Mundiais, Seleção brasileira | 14:48

O esporte do Brasil merece um campeão como Arthur Zanetti?

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Arthur Zanetti exibe a medalha de ouro conquistada no Mundial de Antuiérpia

Arthur Zanetti exibe a medalha de ouro conquistada no Mundial de Antuérpia

Post atualizado

Fenômeno é pouco para definir o paulista Arthur Zanetti, novo campeão mundial nas argolas, em título confirmado neste sábado, na cidade de Antuérpia, na Bélgica. Mesmo com uma pontuação ligeiramente menor do que a obtida no ouro nas Olimpíadas de Londres 2012 (15.800 neste sábado, contra 15.900 no ano passado), Zanetti conseguiu deixar para trás seu maior rival, o chinês Yang Liu, que o superou na prova de classificação. O brasileiro, com isso, igualou-se a Diego Hypólito (ouro no solo em Melbourne 2005 e Suttgart 2007) e Daiane dos Santos (ouro no solo em Anaheim 2003) como os campeões mundiais brasileiros na ginástica artística.

Zanetti, que já havia sido vice-campeão mundial nas argolas, em Tóquio 2011, também repetiu o feito de outros dois monstros do esporte brasileiro, igualmente campeões olímpicos e mundiais: Cesar Cielo, na natação (50 m livre), e Robert Scheidt, na vela (clase laser).

É ótimo para o esporte brasileiro poder contar com um atleta do nível de Arthur Zanetti, ainda mais com as Olimpíadas do Rio 2016 batendo na nossa porta.

A dúvida que martela a minha cabeça é se o esporte brasileiro merece um  fenômeno como Arthur Zanetti.

Há cerca de um mês, durante a disputa do Brasileiro juvenil de ginástica artística, realizado em Aracaju, um ginasta de São Bernardo do Campo (Leonardo Finatti), sofreu uma fratura exposta durante a coimpetição. Não havia médicos ou ambulância no local. Ele precisou ser socorrido pelos fisioterapuetas presentes, que fizeram uma tala e o levaram para um hospital.

Veja também: O desabafo de Zanetti é uma vergonha para o Brasil Olímpico

Aracaju é a sede da CBG (Confederação Brasileira de Ginástica). Apenas isso.

Alguém pode argumentar e dizer que se tratou de um caso isolado. Mas como uma de minhas poucas qualidades é a de ter uma boa memória, eu faço questão de recordar que o próprio Zanetti, há apenas sete meses, precisou abrir a boca para reclamar das condições vergonhosas que tinha para treinar. O iG Esporte esteve no ginásio de São Caetano e registrou as cenas. Clique aqui e reveja. É de envergonhar um país que vai receber as próximas Olimpíadas.

E as condições só melhorarm, através de uma intervenção do Ministério do Esporte, com a liberação de verbas para a compra de aparelhos, após o próprio Zanetti, talvez cansado de tantas promessas não cumpridas, desabafar em uma entrevista ao programa “Esporte Espetacular”, da Rede Globo, que não descataria apossibilidade de se naturalizar para competir por outro país, caso as condições de treinamento para ele não melhorassem.

Leia ainda: Dois tristes retratos do Brasil Olímpico

Se antes já considerava quase impossível que Zanetti cumprisse esta ameaça, após este título mundial acho impossível.

Mas é importante que tudo isso seja colocado neste momento de festa, de celebração e possivelmente muito oba-oba, para que não se perca o foco. A estrutura que está por trás dos poucos fenômenos brasileiros no esporte é ainda muito limitada, para não dizer inexistente.

Este título mundial é de Arthur Zanetti, e que nenhum oportunista tente tirar uma casquinha dele.

 

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quinta-feira, 3 de outubro de 2013 Mundiais, Olimpíadas, Seleção brasileira | 15:51

Sem Yamaguchi, seleção irá desfalcada ao Mundial de boxe

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Yamaguchi Falcão  (de vermelho)  luta contra Egor Mekhontcev, da Russia, na disputa do bronze em Londres

Yamaguchi Falcão (de vermelho) luta contra Egor Mekhontcev, da Russia, na disputa do bronze em Londres

A opção do boxeador brasileiro Yamaguchi Falcão em assinar um contrato profissional com a Golden Boy Promotions, empresa que pertence ao ex-boxeador americano Oscar de la Hoya, foi recebida com certa surpresa pela CBBoxe (Confederação Brasileira de Boxe). Embora a entidade reconheça que é normal o desejo de boxeadores em partir para uma carreira no profissionalismo, a entidade estranhou a maneira rápida com que tudo ocorreu. A confirmação da assinatura de contrato de Yamaguchi veio nesta quarta-feira, segundo site da empresa de De La Hoya.

Mas a escolha do boxeador – que foi medalha de bronze na categoria até 81 kg durante os Jogos Olímpicos de Londres 2012 – acabou trazendo uma dor de cabeça extra para a CBBoxe. Yamaguchi estava selecionado para defender o Brasil na disputa do próximo Campeonato Mundial de boxe amador, que será realizado na cidade de Almaty, no Cazaquistão.

Leia também: Ouro inédito no boxe mostra que há vida além do COB

Com sua decisão repentina em optar pelo profissionalismo, a seleção brasileira estará desfalcada na competição, que começa no próximo dia 14. É que o reserva imediato de Yamaguchi, o carioca Michel Borges, está com uma inflamação nos olhos e não poderá disputar o torneio. Assim, o Brasil estará representado em apenas oito categorias no Mundial. Entre eles Éverton Lopes, que defenderá o título mundial conquistado em 2011 na categoria 69 kg, e Esquiva Falcão, irmão de Yamaguchi e que foi prata em Londres na categoria 75 kg.

E para a CBBoxe, a opção de Yamaguchi em tentar a carreira no boxe profissional enterra definitivamente qualquer possível pretensão dele em disputar as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016.

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