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Posts com a Tag Londres 2012

terça-feira, 10 de janeiro de 2012 Ídolos, Olimpíadas, Seleção brasileira, Vídeos | 15:28

Cesar Cielo e o ano da consagração

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Se existe algum atleta do Brasil que larga na frente na bolsa de apostas para ganhar uma medalha nas Olimpíadas de Londres 2012, este atende pelo nome de Cesar Cielo Filho. Ao completar 25 anos nesta terça-feira, Cielo aparece em todas as prévias como grande favorito a conquistar o bicampeonato olímpico nos 50 m livre. E olha que ele tem tudo para voltar com medalha nos 100 m livre também…

Ninguém brilhou tanto neste último ciclo olímpico quanto Cielo. Após o ouro em Pequim 2008, vieram os títulos e recordes mundiais nos 50 m livre, 100 m livre e 100 m borboleta e fez barba e cabelo nos Jogos Pan-Amnericanos de Guadalajara, em 2011.

Neste mesmo período olímpico, o nadador marcou um golaço e mostrou que é possível fazer uma preparação em alto nível sem precisar morar nos EUA, ao criar o PRO16, reunindo ao seu lados alguns dos melhores nadadores, técnicos e demais profissionais ligados à natação, cujo objetivo final é ganhar o maior número de medalhas possível nas Olimpíadas do Rio 2016.

Cielo passou também por um momento complicado em 2011, com o seu caso de doping por furosemida, que culminou na polêmica decisão da CAS (Corte Arbitral do Esporte) em confirmar somente a pena advertência dada pela CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos), às vésperas do Campeonato Mundial de Xangai (China). O fato despertou a revolta de vários nadadores, entre eles um de seus maiores rivais, o francês Alain Bernard.

Polêmicas à parte, o fato é que Cielo tem tudo para entrar de vez na história como um dos maiores atletas brasileiros da história. Quem sabe repetindo o que fez há quatro anos, lá em Pequim, como mostra o vídeo abaixo.

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sábado, 7 de janeiro de 2012 Almanaque, Olimpíadas | 08:01

Advogado faz o Haiti sonhar com medalha em Londres

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O haitiano Samyr Laine sonha em dar uma medalha ao Haiti em Londres 2012

Você sabe quantas medalhas o Haiti, um dos países mais miseráveis do mundo, conquistou na história dos Jogos Olímpicos? Duas míseras medalhinhas, uma de prata em Amsterdã-1928 e uma de bronze em Paris-1924. Este jejum olímpico, contudo, não é nada comparado ao dramático estado de desolação que assola o país, especialmente após o terrível terremoto de 2010.

Mas se nada indica que a situação na pequena ilha da América Central irá mudar em curto prazo, há uma pequena esperança de que pelo menos uma medalha olímpica volte a ser conquistada pelo país nos Jogos de Londres 2012. E o responsável por alimentar este sonho é o advogado Samyr Laine, de 27 anos, que compete no salto triplo.

Filho de pais haitianos e criado em Nova York, Laine poderia perfeitamente ter optado pela cidadania americana quando começou a participar de competições, nas Universidades de Harvard e do Texas, onde cursava direito. Mas preferiu defender a terra natal dos pais. “Eu me sinto como um embaixador do Haiti. Usar aquele uniforme azul e vermelho é algo que faço com muito prazer”, disse Laine à BBC.

Por enquanto, a melhor coisa que Samyr Laine tem feito dentro das pistas é a parte de relações públicas. No último Campeonato Mundial de Daegu, na Coreia do Sul, Laine ficou apenas em 10º lugar, saltando 16,38 m. Nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, melhorou somente um centímetro e ficou em um modesto quinto lugar. Resultados muito distantes dos 17m39 alcançados em uma prova em Bogotá (Colômbia), em 2009.

O currículo modesto não impede o haitiano de sonhar com um bom resultado nas Olimpíadas de Londres. “Sinto que tenho condições de fazer algum barulho por lá. Não importa se for como finalista, terminando entre os cinco primeiros ou saltando o mais longe que puder, suficiente para chamar a atenção de todos. Sinto que Londres será marcante para a história do atletismo do Haiti”, explicou Laine à BBC.

Sonhar, definitivamente, não faz mal a ninguém.

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sábado, 8 de outubro de 2011 Ídolos, Isso é Brasil, Mundiais, Olimpíadas, Seleção brasileira | 10:45

Ouro inédito no boxe mostra que há vida além do COB

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O baiano Everton Lopes fez história para o boxe brasileiro no Azerbaijão

O incrível e inédito feito do baiano Everton Lopes, que conquistou neste sábado a primeira medalha de ouro na história do boxe amador do Brasil, ao derrotar o ucraniano Denys Berinchyc na final da categoria meio médio ligeiro (até 64 kg), em Baku (Azerbaijão), tem um significado ainda maior para o próprio esporte brasileiro.

Na prática, a vitória de Lopes – como já havia sido com Fabiana Beltrame, ouro no Mundial de remo – mostrou que é possível fazer um trabalho sério e vencedor sem depender apenas das verbas oficiais distribuídas pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro), graças ao dinheiro das loterias, pela Lei Agnelo/Piva.

O boxe brasileiro faz parte, ao lado do remo, taekwondo, levantamento de peso e esgrima, de um projeto paralelo de investimento no esporte olímpico e também de base da Petrobras, o Esporte e Cidadania, que investirá R$ 256 milhões nestas modalidades visando resultados nas Olimpíadas de 2016, no Rio. Algo que não depende do repasse de verbas do COB – o que significa grande independência, politicamente falando – além de ser um projeto cujo o destino do dinheiro será para o atleta, apenas ele, sem risco de se perder pelo caminho, se é que vocês me entendem…

Administrado pelo Instituto Passe de Mágica, comandado pela ex-armadora da seleção feminina de basquete Magic Paula, o projeto exige que as confederações destas cinco modalidades expliquem de forma detalhada a forma com que irão usar o dinheiro, seja em viagens de treinamento, participação em competições internacionais e por aí vai. Só então a verba é liberada pelo Passe de Mágica, que ainda pede para as confederações uma detalhada prestação de contas.

O resultado já começa a aparecer. As conquistas de Fabiana Beltrame e Éverton Lopes, além de bons resultados internacionais recentes na esgrima e taekwondo (que inclusive já garantiu o lutador Diogo Silva nas Olimpíadas de Londres, em 2012) mostram que há vida além da dependência das verbas oficiais distribuídas pelo COB para o esporte brasileiro. Basta querer.

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terça-feira, 13 de setembro de 2011 Isso é Brasil, Olimpíadas | 22:58

Um raio-X do esporte no Brasil

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Excelente a pesquisa feita pela Delloite, empresa de consultoria internacional, divulgada no começo deste mês de setembro, chamada “Muito além do futebol – Estudo sobre esportes no Brasil”.  O objetivo era o de traçar um mapa sobre o interesse dos brasileiros em esportes, tendo em vista a realização dos Jogos Olímpicos de Londres 2012, da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, que serão realizadas no Rio de Janeiro. E alguns resultados desta pesquisa foram bem interessantes:

  • A principal conclusão é que o rúgbi foi apontado pelos entrevistados como o esporte que mais irá crescer no Brasil nos próximos anos;
  • As artes marciais ficaram em segundo lugar na opção de modalide esportiva que mais irá crescer nos próximos anos;
  • Os esportes coletivos aparecem como os preferidos pela maioria dos entrevistados na pesquisa;
  • Apesar de ser um país tropical, o Brasil possuí um grande interesse em acompanhar esportes de inverno, como curling (!), hóquei no gelo e esqui;
  • Golfe, hipismo e tênis foram apontados como esportes de elite (88%, 84% e 46%, respectivamente);
  • O beisebol e o golfe foram apontados como os esportes menos admirados pelos entrevistados;
  • O vôlei aparece como o segundo esporte na preferência do brasileiro, com 46%. O basquete aparece em quinto lugar (16%);
  • Na lista dos esportes que mais irá crescer no Brasil nos próximos anos, o basquete aparece em último lugar na preferência dos entrevistados, ao lado do futebol americano, com somente 4% nas respostas

Para conhecer outros dados interessantes desta pesquisa, clique na apresentação abaixo:

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quarta-feira, 27 de julho de 2011 Olimpíadas, Pan-Americano | 13:15

Quase tudo pronto em Londres 2012. Lição para o Rio 2016!

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O Centro Aquático dos Jogos de Londres, que está sendo inaugurado nesta quarta-feira

Hoje, completa-se a marca de um ano para o início dos Jogos Olímpicos de Londres. E os dirigentes londrinos anunciam orgulhosos que nada menos do que seis grandes instalações olímpicas estão prontas para a competição: o Estádio Olímpico, o velódromo, a arena de handebol, o ginásio de basquete, o centro aquático e o IBC (o centro internacional de imprensa). O centro aquático, inclusive, está sendo inaugurado nesta quarta-feira, em meio aos festejos que marcam a contagem regressiva de um ano para a largada olímpica.

E se não bastasse este show de organização, os ingleses ainda avisam que não apenas cumprirão todo o orçamento como deverão gastar menos do que os 9,3 bilhões de libras que estavam previstos.

Que o exemplo londrino seja bem assimilado pelos dirigentes do Brasil, que organizarão os Jogos de 2016, no Rio de Janeiro. Os exemplos dos orçamentos estourados no Pan de 2007 ainda estão bem vivos na memória de todos os brasileiros.

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terça-feira, 24 de maio de 2011 Com a palavra, Isso é Brasil, Olimpíadas, Pré-Olímpico | 21:36

Competência do Japão assegurou a Copa do Mundo de vôlei

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O Yoyogi National Stadium, durante a Copa do Mundo de vôlei de 2007

“Sempre tivemos confiança no povo japonês e na família do vôlei japonês para superar as dificuldades causadas pelos desastres naturais e pela lamentável radiação nuclear”


Trecho do comunicado da FIVB (Federação Internacional de Vôlei), assinado pelo presidente da entidade, Jizhong Wei, confirmando a realização da Copa do Mundo de vôlei no Japão, entre os dias 4 de novembro e 4 de dezembro deste ano, em evento que será classificatório para as Olimpíadas de Londres de 2012.

Uma grande prova de confiança da FIVB na capacidade de organização japonesa em poder receber mais uma vez a competição, repetindo o que já faz desde 1977. Isso para um país devastado por um terremoto, seguido de um tsunami, além de sofrer um desastre nuclear.

Trata-se de um tapa na cara dos dirigentes brasileiros, que não conseguem erguer suas arenas ou ginásios para a Copa do Mundo de 2014 ou para as Olimpíadas de 2016 sem a sombra de superfaturamentos ou desorganização habitual destas bandas.

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domingo, 24 de abril de 2011 Olimpíadas, Seleção brasileira | 23:45

Ministério do Esporte ajuda a encher os cofres do vôlei

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O presidente da CBV, Ary Graça, e o ministro Orlando Silva

Pouco antes da final da Superliga masculina, neste domingo, o ministro do Esporte, Orlando Silva, deu entrevista coletiva no ginásio do Mineirinho anunciando a liberação de R$ 9,2 milhões para a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei). O objetivo deste convênio, segundo o ministro, seria ajudar na preparação das seleções brasileiras masculina e feminina para as Olimpíadas de Londres, no ano que vem, e para os Jogos de 2016, que serão realizados no Rio.

Agora, só uma perguntinha: por que liberar tal verba (bastante razoável, para os pobres padrões do esporte brasileiro) para uma modalidade que tem um dos melhores patrocínios estatais – estima-se que o Banco do Brasil pague anualmente mais de R$ 25 milhões – e que recebe a maior parcela da Lei Agnelo/Piva, que destina 2% das verbas das loterias aos esportes olímpicos do país (no caso, R$ 3 milhões serão destinados ao vôlei em 2011)?

Estranho que o ministro, integrante de um partido de origens comunistas (PC do B), não se preocupe em repartir melhor a riqueza aos mais necessitados e, ao invés disso, acabe ajudando a quem já tem bastante. Duvida? No último balanço divulgado pela CBV, referente ao exercício de 2010, só de patrocínios  a entidade arrecadou R$ 44,9 milhões. Será que o ministro sabia disso?

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quarta-feira, 6 de abril de 2011 Isso é Brasil, Olimpíadas, Pan-Americano, Seleção brasileira | 17:06

Hóquei brasileiro precisa mais do que acordos

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Presidente do COB, Carlos Nuzman, comemora acordo de cooperação com a FIH. Mas será que isso basta?

O COB (Comitê Olímpico Brasileiro) anunciou nesta terça-feira um acordo de cooperação com a FIH (Federação Internacional de Hóquei) para o desenvolvimento da modalidade no Brasil. Segundo nota divulgada pelo COB, um planejamento elaborado entre a entidade, a FIH e a CBHG (Confederação Brasileira de Hóquei na Grama) tem como principal objetivo “inserir o hóquei sobre grama do Brasil nas principais competições internacionais a fim de proporcionar maior experiência para a modalidade”.

Muito bem. É claro que se deve louvar a intenção do COB em tentar desenvolver um esporte que praticamente não existe no país, especialmente se levarmos em conta que todos os países que organizam competições poliesportivas (como Olimpíadas e Pan-Americanos) participam de todas as modalidades. E se tem algo que o Brasil necessita urgentemente é aprender a jogar hóquei na grama.

Só assim, com muito aprendizado, a seleção brasileira da modalidade irá escapar de vexames como os protagonizados no Pan-Americano do Rio, em 2007. Na ocasião, a seleção masculina cumpriu uma campanha bisonha, com cinco derrotas em cinco partidas disputadas, sofrendo 57 gols e marcando somente um. E ainda conseguiu levar um 8 a 0 das Antilhas Holandesas, que pasmem, estão atrás do Brasil no ranking mundial (46º na última lista, enquanto os brasileiros ocupam “orgulhosamente” a 38ª).

É muito bonito políticos e cartolas ficarem alardeando aos quatro ventos que o Brasil está caminhando para se transformar numa potência olímpica. Eu não acho isso, muito pelo contrário. E a própria situação de penúria do hóquei de grama nacional confirma isso. Há muito trabalho pela frente.

Não será apenas assinando um simpático acordo de cooperação com a FIH que irá mudar esta situação a curto prazo. E se bobear, nem a médio prazo.

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terça-feira, 15 de março de 2011 Olimpíadas | 07:08

A 500 dias de Londres 2012

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Datas redondas sempre chamam a atenção. Todo mundo gosta de uma efeméride cheinha de zeros ou quando ela representa um período importante para um determinado acontecimento. Quando a data em questão marca a contagem regressiva de 500 dias para o início de um evento como os Jogos Olímpicos de Londres, ela merece ser ainda mais festejada.

À meia-noite desta terça-feira (horário londrino), com a presença de quatro campeões olímpicos britânicos – os remadores Pete Reed e Andy Hodge e os velejadores Iain Percy e Andrew Simpson -, foi retirada a cobertura do relógio que fará a contagem regressiva para o começo dos Jogos, localizado em Trafalgar Square. De qualquer forma, para os brasileiros, o que vale mesmo é nesta terça, no momento em que você estiver lendo este post, faltarão 500 dias para começar a maior festa poliesportiva do planeta.

Nesta terça, começará também a venda (inclusive no Brasil) dos ingressos para os Jogos, com bilhetes que custarão a partir de cerca de R$ 53 e que podem superar os R$ 5.000, na concorrida cerimônia de abertura (confira aqui a lista completa dos preço máximos e mínimos).

O que impressiona é que tudo parece estar rigorosamente sob controle na organização britânica. Para justificar a fama da velha pontualidade britânica, praticamente 80% das instalações já estão prontas e preparadas para receber os eventos testes ao longo de 2011.

Será que os brasileiros poderão se orgulhar da mesma coisa para os Jogos de 2016? Duvido muito.

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terça-feira, 1 de março de 2011 Ídolos, Imprensa, Olimpíadas, Pan-Americano, Sem categoria | 10:00

Paixão e necessidade

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Getty Images

Joaquim Cruz comemora a conquista da medalha de ouro dos 800m nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984

Vamos ser sinceros: quem entra numa faculdade de jornalismo com a intenção de fazer carreira na área de esportes, quer saber mesmo é de trabalhar com futebol! Bom, admito que isso pode ter mudado um pouquinho nos últimos anos, graças às conquistas da seleção masculina de vôlei, de Guga e de Cesar Cielo. Mas no já distante fevereiro de 1983, quando comecei meu curso de jornalismo na Faculdade Cásper Líbero, todos os meus colegas só queriam saber mesmo era de cobrir um bom jogo de futebol.

Mas o destino, sempre ele, se encarrega de mostrar novos caminhos quando você menos espera. Logo no segundo ano, eis que surgiu uma oportunidade para fazer um estágio, junto com mais três amigos, na Rádio Gazeta, na equipe chefiada pelo grande loucutor Pedro Luís (já falecido), e que tinha como narrador principal Paulo Soares, hoje na ESPN Brasil. Eles iriam colocar no ar um programa chamado “Operação Esporte”,  sobre esportes olímpicos (ou esportes amadores, como se falava na época).

Como em 84 seriam realizadas as Olimpíadas de Los Angeles, a rádio queria tentar atrair um novo público. E no mesmo ano em que o meio-fundista Joaquim Cruz emocionou o Brasil inteiro ao ganhar a medalha de ouro nos 800m rasos, a necessidade de entrar na área fez com que um foca descobrisse que há vida além do futebol.

Desde então, os esportes olímpicos tiveram uma importância fundamental em minha carreira. E o mais bacana foi perceber que estas modalidades estão ganhando um espaço cada vez maior na mídia brasileira, desmistificando um pouco o antigo conceito de “monocultura esportiva” na imprensa deste país. Ainda há muito para fazer, é verdade, mas este espaço que começa a ser ocupado neste terça-feira, aqui no iG Esporte, é mais um passo para divulgar, comentar, criticar e falar sobre as mais variadas modalidades esportivas.

Assunto é o que não irá faltar, ainda mais com os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara marcados para este ano, diversos pré-olímpicos e eventos qualificatórios para as Olimpíadas de Londres 2012 e a preparação do Rio de Janeiro para 2016, quando precisaremos ficar de olhos abertos, fiscalizando direitinho a aplicação do dinheiro público na organização da competição. Portanto, a casa é de vocês, entrem e fiquem à vontade.

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