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Posts com a Tag Londres 2012

quarta-feira, 12 de setembro de 2012 Listas, Olimpíadas, Seleção brasileira | 19:29

Londres 2012 coloca Diogo Silva como 5º melhor do mundo

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Diogo Silva acerta um golpe no americano Terrence Jennings, na luta em que perdeu o bronze

A ótima participação nos Jogos Olímpicos de Londres 2012, quando perdeu em uma decisão polêmica sua semifinal para o iraniano Mohammad Motamed, foi lucrativa para o lutador brasileiro Diogo Silva, do taekwondo. Embora tivesse deixado as Olimpíadas de mãos abanando (Diogo também perdeu a disputa do bronze para o americano Terrence Jennings), ele aparece como o melhor classificado do Brasil no ranking mundial da modalidade.

Na lista divulgada pela WTF (Federação Mundial de Taekwondo), no começo do mês, Diogo ocupa o quinto lugar na categoria até 68 kg. Trata-se de um feito considerável, até por não ter conseguido medalhar em Londres e por estar a apenas 21 pontos do terceiro colocado, o jordaniano Mohammad Abu Libdeh, derrotado pelo próprio brasileiro nas quartas de final.

“Saiu o ranking mundial. Estou em 5º lugar. Há alguns anos sou o melhor brasileiro ranqueado. Obrigado a todos pelo apoio”, comemorou Diogo Silva em sua conta no Twitter. E tem mais que festejar mesmo…

Aliás, vala a pena conferir como estão outros brasileiros na lista recente da WTF (somente os melhores classificados por peso):

Feminino

Até 46 kg: Kátia Aranki (13º lugar)
Até 49 kg*: Fernanda Silva (25º)
Até 53 kg: Talisca dos Reis (19º)
Até 57 kg*: Rafaela Araújo (26º)
Até 62 kg: Júlia Santos (48º)
Até 67 kg*: Raphaella Galacho (31º)
Até 73 kg: Natália Falavigna (24º)
Acima de 73 kg: Natália Falavigna (20º)

Masculino

Até 54 kg: Michel Soares (35º)
Até 58 kg*: Márcio Wenceslau (10º)
Até 63 kg: Márcio Wenceslau (31º)
Até 68 kg*: Diogo Silva (5º)
Até 74 kg: Henrique Moura (23º)
Até 80 kg*: André Bilia (60º)
Até 87 kg: Guilherme Felix (23º)
Acima de 87 kg: Leonardo Santos (38º)

* Categorias que participam do programa dos Jogos Olímpicos. Existem ainda as categorias acima de 67 kg (feminino), onde compete a brasileira Natália Falavigna, e acima de 80 kg (masculino)

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terça-feira, 11 de setembro de 2012 Olimpíadas, Seleção brasileira | 19:29

Prêmio de Morten Soubak é um pouco do Brasil também

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Morten Soubak foi escolhido pelo segundo melhor técnico do handebol feminino do mundo

Não se pode levar muito a sério enquetes na internet. A princípio, elas servem apenas para dar uma amostragem do que pensa, num determinado momento, o internauta que frequenta determinado site. O maior exemplo foi quando, em 2000, a Fifa quis saber quem foi o melhor jogador do século e a galera escolheu Maradona, antigo desafeto da entidade. Como a Fifa queria premiar Pelé de qualquer maneira, o jeito foi dar ao craque argentino o prêmio de melhor jogador do século escolhido “pela internet”, enquanto o Rei do Futebol acabou sendo o escolhido pelo “colégio eleitoral” da casa…

Mas ressalvas à parte, foi muito importante a escolha do dinamarquês Morten Soubak como o segundo melhor técnico de handebol feminino do mundo, de acordo com pesquisa realizada pelo site da IHF (Federação Internacional de Handebol). E o motivo para se festejar o resultado é simples: a escolha de Soubak como um dos melhores técnicos do mundo reflete o excelente momento pela qual passa o handebol feminino do Brasil, que é dirigido pelo dinamarquês desde 2009.

Pois foi com o trabalho competente e sem estrelismo de Soubak que o Brasil, um país sem tradição alguma na modalidade, conquistou em menos de um ano os melhores resultados de sua história, que foram o quinto lugar no Mundial de 2011, realizado em São Paulo, e o sexto lugar nos Jogos Olímpicos de Londres, quando cumpriu uma campanha brilhante, parando apenas nas quartas de final, sendo eliminado pela Noruega, que foi a campeã olímpica.

O prêmio de Morten Soubak também é do handebol feminino brasileiro.

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quinta-feira, 6 de setembro de 2012 Imagens Paraolímpicas, Olimpíadas, Paraolimpíadas, Seleção brasileira | 19:52

Esporte sem frescura

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As imagens do brasileiro Yohansson Nascimento, sofrendo para completar a prova dos 100 m rasos, categoria T45, das Paralimpíadas de Londres 2012, nesta quinta-feira, por conta de uma lesão muscular, são aquelas que vão demorar para sair da mente dos torcedores. Yohansson foi se arrastando, aos prantos, até cruzar a linha de chegada em último lugar, para depois sair de cadeira de rodas e ser atendido no posto médico. Um show de raça e força de vontade.

Para alguns famosos atletas brasileiros que reclamam de tudo e mais um pouco, um verdadeiro tapa na cara!

Confira a sequência da prova de Yohanson Nascimento, nas fotos abaixo:

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quarta-feira, 5 de setembro de 2012 Histórias do esporte, Ídolos, Imagens Paraolímpicas, Olimpíadas, Paraolimpíadas, Vídeos | 13:22

Medalha de ouro e uma lição de vida

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Alessandro Zanardi comemora a medalha de ouro no ciclismo das Paralimpíadas de Londres

Há 11 anos, ele quase morreu em um pavoroso acidente em uma prova da F-Indy, na Alemanha, em Lauditz. O choque, com o canadense Alex Tagliani, foi a quase 300 km/h. Chegou a ficar em coma, os médicos duvidavam que ele sobrevivesse e por fim, as pernas tiveram que ser amputadas.

Diante de tudo isso, poderia se imaginar que o piloto Alessandro Zanardi caísse em depressão ou coisa parecida. Sua vida sempre tinha sido o automobilismo (antes da Indy, havia sido piloto de F-1). Mas em menos de dois anos do acidente de 2001, ele já estava competindo em corridas do Mundial de Turismo, em um carro adaptado. Depois, passou a competir em maratonas famosas como Nova York, na categoria bicicleta com as mãos (handbike).

Nesta quarta-feira, Zanardi deu mais uma lição de vida, ao ganhar a medalha de ouro na prova de ciclismo com as mãos, pelas Paralimpíadas de Londres 2012, ironicamente obtida em um autódromo, em Brands Hatch. Uma vitória para a história!

Só mesmo o esporte para proporcionar histórias que são verdadeiros roteiros de cinema na vida real.

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segunda-feira, 3 de setembro de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas, Paraolimpíadas, Seleção brasileira | 15:57

Ainda sobre os números dos deficientes físicos brasileiros

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Alan Fonteles recebe a medalha de ouro nos 200 m, ao lado de Oscar Pistorius: sucesso brasileiro nas Paralimpíadas de Londres

Diante da repercussão do post anterior, em que analisava alguns dos motivos pelos quais o Brasil é uma verdadeira potência esportiva no esporte paralímpico, alguns leitores questionaram os números que apresentei, baseados no último censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que apontava que 24% da população do Brasil (ou mais de 45 milhões de pessoas) estão incluídas na categoria de deficientes físicos.

O problema está na própria forma que o IBGE fez esta classificação, contestada por entidades ligadas a movimentos ligados às pessoas com deficiência. Em contato com o CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro), recebi do próprio presidente da entidade, Andrew Parsons, a informação que não existe um número oficial, em razão das várias maneiras de classificar a deficiência física de uma pessoa. Além disso, o critério do IBGE é abrangente demais, no qual pessoas com miopia elevada podem entrar nesta conta dos 24%.

Portanto, a CPB usa como número base dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), que aponta 10% da população do Brasil tendo algum tipo de deficiência física mais grave.

Ainda assim, são quase 20 milhões de pessoas, um número bastante expressivo e que também ajuda a explicar um pouco desta brilhante campanha brasileira nas Paralimpíadas de Londres.

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domingo, 2 de setembro de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas, Paraolimpíadas, Seleção brasileira | 15:41

Brasil, potência paralímpica

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Daniel Dias ganha sua segunda medalha de ouro nas Paralimpíadas de Londres, nos 200 m livre

Atualizado em 3/09

As Paralimpíadas de Londres 2012 chegaram neste domingo a seu quarto dia de competições. Ou seja, ainda mal completou-se uma semana de disputas esportivas e, ao menos até agora, o Brasil vai cumprindo com competência o objetivo traçado antes da abertura dos Jogos: ficar no top 10 do quadro geral de medalhas.

Enquanto este post é escrito, os brasileiros já conquistaram nada menos do que 13 medalhas, sete delas de ouro, quatro a mais do que o país obteve nos Jogos Olímpicos, encerrados no dia 12 de agosto.

Nos últimos dias, torcedores que nunca acompanharam ou que têm pouco conhecimento do universo esportivo paralímpico se emocionaram com cenas de superação e conquista de heróis nacionais desconhecidos, como Daniel Dias e André Brasil, na natação, Antônio Tenório ou Lúcia Teixeira, no judô, Terezinha Guilhermina e Alan Fonteles Cardoso, no atletismo, só para citar alguns deles.

Tudo isso faz com que uma conclusão pareça óbvia: o Brasil é uma potência nos esportes para deficientes físicos. Mas o que levaria a esta situação?

É claro que eu não teria a pretensão aqui de tentar cravar uma resposta definitiva a esta questão, mas um dado do Censo de 2010, divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) traz pistas que confirmam a tese. Segundo a pesquisa, o percentual de pessoas com deficiência física na população brasileira atualmente é de 24%, o que equivaleria a 45,6 milhões de pessoas.

Ou seja, o Brasil tem mais do que um Canadá em pessoas deficientes (a população canadense no último levamento, de 2010, é de pouco mais de 34 milhões de pessoas).

Em um país como o nosso, que a despeito de todos os benefícios alcançados pelo crescimento econômico nos últimos anos, ainda peca pela falta de oportunidades no mercado de trabalho para quem tem algum tipo de comprometimento físico, parece ser meio evidente que uma das saídas para as pessoas deficientes realizem sua inclusão social seja através do esporte.

Uma lição que todos os especialistas em esporte de alto rendimento sempre repetem é que da quantidade que se extraí a qualidade. Se em algumas modalidades para atletas sem deficiência falta “mão de obra”, nos esportes paralímpicos o potencial para o descobrimento de novos talentos no Brasil é enorme.  Não é à toa que a China, com sua população de mais de 1,3 bilhão de habitantes, já ganhou 71 medalhas em Londres 2012 até agora.

Se existe algo que o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) e o Ministério do Esporte precisam aprender com o CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro) é como aproveitar o enorme potencial esportivo que o Brasil possuí. E para isso, não basta ficar somente no discurso vazio e cheio de palavras bonitas…

Atualização: como alguns leitores questionaram os números apresentados pelo censo do IBGE, publiquei outro post com novos números, que são levados em conta pelo próprio CPB e que você poderá conferir aqui.

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segunda-feira, 27 de agosto de 2012 Imagens Olímpicas, Olimpíadas, Vídeos | 12:34

Para matar as saudades de Londres 2012

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Simplesmente incrível o vídeo lançado pelo COI (Comitê Olímpico Internacional) reunindo alguns momentos inesquecíveis dos Jogos Olímpicos de Londres 2012. Para quem ainda está curtindo aquela famosa “ressaca olímpica”, é um vídeo obrigatório!

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sexta-feira, 24 de agosto de 2012 Imagens Paraolímpicas, Paraolimpíadas, Seleção brasileira | 19:36

Londres começa a entrar no clima das Paralimpíadas

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A Tower Bridge, um dos cartões postais de Londres, enfeitada com o símbolo das Paralimpíadas

Nem bem curou a ressaca da maratona dos Jogos Olímpicos, encerrados no último dia 12, a cidade de Londres já começa a se preparar para curtir uma nova festa esportiva, desta vez com a realização das Paralimpíadas. O evento começará na próxima quarta-feira (29), mas já está, literalmente, tomando conta das ruas londrinas.

Nesta sexta-feira, por exemplo, o símbolo oficial dos Jogos Paralímpicos 2012, chamado “The Agitos”, apareceu em alguns pontos turísticos conhecidos da capital britânica, como a Tower Bridge, Trafalgar Square e Kew Gardens. O símbolo dos Jogos também foi lançado em outras cidades da Grã-Bretanha, como Cardiff (País de Gales) e Edimburgo (Escócia).

O Brasil participará da edição dos Jogos Paralímpicos de Londres 2012 com uma delegação numerosa. No total, serão 182 atletas, sendo 115 homens e 67 mulheres e 16 acompanhantes de atletas (atletas-guia, calheiro e timoneiro). Também fazem parte da delegação brasileira quatro tratadores de cavalos, 31 profissionais da área da saúde e 86 oficiais técnicos e administrativos.

Em Pequim 2008, o Brasil enviou 188 atletas e conquistou um total de 47 medalhas, sendo 16 de ouro, 14 de prata e 17 de bronze.

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terça-feira, 31 de julho de 2012 Diário de viagem, Olimpíadas | 09:00

Nem a falta do ouro abala o astral britânico

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Britânicos comemoram a medalha de bronze na ginástica artística por equipe e a torcida fez a festa

Há alguns dias, havia escrito um post mostrando que ainda não havia sentido nas ruas de Londres, em locais distantes do Parque Olímpico ou dos centro de competição, um clima de empolgação com os Jogos Olímpicos. Bom, mas nas arenas, ginásios e estádios, o que ocorre é justamente o contrário.

O londrino está curtindo acompanhar as Olimpíadas, curtindo demais. Em qualquer local de competição em que tenha um britânico competindo, o apoio é total. Mesmo em esportes nos quais eles não têm a menor aptidão, como basquete ou vôlei de praia. O que fica evidente é que não importa o resultado, o importante é fazer a festa.

Claro que quando ela vem acompanhada por uma medalha, tanto melhor. Foi  o que houve nesta segunda-feira, quando a equipe masculina de ginástica artística da Grã-Bretanha levou o bronze na final por equipes. A North Greenwich Arena quase veio abaixo quando o placar apontou a segunda colocação para o time da casa, resultado modificado depois para o bronze por causa de um protesto do Japão.

Mesmo sem ouro (por enquanto), os britânicos estão curtindo demais as Olimpíadas disputadas em sua casa.

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segunda-feira, 30 de julho de 2012 Imagens Olímpicas, Olimpíadas | 13:29

Após eliminação, Bellucci aproveita para curtir as Olimpíadas

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Bellucci e Sá (de agasalho verde, no meio da torcida) acompanharam a final por equipes da ginástica masculina

No último domingo, logo após ter sido eliminado da chave de simples do torneio de tênis dos Jogos de Londres 2012 para o francês Jo-Wilfried Tsonga, o tenista brasileiro Thomaz Bellucci ainda não sabia dizer quando retornaria ao Brasil. Enquanto isso, iria aproveitar o tempo livre para acompanhar ao vivo alguma das inúmeras competições que estão rolando por aqui. E ele não perdeu tempo: logo no primeiro dia de folga, compareceu nesta segunda-feira ao lado de seu parceiro de duplas aqui em Londres, André Sá, à North Greenwich Arena, onde viu de perto as finais por equipe da ginástica artística masculina.

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