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terça-feira, 28 de outubro de 2014 Olimpíadas, Paraolimpíadas | 22:32

Triatlo define data de evento-teste para a Rio 2016

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A ITU (União Internacional de Triatlo, na sigla em inglês) anunciou nesta terça-feira a data do evento-teste da instalação da modalidade para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. Segundo a entidade, a arena provisória que será erguida na região da praia de Copacabana receberá o evento qualificatório mundial do triatlo e paratriatlo nos dias 1º e 2 de agosto de 2015.

Confira abaixo a imagem projetada da sede do triatlo para os Jogos do Rio 2016

Projeção da instalação do triatlo para a Rio 2016, na Praia de Copacabana

Projeção da instalação do triatlo para a Rio 2016, na Praia de Copacabana

O evento será o segundo programado pelo Aquece Rio, como foi batizado a série de competições programadas pelo comitê organizador dos Jogos para testar a funcionalidade das arenas que receberão os atletas nas próximas Olimpíadas. Em agosto deste ano, a regata internacional de vela inaugurou a lista de competições, na semana em que foi festejada a data de dois anos para a abertura dos Jogos do Rio. O terceiro evento será o Campeonato Mundial júnior de remo, entre os dias 6 e 9 de agosto do próximo ano.

Rio 2016 divulga calendário do eventos-testes

“Com o início da busca por pontos para o ranking classificatório aos Jogos Olímpicos, a ITU está ansiosa para mostrar mais uma vez o triatlo e estrear o paratriatlo em um dos cenários esportivos de maior prestígio para o esporte mundial”, declarou Marisol Casado, presidente da entidade. “A praia de Copacabana será um belíssimo pano de fundo para o que esperamos ser uma corrida fenomenal”, completou.

Confira o calendário completo dos eventos-testes para os Jogos Olímpicos Rio 2016

Pelo menos 75 homens e mulheres deverão compor a lista de largada para o evento-teste do triatlo, que inclusive deverá oferecer o nível máximo de pontos da qualificação olímpica, no mesmo patamar da final do World Triathlon Series. A prova do paratriatlo deverá contar com no mínimo 60 participantes.

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sexta-feira, 17 de outubro de 2014 Olimpíadas, Paraolimpíadas, Vídeos | 15:40

Veja a evolução das obras no Parque da Barra para 2016

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Obras nas três Arenas Cariocas, localizadas no Parque Olímpico da Barra, que receberão competições de oito modalidades em 2016

Obras nas três Arenas Cariocas, localizadas no Parque Olímpico da Barra, que receberão competições de oito modalidades em 2016

Com cerca de 40% das obras concluídas, segundo dados divulgados no início de outubro pela EOM (Empresa Olímpica Municipal), o Parque Olímpico da Barra da Tijuca, principal local de competições dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio 2016, continua com seus trabalhos em ritmo intenso.

A última visita da comissão de avaliação do COI (Comitê Olímpico Internacional) rendeu inclusive elogios justamente de quem, meses antes, havia demonstrado extrema preocupação com os atrasos nos trabalhos – a ponto de a própria entidade realizar uma “intervenção disfarçada”, ao colocar um dirigente para acompanhar ainda mais de perto o ritmo dos trabalhos.

>>> Veja também: Estádio de tênis para o Rio 2016 começa a tomar forma

Segundo a EOM, já foram instalados no Parque Olímpico mais de 10,5 quilômetros de redes de drenagem, 5,3 quilômetros em redes de esgoto, 8,3 quilômetros de redes de água, 5,0 quilômetros de redes de incêndio, 5,0 quilômetros de rede de iluminação pública, 9,9 quilômetros de rede de média tensão e 21,9 quilômetros de redes de telecomunicações.

Veja o vídeo que mostra a evolução das obras no Parque Olímpico:

 

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terça-feira, 14 de outubro de 2014 Olimpíadas, Paraolimpíadas | 22:26

Estádio de tênis para 2016 começa a tomar forma

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Imagem aérea da obra do estádio principal do Centro de Tênis

Imagem aérea da obra do estádio principal do Centro de Tênis, no Parque Olímpico da Barra

A imagem acima ainda é de um belo canteiro de obras, vamos admitir. Mas é preciso reconhecer que o estádio principal do Centro de Tênis no Parque Olímpico da Barra da Tijuca já começa a tomar forma. Neste local, durante os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio 2016, serão erguidas mais quinze quadras, entre temporárias e permanentes, que após as Olimpíadas farão parte do Centro Olímpico de Treinamento.

A instalação principal terá a capacidade para 10 mil pessoas e pela foto percebe-se que o anel superior está quase completo. De acordo com o Portal da Transparência Rio 2016, a obra, que foi iniciada em novembro de 2013, tem previsão de término de construção para o terceiro trimestre do ano que vem. Por sinal, um dos eventos-testes dos Jogos está programado para o local, em dezembro de 2015. O valor total da obra é de R$ 164,8 milhões.

>>>Veja ainda: Rio 2016 divulga calendário de eventos-testes

Além da quadra principal permanente, a instalação terá uma quadra temporária, com 5 mil lugares e outra com 3 mil lugares que permanecerá após os Jogos sem as arquibancadas. Haverá ainda 13 quadras descobertas: sete delas, com 250 lugares cada, serão usadas para disputas de partidas. As outras servirão para treinamento e aquecimento. Nos Jogos Olímpicos, o Centro de Tênis receberá as competições de tênis; e nos Jogos Paralímpicos, as de tênis em cadeira de rodas e futebol de 5.

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quinta-feira, 2 de outubro de 2014 Olimpíadas, Política esportiva | 19:37

Uma análise sobre a visita da comissão do COI

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Comssão do COI concede entrevista coletiva após o final de mais uma visita de avaliação dos Jogos de 2016

Comssão do COI concede entrevista ao final de nova visita de avaliação dos Jogos de 2016

Encerrada na última quarta-feira (1º), a sétima visita da comissão de coordenação do COI (Comitê Olímpico Internacional) ao Rio de Janeiro, para acompanhar os preparativos da cidade para as Olimpíadas de 2016, deixou algumas impressões bastante claras. Pode-se analisar a passagem dos dirigentes do COI sob as óticas do “copo meio cheio” e do “copo meio vazio”. Vamos à elas:

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1)  Copo meio cheio
– Depois de colocar os organizadores e governo brasileiros na parede por conta dos atrasos em obras e definição da Matriz de Responsabilidades – promovendo praticamente uma espécie de intervenção no comitê organizador – o COI teceu vários elogios à preparação dos Jogos do Rio. Em comparação ao que houve na visita do final de março, a marroquina Nawal El Moutawakel, presidente da comissão, foi clara: “Podemos ver que as obras principais estão progredindo a toda velocidade, em particular a construção das instalações, sobre as quais temos recebido relatórios de desenvolvimento bastante sólidos”.

Os dirigentes também demonstraram satisfação com  o lançamento do programa de vendas de ingressos, lançamento da mascote olímpica (ainda em outubro) e o calendário de eventos-testes.

2) Copo meio vazio – A comissão do COI continua com um pé atrás em relação ao apertado calendário de obras. El Moutawakel escolheu bem as palavras, mas “embora o cronograma continue apertado, a equipe do Rio demonstrou claramente que a situação está sob controle, e que vem obtendo um bom progresso. Também foram discutidos seus esforços contínuos para reforçar o diálogo com as Federações Internacionais para o desenvolvimento das instalações”.

Eles alertaram ainda para a questão do “alto número de hotéis que devem ser construídos antes dos Jogos, porém, a Comissão recebeu informações muito claras e animadoras de que os 68 novos hotéis em construção estão em andamento”. Vale lembrar que na questão de hotelaria, os organizadores contavam com a revitalização do tradicional Hotel Glória por parte do empresário Eike Batista, que no entanto, com os conhecidos problemas enfrentados em seus negócios, acabou não ocorrendo.

Como vem sendo a postura do blog em relação às obras olímpicas para 2016, repete-se aqui um mantra já adotado em outras ocasiões: para a Rio 2016, a hora é de trabalhar e não de festejar, mesmo que sejam os sinceros elogios dos dirigentes do COI.

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quarta-feira, 17 de setembro de 2014 Olimpíadas | 23:24

Novo laboratório antidoping recebe visita da Wada, mas liberação ainda está distante

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Ricardo Leyser confia que o novo laboratório brasileiro de controle de dopagem seja aprovado pela Wada

Ricardo Leyser confia que o novo laboratório antidoping  seja aprovado em breve pela Wada

Alvo de uma das grandes dores de cabeça na organização das Olimpíadas do Rio 2016, a perda do credenciamento do Ladetec, laboratório que seria o responsável pela realização dos exames de controle de dopagem, no ano passado, tornou-se prioridade dentro do governo brasileiro, que tem investido pesado para que não ocorra um vexame inédito do país-sede dos Jogos não ter um laboratório aprovado pela Wada (Agência Mundial Antidoping).

O novo LBCD (Laboratório Brasileiro de Controle de Dopagem),  como o Ladetec foi rebatizado, tem suas obras praticamente concluídas, na sede do Instituto de Química da UFRJ. O Ministério do Esporte investiu R$ 110 milhões na reforma do edifício, além de outros R$ 30 milhões para a compra de equipamentos, segundo informou o secretário de alto rendimento do ministério, Ricardo Leyser. A instalação inclusive recebeu a visita de técnicos da Wada no mês de agosto, como parte dos procedimentos para a recuperação das credenciais do laboratório para realização dos exames nas Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2016.

Relembre: Na luta contra o doping no Brasil, uma boa e uma má notícia

Mas será um trajeto lento para que isso aconteça, admite o próprio Leyser. “É um processo crítico e sofisticado. Passamos por esta primeira visita da Wada, mas ainda assim não passa pela nossa cabeça não recebermos o credenciamento”, explicou. Após serem cumpridos todos os passos, o LBCD deverá receber as credenciais somente no segundo semestre de 2015.

A demora é necessária: vale lembrar que o Ladetec foi descredenciado pela Wada por falhar seguidamente em diagnósticos de exames e em testes criados pela própria agência mundial antidoping para avaliar a eficiência de um laboratório.

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terça-feira, 9 de setembro de 2014 Imagens Paraolímpicas, Paraolimpíadas, Política esportiva | 18:41

Exemplo de legado esportivo

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Se existe uma entidade que pode ser chamada de exemplo de eficiência no esporte brasileiro é o CPB (Comitê Paraolímpico Brasileiro). O desempenho nos Jogos de Londres 2012, quando o Brasil terminou na sétima colocação geral no quadro de medalhas (43 no total, sendo 21 de ouro) comprovam a afirmação da frase anterior.

Mas o que já é bom, tem tudo para ficar ainda melhor. Pelo menos é a expectativa que fica em relação ao Centro Paraolímpico Brasileiro, cujas obras estão a todo vapor e deverão ser concluídas até o segundo semestre do ano que vem. O total de investimentos para a obra é de R$ 288,7 milhões.

>>> Você leu aqui no Espírito Olímpico: Brasil, potência paralímpica

Localizado no terreno que abrigava a antiga Febem Imigrantes, na Zona Sul de São Paulo, o Centro Paraolímpico será a base de preparação da equipe brasileira para as Paraolimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. Além disso, ficará como legado esportivo para futuras competições paraolímpicas e olímpicas também. Especialistas asseguram que nenhuma outra instalação esportiva pode abrigar 15 modalidades como prevê o projeto da instalação brasileira.

Alguns números que resumem um pouco o que será o Centro Paraolímpico:

  • Início das obras: dezembro de 2013
  • Previsão de conclusão: em 2015
  • Total do investimento: R$ 264.700.000,00 (obras) + R$ 24.000.000,00 (equipamentos)
  • Financiamento do governo federal: R$ 145.000.000,00 (obras) + R$ 20.000.000,00 (equipamentos e materiais esportivos)
  • Financiamento do governo estadual: R$ 119.700.000,00 (obras) + R$ 4.000.000,00 (equipamentos)
  • Número de trabalhadores em agosto de 2014: aproximadamente 1.350

15 Modalidades serão atendidas no local

Atletismo
Basquete em cadeira de rodas
Bocha
Esgrima em cadeira de rodas
Futebol de 5
Futebol de 7
Golbol
Halterofilismo
Judô
Natação
Rúgbi
Tênis
Tênis em cadeira de rodas
Triatlo
Voleibol sentado

Fonte: Ministério do Esporte

Confira algumas imagens das obras do Centro Paraolímpico de São Paulo

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terça-feira, 2 de setembro de 2014 Isso é Brasil, Olimpíadas | 23:36

Governo do RJ agora promete despoluir mais de 80% da Baia de Guanabara até os Jogos. Vai dar tempo?

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Barco do México navega pela Baia de Guanabara, local das provas de vela nos Jogos de 2016

Barco do México navega pela Baia de Guanabara, local das provas de vela nos Jogos de 2016

Alvo constante de fortes críticas de atletas, dirigentes e entidades ambientalistas, inclusive durante o evento-teste realizado no início de agosto, as poluídas águas da Baia de Guanabara, sede das provas de vela dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, poderão estar menos sujas do que se espera daqui a dois anos. Esssa pelo menos foi a ousada promessa feita por integrantes do governo do Rio de Janeiro nesta terça-feira, na sede do comitê organizador. E a meta é superar os 80% de águas limpas e esgoto tratado, que havia sido estabelecida antes.

Para que isso deixe de ser apenas uma promessa vazia, a CEDAE (Companhia Estadual de Águas e Esgotos) assegura que irá construir um cinturão de captação de esgoto nos arredores da Marina da Glória, impedindo assim que ocorra o desague de esgotos nas águas da instalação olímpica. A nova obra está orçada em R$ 14 milhões, que elevou para mais de R$ 2,5 bilhões o custo total de limpeza da área.

>>> Veja também: As primeiras impressões sobre a Baia de Guanabara para 2016

“Ao longo dos últimos três anos, as raias de competição já estavam no padrão internacional, devido às várias iniciativas que vem sendo desenvolvidas na Baía de Guanabara. O único ponto que faltava era justamente a área de saída dos barcos, na Marina da Glória. Com esse projeto, 100% dos compromissos firmados em relação ao site onde serão realizadas as competições de vela estarão concluídos a um ano dos Jogos Olímpicos”, disse o presidente da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (CEDAE), Wagner Victer.

Mas a pergunta que não quer calar: será que vai dar tempo?  Faltam menos de dois anos para as Olimpíadas e se o controle de poluição falhar na Baia de Guanabara durante os Jogos, o vexame será histórico. Vamos aguardar…

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terça-feira, 5 de agosto de 2014 Olimpíadas, Paraolimpíadas | 09:37

O espírito da Copa bastará para fazer da Rio 2016 um sucesso?

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A exatos dois anos da abertura das Olimpíadas do Rio 2016, muitas incertezas ainda cercam a organização do mega-evento

A exatos dois anos da abertura das Olimpíadas do Rio 2016, muitas incertezas ainda cercam a organização do mega-evento

Há exatos 23 dias, o encerramento da Copa do Mundo trouxe ao torcedor brasileiro um sentimento de satisfação com o sucesso, ao menos nos gramados e arquibancadas, na organização de um evento em que muitos apostavam num fracasso retumbante. Se é inegável que o Mundial de futebol trouxe uma onda de otimismo, engana-se redondamente quem achar que somente com o “espírito da Copa” será possível ao Brasil ser aprovado com louvor em seu novo desafio: organizar com brilhantismo os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Nesta terça-feira, 5 de agosto, faltam exatamente dois anos para a abertura do mega evento.

E o adjetivo “mega” já serve para explicar que não há termos de comparação entre o Mundial da Fifa e o maior evento poliesportivo do planeta, sob responsabilidade do COI (Comitê Olímpico Internacional). Primeiro, porque são na prática 28 Copas do Mundo, referentes às modalidades esportivas que compõe o programa olímpico, acontecendo simultaneamente, todos eles com suas características e necessidades específicas, o que já torna a tarefa muito mais complicada.

>>>Londres 2012 x Rio 2014: semelhanças e diferenças

Além disso, enquanto 32 seleções disputaram a Copa do Mundo 2014, mais de 200 países (foram 204 em Londres 2012) mandam representantes para os Jogos Olímpicos, que ficam reunidos na mesma cidade, enquanto 12 cidades-sedes receberam as partidas do Mundial. Questões como logística e eficiência nos transportes são condição número 1 para o sucesso dos Jogos.

E como complicação pouca é bobagem, não se pode esquecer que a cidade carioca receberá ainda a edição dos Jogos Paraolímpicos, a partir de 7 de setembro de 2016, com 23 modalidades e com a obrigação de dar acessibilidade a atletas, técnico, dirigentes e torcedores.

>>>Rio 2016 divulga calendário para eventos-testes

Com tudo isso, o desafio do Rio de Janeiro, a primeira cidade da América do Sul a receber as Olimpíadas, já seria gigantesco, se não contasse com o desagradável (para dizer o mínimo) habito brasileiro de atropelar prazos e menosprezar cronogramas, correndo no final para cumprir todas as obras. Foi assim na Copa e será assim nos Jogos Olímpicos.

Como bem apontou o jornal Folha de S. Paulo em sua edição do último domingo, o Rio ainda precisa concluir 76% das obras nas arenas que receberão os atletas olímpicos daqui a dois anos. É muita coisa para ser feita com prazos apertados. Lembrem-se de que o Rio de Janeiro foi indicada pelo COI para organizar os Jogos de 2016 há praticamente sete anos, em outubro de 2009.

Com dados da APO (Autoridade Pública Olímpica) e Rio Transparente, é possível saber que pelo menos 15 obras e reformas de arenas dos Jogos nem saíram do papel. E foi apenas no início de julho que o Complexo Esportivo de Deodoro, sede de 11 modalidades olímpicas e paraolímpicas daqui a dois anos, viu os primeiros tratores iniciarem obras de construção e reforma nas arenas previstas para o local.

Não foi à toa, portanto, que o COI fez uma espécie de intervenção na organização dos Jogos, em abril, alarmado com os incontáveis atrasos e descompasso entre os poderes municipal, estadual e federal, em relação aos custos dos Jogos, estimados hoje em R$ 37,6 bilhões, entre gastos de construção e reformas de instalações esportivas, mobilidade e legado urbano, além de custos de organização. O discurso do COI, após entrar para valer na organização da Rio 2016, agora é de otimismo, porém sempre alertando para a questão dos prazos.

>>>Aleluia: as obras de Deodoro começaram!

Nestes próximos dois anos, ao contrário do que ocorreu com a Copa do Mundo, será preciso ainda engajar a população para um evento poliesportivo, com modalidades esportivas que 90% dos torcedores jamais viram na vida. Este talvez fosse o maior legado que as Olimpíadas do Rio poderiam trazer ao país, a semente para acabar com a monocultura esportiva do futebol, mas infelizmente isso não irá acontecer, ao menos a curto prazo, por culpa exclusiva do Brasil.

Por conta disso tudo, é importante para os dirigentes e políticos não perderem o foco com manifestações exageradas de otimismo e manter as mangas arregaçadas. Já população e imprensa, mais do que nunca, precisam manter o alerta ligado na cobrança de prazos e fiscalização dos custos.

A Copa do Mundo, a “Copa das Copas”, traz saudades a todos, mas a realidade nos Jogos Olímpicos é completamente diferente. Ainda há muita coisa a ser feita pelo Brasil e o Rio se quiserem tornar a festa olímpica de 2016 uma festa igualmente inesquecível.

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sexta-feira, 4 de julho de 2014 Olimpíadas, Paraolimpíadas, Política esportiva | 14:49

Aleluia: as obras de Deodoro começaram!

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Tudo bem que o título do post poderia se referir também ao foto do blogueiro ter criado vergonha na cara e atualizado o blog, mas a maratona futebolística iniciada no último dia 12 de junho serve para explicar a ausência. O fato é que nesta quinta-feira, dia 3 de julho, em meio às emoções da Copa do Mundo, foi anunciado pela EOM (Empresa Olímpica Municipal) o início oficial das obras do Complexo Esportivo de Deodoro, um dos pontos que mais causava preocupação no COI (Comitê Olímpico Internacional) em relação à organização dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

Caminhões posicionados para o início das obras em Deodoro

Caminhões posicionados para o início das obras em Deodoro

O local receberá 11 modalidades olímpicas e quatro paraolímpicas para o evento que será realizada daqui a pouco mais de dois anos. Os atrasos para o começo das obras de Deodoro detonaram uma série de reclamações das federações esportivas internacionais e obrigaram o COI a fazer uma espécie de intervenção na organização dos Jogos, com a presença de uma espécie de interventor junto ao comitê Rio 2016.

A região Norte de Deodoro, que inclui o circuito de canoagem slalom, a pista de mountain bike, a pista de BMX, o Centro de Tiro, a Arena de Rúgbi e Combinado do Pentatlo Moderno, a Arena Deodoro (esgrima do pentatlo moderno e preliminares do basquete feminino), o Centro de Hóquei sobre Grama e a piscina do pentatlo moderno, terão suas obras realizadas pelo consórcio das construtoras Queiroz Galvão S/A e OAS S/A, vencedor da licitação com proposta no valor de R$ 643.707.225,70.

Até agosto está previsto o início das obras da Região Sul, que contempla o Centro Nacional de Hipismo, onde acontecerão as competições de concurso completo de equitação (CCE), saltos e adestramento. O responsável é o consórcio IBEG Engenharia e Construções Ltda, com proposta no valor de R$ 157.132.192,92. Segundo a EOM, as obras estão previstas para serem concluídas até o primeiro semestre de 2016.

Veja imagens de como ficarão as principais instalações de Deodoro

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segunda-feira, 2 de junho de 2014 Olimpíadas, Política esportiva | 23:04

Sai a primeira licitação de Deodoro. Agora vai?

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Projeção da arena de hóquei sobre grama que será construída em Deodoro para o Rio 2016

Projeção da arena de hóquei sobre grama que será construída em Deodoro para o Rio 2016

Nesta segunda-feira, a EOM (Empresa Olímpica Municipal), responsável pela coordenação das obras das arenas dos Jogos Olímpicos do Rio 2016, divulgou um comunicado que poderá aliviar parte das pressões que os organizadores estavam sofrendo das mais variadas entidades esportivas internacionais, por conta dos atrasos nas obras olímpicas. Segundo a EOM, foi definida a primeira licitação do Complexo Esportivo de Deodoro, justamente o mais atrasado no cronograma de construção das arenas para 2016.

Um consórcio formado pelas construtoras Queiroz Galvão e OAS foi o único a apresentar proposta para tocar as obras da Região Norte do Complexo de Deodoro. O valor da licitação foi de R$ 643.707.225,70. O local receberá o circuito de canoagem slalom, a pista de ciclismo mountain bike, a pista de ciclismo BMX, o Centro Nacional de Tiro Esportivo, a Arena de Rúgbi e Combinado do Pentatlo Moderno, a Arena Deodoro (esgrima do pentatlo moderno e preliminares do basquete feminino), o Centro de Hóquei sobre Grama e a piscina do pentatlo moderno.

Veja ainda: Começa a corrida de vagas para o Rio 2016

As obras das instalações estão programadas para começar no segundo semestre deste ano e a conclusão será em cima da hora, no primeiro semestre de 2016. Além das obras de construção e reforma, o contrato prevê 10 meses de operação e, após os Jogos, seis meses para desmontagem das estruturas temporárias e adequações das instalações existentes.

A licitação da Região Sul, onde está localizado o Centro Nacional de Hipismo e que receberá as competições de hipismo CCE, saltos e adestramento, tem previsão de ser definida nos próximos dias, segundo a prefeitura do Rio.

Enfim uma boa notícia envolvendo o Complexo de Deodoro. Mas como um pouco de cautela não faz mal a ninguém, fica a dúvida: será que agora vai?

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