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quarta-feira, 18 de setembro de 2013 Olimpíadas, Paraolimpíadas | 23:42

Escócia ensaia voo solo para o Rio 2016

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O escocês Chris Hoy se emociona ao ganhar o ouro na prova do Keirin, em Londres

O escocês Chris Hoy se emociona ao ganhar o ouro na prova do Keirin, em Londres

Os Jogos Olímpicos de Londres 2012 contaram com a participação de 204 países e mais de 10 mil atletas. Daqui a três anos, os Jogos do Rio de Janeiro, em 2016, poderão contar com uma nação a mais na lista de participantes. Para isso, basta que a população da Escócia vote a favor de sua independência do Reino Unido, em plebiscito marcado para setembro de 2014.

Não é de hoje que se comenta a possibilidade da Escócia separar-se da Grã-Bretanha. Esportivamente falando, isso já ocorre no futebol, onde cada um dos integrantes da Union Jack – como é chamada a tradicional bandeira do Reino Unido, reunindo todos os países britânicos – já participam com suas próprias equipes nas eliminatórias e da própria Copa do Mundo da Fifa.

Nas competições olímpicas, porém, a história é diferente. Em Londres 2012, os atletas escoceses foram responsáveis por cerca de 18% das medalhas obtidas pelos britânicos. Algumas delas de ouro, como a do tenista Andy Murray ou do ciclista Chris Hoy, com duas medalhas douradas no ciclismo de pista, nas provas de velocidade por equipe e no Keirin.

Veja também: Três anos para o Rio 2016. Temos motivos para festejar?

“Estamos confiantes de que teremos nossa própria equipe olímpica e paraolímpica”, afirmou à BBC a ministra de esportes da Escócia, Shona Robinson. Para que isso ocorra, além da aprovação da independência no plebescito, os escoceses precisarão cumprir algumas obrigações antes de serem reconhecidos pelo COI (Comitê Olímpico Internacional), tais como possuir uma sólida estrutura esportiva e ter ao menos cinco de suas federações nacionais filiadas às respectivas entidades internacionais.

Cá entre nós, seria um grande barato ver os alegres e etílicos escoceses desfilando pelas ruas do Rio de Janeiro para acompanhar seus atletas em 2016.

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segunda-feira, 16 de setembro de 2013 Mundiais, Olimpíadas, Seleção brasileira | 17:44

Após 'susto' do COI, luta faz seu Mundial de olho em mudanças

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Amit Kumar, da Índia (de vermelho) e Hassan Rahimi (Irã) disputam a final dos 55 kg, categoria livre

Pouco mais de uma semana depois de ter sido confirmada pelo COI (Comitê Olímpico Internacional) no programa das Olimpíadas de 2020, em Tóquio, e de 2024, a luta olímpica ainda tenta se recuperar do susto em plena disputa do Mundial da modalidade, que começou nesta segunda-feira em Budapeste, na Hungria. Mas a competição – que conta com uma delegação de nove atletas do Brasil, nas categorias livre, greco-romana e luta feminina – servirá especialmente para que o esporte consiga se moldar às exigências feitas pelo COI e que por pouco não custaram sua exclusão no programa olímpico.

Desde o último domingo, o conselho executivo da FILA (Federação Internacional de Lutas Associadas) está reunido para discutir um plano de ação com  objetivo de modernizar a modalidade, uma críticas da comissão do COI que havia votado pela exclusão da luta olímpica, em fevereiro. “A FILA não chegou a fazer um acordo com o COI, mas está consciente que as mudanças precisam ser feitas ou estamos arriscados no futuro a nunca mais termos nossa posição de esporte principal dos Jogos ou passarmos por uma situação semelhante à que tivemos agora”, disse Pedro Gama Filho, presidente da CBLA (Confederação Brasileira de Lutas Associadas) e um dos mais ativos dirigentes na briga pela manutenção das lutas no programa olímpico.

A atuação do sérvio Nenad Lalovic, que assumiu a presidência da FILA no último mês de fevereiro, também foi apontada pelo dirigente brasileiro como fator importante para a decisão do COI. Isso porque de forma rápida foram implantadas algumas mudanças na modalidade assim que ele tomou posse, segundo Gama Filho. “De mais importante, houve o aumento de duas categorias femininas já para os Jogos de 2016, no Rio, e a diminuição de uma categoria masculina em cada estilo, para promover uma maior igualdade. Também foi criada uma comissão de atletas, com direito a voto no Bureau da FILA, e que será escolhida pelos próprios lutadores”, disse o brasileiro.

Relembre: COI rasga sua própria história ao excluir a luta dos Jogos

A entidade tornou ainda seu departamente de arbitragem um órgão independente, conseguindo assim mais autonomia. E por fim, alterou de forma profunda algumas regras dos combates, para facilitar o entendimento do esporte ao público. “O atleta com estilo mais ofensivo, que se arrisca mais, leva vantagem clara. Também não há mais o sorteio que decidia os rounds em caso de empate e houve uma própria mudança na estrutura do combate, agora disputado em três rounds com placar acumulativo”, disse Gama Filho.

As novas categorias que passarão a participar do programa olímpico no Rio de Janeiro serão aprovadas ao longo do congresso do comitê executivo da FILA, que está sendo realizado em Budapeste.

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quarta-feira, 11 de setembro de 2013 Histórias do esporte, Ídolos, Isso é Brasil, Olimpíadas, Política esportiva | 20:02

Ainda sobre a indicação de Bernard para o COI…

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Reprodução de reportagem do Globo, de janeiro de 1992, quando Aurélio Miguel e Joaquim Mamede se entenderam, graças à ajuda de Bernard

Em relação ao post anterior, no qual comento (e critico) a indicação de Bernard Rajzman como membro efetivo do COI (Comitê Olímpico Internacional), ocorrida na última terça-feira, é necessário que se faça uma importante reparação.

Dizem que o maior inimigo de um jornalista é a mémória (ou a falta da mesma). Um grande amigo, Moacir Ciro Martins Júnior, com quem trabalhei emA Gazeta EsportivaDiário de S. Paulo (hoje atuando na assessoria de imprensa do vereador Aurélio Miguel na Câmara Municipal de São Paulo), leu o post a respeito da indicação de Bernard e fez uma correção a um dos fatos apontados no texto – a de que ele nunca lutou pelos interesses dos atletas.

Ciro me lembrou do papel fundamental exercido por Bernard em 1992, quando o então secretário nacional de esportes do governo Collor trabalhou para solucionar o impasse de um grupo de judocas brigado com o então presidente da CBJ, Joaquim Mamede. Entre os rebelados, estavam Aurélio Miguel e um desconhecido judoca de Santos, chamado Rogério Sampaio. Por conta de inúmeros desentendimentos com o cartola, que comandava a CBJ com mão de ferro, numa autêntica ditadura, Aurélio estava fora da seleção brasileira não defenderia seu título olímpico nos Jogos de Barcelona.

Mas foi graças  à participação de Bernard negociando uma paz entre os dois lados, que finalmente houve o acordo, no dia 17 de janeiro de 1992, como atesta a reprodução de reportagem do jornal O Globo que ilustra o post (clique na foto para ampliar). Foi, portanto, a atuação de Bernard como intermediário que permitiu o retorno dos judocas rebeldes – entre eles Rogério Sampaio, que seria campeão olímpico naquele ano.

Quem tem amigo, não morre pagão, valeu Moacir!

PS: O esquecimento meu neste episódio não modifica uma vírgula do que eu penso a respeito da indicação de Bernard para o COI, é bom deixar claro

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terça-feira, 10 de setembro de 2013 Ídolos, Olimpíadas, Política esportiva | 23:15

A polêmica escolha do novo membro do Brasil no COI

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Bernard posa ao lado de Jacques Rogge, após ser aprovado como membro do COI

Bom, pra início de conversa, a escolha do novo presidente do COI (Comitê Olímpico Internacional), o alemão Thomas Bach, ocorrida nesta terça-feira, no encerramento da 125ª Assembleia Geral da entidade, seguiu um roteiro absolutamente óbvio e lógico.

Como já era previsto (inclusive pelo blogueiro Mãe Dinah), o advogado de 59 anos, campeão olímpico de esgrima por equipes nos Jogos de Montreal 1976, levou o pleito com extrema facilidade. Venceu as duas rodadas de votação no colégio eleitoral do COI com tranquilidade (43 na primeira e 49 na segunda), com 20 votos de vantagem sobre o segundo colocado, o porto-riquenho Richard Carrión. Assim como foi a escolha de Tóquio para sede dos Jogos de 2020, o COI optou por não inventar na sucessão do belga Jacques Rogge.

Mas uma outra eleição também movimentou os bastidores do Hotel Hilton, em Buenos Aires, nesta terça-feira. Foram escolhidos os nove novos membros do COI, entre eles o brasileiro Bernard Rajzman, chefe de missão do COB (Comitê Olímpico Brasileiro) nos Jogos Olímpicos de Londres 2012. Desde o ano passado, com a passagem de Carlos Arthur Nuzman para membro honorário (por ter atingido o limite de 70 anos de idade), o país que será a sede das próximas Olimpíadas não tinha um representante com direito a voto na entidade que comanda o esporte olímpico mundial.

Tratava-se, portanto, de uma eleição muito importante para o esporte brasileiro. Mas não acredito que tenha sido a melhor escolha.

Explico: a despeito de seu brilhante passado como atleta, tendo sido um dos ícones da seleção masculina medalha de prata nas Olimpíadas de Los Angeles 1984, Bernard jamais foi um nome representativo do esporte olímpico brasileiro. Não há registros de declarações de Bernard saindo em defesa do atleta brasileiro, criticando a estrutura arcaica que comanda o esporte do país, onde o continuísmo da cartolagem impera (até agora, pois nesta terça a Câmara dos Deputados aprovou projeto que limita os mandatos dos dirigentes, mas isso será tema de outro post).

Além disso, para aqueles de memória curta, Bernard Rajzman integrou, como secretário nacional de Esportes (cargo que antecedeu o Ministério do Esporte) o malfadado governo de Fernando Collor, aquele mesmo que atolado por inúmeras denúncias de corrupção, foi defenestrado pelo Congresso Nacional.

E quando se imagina que no lugar de Bernard, poderiam ter sido indicados atletas do quilate de um Lars Grael, Magic Paula ou Ana Moser, todos com um histórico de luta por um esporte para todos no Brasil, aí mesmo que se tem a certeza de que não foi uma boa escolha do COI.

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segunda-feira, 9 de setembro de 2013 Candidaturas, Imprensa, Isso é Brasil, Olimpíadas | 15:33

COI admite que falta de patrocinadores preocupa para 2016

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Gerhard Heiberg é diretor de marketing do COI

Aos poucos começam a ficar mais claros os motivos para o surgimento do tal “documento sigiloso”  que estaria circulando dentro do COI (Comitê Olímpico Internacional), demonstrando preocupação com a organização das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.  Nesta segunda-feira, em entrevista à agência AP em Buenos Aires, onde acontece a Assembleia Geral do COI, o diretor de marketing da entidade, Gerhard Heiberg, afirmou que os organizadores dos Jogos do Rio enfrentam dificuldades na captação de patrocínios que ajudem a bancar o evento.

Para Heiberg, houve uma mudança nos rumos da economia brasileira, que passa por um momento de desaceleração, tornando as empresas privadas menos dispostas a investir como patrocinadoras do evento. Coincidentemente, no começo de agosto, em um evento que marcou os três anos para o início dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos, o diretor de operações do Rio 2016, Leonardo Gryner, falou que haveria um aporte de US$ 700 milhões (R$ cerca de 1,4 bi) de recursos públicos para equilibrar o orçamento dos Jogos.

Logo em seguida o prefeito do Rio, Eduardo Paes, interrompeu o discurso de Gryner para dizer que a ideia é não repassar este valor.  “Nossa intenção é que o comitê organizador custeie toda sua operação e não precise de dinheiro público”, disse Paes na ocasião, causando um certo clima de constrangimento na cerimônia.

Por mais que o próprio COI tenha dito que o tal “relatório secreto” é um documento padrão em organização de grandes eventos, a verdade é que existe uma preocupação dos prazos para os Jogos de 2016. Alguns esportes ainda não sabem como e onde disputarão as Olimpíadas, além de atrasos em licitação de obras importantes, como o do complexo de Deodoro, sede prevista para as disputas do pentatlo moderno, hipismo, tiro esportivo, canoagem e hóquei sobre grama.

Até mesmo Jacques Rogge, que nesta terça-feira deixará a presidência do COI, deixou o seu recado. “Muitas obras de infraestrutura deveriam ser aceleradas. Os prazos estão apertados e têm que ser respeitados. Mas estamos otimistas”, afirmou.

Enquanto isso, Carlos Arthur Nuzman, presidente do Rio 2016 e também do COB (Comitê Olímpico Brasileiro), ao ser questionado durante uma sabatina por integrantes do COI sobre os problemas de transporte público do Rio de Janeiro, tranquilizou-os dizendo que “quase todos os taxistas da cidade sabem falar inglês”.

Então tá, né?

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sábado, 7 de setembro de 2013 Candidaturas, Olimpíadas, Política esportiva | 18:13

Tóquio 2020, uma escolha lógica e segura

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Jacques Rogge, exibe o cartaz mostrando a vitório de Tóquio para os Jogos de 2020

Minutos antes do presidente do COI (Comitê Olímpico Internacional), Jacques Rogge, abrir o envelope e anunciar a cidade de Tóquio como a grande vencedora na disputa pela sede dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2020, escrevi no Twitter: “Só pelo clipe, Tóquio merecia vencer”.

Estava declaradamente torcendo pela candidatura japonesa (inclusive foi a minha aposta no post anterior), por vários motivos: por ser Tóquio uma cidade sensacional, com uma atmosfera única, por sua cultura e até mesmo por uma questão sentimental. Há dois anos, o país foi devastado por um tsunami monstuoso, exibido ao vivo pelos canais de notícia, na madrugada daquele fatídico 11 de março de 2011. Não há como ficar imune diante das cenas de destruição.

Ao analisar cada candidatura, não há como não ver vantagens na escolha de Tóquio. E foi uma barbada. Na primeira rodada de votação, quando Madri foi eliminada, a capital japonesa teve 42 vontos, contra 26 de Isatambul e Madri (no desempate, os turcos ganharam por 49 a 45). Na rodada final, foi um massacre: 60 votos a Tóquio e 36 para Istambul.

Tóquio já mostra há anos competência em organizar grandes competições. Há uma tremenda valorização da cultura esportiva no povo japonês. Inclusive já realizou a edição dos Jogos Olímpicos de 1964, apenas 19 anos depois de ter sido praticamente destruído durante a 2ª Guerra Mundial, inclusive com duas bombas atômicas caindo em seu território. O Japão já organizou também duas Olimpíadas de inverno, em Sapporo 1972 e Nagano 1998, uma Copa do Mundo (em parceria com a Coreia do Sul, em 2002) e várias edições do Mundial de clubes da Fifa.

A vitória de Tóquio sinaliza, por fim, sinaliza que o COI não quis apostar numa grande novidade, como o fez com o Rio para 2016. Entre escolher uma candidatura de um país com muito a fazer em sua infraestrutura e arenas, além de estar no meio do furacão de um caldeirão geopolítico, como é o caso de Istambul, os cartolas do COI preferiam apostar em quem já está sua estrutura de transportes pronta e um plano seguro em suas arenas esportivas.

Como brincaram nas redes sociais, alguém deveria dar uma ideia ao COI e deixar os Jogos de 2016 para os japoneses e os de 2020 para o Rio de Janeiro. Galhofa à parte, como duvidar de um povo que um mês depois de um terremoto e tsunami, já conseguia reconstruir suas estradas e cidades?

Parabéns, Tóquio!

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sexta-feira, 6 de setembro de 2013 Candidaturas, Olimpíadas | 19:31

Como acompanhar a escolha da sede dos Jogos de 2020

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O Hotel Hilton, em Buenos Aires, será palco de importantes decisões do COI nos próximos quatro dias

O COI (Comitê Olímpico Internacional) promoverá a partir deste sábado aquela que talvez será a mais importante de suas Assembleias Gerais nos últimos anos. Numa incrível coincidência, em um intervalo de apenas quatro dias acontecerão votações fundamentais para o esporte olímpico mundial: a escolha da sede dos Jogos Olímpicos de 2020, a definição do último esporte para completar o programa olímpico e a eleição do novo presidente do COI. O iG Esporte produziu um especial sobre o tema, que pode ser acessado neste link aqui.

Veja também: Conheça o vídeo oficial das cidades que concorrem aos Jogos Olímpicos de 2020

Mas para quem quiser acompanhar ao vivo toda a movimentação e resultados da votação, direto do Hotel Hilton, em Buenos Aires, o COI disponibilizará um link em seu site, prometendo transmitir tudo em tempo real. Clique aqui para acompanhar as sessões. A primeira eleição (e sem dúvida a mais aguardada) será a escolha da cidade sede de 2020.

E como o blogueiro não gosta de ficar em cima do muro, aqui vão os meus palpites: serão eleitos Tóquio, luta olímpica e Thomaz Bach, respectivamente.

Abaixo, o calendário dos principais eventos da 125ª Assembleia Geral do COI:

Sábado – 7/9*

9h – 10h10 – Apresentação da candidatura de Istambul para os Jogos de 2020
10h25 – Coletiva de imprensa do comitê de candidatura de Istambul
10h30 – 11h40 – Apresentação da candidatura de Tóquio
11h55 – Coletiva de imprensa do comitê de Tóquio
12h – 13h10 – Apresentação da candidatura de Madri
13h25 – Coletiva de imprensa do comitê de Madri
15h45 – 16h – Votação para eleger a sede das Olimpíadas de 2020
17h – 17h30 – Cerimônia de anúncio da sede das Olimpíadas de 2020
18h30 – 19h – Assinatura do contrato da cidade sede com o COI, seguida de coletiva de imprensa

Domingo – 8/9*

10h30 – 11h – Apresentação da Confederação Internacional de Beisebol e Softbol
11h – 11h30 – Apresentação da Federação Mundial de Squash
11h30 – 12h – Apresentação da Federação Internacional de Lutas Associadas
12h – 12h45 – Votação para a inclusão da 26ª modalidade no programa esportivo dos Jogos Olímpicos

Terça-feira – 10/9*

9h30 – 10h15 – Eleição dos novos membros do COI
11h – 12h – Eleição do novo presidente do COI
12h30 – Cerimônia de anúncio do novo presidente do COI
16h40 – 16h50 – Discurso de despedida do presidente Jacques Rogge
18h30 – Coletiva de imprensa com o novo presidente do COI

* Horários de Brasília

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terça-feira, 3 de setembro de 2013 Candidaturas, Olimpíadas, Vídeos | 16:12

Conheça o vídeo oficial das cidades que concorrem aos Jogos Olímpicos de 2020

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O logotipo das três cidades que são candidatas a ser a sede dos Jogos de 2020

Neste sábado, será conhecido durante a 125ª Assembleia Geral do COI (Comitê Olímpico Internacional), que será realizada em Buenos Aires, a cidade que receberá a sedes dos Jogos Olímpicos de 2020. Após uma intensa campanha para conquistar os votos dos membros da entidade, contando inclusive com cabos eleitorais de peso como os craques de futebol Lionel Messi e Zico, saberemos se a vitória ficará com Istambul (Turquia), Tóquio (Japão) ou Madri (Espanha). Todas as previsões apontam como principal favorita a candidatura japonesa.

Confira abaixo o vídeo oficial que mostra um pouco de cada uma das três candidaturas que então na briga:

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domingo, 1 de setembro de 2013 Imprensa, Isso é Brasil, Olimpíadas, Paraolimpíadas, Política esportiva | 11:40

COI não desmente documentos secretos, mas nega ‘sinal vermelho’ para 2016

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Projeto da arena de Deodoro, um dos pontos críticos apontados no relatório secreto do COI

Como não poderia deixar de ser, repercutiu como uma bomba a divulgação, por meio de reportagem exclusiva do jornalista Jamil Chade, de “O Estado de S. Paulo”, publicada neste sábado, sobre a existência de um relatório sigiloso que circula no COI (Comitê Olímpico Internacional). O documento, segundo a reportagem, diz, com todas as letras, que os Jogos Olímpicos de 2016, marcados para o Rio, correm risco em razão de atrasos nas obras das arenas, problemas na infraestrutura de transporte da cidade, déficit no número de quartos de hotel, falta de recursos de patrocinadores, entre vários pontos abordados. Estaria, portanto, segundo o tal documento, ligado o sinal vermelho para o Rio 2016.

Se confirmada a existência de tal relatório – e não tenho a menor razão para duvidar disso, conhecendo a seriedade e competência de Jamil Chade –, será o maior golpe recebido pela organização das próximas Olimpíadas, faltando menos de três anos para o evento acontecer. A partir deste domingo, quando a comissão de coordenação do COI estiver reunida no Rio, o clima certamente não será de amenidades. A cobrança deverá ser forte e pesada em cima dos integrantes do Rio 2016.

Procurado pelo blog ainda no sábado, o COI tratou de botar panos quentes na polêmica. Neste domingo, Andrew Mitchell, porta-voz da entidade, não negou a existência de um “documento sigiloso” que trata dos problemas do Rio 2016, mas fez questão de tirar o peso das informações que estão contidas nele. “Produzimos uma série de documentos em nossas reuniões, que são usados para orientar as discussões. Estes documentos são produzidos com base em critérios diferentes e você não pode simplesmente somar as cores com as quais eles são classificados para dizer que há questões importantes em áreas específicas”, explicou Mitchell, por email.

O porta-voz disse ainda que a envergadura de um projeto como o da organização dos Jogos de 2016 permite diferentes estágios de avaliação do COI. “É padrão para as comissões organizadoras ter diferentes padrões de cor durante os preparativos, como forma de separar os estágios de determinados setores da organização dos Jogos. E neste caso, pode ocorrer que alguns pontos fiquem na condição ‘vermelho’ até o final do período de preparação, embora eles serão entregues de acordo com o que foi planejado”, afirmou Mitchell, lembrando que mais informações serão fornecidas durante entrevista coletiva desta segunda-feira com a presidente da comissão de coordenação, a marroquina Nawal El Moutawakel.

Por uma infeliz coincidência, tudo isso ocorreu na mesma semana em que o Rio de Janeiro teve seu único laboratório reconhecido pela Wada (agência mundial antidoping) descredenciado, após uma série de falhas, criando uma enorme dor de cabeça para os organizadores e o próprio governo brasileiro. Afinal, é no Ladetec que seriam realizados todos os exames de dopagem das Olimpíadas e Paraolimpíadas, algo em torne de seis mil análises, no mínimo. A batalha agora é que o recredenciamento ocorra a tempo dos Jogos.

É bom, portanto, que tanto o prefeito do Rio, Eduardo Paes – que acha que vai tudo bem com a organização das Olimpíadas – e Carlos Nuzman, presidente do Rio 2016, estejam preparados, pois o COI deverá ser bem mais contundente com as cobranças desta vez.

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quinta-feira, 29 de agosto de 2013 Isso é Brasil, Olimpíadas, Paraolimpíadas, Política esportiva | 12:15

COI confia em liberação do Ladetec para 2016. Por enquanto…

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Assim ficará o Ladetec ao final das obras de ampliação para os Jogos de 2016

A retirada da credencial do Ladetec, laboratório brasileiro que foi escolhido para realizar os exames de doping durante os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, anunciada na última terça-feira, foi um vexame para todos os envolvidos na organização dos mega-eventos.  Por mais que já se esperasse a rigorosa decisão da Wada por descredenciar o único laboratório do país em condições de fazer o controle de dopagem em grandes competições, trata-se de uma falha imperdoável. Mas mesmo com o futuro do Ladetec incerto, o COI (Comitê Olímpico Internacional) ainda diz confiar em contar com o Ladetec nas próximas Olimpíadas. Ao menos na versão oficial.

Em contato com o blog, o departamento de comunicação do COI divulgou a seguinte nota: “Os últimos acontecimentos em relação ao Ladetec não comprometem o programa anti-doping dos Jogos de 2016, da mesma forma que a integridade e a qualidade das análises das amostras não serão afetadas. Vamos trabalhar com o comitê Rio 2016, a universidade em questão [UFRJ, à qual pertence o Ladetec] e o governo brasileiro para que recredenciamento do laboratório ocorra antes do início das Olimpíadas de 2016”.

Mas, ao ser questionado sobre a possibilidade do recredenciamento demorar mais do que o previsto e não acontecer até o início dos Jogos, obrigando que os controles de dopagem tivessem que ocorrer fora do Brasil, as palavras do COI foram menos enfáticas. “Esta é uma questão hipotética. Neste momento, vamos concentrar nossos esforços para ajudar o laboratório do Rio a conseguir o seu recredenciamento na Wada”.

Se estes “esforços” irão envolver mais dinheiro público investido, não dá para saber. Mas é evidente que a punição da Wada causou um enorme desconforto nos corredores do COI.

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