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Posts com a Tag Ciclo olímpico

quinta-feira, 28 de agosto de 2014 Ídolos, Seleção brasileira | 23:47

Bi na Liga de Diamante rende R$ 179 mil a Fabiana Murer

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Fabiana Murer exibe o troféu  após conquistar o título da Liga de Diamante no salto com vara

Fabiana Murer exibe o troféu após conquistar o título da Liga de Diamante

A brilhante vitória de Fabiana Murer nesta quinta-feira, que conquistou o bicampeonato da Liga de Diamante na prova do salto com vara, em Zurique (SUI), foi um dos resultados mais importantes do atletismo brasileiro em 2014, ao lado de Mauro Vinícius da Silva, o Duda, que também faturou o bi no Mundial indoor (pista coberta) na prova do salto em distância, no mês de março, na Polônia.

Em primeiro lugar, a vitória da brasileira ocorreu na competição mais badalada do atletismo mundial e que reúne as principais estrelas da modalidade. Além disso, comprovou a boa fase de Fabiana na temporada, que levou o título com a ótima marca de 4,72 m, embora já tivesse alcançado os 4,80 m na etapa de Nova York, em junho. Se tudo isso não bastasse, Fabiana Murer ainda conseguiu deixar para trás a campeã olímpica de Londres 2012, a norte-americana Jennifer Suhr, que ficou em segundo na Liga.

E o bicampeonato em Zurique serviu para rechear um pouco mais o bolso da brasileira. As quatro vitórias (Nova York, Glasgow, Monaco e desta quinta) renderam um total de US$ 40 mil para Fabiana, que ainda recebeu um prêmio geral de US$ 40 mil pelo título. Ou seja, pouco mais de R$ 179 mil seguindo a cotação desta quinta-feira. Nada mal, hein?

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segunda-feira, 25 de agosto de 2014 Mundiais, Seleção brasileira | 23:32

Tem Mundial para todos os gostos

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Sarah Menezes não lutou bem e foi eliminada logo em sua primeira luta no Mundial de judô

Sarah Menezes não lutou bem e foi eliminada logo em sua primeira luta no Mundial de judô, na Rússia

Além dos Jogos Equestres Mundiais, tratados no post anterior e que já definirão as primeiras vagas para as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, a semana promete ser agitada com a realização de Mundiais de outras modalidades olímpicas, tiodas com a participação de equipes brasileiras.

Em dois deles estão concentradas as principais esperanças de bons resultados e medalhas. O Mundial de judô, que começou nesta segunda-feira, em Chelyabinsk, na Rússia, é sem dúvida aquele onde o Brasil tem maiores chances de faturar uma ou mais medalhas de ouro. Principal aposta do COB (Comitê Olímpico do Brasil) para ajudar a alcançar a meta de 30 medalhas em 2016, o judô está no Mundial 2014 com equipe completa.

Mas na largada, nesta segunda, acabou decepcionando, com as eliminações da campeã olímpica Sarah Menezes (48 kg), derrotada pela francesa Amandine Buchard; do medalhista de bronze em Londres 2012, Felipe Kitadai (60 kg), que caiu diante do uzbeque Dyorbek Urozboev; e Eric Takabatake (60 kg), que parou nas oitavas diante do russo Beslan Mudranov. O Mundial vai até o próximo domingo.

O outro torneio que desperta a atenção dos esportes olímpicos é a Copa do Mundo masculina de basquete (nova denominação do Mundial), que será realizada na Espanha, a partir deste sábado (30). Depois do vexame de ter sido eliminado na Copa América e só assegurar sua participação via convite da Fiba (Federação Internacional de Basquete), a equipe brasileira chega ao torneio com sua força máxima, com todos os atletas que atuam na NBA, como Tiago Splitter, Anderson Varejão e Nenê Hilário, além de Marcelinho Huertas, que defende o Barcelona. Há quem aposte que o time do técnico argentino Rubén Magnano tem tudo para ficar entre os quatro primeiros.

Em outros dois Mundiais, já em andamento, o Brasil está apenas marcando presença, sem chance de medalhas. É o caso do remo, cuja competição que se realiza em Amsterdã (HOL)  tem somente um barco brasileiro (double skiff peso leve) classificado para as quartas de final. Os demais estão na repescagem, para as finais B e C.

Em Copenhague (DIN), começou nesta segunda-feira o Mundial de badminton, com cinco eliminações (três em simples masculina e femina e duas nas duplas mistas) logo de cara. Nesta terça (26), os brasileiros tentam evitar o adeus precoce na competição, com jogos em simples masculina e dupla masculina e feminina.

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domingo, 24 de agosto de 2014 Mundiais, Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 15:00

Normandia irá conhecer os primeiros classificados da Rio 2016

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A cerimônia de abertura dos Jogos Equestres Mundiais foi realizada no ´pultimo sábado, no Ornano Stadium

A cerimônia de abertura dos Jogos Equestres Mundiais foi realizada no sábado, no Ornano Stadium

A partir desta segunda-feira, na cidade de Caen, na Normandia (França), serão conhecidos os primeiros classificados para as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro, com o início das competições dos Jogos Equestres Mundiais, que na prática equivalem ao Campeonato Mundial de hipismo, que de um total de dez modalidades, contará com as três olímpicas em ação: saltos, adestramento e CCE (Conjunto Completo de Equitação).

Será justamente o adestramento que abrirá a disputa nesta segunda, com a competição prevista para terminar somente na sexta-feira (29). O Brasil, que tem vaga assegurada como país-sede dos Jogos, estará representado pelos cavaleiros João Victor Oliva (filho da ex-jogadora de basquete Hortência), Luiza Almeida, Manuel Tavares de Almeida e Pedro Tavares de Almeida.

Os três primeiros países colocados no Mundial, excluindo o Brasil, estarão classificados para as Olimpíadas.

Na quinta, dia 28, começarão as competições do CCE, que classificará para o Rio de Janeiro os seis melhores conjuntos, excluindo o Brasil, que já tem vaga assegurada. A equipe brasileira de CCE neste Mundial será formada por Gabriel Cury, Marcelo Tosi, Marcio Jorge e Ruy Fonseca.

>>> Veja ainda: Corrida para a Rio 2016 começa nesta sexta-feira

Por fim, a competição de saltos, cujo inicio oficial será em 2 de setembro (embora a prova de teste da pista seja em 31/8), que reservará vagas olímpicas para as cinco primeiras equipes classificadas no Mundial de Caen. Novamente nesta modalidade o Brasil já tem presença assegurada em 2016. A equipe brasileira que competirá na França contará com os cavaleiros Doda Miranda, Rodrigo Pessoa (campeão olímpico em Atenas 2004), Marlon Zanotelli, Pedro Veniss e Yuri Guerios.

 

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domingo, 10 de agosto de 2014 Mundiais, Olimpíadas, Seleção brasileira | 22:41

Final de semana traz saldo positivo para quatro modalidades

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Isaquias Queiroz exibe a medalha de ouro após conquistar o bicampeonato mundial de canoagem velocidade, na prova C1 500 m, em Moscou

Isaquias Queiroz exibe a medalha após faturar o bi mundial de canoagem velocidade, na C1 500 m

Pelo menos quatro modalidades olímpicas terminaram o domingo com o saldo mais do que positivo, já de olho na preparação para as Olimpíadas do Rio de Janeiro, daqui a dois anos, Vela, canoagem velocidade, maratona aquática e vôlei feminino obtiveram grandes resultados em suas respectivas competições neste fim de semana. Vamos ao balanço:

Vela

Só o fato de ter ocorrido sem maiores sobressaltos o evento-teste na Baia de Guanabara nesta semana já seria um feito a ser comemorado. Mas a vitória da dupla Martine Grael e Kahena Kunze, na classe 49er FX, confirmou a boa fase das brasileiras, que são líderes do ranking mundial da Isaf (Federação Internacional de Vela) e  já despontam como sérias candidatas a brigar por medalha em 2016. Os favoritos Robert Scheidt e Jorge Zarif, que ficaram em quatro lugar respectivamente nas classes Laser e Finn, deixam a competição com sentimento de decepção, especialmente para Zarif, que viu a medalha escapar por conta de uma quebra no leme.

Maratona aquática

Ao vencer em Lac Megantic (Canadá) mais uma etapa da Copa do Mundo de maratona aquática, a brasileira Ana Marcela Cunha assegurou matematicamente o título da competição em 2014. Foi sua terceira vitória no circuito e precisa apenas largar na próxima etapa, na China, para referendar a conquista. Para completar, ela ainda viu seu companheiro de seleção brasileira, Allan do Carmo, também vencer a prova masculina e ficar próximo do título.

Canoagem

As imagens do sábado, com o baiano Isaquias Queiroz dentro da água, a apenas dez metros antes de cruzar a linha de chegada e ganhar o título mundial da prova de C1 1.000 m de canoagem velocidade, em Moscou, vão ficar para a história. Um erro inexplicável do canoísta brasileiro, que acabou desclassificado. Só que 24 horas depois ele conseguiu mostrar uma força psicológica fora do comum e venceu neste domingo a final da C1 500 m. Foi o bicampeonato mundial do baiano nesta prova, que não é olímpica, mas Isaquias mostrou que com um pouco mais de trabalho mental para encarar os momentos de pressão, poderá ser uma bela surpresa em 2016. Ele ainda terminou a competição com uma outra medalha, o bronze na C2 200 m (outra prova não olímpica), ao lado de Erlon de Souza.

Vôlei

Não que chegue a ser uma grande surpresa a boa performance da seleção brasileira feminina de vôlei, atual bicampeã olímpica, mas é digno de registro a campanha que a equipe comandada pelo técnico José Roberto Guimarães vem cumprindo na edição deste ano do Grand Prix. Após duas semanas de disputa, as brasileiras seguem invictas na competição, feito que pôde ser acompanhado de perto pelo torcedor de São Paulo neste final de semana, com as vitórias sobre Rússia, Coreia do Sul e EUA no Ginásio do Ibirapuera.

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segunda-feira, 28 de julho de 2014 Olimpíadas, Política esportiva, Seleção brasileira | 18:30

Meta do Brasil precisa ser a de não virar a ‘Grécia de 2020’

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O judoca Ilias Iliadis, uma das seis medalhas de ouro da Grécia em 2004; Brasil precisa se organizar para nã repetir o exemplo greego em 2020

O judoca Ilias Iliadis, uma das seis medalhas da Grécia em 2004; Brasil precisa se cuidar para não repetir o exemplo greego em 2020

No post anterior, tratei de passagem do tema principal da entrevista coletiva promovida pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro), na última quarta-feira (23), sobre o planejamento da entidade visando os Jogos Olímpicos do Rio, em 2016. E os dirigentes voltaram a reafirmar a meta já anunciada ao final das Olimpíadas de Londres, em 2012, na qual vislumbram deixar o Brasil entre os dez primeiros do quadro final de medalhas, somando entre 27 e 30 pódios.

Considero esta uma meta muito ousada, especialmente para um país que somente agora parece estar começando a construir uma cultura poliesportiva (mas só começando!) e que em Londres 2012 alcançou seu melhor desempenho olímpico, com um total de 17 medalhas (apenas três de ouro).

Parte deste otimismo da cartolagem do COB  e do governo federal – principal mecenas do esporte brasileiro na última década, graças a leis de incentivo e financiamento de projetos esportivos – tem muito a ver com o ótimo resultado de diversas modalidades olímpicas na temporada de 2013, que viu a realização de vários campeonatos mundiais ou competições de primeiro nível renderem 27 medalhas.

Foi a melhor largada do Brasil em um ciclo olímpico, que compreende o período que vai do primeiro ano após uma olimpíada até a realização da edição seguinte. Que há uma evolução, isso é inegável, só tendo muita má vontade para não admitir isso. Mas bom senso não pode se confundido com pachequismo: parece-me improvável que os principais rivais do Brasil a um lugar no top 10 das medalhas em 2016 não irão evoluir tecnicamente nos próximos dois anos. É preciso aguardar um pouco mais antes de sair festejando.

Mas vamos fazer um exercício de imaginação otimista e admitir que, sim, o Brasil conseguirá alcançar a tal meta de 27-30 medalhas e ficar no top 10 ao final de 2016. Com isso resolveremos todos os problemas do esporte brasileiro? De forma alguma! A minha maior preocupação não é com o resultado do Brasil ao final do Rio 2016, mas sim com Tóquio 2020!

O maior desafio do COB e do ministério do Esporte será transformar os resultados esportivos positivos que serão obtidos daqui a dois anos em algo que se possa transformar num legado palpável para as próximas Olimpíadas. Sim, porque o próprio governo deverá tirar o pé nos investimentos oficiais após 2016 e caberá ao Comitê Olímpico Brasileiro o papel fundamental de não deixar a peteca cair.

O que o Brasil não pode, na verdade, é se transformar na “Grécia de 2020”. O país-sede dos Jogos de Atenas 2004 não é referência negativa apenas em relação à forma desorganizada que recebeu a competição, mas também do total despreparo em relação ao que faria com seus atletas quatro anos depois.

O levantamento abaixo reúne os quatro países que não estão entre os gigantes olímpicos, como EUA, Rússia, China e Alemanha, mas que organizaram edições dos Jogos nos últimos 26 anos: Coréia do Sul (Seul 1988), Espanha (Barcelona 1992), Austrália (Sydney 2000) e Grécia (Atenas 2004).

Os dados reúnem os desempenhos destes países em três edições (anterior, posterior e a dos próprios Jogos) olímpicas. Se por um lado fica claro ser quase impossível ao Brasil alcançar o padrão australiano em Tóquio 2020, me parece que com um mínimo de organização passará longe de ser transformar em uma nova Grécia. Confira:

Coreia do Sul

Los Angeles 1984
Colocação final e total de medalhas: 10º lugar, com 19 (6 Ouro/ 6 Prata/ 7 Bronze)

Seul 1988
Colocação final e total de medalhas: 4º lugar, com 33 (12 O/ 10 P/ 11B)

Barcelona 1992
Colocação final e total de medalhas: 7º lugar, com 29 (12 O/ 5 P/ 12B)

Espanha

Seul 1988
Colocação final e total de medalhas: 25º lugar, com 4 (1 O/ 1 P/ 2B)

Barcelona 1992
Colocação final e total de medalhas: 6º lugar, com 22 (13 O/ 7 P/ 2B)

Atlanta 1996
Colocação final e total de medalhas: 13º lugar, com 17 (5 O/ 6 P/ 6B)

Austrália

Atlanta 1996
Colocação final e total de medalhas: 7º lugar, com 34 (9 O/ 9 P/ 23 B)

Sydney 2000
Colocação final e total de medalhas: 4º lugar, com 58 (16 O/ 25 P/ 17 B)

Atenas 2004
Colocação final e total de medalhas: 4º lugar, com 50 (17 O/ 16 P/ 17 B)

Grécia

Sydney 2000
Colocação final e total de medalhas: 17º lugar, com 13 (4 O/ 6 P/ 3 B)

Atenas 2004
Colocação final e total de medalhas: 15º lugar, com 16 (6 O/ 6 P/ 4 B)

Pequim 2008
Colocação final e total de medalhas: 58º lugar, com 4 ( 2 P/ 2 B)

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segunda-feira, 14 de julho de 2014 Olimpíadas, Vídeos | 12:12

Hora de virar a chave: Rio 2016, agora é contigo!

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Com o final da Copa do Mundo, após o título conquistado de forma brilhante pela Alemanha neste último domingo, no Maracanã, chegou a hora de virar a a chave. O foco do mundo esportivo continua a ser o Brasil, mais precisamente o Rio de Janeiro, sede do próximo mega evento mundial, os Jogos Olímpicos de 2016.

Para ajudar a todos entrarem no clima olímpico, a Nike preparou um filme lançado nesta segunda-feira, chamado “O Amanhã Começa Agora”, com alguns de suas estrelas brasileiras das modalidades que participam do programa dos Jogos, como Ânderson Varejão e Leandrinho (basquete), Ana Cláudia Lemos (atletismo), as irmãs Maria Clara e Carol Salgado (vôlei de praia) e Yane Marques (pentatlo moderno). Tirando a estranha presença de atletas do skate e futsal (que não são esportes olímpicos), o vídeo é muito bacana.

Confira abaixo:

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sexta-feira, 30 de maio de 2014 Olimpíadas | 09:32

Corrida para a Rio 2016 começa nesta sexta-feira

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logo2016

Atualizado

Esta sexta-feira, 30 de maio, será um dia importante no calendário esportivo para os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. Na prática, a partir deste dia está aberta a corrida oficial na classificação de diversas modalidades para as próximas Olimpíadas. Os critérios de qualificação olímpica foram definidos na última Assembleia do COI (Comitê Olímpico Internacional), realizada em Sochi, durantes os Jogos de Inverno, em fevereiro deste ano.

Na prática, cinco modalidades esportivas (atletismo, ginástica artística, ginástica rítmica, trampolim acrobático e futebol) ainda não divulgaram seus critérios de classificação, mas as demais já sabem quantas vagas estão em disputa e até quando os atletas terão tempo para garanti-las. Nesta sexta, por exemplo, começará a contar o período válido do ranking mundial do judô, que classificará 386 atletas para os Jogos Olímpicos.

Veja abaixo a tabela com as modalidades que já definiram seus critérios de classificação olímpica e o número de vagas em disputa:

Modalidade              Período de classificação               Total de vagas

Badminton                   4/5/2015 a 1/5/2016                       172 (86 masc. e 86 fem)
Basquete                      14/09/2014 a 11/7/2016               24 seleções (12 masc. e 12 fem)
Boxe                             03/2015 a 06/2016                             286 (250 masc. e 36 fem)
Canoagem slalom              07/2015 a 10/7/2016                       82 (61 masc. e 21 fem)
Canoagem velocidade      19/8/2015 a 10/7/2016             248 (158 masc., 88 fem e 2 a definir)
Ciclismo BMX                    31/5/2014 a 31/5/2016             48 (32 masc. e 16 fem)
Ciclismo estrada             2015 a 15/6/2016                            211 (144 masc. e 67 fem)
Ciclismo MTB                 05/2014 a 25/05/2016                  80 (50 masc. e 30 fem)
Ciclismo pista                 15/7/2014 a 28/2/2016                 189 (99 masc e 90 fem)
Esgrima            3/4/2015 a 24/4/2016        212 (102 masc. e 102 fem + 8 vagas Brasil a definir)
Golfe                              14/7/2014 a 11/7/2016                   120 (60 masc. e 60 fem)
Handebol                       7/12/2014 a 10/4/2016                    24 seleções (12 masc. e 12 fem)
Hipismo adestramento        24/8/2014 a 20/6/2016               60 (masc. e fem)
Hipismo CCE                        27/8/2014 a 20/6/2016               65 (masc. e fem)
Hipismo saltos               31/8/2014 a 20/6/2016                     75 (masc. e fem)
Hóquei sobre grama       18/9/2014 a 12/2015                  24 seleções (12 masc. e 12 fem,)
Judô                                30/5/2014 a 29/5/2016                    386 (221 masc + 145 fem + 20 a definir)
Levantamento de peso    4/9/2014 a 19/6/2016            260 (156 masc e 104 fem)
Luta Olímpica               7/9/2015 a 8/5/2016               344 (228 masc, 108 fem + 8 a definir)
Maratona aquática        24/7/2015 a 05/2016             50 (25 masc. e 25 fem)
Nado sincronizado        2015 a 04/2016                          104 (fem)
Natação                        1º/3/2015 a 31/5/2016               900 (máximo de 26 masc. e 26 fem por país)
Pentatlo moderno            12/6/2015 a 1º/6/2016            72 (36 masc. e 36 fem)
Polo Aquático               06/2015 a 04/2016                       20 seleções (12 masc e 8 fem)
Remo                               30/8/2015 a 25/5/2016                     550 (331 masc. e 219 fem)
Rúgbi                         1º/10/2014 a 31/12/2015                  24 seleções (12 masc. e 12 fem)
Saltos ornamentais     24/7/2015 a 15/6/2016              136 (68 masc. e 68 fem)
Taekwondo                 2015 a 04/2016                                  128 (64 masc e 64 fem)
Tênis                           até 6/6/2016                                           172 (86 masc. e 86 fem)
Tênis de mesa               1º/7/2015 a 24/4/2016              172 (86 masc. e 86 fem)
Tiro com arco                 26/7/2015 a 11/7/2016           128 (64 masc. e 64 fem)
Tiro esportivo               1º/8/2014 a 31/3/2016            390 (219 masc, 147 fem + 24 a definir)
Triatlo                           05/2015 a 05/2016                       110 (55 masc. e 55 fem)
Vela                              1º/8/2014 a 1º/6/2016                380 (217 masc. e 163 fem)
Vôlei                           21/8/2015 a 06/2016                       24 seleções (12 masc. e 12 fem)
Vôlei de praia          1º/7/2014 a 17/7/2016             96 duplas (48 masc. e 48 fem)

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sexta-feira, 23 de maio de 2014 Mundiais | 19:17

Na estreia do Mundial de revezamento de atletismo, Brasil pode ser uma das surpresas

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Revezamento feminino do Brasil tem boa chance de ganhar medalha no Mundial

Revezamento feminino do Brasil tem boa chance de ganhar medalha no Mundial nas Bahamas

Um novo evento no calendário pode reservar uma surpresa ao atletismo brasileiro neste final de semana. Em Paradise Island, nas Bahamas, será realizado neste sábado (24) e domingo (25) a primeira edição do Campeonato Mundial de revezamentos de atletismo, organizado pela Iaaf (Associação Internacional de Federações de Atletismo). Em dois dias, cerca de 500 atletas, representando 48 países, disputarão provas olímpicas – 4 x 100 m e 4 x 400 m – e também que não constam no programa dos Jogos, como o 4 x 200 m , 4 x 800 m e 4x 1.500 m. E tem ainda uma graninha boa em disputa: a Iaaf distribuirá US$ 1,4 milhão (cerca de R$ 3,1 milhões) aos campeões, além de assegurar vaga no Mundial de 2015, marcado para a China.

Mas por que o Brasil, que há anos não tem obtido resultados relevantes em provas individuais, surge como candidato a fazer uma boa campanha nas Bahamas? Simplesmente porque nos revezamentos, os brasileiros vem mostrando competência e colecionando bons resultados. E se vier uma medalha, são as mulheres as maiores candidatas.

Para refrescar a memória do leitor, no Mundial de atletismo de Moscou, no ano passado, a maior chance que o Brasil teve de conquistar uma medalha foi justamente na final do 4 x 100 m feminino. Mas um erro inacreditável na passagem do último bastão entre Franciela Krasucki e Vanda Gomes custou a eliminação da equipe brasileira. Ainda assim, o Brasil terminou a temporada entre as dez melhores equipes de 2013, graças ao recorde sul-americano cravado nas semifinais (42s29).

As eliminatórias nas Bahamas do 4 x 100 m feminino acontecerão a partir das 18h49min deste sábado, com a final marcada para começar às 21h42, sempre no horário de Brasília. O quarteto brasileiro na prova foi definido, com Vanusa Santos, Franciela Krasucki, Evelyn Santos e Rosângela Santos.

Outro revezamento no qual o Brasil aparece com chance de ao menos brigar por lugar na final é no 4 x 400 m masculino. Após terminar 2013 também entre os dez melhores do mundo e aparecer nesta temporada com o terceiro melhor tempo do ano (3min03s32), os brasileiros chegam confiantes em Paradise Island. O quarteto definido para a semifinal de sábado é formado por Pedro Burmann, Wagner Cardoso, Anderson Henriques e Hugo Balduíno. A final será no domingo.

O 1º Mundial de revezamento também contará com algumas estrelas do atletismo internacional, com destaque para os jamaicanos Yohan Blake (campeão mundial  e prata olímpico nos 100 m) e Shelly-Ann Frase-Pryce (campeã mundial e olímpica nos 100 m) , além do americano LaShaw Merrit, duas vezes campeão mundial nos 400 m.

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quinta-feira, 15 de maio de 2014 Olimpíadas, Política esportiva | 15:49

Fiscalize os Jogos de 2016 em um clique

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Foi lançado nesta quinta-feira um portal que irá acompanhar todos os passos dos gastos das obras previstas para os Jogos Olímpicos do Rio, em 2016. Iniciativa dos tribunais de contas dos três poderes (União, Estado e Município), o Fiscaliza Rio 2016 (www.fiscalizario2016.gov.br) irá permitir que qualquer pessoa, inclusive no exterior (o portal tem versões em inglês e espanhol),  possa ficar por dentro dos gastos, execução de projetos, legado e notícias referentes aos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. O site pode ser acessado neste link.

Situação no canteiro de obras da Vila dos Atletas, em Jacarepaguá, em fevereiro de 2014

Situação no canteiro de obras da Vila dos Atletas, em Jacarepaguá, em fevereiro de 2014

E logo em seu lançamento, já traz alertas importantes. Chama a atenção, por exemplo, um dos artigos publicados, no qual o TCU “constatou riscos para a governança dos Jogos Rio 2016, após verificação da estrutura dos agentes envolvidos na gestão dos eventos”. Segundo o texto, entre os riscos encontrados na auditoria, está o de “após o fechamento das operações do Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016, os governos terem de realizar aportes significativos a fim de cobrir as obrigações assumidas pela entidade, com as conhecidas limitações do controle a posteriori, sobretudo em se tratando de empreendimentos temporários, os quais não deixam vestígios para aferição da sua efetiva realização”. O texto completo pode ser visto aqui.

O portal permitirá que o internauta acompanhe a atuação dos três Tribunais. O TCE-RJ (Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro), por exemplo, é o órgão responsável por fiscalizar ações que envolvem recursos estaduais, como por exemplo, as obras de mobilidade urbana de trem e metrô e da adequação do Parque Aquático Júlio Delamare.

Já o TCU (Tribunal de Contas da União) está centrado para ações realizadas com recursos da União e de instituições financeiras federais, como BNDES e CEF, acompanhando as obras de energia elétrica, as do Complexo Esportivo de Deodoro e do velódromo. O TCMRJ fiscaliza projetos executados com recursos dos cofres municipais, ou através de parcerias público-privadas, tais como as de insfraestrutura do Parque Olímpico.

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terça-feira, 13 de maio de 2014 Olimpíadas | 13:46

Com data provisória, federação de tiro confirma evento-teste no Sambódromo para setembro de 2015

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Enquanto segue a guerra fria entre dirigentes de federações internacionais e integrantes do comitê do Rio 2016 a respeito dos atrasos na entrega das instalações para as próximas Olimpíadas, existe quem esteja pensando de forma prática e divulgando seu planejamento até os Jogos. Este foi o caso da Fita (Federação Internacional de Tiro com Arco), que anunciou na última sexta-feira seu calendário de competições internacionais para a temporada de 2015 e nele consta a data do evento-teste da modalidade para o Rio de Janeiro em setembro do ano que vem, ainda com data a ser confirmada.

O sambódromo receberá as provas do tiro com arco nas Olimpíadas de 2016

O sambódromo carioca receberá as provas do tiro com arco nas Olimpíadas de 2016

Nos Jogos do Rio, as provas do tiro com arco irão acontecer no Sambódromo, na prática uma das poucas instalações olímpicas que já estão prontas. No calendário da Fita, foi reservada a data do evento-teste para o período de 17 a 24 de setembro de 2015. A data, contudo, ainda precisa ser oficializada pelo comitê do Rio 2016.

Outras modalidades esportivas já começam a se mexer para marcar eventos que irão testar as instalações olímpicas, mas a maioria depende do cronograma de obras (que está muito atrasado) no Rio de Janeiro. O primeiro evento-teste do Rio 2016 ocorrerá entre 2 a 9 de agosto deste ano, com a disputa de uma competição de vela na Baia da Guanabara. Até maio de 2016, os organizadores programam organizar 45 eventos que irão testar as instalações dos Jogos.

Entre os meses de julho a outubro de 2015, estão previstas competições ao ar livre, como triatlo, maratona e vôlei de praia. De novembro de 2015 a janeiro de 2016, a previsão é que se realizem eventos nos ginásios que já estiverem prontos. O último período de competições será entre março e maio de 2016, quando acontecerão alguns dos maiores eventos-teste, como atletismo e natação, quando todas as operações envolvendo os Jogos serão avaliadas. O Rio 2016 pretende divulgar o calendário completo ao longo deste ano. A conferir.

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