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Posts com a Tag Cesar Cielo

sexta-feira, 16 de março de 2012 Ídolos, Olimpíadas, Seleção brasileira, Uniformes | 15:16

Cesar Cielo e 'touca veloz'

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A nova touca de Cesar Cielo, que ele vem usando no Sul-Americano de natação

Em Belém (PA), onde integra a seleção brasileira de natação que participa do Sul-Americano da modalidade, Cesar Cielo  já alcançou feitos consideráveis, como a melhor marca do ano nos 50 m borboleta, na última quarta-feira. Nesta sexta-feira, ele ainda participará da final dos 50 m livre, sua prova favorita e na qual é candidato a conquistar a medalha de ouro nas Olimpíadas de Londres 2012.

Em todas estas provas, uma característica marcante foi a nova touca utilizada pelo campeão olímpico dos 50 m livre (Pequim 2008), toda estilizada e com o sobrenome do nadador repletos de “os”. como mostra a foto que abre este post.

Mas de onde veio a ideia desta touca? O próprio Cielo responde: “A inspiração para a nova touca veio do Valentino Rossi  [piloto italiano, nove vezes campeão mundial de motovelocidade]. Quando vê, já passou”, brincou o nadador.

Bem, se quando não usava a”touca veloz”, Cielo já se transformou no maior nome da natação brasileira e um dos favoritos ao ouro olímpico em Londres 2012, o que dirá agora, hein?

Atualização:  bem, pelo jeito a tal touca está deixando Cielo inspirado mesmo, porque na noite desta sexta-feira, ele simplesmente pulverizou o melhor tempo do ano nos 50 m livre, com 21s85, deixando para trás o compatriota Bruno Fratus, que o havia derrotado nas eliminatórias da manhã.

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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas, Pan-Americano, Seleção brasileira | 20:48

Caso Simone Alves põe controle de doping do Brasil na berlinda mais uma vez

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Simone comemora a vitória no Troféu Brasil de 2011. Desde então, ela vive um inferno

Estou bastante curioso para saber qual será o desfecho de mais um polêmico caso de doping no esporte brasileiro, o da fundista Simone Alves, cujo exame antidoping realizado em agosto do ano passado no Troféu Brasil de atletismo deu positivo para EPO (Eritropoetina Recombinante). Por causa deste resultado, a atleta foi suspensa preventivamente do esporte, perdeu a marca conquistada na prova – o recorde sul-americano dos 10.000 m, que já durava desde 1993 -, foi cortada da equipe brasileira que disputou os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara e para piorar, foi mandada embora de seu clube, a BM&F.

O problema é que nesta segunda-feira, o caso de Simone foi analisado pelo STJD da CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo), que confirmou um veredicto anterior da CND (Comissão Nacional Disciplinar), optando por não punir a atleta. Os dois órgãos deram parecer positivo à defesa da atleta, que alegou várias irregularidades na coleta de seu exame, como erro na identificação da amostra B da urina de Simone, e autorização para que ela deixasse a sala do antidoping, atendendo a a insistentes pedidos para que ela desse entrevista a uma emissora de TV (sim, às vezes nós jornalistas somos malas mesmo!).

Simone não só deixou a sala de coleta como carregou consigo o frasco da amostra, deixado no chão enquanto ela dava a tal entrevista. Tudo isso, de acordo com os advogados, com anuência da fiscal que estava responsável pela coleta da atleta!

Todo este caso me parece surreal. Primeiro pelo fato de terem permitido que Simone Alves deixasse a área de doping para dar uma entrevista, antes que o procedimento da coleta tivesse sido concluído. Depois, o resultado de duas instâncias jurídicas da CBAt terem decidido absolver a atleta, mas ainda assim a entidade decidiu que irá recorrer da decisão à Iaaf (Associação Internacional das Federações de Atletismo) ou até mesmo à CAS (Corte Arbitral do Esporte). Os dirigentes da CBAt argumentam que a EPO que apareceu no exame de Simone é injetável e não poderia de forma alguma ter contaminado sua urina externamente.

Veja também: As mudanças que virão a partir da absolvição de Cesar Cielo

O problema é que nesta história toda, já se passaram mais de quatro meses desde que o caso foi anunciado oficialmente (em outubro, véspera do Pan de Guadalajara). Neste meio tempo, Simone Alves teve sua reputação jogada na lata do lixo, perdeu o emprego, viu uma quebra de recorde ir por água abaixo, ficou fora do Pan e não irá às Olimpíadas de Londres provavelmente. Por enquanto, até que se prove o contrário, ela é inocente.

Sem contar que o próprio controle de doping no Brasil passa por um momento delicado, após o vexame ocorrido com o único laboratório do país credenciado pela Wada (Agência Mundial Antidoping), a Ladetc (Laboratório de Controle de Doping), do Rio, que apontou erroneamente um caso positivo no jogador de vôlei de praia Pedro Solberg. O erro foi tão grande que o laboratório foi suspenso pela Wada por seis meses.

Já disse aqui que há casos de doping que são tratados de forma diferente, conforme a importância do atleta. Cesar Cielo teve seu caso de doping por furosemida julgado em tempo recorde na CAS, menos de um mês de divulgado e às vésperas do Mundial de Xangai. Não há a menor dúvida que o peso do ouro olímpico e dos recordes mundiais de Cielo tenha tido uma influência para acelerar o julgamento.

Simone Alves, enquanto isso, passará por mais algum tempo (sabe-se lá quanto tempo) tentando comprovar sua inocência ou tendo que cumprir um gancho por uso de substância proibida. Quando isso será resolvido, ninguém sabe. E quem paga o prejuízo, no final, é a atleta, de um jeito ou de outro.

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 15:00

E o Brasil, acredite, já é considerado uma “potência esportiva”

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Cesar Cielo exibe a medalha de ouro nos 50m livre do Mundial de Xangai

A notícia chega a ser surpreendente, dada à nossa habitual monocultura esportiva, onde só o futebol costuma ser lembrado como um exemplo de sucesso internacional: dados organizados pela agência de marketing esportivo HS&E (Havas Sports & Entertainment) apontam o Brasil como uma das 20 maiores potências esportivas do mundo.

O resultado causa surpresa porque historicamente o desempenho brasileiro nos esportes olímpicos ainda é modesto, embora esta situação esteja mudando nos últimos 16 anos, mas especificamente desde as Olimpíadas de Atlanta 1996. O estudo da HS&E, chamado “Nations os Sports”, é realizado desde 2005 e avalia anualmente o desempenho de 119 países que tenham conquistado ao menos uma medalha (ouro, prata ou bronze) em esportes olímpicos, automobilísticos ou modalidades reconhecidas pelo COI (Comitê Olímpico Internacional).

No levantamento que foi divulgado em janeiro, referente ao desempenho no ano de 2011, o Brasil aparece pela primeira vez entre as 20 principais nações esportivas do planeta, ocupando a 17ª posição, com 27 ouros, 19 pratas e 29 bronzes, em todas as competições internacionais realizadas na última temporada. Em 2010, o Brasil aparecia em 26º lugar, ganhando, portanto, nove posições no ranking. Levando-se em conta somente as competições olímpicas realizadas em 2011, com objetivo de preparação para as Olimpíadas de Londres 2012, o desempenho brasileiro foi ainda melhor: 13º lugar, com 15 ouros, oito pratas e 11 bronzes (total de 34). Ficou à frente, inclusive, de outros países com mais tradição olímpica, como Espanha (14º) e Canadá (17º).

“O fato de o Brasil ter sido escolhido para sediar as Olimpíadas de 2016 é um dos motivos deste crescimento. Com a proximidade do evento, os esportes olímpicos ganham maior destaque e investimento. Além disso, os atletas apresentam motivação extra para ter um grande desempenho em casa”, afirma Eduardo Corch, diretor da HS&E.

E o grande responsável por este “salto de qualidade” do Brasil na pesquisa da HS&E foi o desempenho da natação, com 14 medalhas (oito de ouro, uma de prata e cinco de bronze), sendo que seis destas medalhas foram conquistadas somente por Cesar Cielo, grande favorito a conquistar ao menos uma medalha de ouro nas Olimpíadas de Londres 2012.

Agora, tirando o fato de que é impossível discutir contra números, faço uma provocação ao título de meu próprio post, e convido todos a uma sincera reflexão: analisando mais profundamente a realidade do esporte brasileiro, que costuma viver de esporádicos exemplos de gênios esportivos (como é Cielo, como foi Guga, Juliana/Larissa, Rodrigo Pessoa etc), será que podemos mesmo chamar o Brasil de “potência esportiva”? Dá pra falar em potência esportiva vendo tantos exemplos de confederações mal administradas neste país e que mal realizam o básico na política de descobrimento de novos talentos?

Sinceramente, o caminho do Brasil para chegar até lá ainda é muito longo.

Confira abaixo os 20 primeiros colocados no estudo da HS&E, levando-se em conta apenas as competições olímpicas de 2011:

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terça-feira, 10 de janeiro de 2012 Ídolos, Olimpíadas, Seleção brasileira, Vídeos | 15:28

Cesar Cielo e o ano da consagração

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Se existe algum atleta do Brasil que larga na frente na bolsa de apostas para ganhar uma medalha nas Olimpíadas de Londres 2012, este atende pelo nome de Cesar Cielo Filho. Ao completar 25 anos nesta terça-feira, Cielo aparece em todas as prévias como grande favorito a conquistar o bicampeonato olímpico nos 50 m livre. E olha que ele tem tudo para voltar com medalha nos 100 m livre também…

Ninguém brilhou tanto neste último ciclo olímpico quanto Cielo. Após o ouro em Pequim 2008, vieram os títulos e recordes mundiais nos 50 m livre, 100 m livre e 100 m borboleta e fez barba e cabelo nos Jogos Pan-Amnericanos de Guadalajara, em 2011.

Neste mesmo período olímpico, o nadador marcou um golaço e mostrou que é possível fazer uma preparação em alto nível sem precisar morar nos EUA, ao criar o PRO16, reunindo ao seu lados alguns dos melhores nadadores, técnicos e demais profissionais ligados à natação, cujo objetivo final é ganhar o maior número de medalhas possível nas Olimpíadas do Rio 2016.

Cielo passou também por um momento complicado em 2011, com o seu caso de doping por furosemida, que culminou na polêmica decisão da CAS (Corte Arbitral do Esporte) em confirmar somente a pena advertência dada pela CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos), às vésperas do Campeonato Mundial de Xangai (China). O fato despertou a revolta de vários nadadores, entre eles um de seus maiores rivais, o francês Alain Bernard.

Polêmicas à parte, o fato é que Cielo tem tudo para entrar de vez na história como um dos maiores atletas brasileiros da história. Quem sabe repetindo o que fez há quatro anos, lá em Pequim, como mostra o vídeo abaixo.

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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 Listas, Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 15:09

Delegação brasileira para as Olimpíadas tem até lista de espera

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Ricardo Winick, o Bimba, assegurou a vaga brasileira para Londres 2012 na RS:X

E a lista da delegação do Brasil para a disputa dos Jogos Olímpicos de Londres, no ano que vem, ganhou mais dois integrantes nesta última quarta-feira, graças à classificação de Ricardo Winicki, o Bimba, na classe RS:X, e de Bruno Fortes na Laser, durante a disputa do Mundial de Perth, na Austrália. Desta forma, já são 129 os atletas brasileiros que asseguram sua própria classificação ou para suas respectivas modalidades nos Jogos de 2012.

Confira a relação dos brasileiros classificados para Londres 2012

O inusitado é que a lista da delegação olímpica do Brasil tem até uma espécie de “lista de espera”. Sim, porque a natação, por exemplo, já conta com 12 atletas que estabeleceram o índice para Londres 2012, mas a confirmação só virá no ano que vem. O mais recente integrante desta “lista de espera” é Nicolas Oliveira, que durante o Torneio Open de natação, nesta quinta-feira, fez o índice nos 100 m livre.

A relação de atletas que já cravaram a marca necessária para carimbar o passaporte olímpico conta inclusive com alguns nomes só não irão a Londres por conta de algum acidente de percurso. É o caso, por exemplo, de Cesar Cielo, Thiago Pereira, Kaio Márcio e Felipe França. Estes daí já podem ir arrumando as malas.

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sexta-feira, 11 de novembro de 2011 Imprensa, Olimpíadas, Seleção brasileira | 17:05

Jornal americano prevê recorde de ouros do Brasil em 2012

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Everton Lopes foi apontado pelo "USA Today" para ganhar uma medalha de ouro em 2012

O pessoal do COB (Comitê Olímpico Brasileiro) deve ter comemorado bastante a última projeção que o site do jornal americano “USA Today” fez em relação ao quadro de medalhas dos Jogos Olímpicos de Londres, no ano que vem. Nesta mais recente classificação – a lista costuma ser atualizada a cada dois meses, mais ou menos -, os jornalistas do “USA Today” fizeram uma análise bastante favorável ao Brasil, prevendo que a delegação terminará os Jogos de 2012 com oito medalhas de ouro, o que representaria um recorde na participação brasileira olímpica.

O COB, que não costuma fazer projeções de medalhas em Olimpíadas ou mesmo Pan-Americanos, já chegou a declarar, na palavra de seu superintendente Marcus Vinícius Freire, que espera algo em torno de 15 medalhas na campanha de Londres 2012. Mas nesta previsão do ‘USA Today”, o Brasil terminaria os Jogos com 18 medalhas. Além das oito de ouro já citadas, seriam mais quatro de prata e seis de bronze.

Entre os prováveis ganhadores do ouro para o Brasil, indicados pelo jornal americano, estão algumas “barbadas”, como o nadador Cesar Cielo, nos 50 m livre; a dupla Juliana e Larissa, no vôlei de praia; a dupla Robert Scheidt/Bruno Prada, na vela (classe Star);  as duas seleções de vôlei (masculina e feminina); a seleção masculina de futebol; e por fim, no atletismo, Fabiana Murer (salto com vara). A novidade foi a inclusão do boxeador Everton Lopes, que recentemente foi campeão mundial dos meio médio ligeiros.

As demais medalhas brasileiras na lista do “USA Today” seriam as seguintes, de acordo com a última projeção:

Prata: Alison/Emanuel (vôlei de praia); Arthur  Zanetti (ginástica artística/argolas); Sarah Menezes e Leandro Guilheiro (judô)

Bronze: Esquiva Florentino Falcão (boxe); Jade Barbosa (ginástica artística/salto); Rafaela Silva, Leandro Cunha e Mayra Aguiar (judô); e Cesar Cielo (natação/100 m livre)

Ah, detalhe importante: as grandes estrelas individuais do Pan de Guadalajara passarão em branco nas Olimpíadas de Londres, segundo o “USA Today”: Diego Hypólito (4º lugar no solo) e Thiago Pereira (5º lugar nos 400 m medley).

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sexta-feira, 9 de setembro de 2011 Isso é Brasil, Paraolimpíadas, Seleção brasileira | 15:57

Doping no Brasil ataca até no esporte paraolímpico

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Estava até estranhando a falta de notícias sobre doping no esporte brasileiro. Eis que o CPB (Comitê Paraolímpico Brasileiro) anuncia nesta sexta-feira o caso de teste positivo de Sandro Alves da Silva, do levantamento de peso, que no último dia 28 de maio foi flagrado no exame antidoping com a substância Metilhexanoamina, durante a etapa regional do Circuito Loterias Caixa Brasil de halterofilismo, em Brasília.

O Tribunal Disciplinar do CPB já anunciou que o atleta está suspenso por seis meses a partir da data do exame positivo e que todos os resultados obtidos por Sandro Alves da Silva desde então estarão anulados.

É mais um caso de doping no esporte brasileiro. E o pior, justamente numa categoria de atletas que carrega uma imagem altamente positiva para o grande público, em razão da força de superação exibida por todos eles nas competições.

Com certeza, um caso como este não contribuí em nada para a boa imagem do esporte paraolímpico brasileiro.

PS: para efeito de registro, vale relembrar aqui os principais casos de doping do esporte brasileiro em 2011, sendo o mais rumoroso deles o do nadador Cesar Cielo, que acabou absolvido pea CAS (Corte Arbitral do Esporte) e pôde competir no Mundial de Xangai, onde conquistou duas medalhas de ouro

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domingo, 14 de agosto de 2011 Ídolos, Imprensa, Olimpíadas | 23:33

Para USA Today, Fabiana Murer ainda é favorita para 2012

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Fabiana Murer durante a conquista do título sul-americano do salto com vara

No último mês de março, em um dos primeiros posts deste blog, comentei sobre um levantamento feito pelo jornal americano “USA Today”, que faz uma espécie de termômetro dos prováveis resultados dos Jogos Olímpicos de Londres, no ano que vem. Trata-se de um misto de futurologia com estudo baseado em resultados nos mais diversos eventos disputados por todo o planeta. E a proposta é deixar a lista sempre atualizada.

Na edição de março, o site do “USA Today” previa que o Brasil terá um total de 15 medalhas nos Jogos do ano que vem (cinco de ouro, cinco de prata e cinco de bronze). A conta mudou um pouco na última lista, atualizada no final de julho. O total de medalhas do Brasil diminuiu (passou para 13), mas o número de ouros aumentou (são seis nesta última relação). Estão previstas ainda cinco de prata e duas de bronze.

Entre as seis conquistas brasileiras previstas pelo jornal americano, uma continua presente de forma surpreendente. Para o “USA Today”, Fabiana Murer será a campeã olímpica no salto com vara feminino. E olhe que neste começo de temporada ela ainda não repetiu a mesma performance de 2010 e sequer tem a melhor marca do ano – que pertence à americana Jennifer Suhr, que tem 4,91m contra 4,71m da brasileira.

Sinal que a confiança internacional na performance de Fabiana Murer supera até mesmo os melhores resultados de suas adversárias.

PS: antes que eu me esqueça, os possíveis campeões olímpicos brasileiros apontados na lista do “USA Today” são Cesar Cielo (natação – 50m livre), Robert Scheidt/Bruno Prada (Vela – Star), Juliana/Larissa (vôlei de praia) e seleções masculina e feminina de vôlei.

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quarta-feira, 10 de agosto de 2011 Isso é Brasil, Seleção brasileira | 23:39

Doping no esporte brasileiro também chega ao judô. Vergonha!

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Taciana Lima testou positivo para Furosemida

É inacreditável, mas dia sim, outro também, pinta um novo caso de doping no esporte brasileiro. Desta vez, em um furaço do companheiro Rodrigo Farah, do iG Esporte, ao noticiar o caso positivo da judoca Taciana Lima, da categoria ligeiro (até 48 kg), que foi flagrada com a substância Furosemida – a mesma que apareceu no famoso suplemento alimentar de Cesar Cielo -, durante exame realizado na etapa da Copa do Mundo, em São Paulo, no final de junho.

Parece brincadeira, mas é extremamente preocupante a quantidade de casos que vem pipocando ou tendo julgamentos com resultados “estranhos”, quando o assunto é relacionado a doping no Brasil. Aquele sujeito mais otimista irá analisar de forma positiva e entender que está sendo feito um controle cada vez mais rígido no esporte brasileiro.

Eu, como sou mais cético e chato, prefiro acreditar que a moçada anda descuidada demais, cusonumindo estes suplementos de origem extremamente duvidosa e não avaliam os riscos que podem causar. Ou então são burros mesmo!

Bom, a lista vai só aumentando: Cesar Cielo, Henrique Barbosa, Nicholas Santos, Vinicius Waked, geisa Arcanjo, Fabíola Molina, vários casos (omitidos) no ciclismo brasileiro, e agora Taciana Lima. Sem contar os casos recentes, de Daiane dos Santos e o escândalo da extinta equipe Rede, de atletismo, em 2009.

Vergonha é pouco!

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terça-feira, 9 de agosto de 2011 Isso é Brasil, Seleção brasileira | 23:29

Mais um caso de doping no Brasil termina em "advertência"

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A arremessadora Geisa Arcanjo, no Mundial Juvenil de 2010, quando foi pega no doping

Cada vez mais eu fico sem entender os critérios nos julgamentos de casos de dopingo no Brasil. Quer dizer, na verdade eu entendo, mas é que é duro de engolir certas decisões. A arremessadora Geisa Arcanjo teve julgado nesta terça-feira, em Manaus (AM), o recurso da Anad (Agência Nacional Antidoping), que não concordou com a decisão de advertência aplicada à atleta no primeiro julgamento, em março deste ano.

No ano passado, Geisa testou positivo para a substância Hidroclorotiazida, justamente na prova em que ganhou a medalha de ouro no Campeonato Mundial Juvenil do Canadá, em julho de 2010. A atleta estava sem competir há um ano, desde o resultado do exame.

Em março último, Geisa recebeu somente uma advertência. E na sessão desta terça-feira, o plenário do Tribunal resolveu, por unanimidade, manter a advertência. Mais um caso de advertência em doping, pior ainda que o de Cesar Cielo e de outros três nadadores, que ainda puderam convencer a CAS (Corte Arbitral do Esporte) que houve uma manipulação cruzada em um suplemento alimentar. Desta vez, nem isso!

Os nobres membros do STJD (Supremo Tribunal de Justiça Desportiva), em sua decisão unânime, entenderam que a substância Hidroclorotiazida, presente num chá verde emagrecedor (mais um caso explícito de “doping burro”), “não trouxe ganho de rendimento para a atleta”, acompanhando o voto da relatora Maria Auxiliadora dos Santos Benigno.

Para o leigo, que não conhece ou tem os detalhes jurídicos do processo, parece tratar-se de mais uma decisão onde a importância do atleta foi decisiva no julgamento. Cada vez mais fica a certeza, para mim, que a legislação mundial a respeito do doping precisa mudar, para evitar que casos parecidos tenham decisões absurdamente opostas.

Que Geisa Arcanjo aprenda bem a lição e possa, a partir deste episódio que atrasou sua carreira em pelo menos um ano, conseguir brilhantes resultados nas competições nacionais e internacionais.

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