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Posts com a Tag Atenas 2004

sábado, 4 de junho de 2011 Ídolos, Olimpíadas, Seleção brasileira | 20:44

Daiane volta para iniciar o caminho do adeus

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Daiane dos Santos exibe o collant da seleção brasiliera

Uma bela notícia para o esporte olímpico brasileiro o retorno às competições da ginasta Daiane dos Santos, que após três anos afastada voltou a competir neste sábado, durante o Troféu Brasil de ginástica artística, realizado em Brasília. Além disso, mostrou um pouco de seu inegável talento, conseguindo cravar o tradicional Duplo Twist Carpado e obtendo a nota mais alta na apresentação do solo. Por fim, ainda recebeu da CBG (Confederação Brasileira de Ginástica) a confirmação que está de volta à seleção brasileira. Mas que ninguém se engane: Daiane está voltando para preparar o adeus.

Aos 27 anos, Daiane vive os últimos momentos de uma carreira brilhante. Ninguém tem duas finais olímpicas no currículo à toa (Atenas-04 e Pequim-08), sem esquecer um título mundial no solo. Mas a ginástica artística costuma ser impiedosa com quem tenta desafiar os limites do tempo. E Daiane já chegou a este limite faz tempo.

E se não bastasse ter passado por uma cirurgia no joelho, Daiane dos Santos ainda amargou uma suspensão por doping (estranhamento ignorado no texto divulgado pela assessoria de imprensa do Pinheiros), por ter tomado um chá para emagrecimento que continha uma substância proibida. Uma bobagem tremenda, ainda mais para uma atleta experiente como ela.

Que Daiane dos Santos tenha amadurecido nestes três longos anos longe das competições, aprendido com os erros, como este estúpido de seu doping. E para todos nós, vamos tratar de aproveitar os últimos momentos de um destes raros talentos que os deuses do esporte vez por outra colocam no Brasil. E quem sabe não vê-la fazer uma despedida em alto estilo, brigando por uma medalha nas Olimpíadas de Londres, em 2012.

Veja também:

Um exemplo de desperdício na ginástica artística

O adeus de um herói da era pré-Phelps

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quarta-feira, 18 de maio de 2011 Olimpíadas | 23:13

Maratona da tocha de Londres-12 terá quase 13 mil km

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O ex-atleta olímpico Jonathan Edwards ao lado de alunos de uma escola inglesa, em Land's End

Os organizadores dos Jogos Olímpicos de Londres, no ano que vem, anunciaram nesta quarta-feira o trajeto completo da maratona da tocha olímpica, que começará daqui a exatamente um ano. No total, serão percorridos 12.875 quilômetros ao longo de todo o Reino Unido. A partir de 19 de maio de 2012, 8 mil pessoas, 90% delas formadas por pessoas comuns, começarão o revezamento da tocha, que só terminará 70 dias depois, em 27 de julho, data de abertura das Olimpíadas.

“A chama olímpica irá brilhar em todos os países da região e o Reino Unido mostrará o melhor de quem somos e onde vivemos”, afirmou Sebastian Coe, presidente do comitê organizador dos Jogos de Londres.

A chama olímpica chegará da Grécia no dia 18 de maio e a maratona da tocha começará no dia seguinte em Land’s End, o ponto mais ocidental do continente inglês. Desta vez, ao contrário do que ocorreu antes dos Jogos de Atenas (2004) e Pequim (2008), não haverá o revezamento da tocha em outros países.

A enxurrada de protestos ocorridos em defesa dos direitos humanos contra a China, nos Jogos anteriores, deve ter servido de argumento para os organizadores dos Jogos de 2012 não experimentarem algo semelhante desta vez.

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segunda-feira, 21 de março de 2011 Imprensa, Olimpíadas | 10:27

Jornal americano prevê cinco ouros para o Brasil em 2012

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Americano adora fazer uma prévia olímpica. A cada quatro anos, vende como água no deserto uma edição especial da conceituada revista esportiva “Sports Illustrated”, que traz uma previsão dos Jogos Olímpicos prestes a acontecer. Comparado com o que rola nas Olimpíadas de fato, o resultado é bastante razoável, com exceção de um ou outro erro mais bizarro.

Agora, foi a vez da versão online do jornal “USA Today” dar uma de Mãe Dinah. Quando faltam menos de  500 dias para o início das Olimpíadas de Londres, a publicação começou a soltar uma prévia mensal daquele que imagina que será o quadro final de medalhas da competição. Nele, além de mostrar que os EUA superarão a China por pouco na primeira colocação, mostra que o Brasil ganhará cinco ouros nos Jogos britânicos. Confira abaixo:

O número de medalhas de ouro, idênticos à campanha de Atenas-04, mostram algumas apostas bem possíveis, como as vitórias de uma dupla do vôlei de praia feminino; das seleções masculina e feminina de vôlei de quadra; e o triunfo de César Cielo nos 50m livre. A única previsão meio maluca feita pelo “USA Today” é Fabiana Murer superar a russa Ielena Isinbayeva e ficar com o ouro no salto com vara. Diante da qualidade da russa, nem o mais pacheco dos brasileiros irá ousar sonhar com este feito.

As demais previsões dos americanos em relação ao Brasil são bem conservadoras. O jornal acredita que o país terá um total de 15 medalhas. Serão cinco de prata, sendo duas no futebol (masculino e feminino); uma dupla no vôlei de praia feminino;  Leandro Guilheiro, no judô; e César Cielo, nos 100m livre. Virão ainda, de acordo com o “USA Today”, mais cinco medalhas de bronze, com uma dupla no vôlei de praia masculino; Luciano Correa e Thiago Camilo, no judô; uma dupla da classe Star, na vela; e com Thiago Pereira, nos 200m medley.

Vale esperar a próxima avaliação dos americanos e ver o que irá mudar em relação à esta primeira lista. E você, tem alguma aposta também? Manda aí pra gente ver.

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quarta-feira, 16 de março de 2011 Almanaque, Olimpíadas | 16:36

Medalha, medalha, medalha…

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O ciclista britânico Chris Hoy, ouro e recorde olímpico na prova de velocidade, em Pequim-08

Deveria ser proibido, até por decreto, fazer previsão de medalhas em Olimpíadas, tal qual uma Mãe Dinah esportiva. Esporte não é ciência exata e se os economistas cansam de errar previsões a respeito de índices de crescimento ou de inflação, o que dirá sobre resultados numa competição. Patético.

Mas a chefe-executiva das Olimpíadas de Londres, Liz Nicholl, parece que gosta de brincar com fogo. Em uma entrevista à rede de TV inglesa “BBC”, ela declarou que o planejamento da Grã-Bretanha para os Jogos é o de superar as 47 medalhas conquistadas em Pequim-08, quando os britânicos terminaram em quarto lugar no quadro geral de medalhas. “A ginástica e o boxe, que contará com a participação feminina, fará com que possamos conseguir mais medalhas do que em Pequim”, disse Nicholl.

Apesar de fazer uma previsão ousada, a dirigente tem uma certa dose de razão, se levar em conta a tradição dos últimos países anfitriões.  A China teve um aumento de mais de 58% em suas medalhas conquistadas em Pequim, tendo como comparação os Jogos de Atenas, em 2004: passou de 63 para 100 medalhas. Se repetir o exemplo chinês, a Grã-Bretanha irá chegar a um total de 74 medalhas, um feito notável.

A única exceção neste recente história ocorreu com os EUA, que ganhou mais medalhas em Barcelona-92  do que quando organizou o evento, em 1996, na cidade de Atlanta.

Confira abaixo o desempenho dos últimos países anfitriões antes e nas Olimpíadas que organizaram:

China
2004 (Jogos de Atenas) – 63 medalhas
2008 (Jogos de Pequim) – 100 medalhas

Grécia
2000 (Jogos de Sydney) – 13 medalhas
2004 (Jogos de Atenas) – 16 medalhas

Austrália
1996 (Jogos de Atlanta) – 41 medalhas
2000 (Jogos de Sydney) – 58 medalhas

EUA
1992 (Jogos de Barcelona) – 108 medalhas
1996 (Jogos de Atlanta) – 101 medalhas

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terça-feira, 1 de março de 2011 Ídolos, Olimpíadas, Pré-Olímpico | 14:39

Scheidt x Grael: um clássico muito longe de terminar

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Robert Scheidt e Bruno Prada em ação pela classe Star, durante a última Semana de Vela, quando conquistaram um lugar na equipe brasileira que tentará vaga em Londres-12

Ao garantir sua classificação para integrar a Equipe Brasileira de Vela na classe Star, no último final de semana, durante a Semana de Vela, em Santa Catarina, o iatista Robert Scheidt, ao lado de seu companheiro Bruno Prada, terá o apoio do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e da Confederação Brasileira de Vela e Motor (CBVM) para brigar por uma vaga nas Olimpíadas de Londres, no ano que vem. Ao mesmo tempo, acirrará um verdadeiro “clássico” das águas, contra ninguém menos do que Torben Grael.

Marcelo Ferreira e Torben Grael comemoram o ouro em Atenas-04

Bem mais experiente do que Scheidt na Star, Torben conta com o currículo de conquistas como sua maior arma na briga por esta vaga olímpica.  São duas medalhas de ouro olímpicas (Atlanta-96 e Atenas-04) e duas de bronze (Seul-88 e Sydney-00) obtidas ao longo de sua carreira nesta classe. Já Scheidt, uma verdadeira lenda na Laser, onde foi bicampeão olímpico (Atlanta-96 e Atenas-04) e oito vezes campeão mundial, ainda está começando a colher os melhores resultados. Foi campeão mundial da Star em 2007 (Portugal), enquanto que no ano seguinte, nas Olimpíadas de Pequim, Scheidt ficou com a medalha de bronze. Ou seja, teremos uma briga boa pela frente.

Antes de pensar em Olimpíadas de 2012, porém, é necessário garantir a vaga olímpica, o que será feito no Mundial de Perth (Austrália), em dezembro deste ano. Scheidt e Prada, por integrarem Equipe Brasileira de Vela, terão o apoio oficial (leia-se recursos financeiros) do COB e da CBVM. Torben e o parceiro Marcelo Ferreira já anunciaram que estarão brigando pela vaga em Perth, com recursos próprios (de seus patrocinadores).

Para usar um velho jargão do futebol, neste clássico não dá para fazer qualquer previsão de resultado.

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