Publicidade

Posts com a Tag Atenas 2004

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012 Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 19:02

Já são 150 no avião. E contando…

Compartilhe: Twitter

Hugo Parisi assegurou mais uma vaga para o Brasil nos Jogos de 2012

E o voo brasileiro com destino a Londres 2012 ficou um pouco mais cheio nesta sexta-feira, com a classificação de Hugo Parisi para as semifinais da prova da plataforma de 10 m dos saltos ornamentais, durante a Copa do Muno da modalidade, que está sendo realizada em Londres.  Com isso, já são 150 os brasileiros garantidos nas próximas Olimpíadas. Ainda é um número bem inferior aos 277 enviados aos Jogos de Pequim 2008, mas como algumas modalidades ainda terão pela frente disputas de Pré-Olímpicos e seletivas internacionais, este número deverá aumentar consideravelmente.

Confira todos os brasileiros classificados para as Olimpíadas de 2012

Parisi ainda não é o dono da vaga, ela pertence ao Brasil. A definção do nome ainda será anunciada futuramente pela CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos). Por sinal, vale uma correção de um post publicado dias atrás no blog, sobre a classificação de Cesar Castro, onde o blogueiro aqui, equivocadamente, cravou que o saltador já estava classificado para Londres, quando na verdade não é bem assim.

Veja também: O calendário pré-olímpico do Brasil em 2012

Possivelmente, tanto Parisi quanto Castro estarão em Londres, até por causa da diferença de nível técnico deles em relação a outros brasileiros nas mesmas provas. Mas se ocorrer alguma lesão ou problema de última hora, a CBDA tem como fazer a substituição deste atleta.

Caso venha a ter seu nome confirmado pela entidade que comando os esportes aquáticos do Brasil, Hugo Parisi participará pela terceira vez de uma edição de Jogos Olímpicos. Com 26 anos, Parisi nasceu em Brasília e integrou a delegação do Brasil nos Jogos de Atenas 2004 (32º na prova de plataforma 10 m) e em Pequim 2008 (foi o 19º na mesma prova). No Pan de Guadalajara, o saltador ficou em 6º lugar na plataforma 10 m e também em 6º na plataforma sincronizada 10 m.

Autor: Tags: , , , , , ,

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012 Ídolos, Olimpíadas, Seleção brasileira | 16:00

Robert Scheidt versão 5.0

Compartilhe: Twitter

Ao lado de Bruno Prada, Scheidt garantiu sua quinta participação nos Jogos Olímpicos

E um dos maiores atletas olímpicos da história do Brasil acaba de garantir sua presença em Londres 2012. E pela quinta vez seguida! O paulista Robert Scheidt, ao lado do parceiro Bruno Prada, ganhou por antecipação a classe Star da Semana de Vela de Búzios (RJ). A dupla venceu nesta sexta-feira a nona regata da competição e com isso assegurou sua classificação.

Scheidt é um fenômeno da vela mundial. Nas quatro Olimpíadas anteriores que participou, sempre voltou para casa com uma medalha. Foram duas de ouro (Atlanta 1996 e Atenas 2004, na Laser) e duas de prata (Sydney 2000, na Laser, e Pequim 2008, na Star, ao lado de Prada). Agora em Londres, chega para sua quinta campanha olímpica mais favorito do que nunca.

Outros iatistas brasileiros garantiram vaga nesta sexta-feira em Búzios. Confira no post anterior ou neste link, a relação completa dos atletas brasileiros já classificados para os Jogos de 2012.

Autor: Tags: , , , , , , , ,

sábado, 4 de fevereiro de 2012 Almanaque, Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 15:30

Brasil desafia retrospecto ruim no Pré-Olímpico de handebol

Compartilhe: Twitter

O técnico espanhol Javier Cuesta, da seleção masculina de handebol, terá problemas no Pré-Olímpico

Se não bastasse a decepção de ter perdido a chance de classificação direta para os Jogos Olímpicos de Londres 2012, ao ser derrotada pela Argentina na final dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, a seleção brasileira masculina de handebol pegou um grupo “encardido” no Pré-Olímpico mundial da modalidade.

Entre 6 e 8 de abril, os brasileiros vão encarar Macedônia, Hungria e a anfitriã Suécia. Outras oito seleções estarão divididas em mais dois grupos e somente os dois primeiros de cada chave vão para Londres 2012. No caso do Brasil, há ainda um outro problema: o retrospecto contra os seus rivais é simplesmente horroroso.

Veja também: O calendário pré-olímpico do Brasil em 2012

A seleção comandada pelo técnico espanhol Javier Cuesta tem larga desvantagem diante dos seus adversários. Em competições oficiais da IHF (Federação Internacional de Handebol), o Brasil disputou sete partidas diante de seus rivais no Pré-Olímpico, tendo conquistado uma mísera vitória.

Ou seja, o que já seria naturalmente complicado – conquistar uma vaga olímpica diante de países com muito mais tradição no handebol mundial e fora de casa – torna-se quase impossível diante de números tão negativos.

Confira abaixo os confrontos diretos do Brasil com seus adversários no Pré-Olímpico masculino de handebol:

– Suécia 22 x 15 Brasil – Olimpíadas de Barcelona (1992)
– Brasil 21 x 27 Hungria – Olimpíadas de Barcelona (1992)
– Brasil 21 x 29 Suécia – Campeonato Mundial da Islândia (1995)
– Brasil 30 x 27 Macedônia – Campeonato Mundial do Egito (1999)
– Suécia 29 x 21 Brasil – Campeonato Mundial de Portugal (2003)
– Hungria 20 x 19 Brasil – Olimpíadas de Atenas (2004)
– Hungria 36 x 24 Brasil – Campeonato Mundial da Suécia (2011)

Autor: Tags: , , , , , , ,

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012 Almanaque, Listas, Olimpíadas, Seleção brasileira | 09:15

Todos os brasileiros da ginástica artística nas Olimpíadas

Compartilhe: Twitter

Meninas da seleção de ginástica artística choram após conseguirem a vaga olímpica

A seleção brasileira feminina de ginástica artística, que nesta quarta-feira assegurou sua classificação para as Olimpíadas de Londres 2012, aumentou para 32 o número de atletas brasileiros que já disputaram os Jogos Olímpicos na modalidade. Uma história que começou em 1980, nas Olimpíadas de Moscou, quando Cláudia de Paula Magalhães Costa e João Luiz Ribeiro foram os primeiros ginastas brasileiros presentes aos Jogos.

Confira abaixo a lista completa:

Moscou 1980

Ginástica artística feminino
Cláudia de Paula Magalhães Costa

Ginástica artística masculina
João Luiz Ribeiro

Los Angeles 1984

Ginástica artística feminina
Tatiana Figueiredo

Ginástica artística masculina
Gérson Gnoatto

Seul 1988

Ginástica artística feminina
Luísa Parente Ribeiro

Ginástica artística masculina
Guilherme Saggese Pinto

Barcelona 1992

Ginástica artística feminina
Luisa Parente Ribeiro

Ginástica artística masculina
Marco Antônio Monteiro

Sydney 2000

Ginástica artística feminina
Camila Comin
Daniele Matias Hypólito

Atenas 2004

Ginástica artística masculina
Mosiah Rodrigues

Ginástica artística feminina
Ana Paula Rodrigues
Camila Comin
Caroline Molinari
Daiane dos Santos
Daniele Hypólito
Laís Souza

Pequim 2008

Ginástica artística masculina
Diego Hypólito

Ginástica artística feminina
Ana Cláudia Trindade
Daiane dos Santos
Daniele Hypólito
Ethiene Franco
Jade Barbosa
Laís Souza

Londres 2012

Ginástica artística masculina
Diego Hypólito
Arthur Zanetti
1 atleta (a definir)

Ginástica artística femina
6 atletas (a definir)

Autor: Tags: , , , , , , , , ,

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012 Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 19:30

Ginástica feminina do Brasil se classifica pela 3ª vez seguida para as Olimpíadas

Compartilhe: Twitter

Meninas da seleção de ginástica artística comemoram a vaga para Londres 2012

A suada classificação da seleção brasileira feminina de ginástica artística para as Olimpíadas de Londres 2012 serviu para manter uma recente tradição da modalidade em Jogos Olímpicos: esta será a terceira participação consecutiva de uma equipe feminina do Brasil na história olímpica.

A primeira vez que as meninas brasileiras foram às Olimpíadas com uma equipe completa foi nos Jogos de Atenas 2004, repetindo o feito na edição seguinte, em Pequim 2008. Exatamente durante o período de maior sucesso da modalidade no brasil, concidentemente quando a seleção era comandada pelo treinador ucraniano Oleg Ostapenko, um dos melhores técnicos do mundo.

Veja também: Crise na ginástica artística é excesso de #mimimi

Desta vez, havia uma boa dose de dúvida no sucesso das meninas, em razão do fiasco apresentado no Mundial de Tóquio e depois no Pan de Guadalajara, quando um princípio de crise de relacionamento entre as atletas acabou sendo escancarado devido aos maus resultados.

Nesta quarta-feira, graças aos ótimos desempenhos das principais estrelas da equipe – Daniele Hypólito, Daiane dos Santos e Jade Barbosa -, o Brasil garantiu sua equipe feminina de ginástica novamente em uma edição de Jogos Olímpicos. No sufoco, é verdade, mas carimbou o passaporte. O que elas conseguirão em termos de resultado em Londres 2012, é outra história.

Com isso, já são 149 atletas brasileiros classificados para os Jogos de Londres 2012. Confira aqui a relação completa dos classificados.

Autor: Tags: , , , , , , , , ,

quarta-feira, 28 de setembro de 2011 Musas, Pan-Americano | 09:30

Jennie Finch, o grande desfalque do Pan de Guadalajara

Compartilhe: Twitter

O legal de uma competição como os Jogos Pan-Americanos é você ficar sabendo de notícias sobre modalidades que quase não costuma acompanhar nos três anos anteriores ao evento. É o caso do softbol, versão feminina do beisebol e de pouca representatividade no Brasil. Mas só por aqui, porque nos EUA, por exemplo, é muito popular. A ponto de produzir uma musa (e que musa!) como Jennie Finch, campeã olímpica em Atenas-04 e prata em Pequim-08 e grande nome da seleção americana. Ou seja, além de bonita, ainda jogava muito

Só que aí descubro, nesta nota publicada pelo iG Esporte, de autoria da repórter Ana Carolina Cordovano, que a loiraça não participará do Pan de Guadalajara, porque decidiu se aposentar. Mãe de dois filhos, ela ainda apoia a modalidade, mas somente fora de campo.

Mas não fique triste: na galeria abaixo, mate um pouco as saudades da linda e competente Jennie Finch.

Autor: Tags: , , , ,

quarta-feira, 7 de setembro de 2011 Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 08:16

Acredite: os argentinos já foram fregueses no basquete

Compartilhe: Twitter

Jogadores da Argentina comemoram o título olímpico de 2004, em Atenas

Em 1990, boa parte dos leitores deste blog ainda tomava leite na mamadeira e usava fraldas quando foi realizado o Campeonato Mundial masculino de basquete na Argentina. Incrível como 21 anos podem fazer a diferença em em algumas coisas. Pois foram estas duas décadas que transformaram o basquete da Argentina, que naquele 1990 terminou em um modesto oitavo lugar (duas vitórias em oito jogos), numa das potências atuais da modalidade.

Ao mesmo tempo, estes 21 anos deixaram a seleção brasileira masculina – que se não vivia mais a época de ouro dos anos 60, ao menos se classificava para as Olimpíadas – viver a maior de resultados de sua história. O mais irônico de tudo isso é que a Argentina sempre foi uma freguesa de caderneta do basquete brasileiro. E tudo isso começou a mudar justamente a partir de 1990.

O maior clássico da modalidade na América Sul, que acontecerá nesta quarta-feira, em Mar del Plata, pelo Pré-Olímpico das Américas, mais uma vez trará uma velha questão à tona: por que estes caras são melhores do que nós  hoje em dia?

A primeira resposta, óbvia, de que a atual geração argentina tem mais talentosa do que a brasileira, é simplista demais. Não que não seja verdadeira, é claro. Mas se Ginobili, Scola e Cia são superiores a Splitter, Giovannonni, Alex etc, o segredo deste sucesso não se encontra apenas dentro da quadra.

Para começar, naquele mesmo ano de 1990 a Argentina criou sua liga nacional, que tem atualmente 16 clubes, disputada em turno, returno e playoffs.  Com direito a duas divisões de acesso. O Brasil só foi ter uma liga decente em 2009, com a criação do NBB (Novo Basquete Brasil), que ainda não sinaliza a criação de uma divisão de acesso nos moldes que existem em várias partes do planeta.

Além de contar com uma estrutura interna de suas competições melhor que o existe por aqui, a Argentina ainda conta com forte e amplo trabalho de descoberto de novos talentos, espalhado por todo o país. Aqui, por mais que a CBB (Confederação Brasileira de Basquete) divulgue clínicas e mais clínicas para buscar novos jogadores, os resultados ainda são muito modestos. O resultado se vê nos campeonatos continentais de base, onde os meninos da Argentina derrotam os do Brasil invariavelmente, com uma ou outra conquista brasileira isolada.

E por fim, talvez o mais importante, a filosofia de jogo. O basquete argentino atual consegue aliar com quase perfeição o talento individsual com uma incrível disciplina tática, num conceito tático onde não se dá espaço para erros tolos. Já o Brasil caminha para tentar mudar aquele velho estilo da correria sem sentido e o eterno aremesso de 3 pontos, consagrado na era do último grande craque brasileiro, Oscar Schmidt. E para mudar tudo isso,  foi beber exatamente na fonte do rival, ao trazer o técnico argentino Rúben Magnano, responsável pelo título olímpico da seleção argentina em 2004, nos Jogos de Atenas.

É claro que Magnano não teve tempo de mudar 21 anos de erros e falta de planejamento que ocorreram no basquete do Brasil. Nem sei se ele conseguirá fazer o Brasil ter sucesso em sua tentativa de voltar às Olimpíadas de Londres ainda neste Pré-Olímpico. Mas me parece que sob o seu comando, além de contar com todos os seus melhores jogadores (sem as já famosas abstenções de Nenê e Leandrinho), será o único caminho para que o Brasil volte a encarar a Argentina, se não como freguesa, ao menos como um rival que é possível ser batido.

Autor: Tags: , , , ,

segunda-feira, 4 de julho de 2011 Isso é Brasil, Musas, Olimpíadas, Pan-Americano | 18:38

As "gêmeas do nado sincronizado" são atletas ou VIPs?

Compartilhe: Twitter

As gêmeas do nado sincronizado, ao lado do presidente do Vasco, Roberto Dinamite

Sim, reconheço: serei implicante agora. Mas é que algumas coisas no universo do esporte brasileiro me incomodam profundamente. Uma destas coisas é a presença sempre constante na mídia das gêmeas Bia e Bianca Feres, mais conhecidas no mundo do esporte brasileiro como as gêmeas do nado sincronizado. Só que o local onde menos você vê notícias referentes às duas atletas não são em reportagens ligadas ao nado sincronizado.

Bia e Bianca ficaram famosas na época do Pan do Rio, em 2007, preenchendo um vazia deixado por outras gêmeas, Isabela e Carolina de Moraes, que chegaram a disputar os Jogos Olímpicos de Sydney-00 e Atenas-04. A grande diferença é que Isabela e Carolina faziam o dueto, enquanto Bia e Bianca disputam por equipe, ou seja, não são as protagonistas. Além disso, as duas primeiras gêmeas chegaram a disputar uma final olímpica (em Atenas). Já Bia e Bianca foram bronze no Pan de 2007.

Por causa de sua beleza estonteante, as duas começaram a ser chamadas para estrelas campanhas publicitárias, tiveram um programa na MTV, fizeram ensaios sensual para a revista “VIP”, e mais recentemente, transformaram-se numa espécie de mascotes do Vasco da Gama. Estiveram em Curitiba, na decisão da Copa do Brasil, e nesta segunda-feira marcaram presença no lançamento do novo uniforme do clube vascaíno.

Nada contra esta exposição. Cada um sabe onde aperta o calo. Mas me parece que as duas belas gatinhas ainda não sabem se querem continuar investindo na carreira esportiva, onde as doses de sacrifício são cavalares – e os resultados difíceis de conquistar -, ou vão preferir pelo caminho mais agradável do mundo das celebridades.

Por que enquanto continuarem com um pé em cada canoa, as duas não estarão ajudando a divulgar o nado sincronizado. Mas sim trabalhando em causa própria.

Veja também:

>>A embaixadora do Pan de Guadalajara

>>Juliana Veloso fora do Mundial. Uma musa a menos

>>Guadalajara inaugura centro aquático para o Pan 2011

Autor: Tags: , , , , , ,

sexta-feira, 1 de julho de 2011 Listas, Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 13:23

Os brasileiros classificados para Londres 2012

Compartilhe: Twitter

Diogo Silva protesta contra a desorganização do taekwondo do Brasil, nos Jogos de Atenas, em 2004

Ao se tornar o primeiro representante do taekwondo do Brasil classificado para as Olimpíadas de Londres, em 2012, Diogo Silva alcançou nesta sexta-feira um outro feito notável: tornou-se o primeiro brasileiro a obter vaga olímpica em um pré-olímpico mundial. A atual seletiva está acontecendo em Baku, no Azerbaijão. Ele tornou-se o 45º atleta brasileiro garantido nos Jogos do ano que vem.

Diogo Silva ficou famoso por fazer um protesto contra a desorganização de seu esporte no Brasil, ao perder a decisão da medalha de bronze nos Jogos de Atenas-04. Na ocasião, ele usou uma luva preta dos Panteras Negras, movimento de militantes negros americanos na década de 60. Ele não conseguiu se classificar para as Olimpíadas de Pequim, em 2008.

Total de atletas brasileiros garantidos para Londres-12: 45

Ciclismo
Modalidade Estrada (1 atleta)
Data e local em que garantiu a vaga: 8/05/2011, com a vitória de Gregolry Panizo no Campeonato Pan-Americano de ciclismo, em Antioquia (Colômbia)

Hipismo
Modalidade saltos – Equipe (5 atletas)
Data e local em que garantiu a vaga: 6/10/2010, ao ficar em quarto lugar durante o Mundial de Kentucky (EUA)

Futebol
Modalidade feminino (18 atletas)
Data e local em que garantiu a vaga: 21/11/2010, ao vencer o Chile na decisão do Campeonato Sul-Americano do Equador

Modalidade masculino (18 atletas)
Data e local em que garantiu a vaga: 13/02/2011, ao vencer o Uruguai na rodada final do Campeonato Sul-Americano do Peru

Taekwondo
Diogo Silva – categoria até 68kg
Data e local em que garantiu a vaga: 1º/07/2011, ao ficar com a medalha de bronze no Pré-Olímpico de Baku, no Azerbaijão

Tiro esportivo
Modalidade Pistola 25m feminino – Ana Luiza Mello
Data e local em que garantiu a vaga: 20/11/2010, ao conquistar a medalha de ouro no Campeonato das Américas, no Rio de Janeiro

Modalidade Fossa Olímpica Double – Felipe Fuzaro
Data e local em que garantiu a vaga: 24/11/2010, ao conquistar a medalha de ouro no Campeonato das Américas, no Rio de Janeiro

Autor: Tags: , , , , ,

quarta-feira, 8 de junho de 2011 Ídolos, Isso é Brasil, Seleção brasileira | 08:25

Nalbert corneta a CBV via Twitter

Compartilhe: Twitter

Nalbert quer atenção da CBV com os ídolos do vôlei brasileiro

Exemplo de organização no esporte olímpico brasileiro, a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) recebeu uma bela cornetada via Twitter, durante o jogo de despedida de Ronaldo Fenômeno pela seleção brasileira, nesta terça-feira, na vitória de 1 a 0 sobre a Romênia. E a cornetada veio em uma espécie de “fogo amigo”:  o ex-capitão Nalbert, campeão mundial (2002, na Argentina) e olímpico (2004, em Atenas) com a seleção brasileira masculina.

“Perguntar não ofende: por que nenhum ídolo do vôlei recebeu uma homenagem como essa até hoje”, disparou Nalbert em sua página no microblog, para em seguida enaltecer e cumprimentar Ronaldo pela despedida.

Pelo que conheço dos padrões do vôlei, especialmente da seleção brasileira, onde parece ser proibido criticar e dar notícias com viés negativo, as palavras de Nalbert terão certamente um peso bem forte dentro da CBV.

Veja também:

Ministério do Esporte ajuda a encher os cofres do vôlei

Brasileiros compram mais ingressos de vôlei para Londres-12

Vitória contra o preconceito. Mas a luta só começou…

Autor: Tags: , , , , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. Última