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Posts com a Tag Atenas 2004

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013 Imprensa, Isso é Brasil, Olimpíadas | 19:47

Rio 2016 será cobrado por atraso nas obras do golfe

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O campo de golfe de 2016 será construído na Barra da Tijuca, na reserva de Marapendi

Começou nesta segunda-feira a quarta visita da comissão de coordenação do COI (Comitê Olímpico Internacional) para as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. Até a próxima quarta-feira, os integrantes do CoCom (sigla do órgão em inglês) discutirão com os integrantes do comitê organizador brasileiro, o Rio 2016, o andamento dos preparativos para os Jogos. Mas haverá na pauta um tema que deverá ser tratado e será bastante espinhoso: explicações para o atraso nas obras do campo de golfe, modalidade que volta ao programa olímpico justamente no Rio de Janeiro.

Segundo o site “Around the Rings”, portal que acompanha de perto tudo o que acontece no movimento olímpico, as indefinições para o começo da obra já estão preocupando tanto o COI quanto a IGF (Federação Internacional de Golfe).  “Estamos muito preocupados com o atraso na construção do campo de golfe para os Jogos. O tempo é curto para que se construa um campo dentro dos padrões adequados”, disse ao site Antony Scanlon, diretor-executivo da IGF. Sacanlon disse ainda que o COI já está ciente dos temores da entidade e que a sua entidade espera que a comissão do COI cobre uma explicação dos organizadores brasileiros.

Não será uma tarefa fácil conseguir algum prazo mais exato para que as obras saiam do papel. O campo de golfe de 2016 será construído em uma área na reserva de Marapendi, na Barra da Tijuca, em um terreno onde existe uma longa disputa judicial. A Elmway Participações alega ser dona do local, mas a prefeitura diz que o terreno pertence ao empresário Pasquale Mauro.

Em outubro do ano passado, a empresa conseguiu uma liminar para impedir o início das obras antes que uma decisão definitiva do caso seja conhecida.

O “estranho” no caso é que o Rio já possuí dois campos aptos para receber competições internacionais, o Itanhangá Golf Club e o Gávea Golf Club, mas ambos foram vetados por não terem instalações de nível olímpico e que também que haveria um alto custo para realizar as adaptações necessárias.

E para refrescar a memória de todos:  semana passada, o presidente do COI, Jacques Rogge, disse que espera não ter que fazer com o Rio o mesmo que recomentou ao ex-presidente da entidade, Juan Antonio Samaranch, ao dar um “cartão amarelo” para os organizadores de Atenas 2004 em razão do atraso das obras.

Vamos aguardar…

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segunda-feira, 24 de setembro de 2012 Ídolos, Olimpíadas, Seleção brasileira | 23:45

Robert Scheidt mostra que não perdeu a mão na Laser

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Robert Scheidt, de volta à classe Laser, segue na liderança no Campeonato Italiano

Atualizado

Se tem alguém de quem você sempre pode esperar alguma coisa, este é o velejador Robert Scheidt. Sem poder mais competir na Star, retirada do programa olímpico para os Jogos do Rio de Janeiro, em 2016, o maior medalhista brasileiro na história das Olimpíadas, cinco ao todo (duas de ouro, em Atlanta 1996 e Atenas 2004; duas de prata, em Sydney 2000 e Pequim 2008; e uma de bronze, em Londres 2012), Scheidt voltou às origens.

Em preparação para o Rio 2016, Scheidt voltou ao “porto seguro” e recomeçou a treinar na Laser, classe que havia abandonado em 2001 (com um breve retorno em 2004, quando foi ouro em Atenas). E não é que mesmo “enferrujado”, Scheidt continua exibindo a velha forma? Após três dias de competição, ele lidera o Campeonato Italiano, em Scarlino.

Definitivamente, Robert Scheidt é mesmo um fenômeno!

Atletismo

Neste domingo, foi encerrado em São Paulo o Campeonato Sul-Americano Sub 23 de atletismo, realizado na pista do Ibirapuera, com ampla vantagem da seleção brasileira, reforçada por atletas que disputaram as Olimpíadas de Londres. No total, o Brasil conquistou 51 medalhas (24 de ouro, 14 de prata e 13 de bronze) e 494 pontos (250 no masculino e 244 no feminino), superando a Argentina, que ficou na segunda colocação geral. Um dos destaques individuais da competição foi Geisa Arcanjo, do arremesso de peso, que levou o ouro com a marca de 18,43m. Em Londres, Geisa terminou na sétima posição, melhor colocação de uma brasileira na história olímpica desta prova.

Ginástica rítmica

O Brasil conseguiu um ótimo desempenho no Campeonato Sul-Americano de ginástica artística, que foi realizado no último final de semana em Cali. No total, a equipe brasileira conquistou 18 medalhas, sendo 13 de ouro, quatro de prata e uma de bronze, computados os resultados das equipes adulta, juvenil, infantil e pré-infantil.

Tiro esportivo

Roberto Schmits disputou a final da fossa olímpica na final da Copa do Mundo de tiro esportivo, realizado em Maribor, na Eslovênia. E embora tenha obtido sua vaga após ter ficado entre os oito melhores do mundo no ranking mundial, na final Schmits não foi tão bem, tendo terminado em 11º entre 14 competidores.

Ciclismo estrada

Ciclistas brasileiros competiram no Campeonato Mundial de ciclismo estrada, na cidade de Limburg, na Holanda, neste final de semana. No masculino, Rafael Andriato terminou apenas 49º lugar, após sofrer uma queda durante a prova. Já no feminino, Clemilda  Fernandes foi um pouco melhor: terminou na 36ª posição.

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sexta-feira, 13 de julho de 2012 Almanaque, Olimpíadas, Seleção brasileira | 12:30

Será que quebrou o encanto do vôlei brasileiro?

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O corte de Mari na seleção feminina é mais um exemplo de que as coisas não andam bem no vôlei brasileiro

Desde 1992, o vôlei é sinônimo de sucesso no esporte olímpico brasileiro. Para aqueles de memória curta, foi a partir dos Jogos de Barcelona que o vôlei iniciou uma participação constante nos pódios olímpicos. Confira: ouro com a seleção masculina em Barcelona 1992; bronze com a feminina em Atlanta 1996 e Sydney 2000; ouro com a equipe masculina em Atenas 2004; e o ponto alto alcançado em Pequim 2008, com o ouro do time feminino e a prata do masculino.

O vôlei se transformou, nos últimos 30 anos pelo menos, no maior exemplo de sucesso de uma modalidade coletiva no universo olímpico brasileiro. Isso é indiscutível. Todo este êxito é fruto de muito trabalho, competência na formação de base e muito talento dentro de quadra. Mas se tem algo que o vôlei não se acostumou muito neste período vencedor foi conviver com crises. E quando elas chegam, sai de baixo…

O recente episódio do corte da ponteira Mari, na seleção feminina, e o fracasso da equipe masculina na Liga Mundial, quando terminou com sua pior colocação na fase final da competição, mostram bem que o momento pelo qual passa o vitorioso vôlei do Brasil é delicado. A impressão que fica para quem está de fora é que o encanto quebrou.

A entrevista de Mari nesta quinta-feira sinaliza que as coisas não andam muito bem dentro do grupo comandado pelo técnico José Roberto Guimarães. Por mais que escolhesse bem as palavras, Mari deixou no ar uma mágoa profunda com o treinador, ao dizer que ainda “tinha muita lenha para queimar”. O treinador rebateu de forma resumida, justificando como “critérios técnicos” o motivo do corte.

Embora Mari negue problemas de relacionamento dentro do grupo, essa é uma possibilidade que não pode ser descartada e por isso Zé Roberto teria optado em agir antes que o estrago fosse definitivo. De qualquer forma, Mari não vinha conseguindo render o suficiente, mesmo mudando de posição, após uma temporada repleta de lesões.

Na seleção masculina, as contusões dos principais jogadores (Giba, Dante, Murilo e Visotto), além de uma sensação de desgaste geral do grupo e do técnico Bernardinho, parecem conspirar contra a chance da equipe brigar pela terceira medalha de ouro olímpica no masculino.

Espero queimar a língua, mas há uma boa chance de que os Jogos de Londres 2012 quebrem a sequência de pódios olímpicos que o vôlei vem conquistando com competência e talento.

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sexta-feira, 6 de julho de 2012 Olimpíadas, Seleção brasileira | 18:11

Internauta do iG esperava ver Maurren Maggi ou Cesar Cielo como porta-bandeira do Brasil em Londres

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De forma até surpreendente, Rodrigo Pessoa foi o escolhido para ser o porta-bandeira do Brasil

O anúncio feito nesta sexta-feira sobre a escolha de Rodrigo Pessoa como porta-bandeira do Brasil na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Londres 2012 foi uma dupla zebra.  Primeiro, pela antecedência com que o nome foi escolhido. Nas últimas edições das Olimpíadas, o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) acostumou-se a criar um clima de mistério sobre o atleta escolhido, deixando este anúncio para ocorrer quase sempre às vésperas da abertura.

A outra surpresa foi a própria escolha de Rodrigo Pessoa, apesar de seu passado de conquistas olímpicas, com destaque para a medalha de ouro nos saltos nas Olimpíadas de Atenas 2004. Ainda assim, o carisma do cavaleiro (nascido em Paris e que vive no exterior) é quase zero para os torcedores brasileiros.

Bem diferente do COB pensam os internautas do iG, que em recente enquete proposta aqui mesmo no blog apontaram dois outros fortes candidatos para serem os porta-bandeiras na festa que abrirá os Jogos de Londres.  A preferida do público, com 31,11% dos votos, foi Maurren Maggi, atual campeã olímpica do salto em distância. Depois dela, o atleta preferido entre os internautas foi o nadador Cesar Cielo, com 29,14% dos votos. Em Pequim 2008, ele foi medalha de ouro nos 50 m livre e bronze nos 100 m livre.

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sexta-feira, 15 de junho de 2012 Olimpíadas, Seleção brasileira | 20:16

Brasil já tem a terceira maior delegação olímpica da história

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É claro que ainda há tempo para a lista crescer, por causa da lista dos classificados no vôlei de praia e especialmente em razão do atletismo, que ainda tem até o final de junho para fechar sua equipe olímpica. Mas o fato é que atualmente o Brasil já assegurou para as Olimpíadas de Londres 2012 sua terceira maior delegação participando de uma edição dos Jogos.

Com a confirmação de Juliana Veloso nos saltos ornamentais, após anúncio oficial feito pela FINA (Federação Internacional de Natação), o Brasil já soma 233 atletas já classificados para os Jogos de Londres. Isso já coloca o time brasileiro em Londres como o terceiro maior da história olímpica do país, desde Antuérpia 1920. Veja tabela abaixo:

Dificilmente o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) conseguirá enviar à Grã-Bretanha um contingente que supere os 277 atletas que competiram em Pequim 2008. Mas com um pouco de sorte, será possível superar os 247 atletas presentes em Atenas, nas Olimpíadas de 2004.

Confira a lista de brasileiros classificados para os Jogos Olímpicos de Londres 2012

Puro palpite: com as vagas do atletismo que ainda virão, o Brasil chegará a cerca de 250 atletas em Londres.

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quinta-feira, 31 de maio de 2012 Olimpíadas, Seleção brasileira | 07:31

Handebol feminino teve a melhor 'mão' entre todos os sorteios

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A seleção brasileira feminina de handebol comemorou seu grupo nas Olimpíadas

Ainda falta acontecer a definição dos grupos do torneio masculino de vôlei, mas uma coisa é certa: entre as seleções brasileiras que disputam os esportes coletivos nos Jogos Olímpicos de Londres 2012, ninguém se deu tão bem quanto as garotas do handebol, que escaparam do chamado “grupo da morte”, após o sorteio realizado nesta quarta-feira, evitando assim duelos contras as fortíssimas Noruega, França, Espanha e Dinamarca ainda na primeira fase da competição.

Duvida? Então é só relembrar o que já rolou entre os sorteios dos esportes coletivos…

Aparentemente, o futebol masculino encarou uma moleza. Mas o time de Mano Menezes terá pela frente um país africano (Egito) – e o Brasil sempre se complica com africanos em Olimpíadas – , um representante do Leste Europeu (Belarus), que costuma ser um rival difícil de ser batido, e conta somente com a Nova Zelândia como única baba genuína na chave.

No futebol feminino, fora Camarões, a pior colocada no ranking da Fifa entre as quatro integrantes da chave, o Brasil poderá ter problemas contra Grã-Bretanha (cuja base deve ser a Inglaterra, nona colocada na lista) e Nova Zelândia (24º colocado).

De volta aos Jogos Olímpicos depois de 16 anos, o basquete masculino também não encontrou nenhuma chave “mamão com açúcar”, assim podemos dizer. Terá a Espanha, atual vice-campeã olímpica, como única pedreira, mas não se pode dizer que a Austrália seja um rival fraco, pois tradicionalmente gosta de complicar o jogo para o time brasileiro, e terá um rival vindo do fortíssimo Pré-Olímpico mundial. Pode pintar, por exemplo, uma Grécia ou uma Lituânia da vida…

Em compensação, o grupo do basquete feminino foi uma autêntica roubada.  Para começar, terá a Rússia, uma das potências da modalidade; depois, terá a Austrália, três medalhas de prata olímpicas consecutivas (Sydney 2000, Atenas 2004 e Pequim 2008). E ainda virão duas equipes do Pré-Olímpico mundial, como algum time europeu chato (Rep. Tcheca) ou um asiático carne de pescoço (Japão ou Coreia do Sul).

Agora, pedreira mesmo vai encarar o vôlei feminino do Brasil. Diferentemente de outras modalidades, aqui as seleções foram divididas de acordo com critérios pelo ranking da FIVB (Federação Internacional de Vôlei). E foi por causa disso que sobrou para a seleção brasileira rivais como EUA (atuais vice-campeãs olímpicas), Sérvia (campeã europeia de 2011), China (bronze em Pequim 2008) e a surpresa Turquia, dirigida pelo  técnico brasileiro Marco Aurélio Motta.

Diante de tudo isso, a chave do handebol feminino do Brasil nas Olimpíadas é bem mais tranquila. Tem uma superpotência como a Rússia, é verdade, mas tem dois rivais fracos (Angola e Grã-Bretanha), um time “ganhável” (Croácia) e um jogo bem parelho (Montenegro).

Se a equipe comandada pelo técnico dinamarquês Morten Soubak conseguir manter a atual performance dos ultimos amistosos (e também contar com um pouquinho de sorte), terá enormes chances de brigar por uma inédita medalha para o handebol brasileiro.

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domingo, 6 de maio de 2012 Almanaque, Olimpíadas, Pré-Olímpico | 18:28

Joice Silva é a quinta atleta da luta brasileira nas Olimpíadas

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Joice Silva (à esquerda) ficou com a vaga na luta livre feminina em Londres 2012

Ao garantir neste domingo sua classificação para as Olimpíadas de Londres 2012, após ficar com o vice-campeonato na categoria até 55 kg do Pré-Olímpico mundial de lutas, realizado em Helsinque (Finlândia), a brasileira Joice Silva fez mais do que assegurar um lugar da modalidade nos próximos Jogos. Ela também se transformou na quinta atleta do país a ter uma participação olímpica em seu currículo.

Confira quais são os atletas brasileiros já classificados para os Jogos de Londres 2012

Confira quem são os outros brasileiros que já disputaram as Olimpíadas na luta olímpica e as respectivas campanhas:

Olimpíadas de Seul 1988

Roberto Leitão Filho (estilo greco-romana e livre) – eliminado na 1ª fase
Floriano Spiess (estilo greco-romana e livre) – eliminado na 1ª fase

Olimpíadas de Barcelona 1992

Roberto Leitão Filho (estilo livre) – eliminado na 1ª fase

Olimpíadas de Atenas 2004

Antoine Jaoude (estilo livre) – 20º lugar

Olimpíadas de Pequim 2008

Rosângela Conceição (estilo livre) – 8º lugar

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sábado, 7 de abril de 2012 Almanaque, Olimpíadas, Seleção brasileira, Vídeos | 23:46

Vaga olímpica de Keila Costa veio antes do esperado

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Keila Costa assegurou sua vaga para os Jogos de Londres neste sábado, no salto triplo

A pista de atletismo do Conjunto Constâncio Vaz Guimarães, no Ibirapuera, anda mesmo dando sorte aos atletas brasileiros que buscam um lugar nos Jogos Olímpicos de Londres 2012. Na semana passada, Jonathan Henrique Silva assegurou sua classificação no salto triplo, vencendo a prova do Torneio FPA Juvenil e Adulto. Eis que neste sábado, em outra edição do Torneio FPA, mais um brasileiro garantiu sua vaga. A pernambucana Keila Costa obteve o índice no salto triplo, ao cravar a marca de 14,20m, cinco centímetros acima do índice exigido pela CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo).

Confira quem são os brasileiros já classificados para os Jogos Olímpicos de Londres

Vale ressaltar que a marca de Keila Costa superou o índice solicitado pela CBAt, como também o índice B da Iaaf (Associação Internacional das Federações de Atletismo), que é de 14,10 m. A atleta buscará alcançar o índice A da entidade, que é de 14,30 m, nas próximas competições.

Aos 29 anos, Keila Costa, que conquistou duas medalhas de prata no Pan-Americano do Rio – no salto triplo e no salto em distância -, além de uma medalha de bronze no salto em distância no Mundial de Doha, em 2010, estará indo para sua terceira campanha olímpica. Em Atenas 2004, não passou das eliminatórias do salto em distância, mas em Pequim 2008, conseguiu ir à final da mesma prova, quando terminou em 11º lugar. A pernambucana detém o recorde sul-americano do salto triplo, com 14,57 m.

Desta vez, o passaporte foi carimbado antes da hora. A própria Keila admitiu, após cravar o salto que lhe deu o índice, que esperava garantir a classificação ainda um pouco mais adiante, ainda neste semestre, em um torneio previsto para o Chile. Mas já que a classificação veio antes disso, irá aproveitar para aprimorar sua preparação e buscar um resultado inédito em Londres.

Confira como foi o salto que assegurou Keila Costa nas Olimpíadas de Londres 2012:

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sexta-feira, 30 de março de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 20:12

Valores investidos no ciclo olímpico não justificam previsão do COB para Londres

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O superintendente do COB, Marcus Vinícius Freire, diz que o Brasil deve repetir em Londres 2012, em termos de resultados, o que fez em Pequim 2008

Um ciclo olímpico corresponde a um período de quatro anos, que começa no ano subsequente a uma edição dos Jogos e termina na edição seguinte do evento. Você, caro(a) internauta, sabe quanto foi investido, apenas com as verbas provenientes da Lei Agnelo/Piva, que destina 2% do que é arrecadado nas loterias brasileiras, nas confederações esportivas olímpicas do Brasil? A bagatela de R$ 207,4 milhões.

Só que para o COB (Comitê Olímpico Brasileiro), a previsão de resultados da delegação brasileira nas Olimpíadas de Londres 2012 deverá ser igual ao de Pequim 2008, ou seja 15 medalhas.

Além de mim, mais alguém aí acha que há algo errado neste discurso conservador?

Nesta semana, o COB reuniu a imprensa para detalhar os planos de ação da entidade para Londres. Perguntados a respeito de expectativa de resultados nos Jogos, que começarão no dia 27 de julho, tanto o presidente da entidade, Carlos Arthur Nuzman, quanto o superintendente executivo, Marcus Vinícius Freire, foram categóricos: a meta em terras britânicas será repetir o que foi feito quatro anos atrás, em Pequim 2008. Os dois dirigentes não especificaram qual a cor destas medalhas. Vale lembrar que na China foram conquistadas três de ouro.

A justificativa para esta previsão conservadora é que o olhar do COB, em busca de resultados mais importantes e que demonstrem a possível alteração de status olímpico brasileiro, está voltado quatro anos à frente, ou seja, nos Jogos do Rio 2016. Segundo Freire, o problema é que “faltou tempo” para que o foco fosse centralizado neste ciclo  olímpico, lembrando de dois grandes eventos, o Pan 2007, no Rio, e a campanha para ganhar a sede dos Jogos de 2016, finalizada em outubro de 2009.

O dirigente do COB tem alguma razão, mas até a página 3, como dizem por aí.

Em primeiro lugar, não me parece correto colocar nesta conta a organização do Pan 2007 (com todos os problemas, atrasos, orçamentos estourados e não aprovados pelo TCU etc), especialmente por se tratar de um ciclo olímpico anterior, que pertencia aos Jogos de Pequim.

E por mais que o foco principal da entidade estivesse voltado para a dura missão de conquistar a sede das Olimpíadas de 2016, fico pensando como não foi possível destinar dentro do COB parte desta energia para criar um mecanismo de cobrança de resultados das confederações, e não meramente ficar no papel de distribuidor de verbas públicas.

Mais de R$ 200 milhões de reais (no mínimo) investidos em um ciclo olímpico é algo que ninguém poderia jamais imaginar ocorrendo no Brasil. Mas tanto dinheiro também necessita ser justificado. E pelo que o COB já adiantou, evolução de resultados só poderá ser cobrada daqui a quatro anos, quando a entidade espera ver o Brasil entre os dez primeiros no quadro de medalhas.

Desculpem, mas com todo este dinheiro público investido, esta cobrança tem que começar agora mesmo.

Confira abaixo qual foi o investimento, ano a ano, neste ciclo olímpico, das verbas da lei Agnelo/Piva:

2012 – R$ 60,9 milhões (+ R$ 15,3 milhões Fundo Olímpico)/ Total arrecadação da loterias prevista: R$ 145 milhões
2011 – R$ 68,8 milhões (+ R$ 14 milhões Fundo Olímpico)/ Total arrecadação prevista das loterias: R$ 130 milhões
2010 – R$ 45,7 milhões (+ R$ 15 milhões Fundo Olímpico)/ Total arrecadação das loterias: R$ 142,7 milhões
2009 – R$ 32,07 milhões (+ R$ 18,7 milhões Fundo Olímpico)/Total arrecadação das loterias: R$ 113,4 milhões

Obs 1: O total arrecadado da Lei Piva de 2011 ainda depende de confirmação, após publicação do balanço do COB; o de 2012 é uma previsão

Obs 2: O Fundo Olímpico é formado a partir de uma parcela dos recursos que o COB recebe da Lei Agnelo/Piva e é destinado a atender projetos especiais apresentados por todas as confederações, cujos valores não couberem no orçamento anual aprovado pelo COB para cada Confederação, ou no orçamento disponível de outras fontes de recursos da Confederação.

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quinta-feira, 22 de março de 2012 Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 19:04

Brasil busca vaga olímpica nas lutas e tenta diminuir saldo negativo da modalidade

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No Pan-Americano de Guadalajara, Aline Ferreira ficou com o bronze na categoria 72 kg

Não é segredo para ninguém que a tradição do Brasil nas lutas olímpícas é pífia. Embora a modalidade seja uma das mais tradicionais do programa olímpica, apenas quatro brasileiros (três homens e uma mulher) participaram das Olimpíadas: Seul 1988, Atenas 2004 e Pequim 2008. Para tentar diminuir um pouco este saldo negativo, a seleção brasileira da modalidade participa, a partir desta sexta-feira, do Torneio Pré-Olímpico Pan-Americano, na cidade de Orlando (EUA).

No total, serão 10 brasileiros competindo nas categorias livre (masculina e feminina) e greco-romana (apenas masculina), justamente a modalidade que abrirá a competição nesta sexta-feira. No sábado, acontecerá a disputa da luta livre feminina e no domingo, no encerramento do Pré-Olímpico, haverá a luta livre masculina. Ao todo, estarão em jogo 36 vagas para os Jogos de Londres,  sendo que os dois primeiros de cada categoria por peso carimbam o passaporte.

A equipe brasileira em Orlando será formada por Diego Romanelli (60 Kg), Ângelo Moreira (66 Kg) e Davi Albino (96 Kg), na greco romana;  Susana Almeida (48 Kg), Joice Silva (55 Kg), Dailane Gomes (63 Kg) e Aline Ferreira (72 Kg), na livre feminino; e Daniel Malvino (74 Kg), Adrian Jaoude (84 Kg) e Antoine Jaoude (120 Kg) na livre masculino. Destes, o único que já tem experiência olímpica é Antoine Jaoude, que disputou os Jogos de Atenas.

No feminino, as maiores chances estão com Aline Ferreira, que foi medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara.  Joice Silva foi bronze em sua categoria no Pan mexicano.

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