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quinta-feira, 4 de setembro de 2014 Imprensa, Isso é Brasil, Olimpíadas | 22:32

Rio 2016 não tem plano B para campo de golfe

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As obras do campo de golfe para os Jogos de 2016 correm o risco de não serem concluídas a tempo

As obras do campo de golfe para os Jogos de 2016 correm o risco de não serem concluídas a tempo

A organização dos Jogos Olímpicos do Rio 2016 encarou com aparente tranquilidade a decisão do juiz da 7ª Vara da Fazenda Pública do RJ, Eduardo Antonio Klausner, que na última quarta-feira determinou um prazo de 14 dias para que seja apresentada uma proposta que atenda aos desejos dos ambientalistas que questionam a instalação da sede olímpica do golfe na reserva de Marapendi, na Barra da Tijuca. Se isso não ocorrer, os organizadores precisarão refazer o projeto ou paralisar as obras, o que poderá atrasar bastante o cronograma da modalidade. Pela programação de eventos-testes divulgada pelo comitê, há uma competição de golfe prevista para ser realizada em agosto de 2015.

“Iremos apresentar nossas justificativas e analisar toda a documentação apresentada. Entendemos que está tudo certo na obra, mas se por acaso algo estiver fora dos padrões exigidos, iremos refazer.  As Olimpíadas de 2016 têm uma forte preocupação  ambiental”, afirmou ao blog nesta quinta-feira o diretor de comunicação do comitê Rio 2016,  Mário Andrada.

O Ministério Público do Rio de Janeiro entrou com uma liminar pedindo a interrupção das obras, alegando diversos danos ambientais e contando com depoimentos de biólogos e engenheiros florestais. Até 17 de setembro, a prefeitura do Rio precisará se posicionar sobre o documento assinado na quarta-feira e que fala, entre outras coisa, no redimensionamento do campo.

>>> Veja também: Rio 2016 divulga calendário de eventos-testes

Com imbróglio, já há quem fale em possíveis mudanças na sede do golfe. Fontes ligadas à IGF (Federação Internacional de Golfe), consultadas pela agência de notícia “Associated Press” chegaram a admitir que “existem planos de contingência” caso as obras não sejam concluídas a tempo. Uma das opções poderia ser o campo do Itanhagá Golf Club, que ofereceu suas instalações para os Jogos.

A informação, porém, é negada pelo comitê organizador. “Não há plano B para uma nova arena olímpica de golfe e de qualquer outra modalidade, ao menos neste momento”, disse Mário Andrada.

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terça-feira, 5 de agosto de 2014 Olimpíadas, Paraolimpíadas | 09:37

O espírito da Copa bastará para fazer da Rio 2016 um sucesso?

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A exatos dois anos da abertura das Olimpíadas do Rio 2016, muitas incertezas ainda cercam a organização do mega-evento

A exatos dois anos da abertura das Olimpíadas do Rio 2016, muitas incertezas ainda cercam a organização do mega-evento

Há exatos 23 dias, o encerramento da Copa do Mundo trouxe ao torcedor brasileiro um sentimento de satisfação com o sucesso, ao menos nos gramados e arquibancadas, na organização de um evento em que muitos apostavam num fracasso retumbante. Se é inegável que o Mundial de futebol trouxe uma onda de otimismo, engana-se redondamente quem achar que somente com o “espírito da Copa” será possível ao Brasil ser aprovado com louvor em seu novo desafio: organizar com brilhantismo os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Nesta terça-feira, 5 de agosto, faltam exatamente dois anos para a abertura do mega evento.

E o adjetivo “mega” já serve para explicar que não há termos de comparação entre o Mundial da Fifa e o maior evento poliesportivo do planeta, sob responsabilidade do COI (Comitê Olímpico Internacional). Primeiro, porque são na prática 28 Copas do Mundo, referentes às modalidades esportivas que compõe o programa olímpico, acontecendo simultaneamente, todos eles com suas características e necessidades específicas, o que já torna a tarefa muito mais complicada.

>>>Londres 2012 x Rio 2014: semelhanças e diferenças

Além disso, enquanto 32 seleções disputaram a Copa do Mundo 2014, mais de 200 países (foram 204 em Londres 2012) mandam representantes para os Jogos Olímpicos, que ficam reunidos na mesma cidade, enquanto 12 cidades-sedes receberam as partidas do Mundial. Questões como logística e eficiência nos transportes são condição número 1 para o sucesso dos Jogos.

E como complicação pouca é bobagem, não se pode esquecer que a cidade carioca receberá ainda a edição dos Jogos Paraolímpicos, a partir de 7 de setembro de 2016, com 23 modalidades e com a obrigação de dar acessibilidade a atletas, técnico, dirigentes e torcedores.

>>>Rio 2016 divulga calendário para eventos-testes

Com tudo isso, o desafio do Rio de Janeiro, a primeira cidade da América do Sul a receber as Olimpíadas, já seria gigantesco, se não contasse com o desagradável (para dizer o mínimo) habito brasileiro de atropelar prazos e menosprezar cronogramas, correndo no final para cumprir todas as obras. Foi assim na Copa e será assim nos Jogos Olímpicos.

Como bem apontou o jornal Folha de S. Paulo em sua edição do último domingo, o Rio ainda precisa concluir 76% das obras nas arenas que receberão os atletas olímpicos daqui a dois anos. É muita coisa para ser feita com prazos apertados. Lembrem-se de que o Rio de Janeiro foi indicada pelo COI para organizar os Jogos de 2016 há praticamente sete anos, em outubro de 2009.

Com dados da APO (Autoridade Pública Olímpica) e Rio Transparente, é possível saber que pelo menos 15 obras e reformas de arenas dos Jogos nem saíram do papel. E foi apenas no início de julho que o Complexo Esportivo de Deodoro, sede de 11 modalidades olímpicas e paraolímpicas daqui a dois anos, viu os primeiros tratores iniciarem obras de construção e reforma nas arenas previstas para o local.

Não foi à toa, portanto, que o COI fez uma espécie de intervenção na organização dos Jogos, em abril, alarmado com os incontáveis atrasos e descompasso entre os poderes municipal, estadual e federal, em relação aos custos dos Jogos, estimados hoje em R$ 37,6 bilhões, entre gastos de construção e reformas de instalações esportivas, mobilidade e legado urbano, além de custos de organização. O discurso do COI, após entrar para valer na organização da Rio 2016, agora é de otimismo, porém sempre alertando para a questão dos prazos.

>>>Aleluia: as obras de Deodoro começaram!

Nestes próximos dois anos, ao contrário do que ocorreu com a Copa do Mundo, será preciso ainda engajar a população para um evento poliesportivo, com modalidades esportivas que 90% dos torcedores jamais viram na vida. Este talvez fosse o maior legado que as Olimpíadas do Rio poderiam trazer ao país, a semente para acabar com a monocultura esportiva do futebol, mas infelizmente isso não irá acontecer, ao menos a curto prazo, por culpa exclusiva do Brasil.

Por conta disso tudo, é importante para os dirigentes e políticos não perderem o foco com manifestações exageradas de otimismo e manter as mangas arregaçadas. Já população e imprensa, mais do que nunca, precisam manter o alerta ligado na cobrança de prazos e fiscalização dos custos.

A Copa do Mundo, a “Copa das Copas”, traz saudades a todos, mas a realidade nos Jogos Olímpicos é completamente diferente. Ainda há muita coisa a ser feita pelo Brasil e o Rio se quiserem tornar a festa olímpica de 2016 uma festa igualmente inesquecível.

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quarta-feira, 30 de julho de 2014 Com a palavra, Imprensa, Isso é Brasil, Olimpíadas, Paraolimpíadas | 21:01

Baia da Guanabara 2016: primeiras impressões…

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“Já fizemos dois treinos até agora, onde encontramos muitas garrafas e sacos plásticos. Ontem vimos um cachorro morto na água”

A declaração do velejador australiano Matthew Belcher, medalha de ouro na classe 470 nos Jogos Olímpicos de Londres 2012, para a Folha de S. Paulo desta quarta-feira, é sintomática. Uma das estrelas do evento-teste da vela para as Olimpíadas do Rio 2016, que começa na próxima sexta-feira (2) e vai até o dia 9 de agosto, Belcher mostrou, sem meias palavras, o cartão de visitas que os atletas do iatismo mundial terão pela frente não apenas nesta competição, como provavelmente daqui a dois anos.

Iatistas da classe RS:X treinam para o evento-teste na Baia de Guanabara, o primeiro dos Jogos de 2016

Iatistas da classe RS:X treinam para o evento-teste na Baia de Guanabara, o primeiro dos Jogos de 2016

Não se deve encarar com traços de menosprezo, precoceito ou mesmo insulto à soberania nacional as palavras de Belcher. Elas são retrato absoluto da realidade, ironicamente, de um dos mais belos cartões postais da próxima sede dos Jogos Olímpicos. O australiano falou apenas verdades, que por sinal já tinham sido ratificadas anteriormente pelo próprio treinador da equipe brasileira, o bicampeão olímpico (Atlanta 1996 e Atenas 2004) Torben Grael, em entrevista ao site Esporte Essencial, em abril de 2011: “É um pecado nós termos uma água tão suja numa baia tão bonita como essa. Vamos sediar os jogos olímpicos e acho que vai ser um vexame apresentar uma água desse jeito”.

Se há uma coisa que o Brasil já perdeu, independentemente do sucesso na organização dos Jogos de 2016, foi a questão da Baia de Guanabara. Isso é definitivo. Por incompetência dos poderes públicos (em todas as esferas!), perdeu-se a chance de conquistar ao final dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos um dos principais legados para a população do Rio de Janeiro, que seria a despoluição de 80% das águas da sede das competições de vela. Isso constava do plano original da candidatura carioca, em 2009. Se chegar a 15% na época das Olimpíadas, será muito.

>>> VEJA TAMBÉM: Com data provisória, federação de tiro com arco confirma evento-teste no Sambódromo para setembro de 2015

As competições irão acontecer, de uma forma ou outra. Como aliás já aconteceram nos Jogos Pan-Americanos de 2007. O que não diminui o tamanho do vexame. Por isso, um dos principais pontos a serem aproveitados no primeiro evento-teste das Olimpíadas do Rio será testar a funcionabilidade da raia de competição, mesmo com tanto lixo boiando nas proximidades dos atletas. Simplesmente lamentável.

Ao todo, serão 324 atletas de 34 países participando da Regata Internacional do Rio, que abre o calendário oficial de eventos-testes das Olimpíadas. Estarão competindo 23 medalhistas olímpicos, entre eles o próprio australiano Matthew Belcher; a espanhola Marina Alabau, na 49er FX; o holandês Dorian van Rijsselberge, na RS:X; o também australiano Nathan Outteridge, na classe 49er; e o sueco Max Salminen, na Star, classe que não faz parte do programa olímpico de 2016. Entre os brasileiros, destaca-se o bicampeão olímpico (Atlanta 1996 e Atenas 2004) Robert Scheidt, pela Laser.

Tomara que nenhum deles deixe de vencer sua prova por causa das maltratadas águas da Baia de Guanabara.

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sexta-feira, 30 de maio de 2014 Olimpíadas | 09:32

Corrida para a Rio 2016 começa nesta sexta-feira

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Atualizado

Esta sexta-feira, 30 de maio, será um dia importante no calendário esportivo para os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. Na prática, a partir deste dia está aberta a corrida oficial na classificação de diversas modalidades para as próximas Olimpíadas. Os critérios de qualificação olímpica foram definidos na última Assembleia do COI (Comitê Olímpico Internacional), realizada em Sochi, durantes os Jogos de Inverno, em fevereiro deste ano.

Na prática, cinco modalidades esportivas (atletismo, ginástica artística, ginástica rítmica, trampolim acrobático e futebol) ainda não divulgaram seus critérios de classificação, mas as demais já sabem quantas vagas estão em disputa e até quando os atletas terão tempo para garanti-las. Nesta sexta, por exemplo, começará a contar o período válido do ranking mundial do judô, que classificará 386 atletas para os Jogos Olímpicos.

Veja abaixo a tabela com as modalidades que já definiram seus critérios de classificação olímpica e o número de vagas em disputa:

Modalidade              Período de classificação               Total de vagas

Badminton                   4/5/2015 a 1/5/2016                       172 (86 masc. e 86 fem)
Basquete                      14/09/2014 a 11/7/2016               24 seleções (12 masc. e 12 fem)
Boxe                             03/2015 a 06/2016                             286 (250 masc. e 36 fem)
Canoagem slalom              07/2015 a 10/7/2016                       82 (61 masc. e 21 fem)
Canoagem velocidade      19/8/2015 a 10/7/2016             248 (158 masc., 88 fem e 2 a definir)
Ciclismo BMX                    31/5/2014 a 31/5/2016             48 (32 masc. e 16 fem)
Ciclismo estrada             2015 a 15/6/2016                            211 (144 masc. e 67 fem)
Ciclismo MTB                 05/2014 a 25/05/2016                  80 (50 masc. e 30 fem)
Ciclismo pista                 15/7/2014 a 28/2/2016                 189 (99 masc e 90 fem)
Esgrima            3/4/2015 a 24/4/2016        212 (102 masc. e 102 fem + 8 vagas Brasil a definir)
Golfe                              14/7/2014 a 11/7/2016                   120 (60 masc. e 60 fem)
Handebol                       7/12/2014 a 10/4/2016                    24 seleções (12 masc. e 12 fem)
Hipismo adestramento        24/8/2014 a 20/6/2016               60 (masc. e fem)
Hipismo CCE                        27/8/2014 a 20/6/2016               65 (masc. e fem)
Hipismo saltos               31/8/2014 a 20/6/2016                     75 (masc. e fem)
Hóquei sobre grama       18/9/2014 a 12/2015                  24 seleções (12 masc. e 12 fem,)
Judô                                30/5/2014 a 29/5/2016                    386 (221 masc + 145 fem + 20 a definir)
Levantamento de peso    4/9/2014 a 19/6/2016            260 (156 masc e 104 fem)
Luta Olímpica               7/9/2015 a 8/5/2016               344 (228 masc, 108 fem + 8 a definir)
Maratona aquática        24/7/2015 a 05/2016             50 (25 masc. e 25 fem)
Nado sincronizado        2015 a 04/2016                          104 (fem)
Natação                        1º/3/2015 a 31/5/2016               900 (máximo de 26 masc. e 26 fem por país)
Pentatlo moderno            12/6/2015 a 1º/6/2016            72 (36 masc. e 36 fem)
Polo Aquático               06/2015 a 04/2016                       20 seleções (12 masc e 8 fem)
Remo                               30/8/2015 a 25/5/2016                     550 (331 masc. e 219 fem)
Rúgbi                         1º/10/2014 a 31/12/2015                  24 seleções (12 masc. e 12 fem)
Saltos ornamentais     24/7/2015 a 15/6/2016              136 (68 masc. e 68 fem)
Taekwondo                 2015 a 04/2016                                  128 (64 masc e 64 fem)
Tênis                           até 6/6/2016                                           172 (86 masc. e 86 fem)
Tênis de mesa               1º/7/2015 a 24/4/2016              172 (86 masc. e 86 fem)
Tiro com arco                 26/7/2015 a 11/7/2016           128 (64 masc. e 64 fem)
Tiro esportivo               1º/8/2014 a 31/3/2016            390 (219 masc, 147 fem + 24 a definir)
Triatlo                           05/2015 a 05/2016                       110 (55 masc. e 55 fem)
Vela                              1º/8/2014 a 1º/6/2016                380 (217 masc. e 163 fem)
Vôlei                           21/8/2015 a 06/2016                       24 seleções (12 masc. e 12 fem)
Vôlei de praia          1º/7/2014 a 17/7/2016             96 duplas (48 masc. e 48 fem)

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sexta-feira, 23 de maio de 2014 Mundiais | 19:17

Na estreia do Mundial de revezamento de atletismo, Brasil pode ser uma das surpresas

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Revezamento feminino do Brasil tem boa chance de ganhar medalha no Mundial

Revezamento feminino do Brasil tem boa chance de ganhar medalha no Mundial nas Bahamas

Um novo evento no calendário pode reservar uma surpresa ao atletismo brasileiro neste final de semana. Em Paradise Island, nas Bahamas, será realizado neste sábado (24) e domingo (25) a primeira edição do Campeonato Mundial de revezamentos de atletismo, organizado pela Iaaf (Associação Internacional de Federações de Atletismo). Em dois dias, cerca de 500 atletas, representando 48 países, disputarão provas olímpicas – 4 x 100 m e 4 x 400 m – e também que não constam no programa dos Jogos, como o 4 x 200 m , 4 x 800 m e 4x 1.500 m. E tem ainda uma graninha boa em disputa: a Iaaf distribuirá US$ 1,4 milhão (cerca de R$ 3,1 milhões) aos campeões, além de assegurar vaga no Mundial de 2015, marcado para a China.

Mas por que o Brasil, que há anos não tem obtido resultados relevantes em provas individuais, surge como candidato a fazer uma boa campanha nas Bahamas? Simplesmente porque nos revezamentos, os brasileiros vem mostrando competência e colecionando bons resultados. E se vier uma medalha, são as mulheres as maiores candidatas.

Para refrescar a memória do leitor, no Mundial de atletismo de Moscou, no ano passado, a maior chance que o Brasil teve de conquistar uma medalha foi justamente na final do 4 x 100 m feminino. Mas um erro inacreditável na passagem do último bastão entre Franciela Krasucki e Vanda Gomes custou a eliminação da equipe brasileira. Ainda assim, o Brasil terminou a temporada entre as dez melhores equipes de 2013, graças ao recorde sul-americano cravado nas semifinais (42s29).

As eliminatórias nas Bahamas do 4 x 100 m feminino acontecerão a partir das 18h49min deste sábado, com a final marcada para começar às 21h42, sempre no horário de Brasília. O quarteto brasileiro na prova foi definido, com Vanusa Santos, Franciela Krasucki, Evelyn Santos e Rosângela Santos.

Outro revezamento no qual o Brasil aparece com chance de ao menos brigar por lugar na final é no 4 x 400 m masculino. Após terminar 2013 também entre os dez melhores do mundo e aparecer nesta temporada com o terceiro melhor tempo do ano (3min03s32), os brasileiros chegam confiantes em Paradise Island. O quarteto definido para a semifinal de sábado é formado por Pedro Burmann, Wagner Cardoso, Anderson Henriques e Hugo Balduíno. A final será no domingo.

O 1º Mundial de revezamento também contará com algumas estrelas do atletismo internacional, com destaque para os jamaicanos Yohan Blake (campeão mundial  e prata olímpico nos 100 m) e Shelly-Ann Frase-Pryce (campeã mundial e olímpica nos 100 m) , além do americano LaShaw Merrit, duas vezes campeão mundial nos 400 m.

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terça-feira, 13 de maio de 2014 Olimpíadas | 13:46

Com data provisória, federação de tiro confirma evento-teste no Sambódromo para setembro de 2015

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Enquanto segue a guerra fria entre dirigentes de federações internacionais e integrantes do comitê do Rio 2016 a respeito dos atrasos na entrega das instalações para as próximas Olimpíadas, existe quem esteja pensando de forma prática e divulgando seu planejamento até os Jogos. Este foi o caso da Fita (Federação Internacional de Tiro com Arco), que anunciou na última sexta-feira seu calendário de competições internacionais para a temporada de 2015 e nele consta a data do evento-teste da modalidade para o Rio de Janeiro em setembro do ano que vem, ainda com data a ser confirmada.

O sambódromo receberá as provas do tiro com arco nas Olimpíadas de 2016

O sambódromo carioca receberá as provas do tiro com arco nas Olimpíadas de 2016

Nos Jogos do Rio, as provas do tiro com arco irão acontecer no Sambódromo, na prática uma das poucas instalações olímpicas que já estão prontas. No calendário da Fita, foi reservada a data do evento-teste para o período de 17 a 24 de setembro de 2015. A data, contudo, ainda precisa ser oficializada pelo comitê do Rio 2016.

Outras modalidades esportivas já começam a se mexer para marcar eventos que irão testar as instalações olímpicas, mas a maioria depende do cronograma de obras (que está muito atrasado) no Rio de Janeiro. O primeiro evento-teste do Rio 2016 ocorrerá entre 2 a 9 de agosto deste ano, com a disputa de uma competição de vela na Baia da Guanabara. Até maio de 2016, os organizadores programam organizar 45 eventos que irão testar as instalações dos Jogos.

Entre os meses de julho a outubro de 2015, estão previstas competições ao ar livre, como triatlo, maratona e vôlei de praia. De novembro de 2015 a janeiro de 2016, a previsão é que se realizem eventos nos ginásios que já estiverem prontos. O último período de competições será entre março e maio de 2016, quando acontecerão alguns dos maiores eventos-teste, como atletismo e natação, quando todas as operações envolvendo os Jogos serão avaliadas. O Rio 2016 pretende divulgar o calendário completo ao longo deste ano. A conferir.

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sexta-feira, 2 de maio de 2014 Olimpíadas | 16:56

Programa obrigatório para quem gosta de atletismo em SP

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O panamenho Irwing Saladino é a maior atração do Grande Prêmio São Paulo de atletismo

O panamenho Irwing Saladino é a maior atração do Grande Prêmio São Paulo de atletismo

Se você não tiver programa definido para a manhã do próximo domingo, estiver em São Paulo e for fã de atletismo, já tem o que fazer. A pista do Estádio Ícaro de Castro Mello, no Ibirapuera, receberá a partir das 8h30, a edição do Grande Prêmio Caixa São Paulo de atletismo, um dos dois eventos internacionais da modalidade previstos para ocorrer no Brasil neste mês (o outro é o GP Caixa Sesi, que acontecerá em Uberlândia no dia 7, quarta).

Serão 20 provas, 11 masculinas e nove femininas, que contará com a presença de 141 atletas (80 homens e 61 mulheres), representando 17 países das Américas do Sul, Central, Europa e África. A entrada ao público é gratuita e o acesso pode ser feito por dois locais: Rua Marechal Estênio Albuquerque Lima, 82, ou pela Rua Abílio Soares, 1215.

É claro que para os saudosistas, o nível do torneio não se compara ao que ocorreu em São Paulo nos anos 80 e início dos 90, quando o GP paulistano chegou a fazer parte do calendário principal de provas da Iaaf (Associação das Federações Internacionais de Atletismo, na sigla em inglês). Foi um período áureo, com gordos cachês que atraíram algumas das maiores estrelas do esporte, como Carl Lewis, Serguei Bubka, Steve Ovett, Michael Johnson e até mesmo Ben Johnson, aquele mesmo do doping nas Olimpíadas de Seul, em 1988.

Ainda assim, será uma ótima oportunidade para ver como estão alguns dos atletas que poderão brilhar no Rio de Janeiro em 2016, na disputa dos Jogos Olímpicos. Individualmente, o nome mais forte que estará competindo no Ibirapuera é o do panamenho Irwing Saladino, campeão olímpico do salto em distância nas Olimpíadas de Pequim 2008, e que busca retomar a velha forma, após fracassar em Londres 2012 e de nem ter disputado o Mundial de Moscou, no ano passado. Ele ocupa atualmente o quinto lugar no ranking mundial da prova (8m16 foi sua melhor marca neste ano).

Entre os brasileiros, chama a atenção a participação de Aldemir Gomes, sétimo melhor tempo do ano até agora nos 200 m, com  20s32; Hugo de Sousa, oitavo mais rápido de 2014 nos 400 m (45s09); Thiago Braz, no salto com vara, que foi quarto colocado no Mundial indoor de Sopot (Polônia); no feminino, Franciela Krasucki, nos 200 m, e Keila Costa, no salto em distância.

Confira abaixo a programação completa do Grande Prêmio São Paulo de atletismo

8h30  – CERIMÔNIA DE ABERTURA
8h45 –  Salto com Vara Masculino (mas)
9h –  400m c/barreiras (fem)
9h03 –  Salto em Distância (mas)
9h10 – Lançamento do Disco (mas)
9h15 – 400 m c/barreiras (mas)
9h18h – Arremesso do Peso (fem)
9h25 – Salto em Altura (mas)
9h30 – 3.000 m (fem)
9h45 – 3.000 m (mas)
10h –  400 m (mas)
10h15 – 400 m (fem)
10h30 – 800 m (fem)
10h35 – Lançamento do Disco (fem)
10h40 – Arremesso do Peso (mas)
10h42 – Salto em Distância (fem)
10h45 – 800 m (mas)
11h –  200 m (fem)
11h15 – 200 m (mas)
11h30 – 100 m c/barreiras (fem)
11h45 – 110m c/barreiras (mas)

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quinta-feira, 19 de setembro de 2013 Seleção brasileira | 19:53

‘Geração 2020’ experiementa clima olímpico em estreia de nova competição

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Atletas da delegação do Brasil que participa, a partir desta sexta-feira, dos Jogos Sul-Americanos da Juventude

Atletas da delegação do Brasil que participa, a partir desta sexta-feira, dos Jogos Sul-Americanos da Juventude

Começa nesta sexta-feira, com a cerimônia de abertura programada para às 21h30 (horário de Brasília) a edição inaugural dos Jogos Sul-Americanos da Juventude, voltados para atletas com idade com até 17 anos e que terá como palco a cidade de Lima, no Peru. Ao todo, estarão presentes cerca de 1.200 atletas representando 14 países do continente, disputando um total de 22 modalidades esportivas. O Brasil estará presente com uma delegação de 100 atletas. A disputa por medalhas começará no sábado, dia 21.

Mas na prática, qual é a real importância de um evento como este? Nem mesmo nos principais jornais peruanos desta quinta-feira era possível encontrar uma nota a respeito da competição.

Se alguém estiver preocupado com resultados, marcas, recordes e quadro de medalhas, é bom botar o pé no freio e diminuir o foco de suas expectativas.

Estamos falando de atletas que, embora alguns com grande potencial – e muitos deles certamente estarão representando seus países nas Olímpíadas de Tóquio, em 2020 -, estão ainda em fase de formação. Mal comparando, é a mesma coisa que ocorre com a já famosa Copa São Paulo de Juniores, evento que abre o calendário do futebol no mês de janeiro: muitos candidatos a craques passam incógnitos e só acabam despontando mesmo depois do torneio.

O objetivo da Odesur (sigla em espanhol para Organização Desportiva Sul-Americana) é justamente preparar os atletas que não tem qualquer experiência em competições poliesportivas para as Olimpíadas da Juventude, que estão marcadas para 2014, na cidade de Nanjing (China).

Neste ponto, o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) acerta em dar aos garotas e garotas tratamento semelhante às delegações que participam de Olimpíadas e Pan-Americanos, inclusive realizando um evento em São Paulo para distribuição de uniformes e orientações diversas sobre o evento.

E mesmo tendo na delegação atletas de muito potencial – como é o caso de Mirna da Silva, semifinalista dos 100 m rasos do Mundial juvenil de atletismo deste ano, na Ucrânia -, o objetivo brasileiro deveria ser apenas educativo, ou seja, começar a preparar esta garotada desde cedo, mesmo em competições menores, para que ninguém fique deslumbrado quando estiver entrando em uma Vila Olímpica, por exemplo. A quantidade de medalhas conquistadas deve ficar em segundo plano.

Pena que pouca gente valorize isso.

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quarta-feira, 23 de novembro de 2011 Mundiais, Olimpíadas | 22:46

Fiba deveria fazer lobby para ter mais vagas nas Olimpíadas

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A Alemanha, de Nowitzki, esteve em Pequim 2008, mas não estará em Londres

Peço mais uma vez licença ao colega e amigo Fábio Sormani, para dar um pitaco sobre basquete, embora tenha a ver também com Jogos Olímpicos. Eis que o site da CBB (Confederação Brasileira de Basquete) publicou nota nesta quarta-feira anunciando que alguns dirigentes da entidade acabaram de retornar de uma reunião na sede da Fiba (Federação Internacional de Basquete), na Suíça, e que já se discute a possibilidade de aumentar o número de participantes do Campeonato Mundial masculino, passando dos atuais 24 para 32 participantes, como ocorre na Copa do Mundo de futebol.

Cá entre nós, uma grande cretinice!

Ao conversar sobre o tema com o Sormani nesta tarde, ele levantou uma questão importante: não tem cabimento aumentar o número de participantes de um Mundial, mas ao invés disso a Fiba deveria fazer lobby para aumentar o número de vagas olímpicas.

Concordo 100%. Primeiro, porque se a Copa do Mundo de futebol já sofre muitas críticas por conta de seu inchaço, graças ao aumento no número de seleções de qualidade inferior, o mesmo se aplica ao basquete e de uma forma ainda mais gritante.

Em compensação, já há um consenso, entre os próprios cartolas da Fiba, que 12 equipes é um número ridículo para o torneio olímpico de basquete.

Sem levar em conta o caso do Brasil – que só voltou aos Jogos Olímpicos neste ano, ao ficar com o vice-campeonato do Pré-Olímpico de Mar del Plata -, são vários os exemplos de belas seleções que ficam fora das Olimpíadas por conta do número limitado de vagas.

Este drama acaba atingindo especialmente o basquete europeu, que após o desmembramento da União Soviética e pela guerra na extinta Iugoslávia, viu surgir uma série de fortíssimas equipes, como Croácia, Lituânia, Sérvia, além da própria Rússia. Sem falar na Alemanha, França, Itália, Grécia e Turquia e Espanha. Só aqui estamos falando de dez seleções.

A Fiba precisava pensar em gastar energia e fazer articulações políticas para tentar convencer o COI (Comitê Olímpico Internacional) a abrir mais vagas para o basquete. O problema é que o gigantismo das Olimpíadas, além do próprio calendário, tornaria esta uma missão quase impossível.

As Vilas Olímpicas já funcionam no seu limite, a cada edição dos Jogos, sem contar que a própria infraestrutura logística precisaria estar pronta para receber mais 96 atletas (masculino e feminino), sem contar integrantes das comissões técnicas e dirigentes. Ou seja, teria que se gastar mais dinheiro para abrigar todo este povo.

Se do ponto de vista estrutural seria quase impossível isso acontecer, olhando o lado esportivo não há o que discutir: os Jogos Olímpicos ganhariam em qualidade com um torneio com 16 equipes, tanto no masculino como no feminino.

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