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Arquivo da Categoria Seleção brasileira

quarta-feira, 10 de setembro de 2014 Mundiais, Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 22:23

Mundiais na Espanha definem 203 vagas olímpicas para 2016

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Até o próximo dia 21, a Espanha terá um papel importante na definição dos classificados para três modalidades que constam no programa esportivos dos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016. Nada menos do que 203 vagas estarão em disputa, na vela, tiro esportivo e basquete.

Velejadoras Martine Graelk e Kahena, da classe 49er FX e que integra a equipe brasileira no Mundial de vela de Santander (ESP)

Martine Grael e Kahena Kunze, da classe 49er FX e que integra a equipe brasileira no Mundial de vela

O Mundial de Vela da Isaf (Federação Internacional de Iatismo, na sigla em inglês) começa sua disputa na próxima sexta-feira, na cidade de Santander, com a presença das 10 classes olímpicas. Cada classe tem seu próprio Mundial, porém nos dois últimos ciclos olímpicos a Isaf promoveu um evento internacional para definir parte das vagas dos Jogos. Isso ocorreu em 2007, em Cascais (POR), e 2011 em Perth (AUS). Desta vez, a entidade resolveu antecipar o Mundial, para facilitar a preparação.

Em Santander, os 1.400 atletas de 8o países estarão disputando nada menos do que 138 vagas olímpicas (metade das 274 disponíveis) nas classes RS:X Masculino (18), RS:X Feminino (13), Laser (23), Laser Radial (19), Finn (12), 470 Masculino (13), 470 Feminino (10), 49er (10), 49er FX (10) e Nacra 17 (10). Cada país pode conquistar apenas uma vaga por classe. Por ser o país-sede, o Brasil já tem assegurada uma vaga por classe, mas brigará pelo título mundial na Laser, com Robert Scheidt; 470 feminino, com a dupla Martine Grael e Kahena Kunze; e na Finn, com Jorge Zariff.

Já em Granada, desde a última segunda-feira (8) está em disputa o Mundial de tiro esportivo, que está distribuindo 64 vagas olímpicas nas 15 provas que compõe o programa das Olimpíadas. A distribuição será feita da seguinte forma: Carabina 3 posições 50m masculino (5 vagas), Carabina deitado 50m masculino (5), Carabina de ar 10m masculino (6), Pistola 50m masculino (4), Pistola de tiro rápido 25m masculino (2), Pistola de ar 10m masculino (6), Fossa Olímpica masculino (3), Fossa double masculino (2), Skeet masculino (3), Carabina 3 posições 50m feminino (5), Carabina de ar 10m feminino (6), Pistola 25m feminino (5), Pistola de ar 10m feminino (6), Fossa Olímpica feminino (3) e Skeet feminino (3).

>>> Confira todos os classificados para os Jogos Olímpicos de 2016

Novamente, por ser sede dos Jogos, o Brasil já conta com nova vagas asseguradas (Carabina 3 Posições masculino; Carabina de Ar 10m feminino; Pistola de Tiro Rápido masculino; Pistola de Ar 10m masculino; Pistola 25m feminino; Fossa Olímpica e no Skeet, masculino e feminino). Ainda assim, busca resultados que melhorem a posição do país no ranking mundial. Foi o caso desta quarta-feira, com o bom quinto lugar de Rodrigo Bastos na prova da Fossa Olímpica. O Mundial vai até o dia 19.

Por fim, Madri irá assistir no próximo domingo a final da Copa do Mundo masculina de basquete, cujo campeão assegura vaga antecipada para o Rio 2016. E o título deverá ficar entre EUA, França, Lituânia e Sérvia, após a conclusão das quartas de final, marcadas pela eliminação da seleção brasileira, de forma avassaladora pelos sérvios, nesta quarta (10).

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domingo, 7 de setembro de 2014 Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 16:40

Um tiro certeiro na monocultura esportiva

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O maior legado (diria até obrigação) da conquista do direito de organizar os Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro é tentar por um fim na monocultura esportiva Brasil. Mas infelizmente não será em sete anos que isso se resolverá, não importa que queiram nos empurrar goela abaixo que somos ou estamos no caminho de nos tornar uma potência esportiva. Isso é trabalho para as próximas décadas, onde os resultados obtidos pelas equipes brasileiras nas próximas Olimpíadas poderão sim ter grande influência em uma mudança de postura – mas acima de tudo, é um trabalho de formiguinha, de longo prazo.

Com apenas 16 anos, Marcus Vinícius D'Almeida faturou de forma inédita a medalha de prata da  Copa do Mundo de tiro com arco

Com apenas 16 anos, Marcus Vinícius D’Almeida faturou de forma inédita a medalha de prata da Copa do Mundo de tiro com arco neste domingo

Enquanto isso, por culpa de décadas de atraso na implantação de uma política esportiva (que só nos últimos anos, na esteira da vitória na eleição do COI de 2009, vem mudando de forma gradativa), por ignorância de grande parte do público e por completo desinteresse dos principais veículos de mídia do país, o esporte do Brasil resume-se, em 90% dos casos, ao futebol. Vez ou outra fala-se do vitorioso voleibol de seleções, exaltam-se conquistas de ídolos consagrados como Cesar Cielo ou Guga, ou comemoram-se conquistas isoladas, como o emocionante título mundial feminino de handebol em 2013. Mas a verdade é que o Brasil só vira “olímpico” de fato a cada quatro anos.

Infelizmente essa é a dura realidade, doa a quem doer. Porém, isso está mudando aos poucos.

Uma pequena prova disso ocorreu na manhã deste domingo, 7 de setembro. Uma modalidade nanica no Brasil, praticamente ignorada pelo grande público, o tiro com arco viveu algumas horas de protagonismo, aos menos na timeline esportiva das redes sociais, graças a um garoto de 16 anos, nascido no Rio de Janeiro e que nem terminou ainda o ensino médio. De forma inédita, Marcus Vinícius D’Almeida chegou à final da Copa do Mundo de tiro com arco, em Lausanne (SUI), perdendo a medalha de ouro apenas no chamado “shoot-off” (flecha desempate), após a igualdade em cinco sets com o americano Brady Ellison. medalha de prata por equipes nos Jogos Olímpicos de Londres 2012.

O pódio em Lausanne, com Marcus Vinícius, o americano Ellison e o holandês Van der Ven, que levou o bronze

O pódio da final da Copa do Mundo em Lausanne, com Marcus Vinícius, o americano Ellison e o holandês Van der Ven, que levou o bronze

O feito de Marcus Vinícius é espetacular, primeiro pela pouca idade (16 anos) e também pelo fato de ter chegado à final da Copa do Mundo como o mais novo arqueiro da história a atingir este feito e na condição de nono colocado no ranking mundial da Fita (Federação Internacional de Tiro com Arco). O leitor do iG Esporte pôde conhecer um pouco mais de história do jovem prodígio brasileiro no mês de agosto, pouco antes de iniciar sua participação nas Olimpíadas da Juventude, em Nanquim (CHN), onde também terminou com a medalha de prata.

Não irei cravar aqui que Marcus Vinícius D’Almeida será medalha em 2016. Jornalista não é vidente. Fica claro, porém, que o garoto é um atleta a ser colocado no radar para ser acompanhado detalhadamente nos próximos anos. Assim como outros grandes talentos de modalidades ignoradas pelo público e mídia, como é o caso de Isaquias Queiroz, bicampeão mundial da canoagem velocidade C1 500m (modalidade não olímpica).

Se por causa de atletas como eles o Brasil parar um pouco de viver essa irritante monocultura esportiva, esse será o grande legado que os Jogos Olímpicos de 2016 deixarão para este país.

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sexta-feira, 5 de setembro de 2014 Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 09:50

Oito países já têm vaga nos Jogos de 2016. Veja quem são

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Cavaleiro holandês Gerco Schroder salta durante a final da prova de saltos nos Jogos Mundiais Equestres

Cavaleiro holandês Gerco Schroder salta durante a final da prova de saltos nos Jogos Mundiais Equestres

Com o encerramento da competição por equipes do hipismo saltos nos Jogos Equestres Mundiais, que estão sendo realizados em Caen (FRA), na última quinta-feira (4), completou-se a primeira etapa de qualificação para os Jogos Olímpicos do Rio 2016. Estavam em disputa cinco vagas nesta modalidade, que ficaram respectivamente com os conjuntos da Holanda (campeã), França (vice), Estados Unidos (3º), Alemanha (4º) e Suécia (6º).

Por ser o país-sede das Olimpíadas, o Brasil estava classificado antecipadamente, mas ainda assim cumpriu ótima campanha no Mundial, terminando na quinta colocação, com uma pontuação total de 16,95, apenas 0,23 de diferença em relação à equipe dos EUA, que terminou com o bronze.

Assim, encerradas as competições nas três modalidades olímpicas (adestramento, CCE e saltos), são oito os países já com vaga nos Jogos de 2016: Alemanha, Austrália, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Holanda, Irlanda e Suécia.

Rumo ao Rio 2016

Aliás, para quem quiser acompanhar o desenrolar das qualificações olímpicas, o blog tem um post especial, localizada na barra direita, na seção “Páginas”, em que irá atualizar todas as vagas preenchidas nas 42 modalidades olímpicas que estarão em disputa nos Jogos de 2016. O levantamento também pode ser acessado neste link.

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domingo, 31 de agosto de 2014 Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 14:21

Hipismo CCE conhece primeiros classificados para 2016

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Equipe da Holanda comemora a medalha de bronze no Mundial de CCE e a vaga olímpica

Equipe da Holanda comemora a medalha de bronze no Mundial de CCE e a vaga olímpica

Atualizado

Foram conhecidos neste domingo os seis primeiros classificados no hipismo modalidade CCE (Conjunto Completo de Equitação) para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. As vagas vieram após a disputa do Mundial da modalidade, realizado durante os Jogos Equestres Mundiais, em Caen, na França.

A equipe da Alemanha, que já tinha assegurado sua vaga no adestramento, levou a medalha de ouro na competição e consequentemente uma das seis vagas em disputa no Mundial. O quarteto alemão ficou à frente da Grã-Bretanha (2º) e Holanda (3º), ambos também com lugar assegurado nos Jogos Olímpicos. Além deles, também estão classificadas as equipes da França (4º), Austrália (5º) e Irlanda (6º).

Marcelo Tosi, com Eleda All Black, salta em Caen, na Normandia. Brasil ficou em 8º no geral

Marcelo Tosi, com Eleda All Black, salta em Caen (França). Brasil ficou em 8º no geral

O Brasil, já previamente classificado por ser o país-sede dos Jogos, fez um bom papel neste Mundial, terminando em oitavo lugar por equipes, mesmo tendo competido com apenas três conjuntos (Marcelo Tosi, Ruy Fonseca e Gabriel Figueiredo). Ficou inclusive à frente de países tradicionais no esporte, como Bélgica e Estados Unidos.

Na verdade, a equipe brasileira levou a melhor por ter “sobrevivivo” à prova do cross country, cujo percurso estava muito difícil e eliminou diversos conjuntos dos países mais fortes, o que contribuiu decisivamente para chegar ao oitavo lugar geral após a prova de saltos. A melhor participação no individual foi de Ruy Fonseca, que terminou em 39º lugar.

Veja também: Os primeiros classificados para os Jogos do Rio 2016

A modalidade de hipismo saltos começa a disputa de seu Mundial a partir desta segunda-feira, com a prova de aquecimento. Estarão em disputa na França cinco vagas para os Jogos Olímpicos.

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Almanaque, Ídolos, Mundiais, Seleção brasileira | 00:55

As medalhas do Brasil nos Mundiais de judô

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A brasileira Mariua Suelen Altheman não conseguiu superar a cubana Idalys Ortiz na final da categoria acima de 78 kg

A brasileira Maria Suelen Altheman (à esquerdas) não conseguiu superar a cubana Idalys Ortiz na final da categoria acima de 78 kg

No último dia de disputas individuais do Campeonato Mundial de judô, que está sendo realizado na cidade russa de Chelyabinsk, na Rússia, o Brasil ampliou seu número de medalhas na competição. O melhor resultado foi obtido por Maria Suelen Altheman, na categoria acima de 78 kg, que acabou repetindo o desempenho do Mundial do ano passado, realizado no Brasil, e ficou com a medalha de prata. Novamente derrotada pela forte cubana  Idalys Ortiz, por ippon, em uma luta na qual ela saiu com uma contusão no joelho.

Depois, foi a vez de Rafael Silva, na categoria acima de 100 kg, que não repetiu o vice-campeonato de 2013 mas não deixou a Rússia com as mãos abanando, ao levar o bronze após derrotar o alemão Roy Meier. Neste domingo, o Mundial de Chelyabinsk se encerra com a disputa do torneio por equipes.

No geral, o Brasil soma um total de 38 medalhas em Mundiais de judô ao longo da história.

Confira abaixo todas as medalhas brasileiras

Medalha de ouro

João Derly – 66 kg – Cairo (Egito)/2005
João Derly – 66 kg – Rio de Janeiro (Brasil)/2007
Tiago Camilo – 81 kg – Rio der Janeiro (Brasil)/2007
Luciano Corrêa (100 kg) – Rio de Janeiro (Brasil)/2007
Rafaela Silva (57 kg) – Rio de Janeiro (Brasil)/2013
Mayra Aguiar (78 kg) – Chelyabinsk (Rússia)/2014

Medalha de prata

Aurélio Miguel – 95 kg – Hamilton (Canadá)/1993
Aurélio Miguel – 95 kg – Paris (França)/1997
Mayra Aguiar – 78 kg – Tóquio (Japão)/2010
Leandro Guilheiro – 81 kg -Tóquio (Japão)/2010
Leandro Cunha – 66 kg – Tóquio (Japão)/2010
Leandro Cunha – 66 kg – Paris (França)/2011
Rafaela Silva – 57 kg – Paris (França)/2011
Érika Miranda – 52 kg – Rio de Janeiro (Brasil)/2013
Maria Suelen Altheman – + 78 kg – Rio de Janeiro (Brasil)/2013
Rafael Silva – + 100 kg – Rio de Janeiro (Brasil)/2013
Maria Suelen Altheman – + 78 kg – Chelyabinsk (Rússia)/2014

Medalha de bronze

Chiaki Ishii – 93 kg – Ludwigshafen (Alemanha)/1971
Walter Carmona – 86 kg – Paris (França)/1979
Aurélio Miguel – 95 kg – Essen (Alemanha)/1987
Rogério Sampaio – 73 kg – Hamilton (Canadá)/1993
Daniele Zangrando – 56 kg – Tóquio (Japão)/1995
Edinanci Silva – 72 kg – Paris (França)/1997
Fúlvio Myata – 60 kg – Paris (França)/1997
Sebastian Pereira – 73 kg – Birmingham (Inglaterra)/1999
Mario Sabino – 100 kg – Osaka (Japão)/2003
Edinanci Silva – 78 kg – Osaka (Japão)/2003
Carlos Honoraro – 90 kg – Osaka (Japão)/2003
Luciano Correa – 100 kg – Cairo (Egito)/2005
João Gabriel Schilittler – + de 100 kg – Rio de Janeiro (Brasil)/2007
Sarah Menezes – 48 kg – Tóquio (Japão)/2010
Sarah Menezes – 48 kg – Paris (França)/2011
Leandro Guilheiro – 81 kg – Paris (França)/2011
Mayra Aguiar – 78 kg – Paris (França)/2011
Sarah Menezes – 48 kg – Rio de Janeiro (Brasil)/2013
Mayra Aguiar – 78 kg – Rio de Janeiro (Brasil)/2013
Érika Miranda – 52 kg – Chelyabinsk (Rússia)/2014
Rafael Silva – + 100 kg – Chelyabinsk (Rússia)/2014

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quinta-feira, 28 de agosto de 2014 Ídolos, Seleção brasileira | 23:47

Bi na Liga de Diamante rende R$ 179 mil a Fabiana Murer

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Fabiana Murer exibe o troféu  após conquistar o título da Liga de Diamante no salto com vara

Fabiana Murer exibe o troféu após conquistar o título da Liga de Diamante

A brilhante vitória de Fabiana Murer nesta quinta-feira, que conquistou o bicampeonato da Liga de Diamante na prova do salto com vara, em Zurique (SUI), foi um dos resultados mais importantes do atletismo brasileiro em 2014, ao lado de Mauro Vinícius da Silva, o Duda, que também faturou o bi no Mundial indoor (pista coberta) na prova do salto em distância, no mês de março, na Polônia.

Em primeiro lugar, a vitória da brasileira ocorreu na competição mais badalada do atletismo mundial e que reúne as principais estrelas da modalidade. Além disso, comprovou a boa fase de Fabiana na temporada, que levou o título com a ótima marca de 4,72 m, embora já tivesse alcançado os 4,80 m na etapa de Nova York, em junho. Se tudo isso não bastasse, Fabiana Murer ainda conseguiu deixar para trás a campeã olímpica de Londres 2012, a norte-americana Jennifer Suhr, que ficou em segundo na Liga.

E o bicampeonato em Zurique serviu para rechear um pouco mais o bolso da brasileira. As quatro vitórias (Nova York, Glasgow, Monaco e desta quinta) renderam um total de US$ 40 mil para Fabiana, que ainda recebeu um prêmio geral de US$ 40 mil pelo título. Ou seja, pouco mais de R$ 179 mil seguindo a cotação desta quinta-feira. Nada mal, hein?

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segunda-feira, 25 de agosto de 2014 Mundiais, Seleção brasileira | 23:32

Tem Mundial para todos os gostos

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Sarah Menezes não lutou bem e foi eliminada logo em sua primeira luta no Mundial de judô

Sarah Menezes não lutou bem e foi eliminada logo em sua primeira luta no Mundial de judô, na Rússia

Além dos Jogos Equestres Mundiais, tratados no post anterior e que já definirão as primeiras vagas para as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, a semana promete ser agitada com a realização de Mundiais de outras modalidades olímpicas, tiodas com a participação de equipes brasileiras.

Em dois deles estão concentradas as principais esperanças de bons resultados e medalhas. O Mundial de judô, que começou nesta segunda-feira, em Chelyabinsk, na Rússia, é sem dúvida aquele onde o Brasil tem maiores chances de faturar uma ou mais medalhas de ouro. Principal aposta do COB (Comitê Olímpico do Brasil) para ajudar a alcançar a meta de 30 medalhas em 2016, o judô está no Mundial 2014 com equipe completa.

Mas na largada, nesta segunda, acabou decepcionando, com as eliminações da campeã olímpica Sarah Menezes (48 kg), derrotada pela francesa Amandine Buchard; do medalhista de bronze em Londres 2012, Felipe Kitadai (60 kg), que caiu diante do uzbeque Dyorbek Urozboev; e Eric Takabatake (60 kg), que parou nas oitavas diante do russo Beslan Mudranov. O Mundial vai até o próximo domingo.

O outro torneio que desperta a atenção dos esportes olímpicos é a Copa do Mundo masculina de basquete (nova denominação do Mundial), que será realizada na Espanha, a partir deste sábado (30). Depois do vexame de ter sido eliminado na Copa América e só assegurar sua participação via convite da Fiba (Federação Internacional de Basquete), a equipe brasileira chega ao torneio com sua força máxima, com todos os atletas que atuam na NBA, como Tiago Splitter, Anderson Varejão e Nenê Hilário, além de Marcelinho Huertas, que defende o Barcelona. Há quem aposte que o time do técnico argentino Rubén Magnano tem tudo para ficar entre os quatro primeiros.

Em outros dois Mundiais, já em andamento, o Brasil está apenas marcando presença, sem chance de medalhas. É o caso do remo, cuja competição que se realiza em Amsterdã (HOL)  tem somente um barco brasileiro (double skiff peso leve) classificado para as quartas de final. Os demais estão na repescagem, para as finais B e C.

Em Copenhague (DIN), começou nesta segunda-feira o Mundial de badminton, com cinco eliminações (três em simples masculina e femina e duas nas duplas mistas) logo de cara. Nesta terça (26), os brasileiros tentam evitar o adeus precoce na competição, com jogos em simples masculina e dupla masculina e feminina.

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domingo, 24 de agosto de 2014 Mundiais, Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 15:00

Normandia irá conhecer os primeiros classificados da Rio 2016

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A cerimônia de abertura dos Jogos Equestres Mundiais foi realizada no ´pultimo sábado, no Ornano Stadium

A cerimônia de abertura dos Jogos Equestres Mundiais foi realizada no sábado, no Ornano Stadium

A partir desta segunda-feira, na cidade de Caen, na Normandia (França), serão conhecidos os primeiros classificados para as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro, com o início das competições dos Jogos Equestres Mundiais, que na prática equivalem ao Campeonato Mundial de hipismo, que de um total de dez modalidades, contará com as três olímpicas em ação: saltos, adestramento e CCE (Conjunto Completo de Equitação).

Será justamente o adestramento que abrirá a disputa nesta segunda, com a competição prevista para terminar somente na sexta-feira (29). O Brasil, que tem vaga assegurada como país-sede dos Jogos, estará representado pelos cavaleiros João Victor Oliva (filho da ex-jogadora de basquete Hortência), Luiza Almeida, Manuel Tavares de Almeida e Pedro Tavares de Almeida.

Os três primeiros países colocados no Mundial, excluindo o Brasil, estarão classificados para as Olimpíadas.

Na quinta, dia 28, começarão as competições do CCE, que classificará para o Rio de Janeiro os seis melhores conjuntos, excluindo o Brasil, que já tem vaga assegurada. A equipe brasileira de CCE neste Mundial será formada por Gabriel Cury, Marcelo Tosi, Marcio Jorge e Ruy Fonseca.

>>> Veja ainda: Corrida para a Rio 2016 começa nesta sexta-feira

Por fim, a competição de saltos, cujo inicio oficial será em 2 de setembro (embora a prova de teste da pista seja em 31/8), que reservará vagas olímpicas para as cinco primeiras equipes classificadas no Mundial de Caen. Novamente nesta modalidade o Brasil já tem presença assegurada em 2016. A equipe brasileira que competirá na França contará com os cavaleiros Doda Miranda, Rodrigo Pessoa (campeão olímpico em Atenas 2004), Marlon Zanotelli, Pedro Veniss e Yuri Guerios.

 

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sexta-feira, 22 de agosto de 2014 Ídolos, Olimpíadas, Seleção brasileira | 22:21

Velozes e furiosos, parte 3

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Matheus Santana se prepara para disputar a final dos 100 m livre em Nanquim

Matheus Santana se prepara para disputar a final dos 100 m livre em Nanquim – Foto: Wander Roberto/Inovafoto/COB

Esta sexta-feira (22) em Nanquim, na China, sétimo dia de competições dos Jogos Olímpicos da Juventude, mostrou que o Brasil seguirá nos próximos anos mantendo a tradição de ter alguns dos principais velocistas da natação mundial. Ao conquistar a medalha de ouro nos 100 m livre e ainda por cima quebrar o recorde mundial juvenil, o carioca Matheus Santana, de 18 anos, mostra que a geração brasileira de nadadores velozes e furiosos continuará brilhando por muito tempo.

Ao cravar o tempo de 48s25, batendo a melhor marca do mundo (que por sinal já era dele, com 48s35) na final das Olimpíadas da Juventude, Santana simplesmente garantiu um lugar entre os 10 mais velozes nadadores do planeta em 2014 nos 100m livre. O brasileiro igualou-se aos russos Andrey Grechin e Vladimir Morozov com a sexta melhor marca na distância.

À sua frente, ficaram apenas alguns dos grandes nomes dos 100 m livre na atualidade, como o australiano James Magnussen (dono da melhor marca do ano, com 47s59), o francês Florent Manaudou (terceiro mais veloz, com 47s98) e o brasileiro Cesar Cielo (dono do quinto melhor tempo, com 48s13).

Matheus Santana mostrou na China que pode dar sequência a uma geração talentosa do Brasil nas provas rápidas da natação mundial e que já dura mais de 20 anos, desde Gustavo Borges e Fernando Scherer, chegando no próprio Cielo, campeão mundial e recordista do mundo nos 100 livre, e Bruno Fratus.

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terça-feira, 19 de agosto de 2014 Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 23:10

Taekwondo segue criando talentos, apesar de seus cartolas

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Wander Roberto/Inovafoto/COB

Edival Marques comemora a medalha de ouro no taekwondo, categoria até 63 kg, durante os Jogos Olímpicos da Juventude, em Nanquim (China)

O taekwondo é uma das modalidades esportivas do Brasil que mais se envolvem em polêmicas. Uma rápida busca no Google pode enfileirar diversos casos escabrosos – alguns que remetem ao ano 2000 -, com atletas reclamando de perseguição de dirigentes, federações desfiliadas por pura vingança e no final, tudo sempre acaba desembocando na CBTKD (Confederação Brasileira de Taekwondo). Não importa quem esteja no poder, há sempre uma confusão ou alguma acusação mais grave envolvendo a modalidade. Atualmente, a confederação é presidida por Carlos Fernandes.

No final de julho, a Polícia Federal apreendeu documentos em endereços ligados à entidade, em uma investigação sobre possíveis irregularidades com gastos de recursos provenientes do Ministério do Esporte. Segundo reportagem do jornal “O Globo” da última sexta-feira, uma empresa de distribuição de bebidas e alimentos teria fornecido material esportivo à confederação, importando, por exemplo, placas de tatame por um preço muito superior ao produto similar encontrado no Brasil.

Ainda assim, mesmo com toda essa cartolagem incapaz, o taekwondo do Brasil, ainda longe de ser considerado um esporte de massa no país, consegue descobrir talentos e mostrar resultado. Tem sido assim desde Diogo Silva, ouro (até 68 kg) no Pan do Rio, em 2007, e especialmente com Natalia Falavigna, bronze (acima de 67 kg) nas Olimpíadas de Pequim 2008.

E a tradição de superar a incompetência dos cartolas e brilhar no tatame chegou também nas Olimpíadas da Juventude, que estão sendo realizadas em Nanquim (China), onde o paraibano Edival Marques, de 17 anos, com um golpe no último segundo, derrotou o mexicano José Nava Rodrigues, na final da categoria até 63 kg, nesta terça-feira. As palavras de Edival, agradecendo a quem realmente o ajudou em sua conquista, são sintomáticas. Não são pelos seus dirigentes que o taekwondo do Brasil consegue formar atletas de tanto talento.

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