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Arquivo da Categoria Seleção brasileira

terça-feira, 3 de abril de 2012 Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 23:02

Goleada sobre a Argentina deixa Brasil vivo no polo aquático

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O capitão brasileiro Felipe "Charuto" Silva, na derrota para o Canadá: vitória deixa o Brasil ainda com chances

Uma goleada com gosto de vingança. E ao fazer 16 a 7 sobre a Argentina, nesta terça-feira à noite, em Edmonton (Canadá), pelo Pré-Olímpico masculino de polo aquático, a seleção brasileira garantiu uma sobrevida em seu sonho quase impossível de chegar aos Jogos de Londres 2012.

Com gols marcados por Gustavo Guiimarães (5), Gabriel Reis (5), Henrique Moniz (2), Bernardo Gomes, Gustavo Coutinho, Marcelo Franco e Danilo Correa, o time brasileiro conseguiu vingar a derrota ocorrida na final do Campeonato Sul-Americano, disputado mês passado, em Belém (PA), quando os argentinos ganharam por 9 a 6.

Agora, o Brasil chega com chance de se manter vivo na competição e passar às quartas de final, na partida de quinta-feira contra a Turquia. Mas antes que a pachecada fique assanhada, vou logo avisando: a seleção poderá passar, no máximo, em terceiro lugar, o que lhe daria como adversário na outra fase, se o confronto fosse hoje, a Romênia. Os vencedores dos duelos das quartas irão a Londres 2012.

Classificação olímpica continua  sendo quase impossível. Mas a goleada humilhante sobre a Argentina já serviu de algum consolo.

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Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 00:14

Brasil fica a perigo no Pré-Olímpico de polo aquático

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O brasileiro Felipe Silva, em ação no Torneio Pré-Olímpico de Edmonton: situação do Brasil está complicada

A seleção brasileira masculina de polo aquático voltou a perder no Torneio Pré-Olímpico de Edmonton (Canadá). Há pouco, a equipe foi derrotada pela seleção canadense, por 12 a 9, a segunda consecutiva do time brasileiro, que neste último domingo estreou perdendo para a Espanha (17 a 7).

Nesta terça-feira, a partir das 21h20 (horário de Brasília), a seleção terá o seu jogo mais importante, para efeito de sobrevivência na competição e manter vivo o sonho de ir às Olimpíadas de Londres 2012. O duelo contra a Argentina é fundamental para o time brasileiro, que precisa ganhar este jogo ou contra a Turquia, na próxima quinta, para avançar às quartas de final, ao menos na quarta colocação do grupo.

Detalhe que a Argentina – o mesmo adversário que bateu a seleção brasileira na final do Sul-Americano em Belém (PA) – já soma pelo menos um ponto, graças ao empate com a Turquia, no domingo, por 9 a 9.

A cada jogo, o sonho olímpico do time masculino de polo aquático do Brasil fica mais distante.

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domingo, 1 de abril de 2012 Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 23:53

Brasil começa com derrota no Pré-Olímpico de polo aquático

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Gabriel Rocha (touca azul) comemora um dos gols brasileiros contra a Espanha

Não houve surpresa na estreia da seleção brasileira masculina de polo aquático no Torneio Pré-Olímpico de Edmonton (Canadá), última chance de classificação na modalidade para as Olimpíadas de Londres 2012. A derrota de 17 a 7 para a Espanha (3 x 2 Espanha; 4 x 3; 6 x 1; e 4 x 1), pelo Grupo B, foi absolutamente normal, tal a diferença técnica entre as duas equipes.

Os gols brasileiros foram assinalados por Henrique Miranda (3), Gabriel Rocha (3) e Marcelo Franco.  O artilheiro da partida foi outro brasileiro, mas que é naturalizado espanhol, Felipe Perrone, autor de quatro gols.

Nesta segunda-feira, o Brasil terá outro compromisso dificílimo, contra o Canadá, a partir das 22h40 (horário de Brasília). A chance da seleção em sonhar com uma vaga em Londres 2012 é menos vencer ao menos um dos confrontos seguintes, contra a Argentina (na terça-feira) ou contra a Turquia (na quinta-feira), para conseguir avançar às quartas de final. Os ganhadores dos jogos desta fase estarão nas Olimpíadas.

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Olimpíadas, Seleção brasileira | 12:18

Jonathan comemora vaga no triplo e vice-liderança no ranking

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O mineiro Jonathan Henrique Silva garantiu índice olímpico no salto triplo para as Olimpíadas

O mês de março terminou com mais um brasileiro cravando índice para as Olimpíadas de Londres 2012. Neste sábado (31), o mineiro Jonathan Henrique Silva, de apenas 20 anos, obteve vaga nos Jogos no salto triplo, ao vencer a prova do Torneio FPA Juvenil e Adulto, realizado na pista do Conjunto Constâncio Vaz Guimarães, no Ibirapuera. Ele saltou 17,39 m, 19 cm acima do índice exigido, e assegurou sua vaga no voo para Londres.

O resultado foi ainda mais excepcional pelo fato de Jonathan ter superado com sobras sua melhor marca até então no salto triplo, que era 16,70 m. Além disso, o resultado do mineiro o coloca no segundo lugar do ranking mundial do salto triplo da Iaaf (Associação Internacional das Federações de Atletismo), atrás somente do cubano Osviel Hernandez, que tem 17,49 m.

Veja também: A cubana apaixonada e a estranha geografia olímpica

Nelio Moura, treinador de saltos em distância e triplo da seleção brasileira, acredita que Jonathan tenha potencial para chegar a uma final olímpica, precisando, para isso, fazer ao menos 17,10 m e quem sabe, brigar por medalha. Se isso ocorrer, o jovem mineiro estará confirmando a tradição brasileira nesta prova, repetindo feitos de Adhemar ferreira da Silva, Nelson Prudêncio e João Carlos de Oliveira, o João do Pulo.

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Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 09:34

Só milagre classifica o Brasil no Pré-Olímpico de polo aquático

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Bernardo Gomes prepara arremesso, na fácil vitória do Brasil sobre a Venezuela, no Sul-Americano. A moleza não se repetirá no Pré-Olímpico do Canadá

A seleção brasileira masculina de polo aquático, que estreia neste domingo no Torneio Pré-Olímpico da modalidade, diante da Espanha, a partir das 19h30 (horário de Brasília), em Edmonton, no Canadá), recebeu neste último sábado (31) uma notícia que tornará a missão de conquistar uma vaga para as Olimpíadas de Londres 2012 ainda mais dífícil. De forma surpreendente, a Venezuela, uma das integrantes do Grupo B, o mesmo do Brasil, anunciou a desistência do torneio.

Não poderia ser pior a notícia para a equipe brasileira, que há uma semana perdeu o título do Sul-Americano realizado em Belém (PA) para a Argentina. Os venezuelanos eram os rivais mais fáceis da chave e uma vitória certa na conta do Brasil. No Sul-Americano, a seleção venceu o confronto por 16 a 4, sem esforço.

Confira os atletas brasileiros classificados para os Jogos de Londres 2012

Assim, o Brasil precisará obrigatoriamente de uma vitória diante da Argentina (no dia 3) ou contra a Turquia (dia 5), para se classificara para a próxima fase. Isso porque dificilmente conseguirá derrotar o time espanhol, neste domingo, ou o Canadá, nesta segunda-feira.

Para ir a Londres, precisará vencer o jogo das quartas de final, pois os quatro primeiros colocados estarão classificados. O problema é que na outra chave estarão pedreiras como Montenegro, Alemanha, Grécia, Macedônia, Romênia e Holanda.

Só um milagre colocará o polo aquático masculino brasileiro nas Olimpíadas. A última vez que a modalidade esteve em uma edição dos Jogos Olímpicos foi em Los Angeles 1984.

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sexta-feira, 30 de março de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 20:12

Valores investidos no ciclo olímpico não justificam previsão do COB para Londres

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O superintendente do COB, Marcus Vinícius Freire, diz que o Brasil deve repetir em Londres 2012, em termos de resultados, o que fez em Pequim 2008

Um ciclo olímpico corresponde a um período de quatro anos, que começa no ano subsequente a uma edição dos Jogos e termina na edição seguinte do evento. Você, caro(a) internauta, sabe quanto foi investido, apenas com as verbas provenientes da Lei Agnelo/Piva, que destina 2% do que é arrecadado nas loterias brasileiras, nas confederações esportivas olímpicas do Brasil? A bagatela de R$ 207,4 milhões.

Só que para o COB (Comitê Olímpico Brasileiro), a previsão de resultados da delegação brasileira nas Olimpíadas de Londres 2012 deverá ser igual ao de Pequim 2008, ou seja 15 medalhas.

Além de mim, mais alguém aí acha que há algo errado neste discurso conservador?

Nesta semana, o COB reuniu a imprensa para detalhar os planos de ação da entidade para Londres. Perguntados a respeito de expectativa de resultados nos Jogos, que começarão no dia 27 de julho, tanto o presidente da entidade, Carlos Arthur Nuzman, quanto o superintendente executivo, Marcus Vinícius Freire, foram categóricos: a meta em terras britânicas será repetir o que foi feito quatro anos atrás, em Pequim 2008. Os dois dirigentes não especificaram qual a cor destas medalhas. Vale lembrar que na China foram conquistadas três de ouro.

A justificativa para esta previsão conservadora é que o olhar do COB, em busca de resultados mais importantes e que demonstrem a possível alteração de status olímpico brasileiro, está voltado quatro anos à frente, ou seja, nos Jogos do Rio 2016. Segundo Freire, o problema é que “faltou tempo” para que o foco fosse centralizado neste ciclo  olímpico, lembrando de dois grandes eventos, o Pan 2007, no Rio, e a campanha para ganhar a sede dos Jogos de 2016, finalizada em outubro de 2009.

O dirigente do COB tem alguma razão, mas até a página 3, como dizem por aí.

Em primeiro lugar, não me parece correto colocar nesta conta a organização do Pan 2007 (com todos os problemas, atrasos, orçamentos estourados e não aprovados pelo TCU etc), especialmente por se tratar de um ciclo olímpico anterior, que pertencia aos Jogos de Pequim.

E por mais que o foco principal da entidade estivesse voltado para a dura missão de conquistar a sede das Olimpíadas de 2016, fico pensando como não foi possível destinar dentro do COB parte desta energia para criar um mecanismo de cobrança de resultados das confederações, e não meramente ficar no papel de distribuidor de verbas públicas.

Mais de R$ 200 milhões de reais (no mínimo) investidos em um ciclo olímpico é algo que ninguém poderia jamais imaginar ocorrendo no Brasil. Mas tanto dinheiro também necessita ser justificado. E pelo que o COB já adiantou, evolução de resultados só poderá ser cobrada daqui a quatro anos, quando a entidade espera ver o Brasil entre os dez primeiros no quadro de medalhas.

Desculpem, mas com todo este dinheiro público investido, esta cobrança tem que começar agora mesmo.

Confira abaixo qual foi o investimento, ano a ano, neste ciclo olímpico, das verbas da lei Agnelo/Piva:

2012 – R$ 60,9 milhões (+ R$ 15,3 milhões Fundo Olímpico)/ Total arrecadação da loterias prevista: R$ 145 milhões
2011 – R$ 68,8 milhões (+ R$ 14 milhões Fundo Olímpico)/ Total arrecadação prevista das loterias: R$ 130 milhões
2010 – R$ 45,7 milhões (+ R$ 15 milhões Fundo Olímpico)/ Total arrecadação das loterias: R$ 142,7 milhões
2009 – R$ 32,07 milhões (+ R$ 18,7 milhões Fundo Olímpico)/Total arrecadação das loterias: R$ 113,4 milhões

Obs 1: O total arrecadado da Lei Piva de 2011 ainda depende de confirmação, após publicação do balanço do COB; o de 2012 é uma previsão

Obs 2: O Fundo Olímpico é formado a partir de uma parcela dos recursos que o COB recebe da Lei Agnelo/Piva e é destinado a atender projetos especiais apresentados por todas as confederações, cujos valores não couberem no orçamento anual aprovado pelo COB para cada Confederação, ou no orçamento disponível de outras fontes de recursos da Confederação.

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quarta-feira, 28 de março de 2012 Olimpíadas, Seleção brasileira | 23:35

Brasileiros farão aclimatação em dez países antes de Londres

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Foto com ilustração da piscina do Crystal Palace, que será o CT brasileiro em Londres

Nesta quarta-feira, o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) detalhou os planos da preparação do Brasil para as Olimpíadas de Londres 2012. Plano bastante minucioso e repleto de detalhes, pelo que foi visto na apresentação do superintendente executivo da entidade, Marcus Vinícius Freire. O cartola, por sinal, fez questão de não criar expectativa para resultados extraordinários em Londres, dizendo inclusive que espera um número total de medalhas idêntico ao de Pequim 2008 (15 no total).

Mas a principal novidade na apresentação do dirigente foi a confirmação dos locais de aclimatação de algumas modalidades, antes da abertura oficial dos jogos, dia 27 de julho. No total, os atletas brasileiros passarão por 10 países antes de entrarem na Vila Olímpica de Londres.

Confira abaixo o local de aclimatação de algumas modalidades, já definido pelo COB (lembrando que em Londres, a delegação brasileira contará com um centro de treinamento exclusivo, em Crystal Palace):

  • Judô e boxe – Sheffield (Inglaterra)
  • Ginástica artística feminina – Ipswich (Inglaterra)
  • Ginástica artística masculina – Ghent (Bélgica)
  • Basquete – EUA (cidade a definir) e Europa (país a definir)
  • Handebol feminino – Holanda (cidade a definir)
  • Atletismo/saltos verticais – Fórnia (Itália); saltos horizontais – Madri (Espanha)
  • Triatlo – Portugal (cidade a definir)
  • Pentatlo moderno – Itália (cidade a definir)
  • Tiro esportivo – França (cidade a definir)
  • Taekwondo – Croácia (cidade a definir)
  • Vôlei masculino – França (cidade a definir)
  • Tênis de mesa – França (cidade a definir)
  • Hipismo adestramento – Alemanha (cidade a definir)
  • Hipismo saltos – Bélgica (cidade a definir)
  • Esgrima – Itália (cidade a definir)
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terça-feira, 27 de março de 2012 Olimpíadas, Seleção brasileira | 23:07

Handebol feminino merece um olhar mais atento

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A armadora brasileira Duda foi o principal destaque no empate de 25 a 25 diante da Noruega

O fato passou meio despercebido neste final de semana, com tantos pré-olímpicos sendo disputados por aí, mas ainda merece ser destacado. A seleção brasileira feminina de handebol cumpriu uma série de três amistosos preparatórios para as Olimpíadas de Londres 2012. A vitória sobre a pouco experiente seleção da Grã-Bretanha, por 30 a 18, nem merece ser tão festejada assim. As britânicas só estão nos Jogos por ser o país-sede, não tem tradição alguma no handebol.

Em compensação, é necessário dedicar um olhar mais atento aos dois empates obtidos diante da Noruega, simplesmente a atual campeã mundial da modalidade, título obtido no recente torneio realizado em dezembro de 2011, no Brasil.

No primeiro jogo, na última quinta (22), houve um empate em 29 gols. No sábado, atuando nas instalações do Olympic Park, mesmo local que receberá as partidas nas Olimpíadas, as brasileiras arrancaram novo empate, desta vez por 25 a 25, depois de estarem perdendo por quatro gols de diferença no final da etapa final.

Sem pachequismo – e quem me conhece sabe o quanto este traço do torcedor brasileiro padrão me irrita -, é preciso admitir que algo muito positivo vem ocorrendo com a seleção feminina de handebol, sob o comando do sério e competente dinamarquês Morten Soubak. A participação no Mundial do Brasil, quando terminou em quinto lugar, poderia até iludir, não fossem vitórias históricas sobre França e a Rússia.

Agora, com estes dois empates diante da atual campeã mundial (e também última campeã olímpica, em Pequim 2008, é bom ressaltar), é preciso que se olhe o handebol feminino com mais atenção. Para mim, a coisa está longe de ser somente uma feliz conjunção de astros e estrelas. Alguma coisa boa pode estar pintando por aí. De repente, até mesmo em Londres 2012.

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segunda-feira, 26 de março de 2012 Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 09:00

Luta olímpica brasileira numa sinuca de bico

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Joice Silva ficou com a medalha de bronze na categoria 48 kg

Normalmente, ganhar quatro medalhas de bronze em um pan-americano de lutas olímpicas seria uma boa notícia para qualquer seleção brasileira. Mas o resultado teve um gosto de pão embolorado na boca dos integrantes da equipe nacional que participou do do último Pré-Olímpico de luta olímpica. Apesar do pódio, nenhum dos dez lutadores do Brasil atingiu o principal objetivo, que era o de conseguir uma vaga nas Olimpíadas de Londres 2012.

Pior do que não conseguir melhorar seu saldo negativo na história olímpica das lutas – até hoje, somente quatro brasileiros participaram de três edições dos Jogos – é saber que para o Brasil conseguir emplacar alguém nas próximas Olimpíadas, será preciso obter esta vaga em um dos dois próximos Pré-Olímpicos mundiais, marcados para Taiyuan, na China (entre os dias 27 e 29 de abril) e Helsinque, na Finlândia (entre 4 e 6 de maio).

E justamente aí que se concentra a maior parte do problema. Como serão as duas últimas competições classificatórias para Londres, terá poucas vagas em disputa. E se já foi impossível para os brasileiros superar rivais latino-americanos no torneio realizado em Orlando, o que dirá numa competição de nível próximo a um Campeonato Mundial…

Sei não, mas pelo jeito o saldo brasileiro continuará negativo em Londres.

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domingo, 25 de março de 2012 Almanaque, Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 19:38

Mulheres do remo brasileiro serão maioria em Londres 2012

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Fabiana Beltrame e Luana Bartholo participam da regata que rendeu a vaga olímpica em Londres

Tudo bem que ainda resta a regata pré-olímpica mundial, prevista para acontecer entre 20 e 23 de maio em Lucerne (Suíça), mas é praticamente certo que pela primeira vez na história olímpica da modalidade, as mulheres serão maioria na delegação do remo do Brasil nos Jogos de Londres 2012.

A constatação desta superioridade numérica ocorre justamente diante dos resultados ocorridos no Pré-Olímpico Latino-Americano de Tigre (Argentina), onde neste domingo três “meninas superpoderosas” do remo nacional carimbaram o passaporte olímpico: no double skiff light, Fabiana Beltrame (campeã mundial em 2011 no single skiff light, prova não olímpica) e Luana Bartholo; eno single skiff, com Kissya Cataldo.

Confira a lista completa de atletas brasileiros classificados para os Jogos de Londres

Somado às três, aparece Anderson Nocetti, que garantiu sua classificação no single skiff no último sábado (quarta olimpíada consecutiva, é bom lembrar), como solitário representante masculino do remo brasileiro em Londres, ao menos por enquanto.

Ainda não se sabe exatamente quantos barcos a CBR (Confederação Brasileira de Remo) enviará à Lucerne, mas se somente participar o double skiff light que esteve em Tigre, formado por Diogo Nazário e Emanuel Borges, será bem complicado aumentar a cota masculina do remo em Londres. Na Argentina, o barco brasileiro ficou em sexto e último lugar na final. Em Lucerne, estarão classificados para os Jogos somente os dois primeiros nesta prova.

O remo brasileiro disputa os Jogos Olímpicos desde a estreia participação brasileira na competição, em 1920, na Antuérpia (Bélgica). Ao todo, 120 atletas (sem contar os quatro classificados deste final de semana) estiveram representando o remo do Brasil nas Olimpíadas, com exceção de duas edições: Tóquio 1964 e Los Angeles 1984.

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