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Arquivo da Categoria Seleção brasileira

quinta-feira, 26 de abril de 2012 Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 18:41

Hóquei sobre grama do Brasil apanha para aprender

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A seleção masculina do Brasil está se preparando para os Jogos de 2016

Nesta quinta-feira, a seleção brasileira masculina de hóquei sobre grama fez talvez o jogo mais importante de sua pouco destacada existência, ao estrear no Pré-Olímpico mundial da modalidade, que está sendo realizado na cidade de Kakamigahara, no Japão, onde está em disputa a última vaga para os Jogos de Londres 2012. Mas a estreia foi longe de ser brilhante, muito pelo contrário: o time brasileiro levou uma verdadeira surra da África do Sul, perdendo por 11 a 1. Mas o resultado não traz maiores prejuízos, além daqueles que uma goleada acachapante como essa possa trazer em qualquer situação.

O fato é que o Brasil está usando o Pré-Olímpico do Japão como um treinamento de luxo  em sua preparação visando os Jogos do Rio 2016, quando a equipe terá vaga assegurada justamente por ser país sede. E justamente por ter tradição zero neste esporte é que a CBHG (Confederação Brasileira de Hóquei sobre Grama) decidiu aceitar o convite da FIH (Federação Internacional de Hóquei) para participar deste Pré-Olímpico, mesmo sabendo que terá chance zero de classificação.

Será muito bom mesmo que os jogadores brasileiros aproveitem a chance de poder enfrentar países com um mínimo de tradição do hóquei sobre grama, pois será a melhor forma de evitar um vexame histórico no Rio de Janeiro daqui a quatro anos. Algo como o que ocorreu nos Jogos Pan-Americanos de 2007, quando o Brasil foi o verdadeiro saco de pancadas da competição.

E a despeito do que o elástico marcador em favor dos sul-africanos possa dizer, ao menos um jogador chamou a atenção de todos na partida. O goleiro brasileiro Daniel Tatara foi apontado como o grande responsável pela diferença de gols não ter sido ainda maior, segundo o relato da partida no site oficial da FIH.

No sábado, o Brasil faz sua segunda partida, contra o Japão. Vamos ver se as lições dos 11 a 1 contra a África do Sul foram bem assimiladas.

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quarta-feira, 25 de abril de 2012 Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 19:49

Cesar Cielo dá o troco em Bruno Fratus e volta a cravar o melhor tempo do mundo nos 50 m livre

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O brasileiro Cesar Cielo deu o troco em alto estilo e voltou a cravar o melhor tempo do ano nos 50 m livre, nesta quarta-feira, pelo Troféu Maria Lenk, no Rio de Janeiro. Cielo, que ficou em segundo lugar nas eliminatórias da manhã, cravou o tempo de 21s38, superando com facilidade a marca de Bruno Fratus (segundo colocado na prova), que mais cedo fez 21s70. A terceira posição ficou com o francês Fred Bousquet, que nadou a distância em 21s93.

Cesar Cielo comemora bastante a vitória na final dos 50 m livre, quando cravou o melhor tempo do ano na prova

Cielo comemorou a marca – a melhor de sua carreira sem utilização dos maiôs tecnológicos -, mas afirma que ainda pode melhorar muito para as Olimpíadas de Londres 2012. “A gente ainda tem muito a evoluir, especialmente quando chegar nas Olimpíadas, como na parte mental, por exemplo. Além disso, em Londres a adrenalina estará bem mais alta”, afirmou Cielo.

O brasileiro, campeão olímpico dos 50 m livre, também aproveitou para dar um recado ao australiano James Magnussen, que no final de março fez a melhor marca do ano nesta prova, durante as seletivas olímpícas, e provocou Cielo. “Cada um sabe o que faz, não estou preocupado com o que ele fala, mas espero que ele absorva bem este tempo que eu fiz”, cutucou Cielo.

Nos 50 m feminino, também havia expectativaque mais alguém conquistasse o índice olímpico, além da gaúcha Graciele Hermann, do Grêmio Náutico União, já classificada desde o ano passada. Mas nenhuma brasileira superou a marca estabelecida pela CBDA(25s20). A vitória ficou com a dinamarquesa Jeanette Ottesen, com 25s06. Graciele marcou 25s15, terminando em segundo lugar. Flávia Delaroli, que ainda não tem índice, ficou em terceiro, com 25s69.

Outras provas

Em outras provas das finais  desta noite, a brasileira Joanna Maranhão, representando o Flamengo, não conseguiu alcançar o índice dos 200 m medley, mas venceu a prova, com o tempo de 2min21s63, deixando para trás a espanhola Mireya Belmonte, também do Flamengo (2º lugar, com 2min14s66) e Manuella Lyryo, do Minas (3º, com 2min19s56). O índice olímpico nesta prova, exigido pela CBDA, é de 2min13s36.

Nos 200 m medley, deu a lógica: a dupla que já está classificada para os Jogos de Londres dominou os dois primeiros lugares da prova. Thiago Pereira, do Corinthians, ficou em primeiro, com 1min57s11 (tempo inclusive inferior ao que ele fez quando cravou o índice em 2011, 1min57s35), deixando Henrique Rodrigues em segundo, com 1min58s91. O tempo de Pereira foi também o segundo melhor do mundo na prova, superado somente por Michael Phelps, que nadou a distância em 1min56s32.

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Olimpíadas, Seleção brasileira | 16:58

Atletismo trabalha de olho em 2016

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Jovens talentos do atletismo brasileiros farão treinamento de alto nível, de olho nos Jogos do Rio 2016

Só se fala nas Olimpíadas de Londres 2012, em atletas garantindo índice, expectativa de medalhas etc. Até aí, nenhuma novidade. Mas já há quem, corretamente, comece a fazer um trabalho de olho no próximo ciclo olímpico, que justamente tem como objetivo os Jogos do Rio, em 2016. Este é o caso do atletismo. Com apoio da Farj (Federação de Atletismo do Rio de Janeiro), foi criado o Powerade Team, reunindo dez jovens promessas do atletismo, que nos próximos quatro anos receberão treinamento de alto nível, projetando um grande desempenho nas próximas Olimpídas. O projeto é uma parceria da Coca-Cola Brasil e da Evolution Sports Development.

Os atletas, que têm idade variando entre 16 e 20 anos, foram escolhidos com base em seus resultados recentes e no ranking brasileiro. A intenção do programa é que eles comecem a viver uma “experiência olímpica”, treinando também com ex-atletas de alto nível, além de se hospedarem no Crystal Palace, centro de treinamento da delegação do Brasil em Londres.

A equipe é formada por atletas de saltos e de velocidade. O time de velocistas é formado por Andrei Martins de Freitas (16 anos), nos 100 e 200 m; Dandadeuá Brites (18), dos 400 m e 400 m com barreira; Kelvin Tharsis de Oliveira (16), dos 400 m e 400 m com barreira; Renato Oliveira dos Santos Junior (16), 100 e 200 m rasos; e e Thamiris Cristina Nogueira Vianna (16), 100 e 200 m rasos. Todos são treinados por Cezar Coradassi.

Os atletas de saltos, treinados por Liliana Lohmann, são Luis Felipe Toreti (17 anos), salto em distância e triplo; Tulio dos Santos (18), salto triplo; Maria Izabel Barbosa (20), salto com vara; Kerinde Brites (18), octatlo; e Tamara Alexandrino de Souza (18), no heptatlo.

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domingo, 22 de abril de 2012 Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 21:49

Delegação brasileira em Londres ganha mais três integrantes

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Guilherme Toldo superou colombiano na final e garantiu vaga olímpica no florete

Após um sábado produtivo, com direito a dois atletas classificados para os Jogos Olímpicos de Londres 2012, o domingo terminou com um saldo ainda mais positivo: com mais três vagas asseguradas, a delegação brasileira nas Olimpíadas chega a 175 atletas.

A primeira vaga veio no tiro com arco, que teve neste final de semana a disputa do Pré-Olímpico das Américas, em Medellín (Colômbia). Com a classificação de Gustavo Trainini e Bernardo Oliveira para as semifinais, o Brasil automaticamente assegurou uma das três vagas em disputa no masculino. Agora, caberá à CBTArco (Confederação Brasileira de Tiro com Arco) definir o nome que representará a modalidade em Londres.

O segundo classificado do dia garantiu sua presença nas Olimpíadas pela primeira vez. O jovem Guilherme Toldo, de somente 19 anos, venceu o Pré-Olímpico de Santiago (Chile), batendo na final do florete o colombiano Patrick Roa por 15 a 7.

Por fim, o atletismo assegurou mais uma vaga, agora nos 800 m, graças à vitória de Diomar Noêmio de Souza em uma prova em Porto Alegre (RS). Mas sua presença em Londres ainda não está 100% garantida, pois ele só superou o índice B exigido pela CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo), com 1min45s62.

Apenas um atleta com índice B vai aos Jogos, e Souza teve nos últimos dois anos marcas inferiores a seus principais rivais no Brasil. Com índice A, podem se classificar até três atletas por prova. Obviamente o índice A leva vantagem sobre o B na hora de definir a equipe.

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quarta-feira, 11 de abril de 2012 Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 23:40

Cartola do handebol enche a bola de ex-treinador da seleção

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Manoel Luiz Oliveira elogiou a passagem de Javier Custa na seleção masculina

Como já era esperado, terminou nesta quarta-feira a passagem do espanhol Javier Garcia Cuesta no comando da seleção brasileira masculina de handebol. Após fracassar na tentativa de classificar o Brasil para as Olimpíadas de Londres 2012, ao não ficar com uma das duas vagas em disputa no Pré-Olímpico de Gotemburgo, ele anunciou sua saída da equipe, através de um comunicado divulgado pela assessoria de imprensa da entidade.

Mas ao contrário da irritação demonstrada em novembro do ano passado, quando ainda não havia assimilado a derrota para a Argentina na final dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara – e que classificavam o campeão diretamente para as Olimpíadas -, Manoel Luiz Oliveira, presidente da CBHb (Confederação Brasileira de Handebol), era só elogios nesta quarta ao ex-funcionário.

“Nosso relacionamento durante todo o período foi o melhor possível. Ele é um dos profissionais mais respeitados do mundo, mas infelizmente não atingiu seu objetivo, ficou desgostoso e resolveu encerrar seu vínculo conosco”, explicou o cartola. Ainda assim, não deixou de fazer uma menção ao principal pecado cometido pelo treinador espanhol. “Nunca passou pela nossa cabeça que não conseguiríamos a vaga olímpica no Pan.”

O futuro de Javier Garcia Cuesta pode ser um dos rivais do Brasil nas Américas. Casado com uma americana e com residência nos EUA, Cuesta estuda um convite para voltar a dirigir a seleção da América do Norte, onde chegou a trabalhar com sucesso. Ele também comandou as equipes nacionais da Espanha, Portugal e Egito.

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domingo, 8 de abril de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 22:28

Crônica de duas derrotas mais do que esperadas

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Jogadores da seleção brasileira de handebol festejam a vitória sobre a Macedônia, no Pré-Olímpico da Suécia. Mas ficaram sem a vaga em Londres

A foto que abre este post registra o momento de alegria dos jogadores da seleção brasileira masculina de handebol, após derrotarem a Macedônia, neste domingo, por 28 a 27, no encerramento do Pré-Olímpico de Gotemburgo, na Suécia. Detalhe é que foi a chamada vitória inútil, pois o Brasil já estava sem chance de classificação para as Olimpíadas de Londres 2012, após a derrota ocorrida um dia antes, para a Hungria.

Ainda neste domingo, do outro lado do mundo, a seleção masculina de polo aquático encerrava sua participação no Pré-Olímpico de Edmonton (Canadá) com uma derrota para a Turquia por 16 a 12 e terminando a competição em oitavo lugar. A chance de vaga olímpica já tinha ido para o vinagre dois dias antes, quando o Brasil levou uma surra da Romênia por 19 a 8.

Sem querer bancar o sabichão, sou obrigado a dizer que estes resultados já tinham sido previstos neste blog. Mas isso não chega a ser nenhum mérito, muito pelo contrário. Há tempos que prever fracassos em algumas modalidades olímpicas brasileiras é uma tarefa das mais fáceis. A diferença é que não há mais a velha desculpa, muito comum 20 ou 25 anos atrás, da falta de dinheiro e apoio do governo.

Nunca se investiu tanto no esporte olímpico brasileiro como nos últimos quatro anos. Mais de R$ 200 milhões no último ciclo olímpico, para ser mais específico. Porém, ainda esbarramos nos antigos problemas da falta de melhor material humano, experiência em competições internacionais e de melhores treinadores, a despeito de existir uma importação cada vez maior de técnicos estrangeiros, em todas as modalidades.

O que existe, me parece, é uma aplicação errada do dinheiro público proveniente das verbas da Lei Agnelo/Piva, sem falar nos velhos problemas estruturais do esporte brasileiro, onde nada se investe na formação de talentos e busca-se resultados às vezes sem qualquer preparo. De repente, por causa de talentos esporádicos, pode-se até conquistar uma coisa aqui, outra ali, mas isso está longe de ser a regra.

Enquanto esta realidade não mudar, continuaremos a festejar isoladas vitórias que nada valem, e ver os adversários comemorando classificações  para as Olimpíadas.

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sábado, 7 de abril de 2012 Almanaque, Olimpíadas, Seleção brasileira, Vídeos | 23:46

Vaga olímpica de Keila Costa veio antes do esperado

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Keila Costa assegurou sua vaga para os Jogos de Londres neste sábado, no salto triplo

A pista de atletismo do Conjunto Constâncio Vaz Guimarães, no Ibirapuera, anda mesmo dando sorte aos atletas brasileiros que buscam um lugar nos Jogos Olímpicos de Londres 2012. Na semana passada, Jonathan Henrique Silva assegurou sua classificação no salto triplo, vencendo a prova do Torneio FPA Juvenil e Adulto. Eis que neste sábado, em outra edição do Torneio FPA, mais um brasileiro garantiu sua vaga. A pernambucana Keila Costa obteve o índice no salto triplo, ao cravar a marca de 14,20m, cinco centímetros acima do índice exigido pela CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo).

Confira quem são os brasileiros já classificados para os Jogos Olímpicos de Londres

Vale ressaltar que a marca de Keila Costa superou o índice solicitado pela CBAt, como também o índice B da Iaaf (Associação Internacional das Federações de Atletismo), que é de 14,10 m. A atleta buscará alcançar o índice A da entidade, que é de 14,30 m, nas próximas competições.

Aos 29 anos, Keila Costa, que conquistou duas medalhas de prata no Pan-Americano do Rio – no salto triplo e no salto em distância -, além de uma medalha de bronze no salto em distância no Mundial de Doha, em 2010, estará indo para sua terceira campanha olímpica. Em Atenas 2004, não passou das eliminatórias do salto em distância, mas em Pequim 2008, conseguiu ir à final da mesma prova, quando terminou em 11º lugar. A pernambucana detém o recorde sul-americano do salto triplo, com 14,57 m.

Desta vez, o passaporte foi carimbado antes da hora. A própria Keila admitiu, após cravar o salto que lhe deu o índice, que esperava garantir a classificação ainda um pouco mais adiante, ainda neste semestre, em um torneio previsto para o Chile. Mas já que a classificação veio antes disso, irá aproveitar para aprimorar sua preparação e buscar um resultado inédito em Londres.

Confira como foi o salto que assegurou Keila Costa nas Olimpíadas de Londres 2012:

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sexta-feira, 6 de abril de 2012 Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 14:30

E não é que o Brasil quase venceu na estreia do Pré-Olímpico masculino de handebol?

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O sueco Karlsson é marcado pelos brasileiros Felipe e Gil Vicente na estreia do Pré-Olímpico de Gotemburgo

Num primeiro momento, se você olhar apenas o placar final da partida, pode ser encarado como absolutamente previsível o resultado da estreia da seleção brasileira masculina de handebol no Pré-Olímpico da modalidade, nesta sexta-feira, em Gotemburgo, quando perdeu por 25 a 20 para a Suécia. Na história dos confrontos internacionais entre as duas seleções, o Brasil jamais venceu a equipe sueca.

Só que o jogo mostrou uma realidade bem diferente. E mesmo desfalcado de seu principal jogador, o armador Bruno Souza, que lesionou o joelho ainda na fase de preparação, a seleção brasileira fez uma bela partida diante da Suécia, chegando a empatar o confronto em vários momentos do jogo. Mas a falta de tranquilidade e excesso de erros na defesa foram fatais.

Veja também: Pré-Olímpicos embalam feriadão do esporte brasileiro

Neste sábado, a seleção brasileira terá um jogo decisivo contra a Hungria (outra que jamais foi derrotada pelos brasileiros no handebol masculino), a partir das 8h45, com transmissão pela ESPN. Se vencer, o Brasil ainda terá uma chance de ir aos Jogos de Londres, levando a definição para domingo, quando enfrentará a Macedônia. Os dois primeiros colocados neste Pré-Olímpico irão às Olimpíadas.

Continua muito difícil, quase impossível a tarefa do Brasil para chegar a Londres 2012. Mas a partida de estreia desta sexta-feira deixou uma imagem positiva e uma expectativa que um milagre possa acontecer em Gotemburgo. Quem sabe…

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quinta-feira, 5 de abril de 2012 Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 23:43

Pré-Olímpicos embalam feriadão do esporte brasileiro

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Leo, capitão da seleção brasileira de handebol, que disputa o Pré-Olímpico da Suécia

O feriado da Semana Santa começa pra lá de agitado em duas modalidades olímpicas brasileiras, que ainda buscam uma vaga nas Olimpíadas de Londres 2012. Para uma delas, a decisão será nesta própria sexta, enquanto outra está apenas começando sua caminhada.

Após empatar com a Tunísia nesta quinta-feira por 11 a 11, no Pré-Olímpico de Edmonton (Canadá), a seleção brasileira masculina de polo aquático enfrentará a Romênia nesta sexta, às 18h30 (horário de Brasília), pelas quartas de final da competição. Após ficar em terceiro lugar no grupo B, os brasileiros terão pela frente a seleção romena, segunda colocada da chave A. Os vencedores das quartas se classificarão para os Jogos Olímpicos.

Mas nesta sexta-feira também ocorrerá a largada para a última tentativa de classificação olímpica para a seleção masculina de handebol, que fará sua estreia no Pré-Olímpico de Gotemburgo (Suécia), diante dos donos da casa, a partir das 12h (horário de Brasilia). Depois, jogará contra a Hungria (no sábado) e Macedônia (domingo).

Veja também: Goleada sobre a Argentina deixa o Brasil vivo no polo aquático

Depois de fracassar na tentativa de assegurar a vaga nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em 2011, quando perdeu a final para a Argentina, os brasileiros precisão encarar uma missão quase impossível. Aqui neste blog, logo que ocorreu o sorteio dos grupos dos Pré-Olímpicos – outros dois torneios estarão ocorrendo ao mesmo tempo, na Suécia e Croácia -, foi mostrado que o desempenho do Brasil contra seus rivais é terrível: houve somente uma vitória em confrontos diretos, diante da Macedônia, em 1999.

Para complicar ainda mais, a seleção não contará com a presença de seu principal jogador nos últimos anos, Bruno Souza, que sofreu uma séria lesão no joelho e foi cortado da equipe.

A tendência é que o final de semana trará frustrações tanto no polo aquático quanto no handebol masculinos. Qualquer um que conquiste a vaga olímpica pode ser considerado como uma grande zebra.

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quarta-feira, 4 de abril de 2012 Imprensa, Olimpíadas, Seleção brasileira | 23:39

Tiago Camilo e Luciano Corrêa vão a Londres. Foi justo?

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Tiago Camilo terá seu nome confirmado pela CBJ na equipe que vai a Londres

No jargão jornalístico, “furar a concorrência” é o ponto alto de um dia de trabalho, quando você consegue uma informação exclusiva e importante. Pois imagino que para o competente colega Rodrigo Farah, do iG, esta quarta-feira tenha sido um destes dias marcantes, graças ao “furo” que ele publicou, contando que a seleção brasileira de judô nas Olimpíadas de Londres 2012 está fechada, com a definição das duas dúvidas que restavam, que eram as presenças de Tiago Camilo (peso médio) e Luciano Corrêa (meio pesado).

A CBJ (Confederação Brasileira de Judô) só deverá oficializar a lista dos convocados no final de maio, quando será fechado o ranking mundial da IJF (Federação Internacional de Judô). Pela classificação da entidade, seriam os titulares da seleção Hugo Pessanha (médio) e Leonardo Leite (meio pesado), que no entanto terão pontos obtidos em 2011 descartados, a exemplo do que ocorre no ranking da ATP (Associação dos Tenistas Profissionais).

Bem, neste ponto eu quero convidar o(a) amigo(a) que acompanha este blog a fazer uma reflexão: a despeito de toda a qualidade e competência indiscutíveis de Camilo e Corrêa, será que foi o critério mais justo usar o ranking da IJF?  Não seria mais justo levar Pessanha e Leite?

Como disse, não estou colocando aqui em questão a competência e até a maior experiência dos dois judocas selecionados. Até porque Tiago Camilo tem simplesmente duas medalhas olímpicas (prata em Sydney 2000 e bronze em Pequim 2008), enquanto Luciano Corrêa foi ouro no Mundial de judô de 2007, no Rio. Mas até pela posição do ranking, os dois preteridos passam por uma fase melhor.

Se o ranking da IJF acaba premiando a regularidade, fico pensando se não deveria ser levado em conta o momento que cada judoca está vivendo. E vale lembrar que não há um consenso 100%  entre os atletas brasileiros que este seja o melhor critério para definir a equipe olímpica. Outros países (a China por exemplo) não utilizam o ranking da IJF para definir sua seleção.

De qualquer forma, polêmico ou não, o critério de escolha da CBJ para definir a equipe que irá a Londres 2012 é pelo menos 1.000.000 de vezes melhor do que existia na época em que esta modalidade foi comandada por Joaquim Mamede, talvez o maior ditador que já existiu no esporte brasileiro. Os mais novos talvez não saibam, mas Mamede, que comandava a CBJ com mão de ferro, era capaz de deixar de fora um atleta mais talentoso, por pura picuinha pessoal. Aurélio Miguel que o diga.

Portanto, mesmo sendo um critério discutível, é inegável que o judô brasileiro esteja enviado a Londres uma equipe muito forte, talvez a melhor de todos os tempos, com potencial para voltar ao Brasil carregada de medalhas.

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