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Arquivo da Categoria Seleção brasileira

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012 Isso é Brasil, Seleção brasileira | 19:43

Um pesadelo que custa R$ 5,4 milhões

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Fernanda vibra após marcar um de seus cinco gols diante da Croácia, no Mundial de 2011. Hoje, a CBHb sofre para quitar as dívidas referentes à organização do torneio

Chega a ser irônico que justamente no ano que em o handebol alcançou sua maior visibilidade, após a excepcional campanha nas Olimpíadas de Londres 2012, com o sexto lugar obtido pela seleção feminina, a modalidade esteja passando pelo sufoco de ver ameaçada sua participação em competições internacionais, por causa de uma dívida de 2,37 milhões de francos suíços, cerca de R$ 5,4 milhões. Tudo por causa de um empréstimo que a CBHb (Confederação Brasileira de Handebol) fez com a IHF (Federação Internacional de Handebol) para organizar o Campeonato Mundial feminino, há exatamente um ano, em São Paulo.

Conversei há pouco com Manoel Luiz Oliveira, presidente da CBHb. A íntegra do papo você pode conferir aqui. Ele esbanja otimismo e diz que o Brasil irá quitar a dívida, acabando assim com a ameça de ser excluído, por exemplo, do Mundial masculino, que será realizado em janeiro, na Espanha.

O dirigente resolveu falar por conta de diversas notícias que começaram a respingar em redes sociais nesta segunda-feira, originadas em sites especializados, dando conta que o Brasil seria substituído pelo Uruguai, justamente pelo não pagamento da dívida. Oliveira contesta, assegura que prorrogou o prazo até 15 de dezembro e que tudo não passa da boa e velha fofoca. A fonte seriam jornalistas argentinos, incitados pela federação local, que segundo Oliveira infla uma rivalidade exagerada com o Brasil.

O fato é que o Brasil deu um passo maior do que as próprias pernas para organizar o Mundial. É a mesma coisa que você, leitor(a), decidir comprar um carro importado quando o orçamento cabe, no máximo, um bom popular 1.0 made in Brazil. Claro que os efeitos de trazer um Mundial para o país – além da boa campanha, com aquele histórico quinto lugar – são inquestionáveis.

O pesadelo para conseguir quitar a dívida, contudo, vem tirando o sono de Oliveira. Mas ele não se arrepende em ter feito o torneio. “Do contrário, como iriam conhecer todo o potencial desta seleção feminina? Hoje, o Brasil é um dos países mais bem conceituados na IHF”, diz o dirigente.

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terça-feira, 27 de novembro de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas, Política esportiva, Seleção brasileira | 23:21

A 'terceira via' para o esporte brasileiro está aberta

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Alguns dos integrantes do Time Nissan, projeto apresentado nesta terça-feira, no Rio

Esta terça-feira foi particularmente especial para o esporte olímpico e paraolímpico do Brasil, com o anúncio do início do projeto de patrocínio da montadora de carros japonesa Nissan. A empresa apoiará 30 atletas de 12 modalidades olímpicas e cinco paralímpicas, de olho na preparação para os Jogos do Rio 2016.

Este é o segundo projeto que nasce na iniciativa privada, com o objetivo de ajudar no desenvolvimento e preparação de atletas brasileiros para as próximas Olimpíadas. O primeiro foi o Esporte e Cidadania, da Petrobras, comandado pela ex-armadora da seleção de basquete Magic Paula, que investe R$ 256 milhões em cinco modalidades (remo, boxe, taekwondo, esgrima e levantamento de peso), que inclusive já obteve resultados expressivos, como os títulos mundiais de Everton Lopes, no boxe, e Fabiana Beltrame, no remo, ambos obtidos em 2011.

O projeto do Time Nissan, como foi batizado, é um pouco diferente, pois não envolve apoio financeiro direto. Porém, os 30 atletas terão à disposição uma equipe multidisciplinar, envolvendo áreas de gestão de carreira, psicologia e media training (preparação de pessoas para lidar com a imprensa). Além disso, a Nissan fornecerá a cada integrante da equipe um carro zero quilômetro até 2016, sem custos adicionais.

Pode parecer pouca coisa, mas são em pequenos detalhes,  como ter uma orientação correta para administrar sua carreira ou um meio mais rápido de locomoção para chegar a seu local de treinamento, que acabam fazendo a diferença na hora de se preparar para uma grande competição.

E soa como um alívio que novas empresas se interessem em patrocinar o esporte brasileiro e acabar com aquela dependência quase doentia que a Lei Agnelo/Piva traz para as confederações nacionais, através da distribuição das verbas das loterias. E como sabemos que o COB (Comitê Olímpico Brasileiro), o responsável pela divisão do bolo, tem uma estranha “meritocracia” para decidir os critérios desta divisão, o surgimento desta que pode ser chamada de “terceira via olímpica” é algo que precisa ser bastante comemorado.

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quarta-feira, 21 de novembro de 2012 Ídolos, Olimpíadas, Seleção brasileira | 19:09

Escolha o melhor atleta do Brasil

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Os candidatos ao Prêmio Brasil Olímpico 2012 foram anunciados nesta quarta-feira

Já são conhecidos os candidatos ao prêmio de Melhor Atleta de 2012, categoria masculina e feminina, do Prêmio Brasil Olímpico, organizado pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro). Nesta quarta-feira, a entidade anunciou os três atletas na categoria masculina e os três na feminina que estarão na disputa, escolhidos pelo público através da internet a partir desta quinta-feira, no site do próprio COB (www.cob.org.br). A festa de premiação está marcada para o dia 18 de dezembro, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Na verdade, não houve surpresa nas indicações, tendo sido escolhidos os destaques individuais do Brasil nos Jogos de Londres 2012. Entre as mulheres, estão concorrendo a judoca Sarah Menezes, medalha de ouro no judô; Sheilla Castro, integrante da seleção brasileira feminina de vôlei que faturou o bicampeonato olímpico; e Yane Marques, a melhor  surpresa em Londres, com medalha de bronze no pentatlo moderno.

Na categoria masculina, os escolhidos para concorrer ao prêmio são Arthur Zanetti, ouro na prova das argolas na ginástica artística masculina; Thiago Pereira, prata nos 200 m medley da natação em Londres; e Esquiva Falcão, também prata no boxe masculino olímpico.

Segundo o COB, a escolha dos três indicados ao prêmio em cada categoria foi feita por um juri composto por jornalistas, dirigentes, ex-atletas e personalidades do esporte. Estes votos terão 50% de peso na eleição final, após serem computados os votos na internet. Em 2011, os escolhidos foram Cesar Cielo (natação) e Fabiana Murer (atletismo).

O blogueiro não fica em cima do muro e declara que seus votos foram para Arthur Zanetti e Sarah Menezes.

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terça-feira, 20 de novembro de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira, Vídeos | 11:27

Feito histórico pode reerguer o beisebol do Brasil

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Jogadores brasileiros comemoram o feito inédito, após vencerem o Panamá

Jogadores brasileiros comemoram feito inédito, após vencerem o Panamá

Relegado à condição de primo pobre entre os esportes olímpicos, após ser excluído do programa das Olimpíadas a partir de Londres 2012, o beisebol brasileiro conseguiu na madrugada desta terça-feira um feito histórico que pode significar seu renascimento. A seleção do Brasil bateu o Panamá por 1 a 0 e assegurou uma vaga no World Baseball Classic 2013, que vale como Mundial da modalidade. O torneio conta com atletas que participam da badalada MLB (Major League Baseball).

O Brasil disputará o Grupo C do torneio, ao lado de Venezuela, República Dominicana e Porto Rico, todas equipes que estão entre as melhores do mundo. Provavelmente ficará em último lugar na chave. Mas o feito alcançado nesta madrugada, na Cidade do Panamá, vai muito além dos resultados esportivos.

Desde que foi excluído do programa olímpico, a CBBS (Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol) passou a ter um corte considerável nas verbas distribuídas pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro) referente aos recursos da Lei Agnelo/Piva. O que já era complicado para um esporte estigmatizado como “de colônia” (no Brasil, o beisebol é praticado e mantido majoritariamente pelos descendentes orientais), passou a ficar ainda mais pior sem ajuda financeira de peso.

O feito desta terça-feira pode ser um belo passo em busca do reerguimento desta modalidade no Brasil.

Veja o ponto que deu a vitória ao Brasil contra o Panamá:

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terça-feira, 6 de novembro de 2012 Seleção brasileira | 19:34

Encontro de gerações na natação feminina

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Graciele Herrmann e Fabíola Molina serão uma atração à parte em Guaratinguetá

Começa nesta quarta-feira em Guaratinguetá (SP) a última chance para os nadadores brasileiros obterem índice ao Campeonato Mundial de piscina curta (25 m), que será disputado em Istambul, na Turquia, em dezembro. Mas o 8º Torneio Open de natação também terá como atração um verdadeiro encontro de gerações.

De um lado, com 37 anos e já ensaiando um adeus às piscinas, está a paulista Fabíola Molina, com três Olimpíadas no currículo (Sydney 2000, Pequim 2008 e Londres 2012). Tem como melhor resultado a medalha de prata no Pan-Americano de 2007, disputado no Rio, nos 100 m costa.

Do outro, com somente 20 anos, a gaúcha Graciele Herrmann, que debutou em Olimpíadas justamente esse ano, em Londres, e que é considerada como uma das grandes esperanças na natação feminina brasileira para os Jogos de 2016, no Rio. Seu principal resultado também foi uma medalha de prata pan-americana, obtida em Guadalajara, em 2011.

Fabíola nadará em Guaratinguetá os 50 e 100 m costa, 50 e 100 m borboleta, enquanto Graciele competirá nos 50, 100 e 200 m livre.

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terça-feira, 30 de outubro de 2012 Seleção brasileira | 19:41

Após ressaca de Londres, chegou a hora dos Sul-Americanos

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Antoine Jaoude disputa o Sul-Americano de luta olímpica a partir desta quarta-feira

No final de um ano considerado “nobre” no calendário esportivo, com a realização das Olimpíadas de Londres 2012, as modalidades olímpicas encaram a reta final da temporada de 2012 tendo pela frente a disputa de alguns campeonatos sul-americanos. Pode parecer até broxante, afinal o nível de algumas competições no continente é baixíssimo, mas é a melhor opção para se testar atletas, pensando em competições mais importantes.

É o caso da luta olímpica, que a partir desta quarta-feira (e com encerramento no próximo domingo, dia 4) terá a disputa, em Lima, no Peru, do Sul-Americano da modalidade, com os estilos livre (masculino e feminino) e greco-romano (apenas masculino). A CBLA (Confederação Brasileira de Lutas Associadas) encara a competição como um verdadeiro laboratório para a nova geração, de olho nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016.

O Brasil será representado por 15 atletas, alguns deles veteranos conhecidos, como Aline Ferreira (estilo livre, até 72 kg) e os irmãos Adrian Jaoude (estilo livre, até 84 kg) e Antoine Jaoude (estilo livre, até 120 kg).

Recentemente, a canoagem velocidade também teve a realização de seu sul-americano, encerrado no último final de semana em Ciudad de Tigre (Argentina), onde o Brasil faturou 19 medalhas de ouro mas terminou com o vice-campeonato, ficando atrás da Argentina, que foi campeã geral da competição.

A turma da ginástica artística também está intensificando sua preparação para o Sul-Americano de Rosário (Argentina), que será realizado entre 5 e 11 de novembro. Assim como na luta olímpica, a CBG (Confederação Brasileira de Ginástica) aproveitará a competição para testar atletas de olho na participação em 2016.  No total, contando as equipes masculina e feminina, o Brasil enviará 13 atletas a Rosário.

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domingo, 21 de outubro de 2012 Ídolos, Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 14:52

Fabiana Murer e a intolerância dos pachecos

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Fabiana Murer já começa a treinar forte, de olho na disputa do Mundial da Rússia, em 2013

Pouco mais de dois meses foram necessários para que Fabiana Murer curasse suas feriadas e falasse sobre seu fiasco nas Olimpíadas de Londres 2012, quando nem conseguiu passar pela qualificação do salto com vara, mesmo tendo chegado à competição com o status de campeã mundial e uma das favoritas a brigar pela medalha de ouro. Você pode conferir aqui a entrevista que fiz com Fabiana na semana passada e que está no iG Esporte.

E diante do que falou a atleta e seu técnico/marido Elson Miranda, a impressão que saí do centro de treinamento do Clube BM&F Bovespa, em São Caetano do Sul, pelo qual compete Fabiana e onde foi feita a entrevista, é que se o tal “vento contra” no Estádio Olímpico de Londres teve uma influência decisiva em sua performance (e acho que teve mesmo!),  mais uma vez Fabiana Murer foi vítima de uma palavrinha de quatro letras e que muitos entendem que se trata de uma bela desculpa esfarrapada: azar.

Sim, azar, por que não? Assim como em Pequim, quando deu um baita azara de terem perdido suas varas, em Londres, se o vento prejudicava todas as atletas – e para evitar isso poderiam ter mudado a posição do colchão do salto com vara, como sugeriu Elson Miranda -, com certeza em alguns momentos prejudicou mais umas do que outras, como foi o caso de Fabiana. Por ter um porte físico mais leve, ela sentiu mais este problema do que outras, como a favorita russa Yelena Isinbayeva, que foi bronze nestas Olimpíadas, é bom lembrar.

Mas o que me deixa estupefato é que dois meses depois, o processo de linchamento virtual na brasileira continua a todo vapor. Alguns comentários da reportagem que está no ar no iG Esporte demonstra o quanto os pachecos não se conformam com a falha de Fabiana Murer. “Uma boa terapia vai resolver”, “Hoje está confirmado que amarelou”, “Toda vez uma desculpa: em Londres foi o vento, na China foi a vara e no Rio, qual será?”, foram alguns dos comentários publicados.

É incrível que a intolerância da pachecada ainda apareça com tanta energia. Fabiana Murer fracassou em Londres? Claro que sim, ninguém nega isso. Mas quando o atleta mostra, com argumentos coerentes, as razões que explicam suas falhas, o mínimo que podemos fazer é refletir.

Tentar segurar um pouco a corneta e conhecer mais detalhes de outras modalidades seriam outras coisas importantes a se fazer neste Brasil, onde impera a monocultura esportiva e sofre com a infestação crescente de pachecos intolerantes.

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segunda-feira, 15 de outubro de 2012 Histórias do esporte, Ídolos, Imprensa, Olimpíadas, Pan-Americano, Seleção brasileira | 23:48

As belas lembranças de outubro no esporte brasileiro

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João Carlos de Oliveira bateu o recorde mundial no Pan de 1975

A memória sempre foi boa, mas é claro que às vezes falha. E a ajuda para estas recordações vieram em posts oportunos publicados pelas assessorias da CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo) e CBB (Confederação Brasileira de Basquete) nesta segunda-feira, mostrando  o quanto especial é o mês de outubro para o esporte olímpico brasileiro.

Primeiro, foi a CBAt, que lembrou o feito histórico alcançado por João Carlos de Oliveira, o João do Pulo, que em 15 de outubro de 1975, na Cidade do México, durante os Jogos Pan-Americanos, bateu no recorde mundial do salto triplo. A marca foi assombrosa: 17,89 m, transformando o então desconhecido sargento do Exército no João do Pulo, que ainda alcançaria duas medalhas de bronze olímpicas em Montreal 1976 e Moscou 1980.

O salto foi tão impressionante que o recorde demorou dez anos para ser batido, em 1985, quando João do Pulo já havia encerrado a carreira, após perder uma perna em um acidente automobilístico.

As outras imagens marcantes do mês de outubro para o esporte brasileiro vieram das quadras de basquete e vôlei. No dia 13 de outubro de 2002, um saque perfeito de Giovani deu à seleção masculina seu primeiro título mundial, ao vencer a Rússia por 3 a 2, na Argentina.

E foi num 14 de outubro, mas do distante ano de 1978, que a seleção brasileira masculina de basquete subiu pela última vez num pódio em um Campeonato Mundial, ao ficar em terceiro lugar no Mundial das Filipinas. No jogo decisivo, uma cesta incrível do ala Marcel de Souza, praticamente do meio da quadra, quando faltava somente um segundo para o final da partida, deu a vitória diante da Itália por 86 a 85 e a conquista da medalha de bronze.

A lembrança feita pela CBB, acompanhada por um histórico vídeo da Rede Globo, que transmitiu aquele jogo, na voz do locutor Luciano do Valle, trouxe para mim uma bela lembrança e a certeza que outubro é um mês especial para o esporte olímpico brasileiro.

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terça-feira, 9 de outubro de 2012 Olimpíadas, Seleção brasileira | 21:14

Antes da alta, Dani Piedade vira 'Banana de Pijama'

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Dani Piedade recebe a visita de Duda Amorim no hospital, antes de receber alta

A melhor notícia para o esporte olímpico brasileiro nesta terça-feira foi a alta hospitalar da pivô da seleção brasileira feminina de handebol, Dani Piedade, internada há dez dias em um hospital da Eslovênia, após ter sofrido um AVCI (Acidente Vascular Cerebral Isquêmico), ainda quando fazia o aquecimento para disputar um amistoso.

E enquanto os médicos anunciam que ainda irão fazer uma investigação mais detalhada para saber as causas do incidente que afetou a pivô, Dani Piedade já mostrava sinais de plena recuperação antes mesmo de deixar o hospital. Sua colega de seleção, Duda Amorim, postou uma foto em sua página do Twitter. “Visita para tia Dani, uma verdadeira banana de pijama :)))”.

Não se sabe ainda quando e se Dani Piedade, de 33 anos e que integrou a seleção feminina nas Olimpíadas de Londres 2012, voltará a jogar após este pequeno derrame. Tudo indica que sim. O mais importante é ela estar bem e podendo brincar com suas companheiras de seleção brasileira.

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quarta-feira, 3 de outubro de 2012 Ídolos, Olimpíadas, Seleção brasileira | 19:39

Uma noite de prêmios, emoção e piadas

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Os atletas e ex-atletas olímpicos que foram premiados pela revista Sport Life nesta terça-feira

Muito bacana a cerimônia do 3º Prêmio Sport Life, ocorrida na noite desta última terça-feira, no Centro de Cultura Judaica, em São Paulo (SP). Os melhores atletas olímpicos e paralímpicos de 2012 foram escolhidos por leitores da revista Sport Life e também por uma comissão de jornalistas especializados. Tive o prazer de participar do evento, tendo sido escolhido para entregar uma homenagem a José Roberto Guimarães, treinador da seleção brasileira feminina de vôlei e único técnico tricampeão olímpico da história (Barcelona 1992, com o masculino, e Pequim 2008 e Londres 2012, comandando o time feminino).

A eleição deste ano escolheu Arthur Zanetti, da ginástica artística, e Sarah Menezes, do judô, como os melhores atletas olímpicos do ano, após terem levado o ouro em suas modalidades nos Jogos de Londres. O boxeador Esquiva Falcão e a pentatleta Yane Marques ficaram em segundo lugar na premiação. Foram eleitos como revelação do ano Bruno Fratus, da natação, e Adriana Araújo, do boxe feminino.

No esporte paralímpico, um dos momentos mais emocionantes da noite foi quando o nadador Daniel Dias, dono de seis medalhas de ouro nos Jogos de Londres, subiu ao palco para ganhar o prêmio de atleta do ano. Terezinha Guilhermina, que é deficiente visual e foi representada por seu guia, Guilherme Santana.

Mas coube ao boxe dois dos momentos mais engraçados da noite. Primeiro, foi com Esquiva Falcão, ao receber o troféu de prata, após perder o de atleta do ano para Zanetti. “Até aqui eu sou segundo”, brincou Esquiva, que cumpriu brilhante campanha em Londres, quando ficou com a medalha de prata na categoria médio.

Já o ex-boxeador Servílio de Oliveira, bronze nos Jogos do México 1968, após receber sua homenagem, foi convidado a falar sobre o que levou o boxe brasileiro a ter uma campanha tão positiva em Londres. Talvez empolgado pelo prêmio que acabara de receber, Servílio começou seu discurso lembrando dos primórdios do boxe na história olímpica. Quando ainda falava sobre a participação da modalidade nos Jogos de 1904, ele foi “gentilmente’ cortado pelo mestre de cerimônias, para que o cronograma da premiação não fosse para o espaço.

Meio a contragosto e resmungando de forma bem-humorada, Servílio desceu do palco, sem poder fazer todo o seu discurso. Mas devidamente homenageado.

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