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Arquivo da Categoria Olimpíadas

sábado, 4 de fevereiro de 2012 Almanaque, Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 15:30

Brasil desafia retrospecto ruim no Pré-Olímpico de handebol

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O técnico espanhol Javier Cuesta, da seleção masculina de handebol, terá problemas no Pré-Olímpico

Se não bastasse a decepção de ter perdido a chance de classificação direta para os Jogos Olímpicos de Londres 2012, ao ser derrotada pela Argentina na final dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, a seleção brasileira masculina de handebol pegou um grupo “encardido” no Pré-Olímpico mundial da modalidade.

Entre 6 e 8 de abril, os brasileiros vão encarar Macedônia, Hungria e a anfitriã Suécia. Outras oito seleções estarão divididas em mais dois grupos e somente os dois primeiros de cada chave vão para Londres 2012. No caso do Brasil, há ainda um outro problema: o retrospecto contra os seus rivais é simplesmente horroroso.

Veja também: O calendário pré-olímpico do Brasil em 2012

A seleção comandada pelo técnico espanhol Javier Cuesta tem larga desvantagem diante dos seus adversários. Em competições oficiais da IHF (Federação Internacional de Handebol), o Brasil disputou sete partidas diante de seus rivais no Pré-Olímpico, tendo conquistado uma mísera vitória.

Ou seja, o que já seria naturalmente complicado – conquistar uma vaga olímpica diante de países com muito mais tradição no handebol mundial e fora de casa – torna-se quase impossível diante de números tão negativos.

Confira abaixo os confrontos diretos do Brasil com seus adversários no Pré-Olímpico masculino de handebol:

– Suécia 22 x 15 Brasil – Olimpíadas de Barcelona (1992)
– Brasil 21 x 27 Hungria – Olimpíadas de Barcelona (1992)
– Brasil 21 x 29 Suécia – Campeonato Mundial da Islândia (1995)
– Brasil 30 x 27 Macedônia – Campeonato Mundial do Egito (1999)
– Suécia 29 x 21 Brasil – Campeonato Mundial de Portugal (2003)
– Hungria 20 x 19 Brasil – Olimpíadas de Atenas (2004)
– Hungria 36 x 24 Brasil – Campeonato Mundial da Suécia (2011)

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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 16:48

A inoportuna virada de mesa da CBV no vôlei de praia

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Emanuel e Ricardo conquistaram a medalha de bronze em Pequim 2008

Conhecida pelo seu modelo de organização e pelo vasto currículo de títulos internacionais, a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) acabou criando uma bela armadilha que pode arranhar sua quase irretocável imagem, pouco antes das Olimpíadas de 2012. A entidade anunciou no começo desta semana uma inesperada mudança nas regras para a escolha das duplas de vôlei de praia que irão aos Jogos de Londres. Isso somente seis meses antes da competição!

A inoportuna virada de mesa da CBV, anunciada como se fosse uma verdadeira revolução esportiva no país, reduziu a somente 12 atletas (três duplas no masculino e três no feminino) a chance de garantir uma das quatro vagas à disposição, duas em cada categoria. Com isso, deu um bico no antigo critério, que seria a classificação via ranking mundial da FIVB (Federação Internacional de Vôlei).

A parte mais polêmica da nova determinação da CBV, porém, é que a entidade poderá usar o critério de escalar as duplas de acordo com seu interesse técnico. Assim, poderíamos ter no masculino, por exemplo, parcerias diferentes das atuais, Alison/Emanuel, Ricardo/Pedro Cunha e Márcio/Pedro Solberg. Tudo de acordo com os “interesses técnicos” da CBV.

Não me parece interessante que a entidade que comanda o vôlei brasileiro tenha decidido fazer esta alteração de seus critérios tão próximo assim aos Jogos Olímpicos.  Não pega bem. Depois, se der confusão, não vale reclamar.

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012 Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira, Uniformes | 16:58

Dueto brasileiro buscará vaga em Londres 2012 com novo maiô

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Lara e Nayara exibem o novo maiô com o qual buscarão vaga nas Olimpíadas

Ainda sem vaga garantida nas Olimpíadas de Londres – disputarão o Pré-Olímpico durante o Evento-Teste marcado para a sede dos Jogos, entre os dias 18 e 22 de abril – as brasileiras Lara Teixeira e Nayara Figueira já estão com “nova roupa” para buscar a inédita classificação olímpica.

A dupla, que embarca neste domingo para a Rússia, onde fará um estágio de treinamento com a técnica Tatiana Pokroviskaya, uma das mais importantes do mundo na modalidade, já começará a testar sua nova coreografia, além de um novo maiô desenhado especialmente para ela, com o objetivo de surpreender os juízes.

Veja também: O calendário pré-olímpico do Brasil em 2012

Desenhado pela estilista Verônica Franco, o novo maiô traz elementos referentes ao corpo humano, tema da coreografia que está sendo treinada pelas brasileiras. “Fizemos um trabalho bem estilizado. O maiô  traz as artérias, as veias, o coração, toda a coluna vertebral, e inovamos em utilizar a touca em forma de cérebro, que ninguém na prova do dueto nunca havia utilizado”, disse Nayara.

As duas tiveram a ideia de montar a nova coreografia, em conjunto com o maiô, após assistir a um espetáculo do grupo de dança “O Corpo”, quando ficaram encantadas com o trabalho corporal e a coreografia apresentados.

A primeira apresentação do dueto com essa nova coreografia foi  no Aberto da Alemanha, em janeiro, quando elas também estrearam o maiô especialmente estilizado. Elas terminaram em sexto lugar na competição. No Pré-Olímpico, serão 19 duetos brigando por apenas três vagas nos Jogos Olímpicos estarão em jogo 19 vagas para os Jogos de Londres (corrigido)

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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012 Imprensa, Isso é Brasil, Olimpíadas | 16:24

Como é bom ser dirigente esportivo no Brasil

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Nuzman deverá emplacar outro mandato na presidência do COB

Sabe, chega um determinado momento da sua vida em que todo mundo precisa fazer uma reflexão. E este momento surgiu para mim exatamente nesta quarta-feira, quando cheguei à conclusão que estou perdendo tempo nesta vida de jornalista especializado em esportes. Este negócio de plantões de final de semana, feriados, decisões de campeonatos, olimpíadas, tudo isso aí não está com nada. Eu deveria mesmo ter seguida a carreira de cartola esportivo. De preferência, presidente de alguma federação ou confederação.

Foram bastante prestativas na ajuda para eu chegar a esta conclusão duas notícias que repercutiram nesta quarta: uma, publicada no UOL, dando conta que Carlos Arthur Nuzman, em recente reunião com presidentes de confederações, garantiu o apoio necessário para permanecer no comando do COB (Comitê Olímpico Brasileiro), pelo menos até 2016, quando serão realizados os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

A outra, que saiu na edição da Folha de S. Paulo, conta que o presidente da CBT (Confederação Brasileira de Tênis), Jorge Lacerda – cuja gestão está sendo alvo de investigação da Polícia Federal para apurar desvio de recursos públicos em suas contas, segundo a “Folha” – tentará alterar o estatuto da entidade para ficar à frente da entidade até depois dos Jogos de 2016.

Chega a ser tocante tamanho desprendimento e dedicação destas pessoas para ocupar cargos não remunerados e deixar de lado suas atividades profissionais. Além disso, sacrificar anos de convívio com amigos e familiares, tudo em prol do desenvolvimento do esporte, não é mesmo?

Com este nova reeleição, Nuzman completará mais de duas décadas, 21 anos para ser mais preciso, no comando do COB. Lacerda, caso seu pleito seja acatado pela Assembleia Geral da CBT, irá superar os dez anos à frente da entidade. Até mesmo o competente e vitorioso vôlei não tem no processo democrático um exemplo a ser destacado, pois Ary Graça preside a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) desde 1995.

Claro que os dois não se comparam a outros campeões de longevidade no esporte brasileiro: Coaracy Nunes comanda a CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos) desde 1988, um ano a menos do que Roberto Gesta de Melo, que ocupa a presidência da CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo) desde 1987. Sem falar em Renato Pera, presidente da FPV (Federação Paulista de Vôlei) desde os tempos das corridas de biga de Ben-Hur.

Justiça seja feita, Gesta de Melo já anunciou publicamente que 2012 será seu último ano no comando da CBAt.

Para esta turma, coisas como democracia, alternância salutar no poder etc não passam de bobagens criadas por jornalistas que gostam de procurar chifre em cabeça de cavalo.

Como se vê nos exemplos acima, não tem profissão no Brasil que seja melhor do que cartola esportivo. Afinal, ninguém brigaria tanto para se manter no poder se a boquinha não fosse boa, não é mesmo?

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 15:00

E o Brasil, acredite, já é considerado uma “potência esportiva”

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Cesar Cielo exibe a medalha de ouro nos 50m livre do Mundial de Xangai

A notícia chega a ser surpreendente, dada à nossa habitual monocultura esportiva, onde só o futebol costuma ser lembrado como um exemplo de sucesso internacional: dados organizados pela agência de marketing esportivo HS&E (Havas Sports & Entertainment) apontam o Brasil como uma das 20 maiores potências esportivas do mundo.

O resultado causa surpresa porque historicamente o desempenho brasileiro nos esportes olímpicos ainda é modesto, embora esta situação esteja mudando nos últimos 16 anos, mas especificamente desde as Olimpíadas de Atlanta 1996. O estudo da HS&E, chamado “Nations os Sports”, é realizado desde 2005 e avalia anualmente o desempenho de 119 países que tenham conquistado ao menos uma medalha (ouro, prata ou bronze) em esportes olímpicos, automobilísticos ou modalidades reconhecidas pelo COI (Comitê Olímpico Internacional).

No levantamento que foi divulgado em janeiro, referente ao desempenho no ano de 2011, o Brasil aparece pela primeira vez entre as 20 principais nações esportivas do planeta, ocupando a 17ª posição, com 27 ouros, 19 pratas e 29 bronzes, em todas as competições internacionais realizadas na última temporada. Em 2010, o Brasil aparecia em 26º lugar, ganhando, portanto, nove posições no ranking. Levando-se em conta somente as competições olímpicas realizadas em 2011, com objetivo de preparação para as Olimpíadas de Londres 2012, o desempenho brasileiro foi ainda melhor: 13º lugar, com 15 ouros, oito pratas e 11 bronzes (total de 34). Ficou à frente, inclusive, de outros países com mais tradição olímpica, como Espanha (14º) e Canadá (17º).

“O fato de o Brasil ter sido escolhido para sediar as Olimpíadas de 2016 é um dos motivos deste crescimento. Com a proximidade do evento, os esportes olímpicos ganham maior destaque e investimento. Além disso, os atletas apresentam motivação extra para ter um grande desempenho em casa”, afirma Eduardo Corch, diretor da HS&E.

E o grande responsável por este “salto de qualidade” do Brasil na pesquisa da HS&E foi o desempenho da natação, com 14 medalhas (oito de ouro, uma de prata e cinco de bronze), sendo que seis destas medalhas foram conquistadas somente por Cesar Cielo, grande favorito a conquistar ao menos uma medalha de ouro nas Olimpíadas de Londres 2012.

Agora, tirando o fato de que é impossível discutir contra números, faço uma provocação ao título de meu próprio post, e convido todos a uma sincera reflexão: analisando mais profundamente a realidade do esporte brasileiro, que costuma viver de esporádicos exemplos de gênios esportivos (como é Cielo, como foi Guga, Juliana/Larissa, Rodrigo Pessoa etc), será que podemos mesmo chamar o Brasil de “potência esportiva”? Dá pra falar em potência esportiva vendo tantos exemplos de confederações mal administradas neste país e que mal realizam o básico na política de descobrimento de novos talentos?

Sinceramente, o caminho do Brasil para chegar até lá ainda é muito longo.

Confira abaixo os 20 primeiros colocados no estudo da HS&E, levando-se em conta apenas as competições olímpicas de 2011:

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Almanaque, Olimpíadas | 08:22

Os cartazes olímpicos (4)

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IV Jogos Olímpicos – Londres (Ing)

Período de disputa: 27/4 a 31/10/1908
Países participantes: 22
Modalidades esportivas disputadas: 25
Total de atletas: 2008

Quadro final de medalhas (cinco primeiros colocados):


Obs: O Brasil não participou dos Jogos

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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012 Olimpíadas, Paraolimpíadas | 21:32

Os impressionantes números da Vila Olímpica de Londres 2012

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A Vila Olímpica de Londres está quase pronta para receber os 16 mil atletas

Que os britânicos costumam ser irritantemente organizados, isso todo mundo já está careca de saber. Mas beira o absurdo o nível de detalhamento do comitê organizador dos Jogos de Londres 2012, que nesta sexta-feira,  dia exato que marca seis meses para a abertura das Olimpíadas, divulgou uma série de números a respeito da estrutura disponível na Vila Olímpica durante a competição.

Para quem curte “numeralha”, é um prato cheio:

1) A Vila Olímpica será capaz de receber 16 mil atletas e oficiais de todos os países durante os Jogos Olímpicos, e 6.200 atletas e mais de 1.000 árbitros durante os Jogos Paraolímpicos de 2012;

2) Serão instalados na Vila Olímpica 16 mil leitos, 64 mil jogos de lençóis e 21 mil travesseiros;

3) No total, serão colocados nos quartos 9.000 armários e 170 mil cabides;

4) As habitações terão 11 mil sofás, 5 mil caixas e 5 mil escovas de banheiro;

5) Todos os apartamentos terão à disposição um aparelho de televisão e serviço de internet gratuita wi-fi;

6) Está sendo construído um restaurante com capacidade de 5 mil assentos, que ao lado do Village Plaza Cafe, será responsável em preparar 60 mil refeições diárias;

7) O cardápio incluirá alimentos de origem sustentável provenientes do mundo inteiro, entre eles 25 mil pães, 232 toneladas de batata, 75 mil litros de leite e mais de 330 toneladas de frutas e legumes;

Como parte do Legado Olímpico, os organizadores dos Jogos prometem deixar à população um total de 2.818 novas residências divididas em 11 lotes individuais, criando um novo bairro que será chamado de East Village.

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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012 Olimpíadas, Vídeos | 18:04

Veja com foi erguido o Estádio Olímpico de Londres

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Uma obra que demorou cerca de cinco anos e meio para ficar pronta, desde a sua fase de licitação até o término da pista de atletismo e da colocação das torres de iluminação. O Estádio Olímpico de Londres, principal obra para os Jogos de 2012 – e que é objeto de disputa entre clubes ingleses interessados em arrendá-lo após as Olimpíadas – teve sua construção cuidadosamente registrada.

Durante o dia a dia das obras, câmeras instaladas pelo comitê organizador dos Jogos filmaram cada tijolo sendo colocado. Agora, foi preparado um vídeo, de pouco menos de dois minutos de duração, em velocidade acelerada, mostrando todos os passos do nascimento do palco que receberá a chama olímpica, a partir do dia 27 de julho.

Confira:

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terça-feira, 24 de janeiro de 2012 Ídolos, Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 21:49

Daniele Hypólito e o dilema dos atletas que querem curtir a vida

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Daniele Hypólito foi pega sem sua carteira de habilitação

Atleta também é gente. Mais do que óbvia, a frase anterior serve para humanizar aqueles personagens que fazem a alegria de torcedores, seja em um campo de futebol, numa piscina, numa pista de atletismo, numa quadra de basquete ou de vôlei.

Acredito, portanto, que todo mundo é livre para fazer o que quiser, desde que isso não implique em prejuízo a terceiros. Cada um tem que ser totalmente livre para curtir a vida na hora de folga, desde que esteja pronto para assumir as consequências de seus atos. Por isso, longe de defender um discurso moralista, entendo que a ginasta Daniele Hypólito pisou na bola ao ser flagrada dirigindo sem habilitação durante uma blitz da Lei Seca, na madrugada desta terça-feira, no Rio.

A questão nem é estar guiando um veículo sem habilitação. Todo mundo um dia pode esquecer a carteira em casa, caramba. O problema foi a recusa em fazer o teste do bafômetro, coisa que aliás a lei permite a todos nós. A recusa de Daniele, contudo, dá margem para  imaginarem que a atleta estava numa balada e bebeu um um pouco além da conta. Do contrário, por que não fez o raio do exame?

O grande dilema que Daniele pode estar passando agora, porém, não é uma coisa inédita: como conseguir aproveitar os prazeres da vida, tendo que conciliar com a dura rotina da vida de um atleta? As pessoas talvez não façam ideia das altas doses de sacrifício que um atleta de alta performance precisa se submeter. São baladas deixadas de lado, namoros que ficam em um segundo plano, jantares que são abdicados pelo sonho de um título mundial ou de uma medalha olímpica.

Quando parou de competir, o nadador brasileiro Ricardo Prado, prata nos Jogos de Los Angeles 1984, confessou que não via a hora de ter uma vida normal, cansado de tantas privações.  E quem não se lembra do caso do americano Michael Phelps, que após tornar-se o maior recordista de medalhas em Pequim 2008, teve uma foto sua vazada na internet, curtindo uma balada com, digamos, alguns “cigarros artesanais”?

Como eu disse no começo deste post, atleta é gente, como eu e você. O problema é que nossa vida não é patrulhada a cada besteira que a gente cometa por aí (e podem ter certeza que fazemos muitas besteiras).  Daniele Hypólito errou, mas nem por isso merece ser sacrificada.

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012 Almanaque, Olimpíadas | 08:30

Os cartazes olímpicos (3)

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III Jogos Olímpicos – St. Louis (EUA)

Período de disputa: 1º/7 a 23/11/1904
Países participantes: 12
Modalidades esportivas disputadas: 19
Total de atletas: 651

Quadro final de medalhas (cinco primeiros colocados):

Obs: O Brasil não participou dos Jogos

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  1. Primeira
  2. 10
  3. 20
  4. 30
  5. 38
  6. 39
  7. 40
  8. 41
  9. 42
  10. 50
  11. Última