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segunda-feira, 31 de março de 2014 Ídolos, Imprensa, Isso é Brasil, Jogos de Inverno | 18:48

Lucidez dos atletas brasileiros no caso Laís Souza

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Laís Souza, ao lado dos médicos e fisioterapeutas, no hospítal da Universidade de Miami

Laís e os médicos e fisioterapeutas, na Universidade de Miami, onde faz seu tratamento

Mesmo com um certo atraso, ainda vale registrar por aqui a exemplar e madura posição demonstrada por alguns dos integrantes da comissão de atletas do COB (Comitê Olímpico Brasileiro), que procurados pelo iG Esporte na semana passada, opinaram a respeito da lamentável situação da ex-ginasta e esquiadora Laís Souza, que sofreu grave acidente em sua preparação para as Olimpíadas de inverno de Sochi e que não consegue movimentar os membros superiores e inferiores.  Na prática, a comissão, cujo mandato dura quatro anos, representa o principal canal de comunicação entre os atletas e os dirigentes que comandam o esporte do Brasil.

No último dia 16, o COB anunciou o lançamento de uma campanha de arrecadação de fundos, para ajudar a atleta a reorganizar sua vida assim que deixar o hospital de Miami (EUA), onde faz seu tratamento. Na prática, o que foi lançado não passou de uma vaquinha virtual, muito pouco, em minha opinião, para uma entidade que arrecada tanto em verbas públicas, via lei Agnelo/Piva.

Em linhas gerais, chamou-me a atenção, ao menos entre os integrantes que aceitaram se posicionar sobre o caso, a opinião unânime de que já passou da hora de se discutir a real condição do atleta olímpico brasileiro. Em relação ao caso de Laís Souza, por exemplo, todos defendem que se estude uma forma de exigir seguros de vida que cubram morte e invalidez permanente, não apenas no período em que eles estejam defendendo o Brasil em competições internacionais.

O que me deixou surpreso positivamente foi a forma com que alguns destes integrantes se manifestaram. Por ser uma comissão formada pelo COB, seria até natural que alguns preferissem o silêncio ou mesmo posições neutras diante de um tema tão polêmico. Não foi, contudo, a posição tanto do presidente Emanuel Rego, do vôlei de praia, quanto da ex-cestinha Hortência, da seleção feminina de basquete, vic-presidente do órgão, ou de ídolos como o ginasta Arthur Zanetti ou o velejador Robert Sheidt.

Opiniões lúcidas, ponderadas, mas firmes. Como por exemplo, a demonstrada por Hortência, dizendo que já psssou da hora dos atletas olímpicos brigarem para que sua atividade seja reconhecida como uma profissão, assim com já ocorre com os jogadores de futebol. Ou então da ex-jogadora de vôlei Ana Moser, presidente da ONG “Atletas pelo Brasil”, ao dizer, sem meias palvras, que “o atleta é um ser solitário e o sistema só se preocupa em usá-lo, sem dar qualquer tipo de suporte”.

Para ver com mais detalhes o que os atletas brasileiros pensam a respeito do caso Laís Souza e da própria condição do esporte olímpico brasileiro, basta clicar aqui, aqui e aqui.

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segunda-feira, 17 de março de 2014 Ídolos, Isso é Brasil, Jogos de Inverno, Olimpíadas, Política esportiva, Seleção brasileira | 21:56

Laís Souza merecia mais do que uma ‘vaquinha virtual’

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Laís Souza se preparava para competir pelo Brasil quando sofreu o acidente

Laís Souza se preparava para competir pelo Brasil quando sofreu o acidente antes dos Jogos de Sochi

Neste último domingo, tão logo foi exibida no programa Esporte Espetacular, da TV Globo, uma reportagem sobre o lançamento de uma campanha de arrecadação de recursos pela internet para a atleta Laís Souza – que se recupera de grave acidente de esqui enquanto se preparava para os Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi – enviei um email para a assessoria de imprensa do COB (Comitê Olímpico Brasileiro). Afinal, segundo a reportagem, a entidade era a responsável pela criação da campanha.

À tarde, a assessoria do COB respondeu todas as perguntas, com bastante agilidade, diga-se de passagem. Mas como eu ainda tinha algumas dúvidas, fiz novos questionamentos nesta segunda-feira, que foram devidamente esclarecidos.

Tudo bem que no início da noite de hoje, a entidade soltou uma nota oficial contendo exatamente todos os pontos que eu havia levantado, mas isso é outra história…

Para conhecer o conteúdo completo da nota oficial do COB, clique aqui.

Em relação a todo este caso, que tem como pano de fundo a dramática batalha de uma jovem atleta de 25 anos para voltar a recuperar os movimentos das pernas e braços, creio que algumas considerações merecem ser feitas.

Louve-se que o COB esteja pagando todas as despesas do tratamento de Laís Souza no Jackson Memorial Hospital, em Miami, embora, segundo a entidade, não fosse sua obrigação, pois a então esquiadora ainda não fazia parte de uma delegação olímpica brasileira de fato; compreende-se a intenção do COB em arrecadar fundos para ajudar Laís a se autofinanciar em um futuro próximo, para que possa estudar e trabalhar; por fim, nada mais natural a preocupação da entidade em adquirir equipamentos que a atleta precisará para sua nova rotina, como cadeira de rodas especial, equipamento para comunicação sem digitação e adaptação de sua residência.

O problema é que pega mal, muito mal, uma entidade com os recursos que possuí o COB apelar para uma campanha de arrecadação pela internet para cobrir todas estas despesas. Muito mal mesmo. Ainda mais em um período de escândalos no esporte olímpico brasileiro.

Não levanto aqui a bandeira do assistencialismo populista. Mas é que não dá para aceitar que com os recursos que estão à disposição atualmente, especialmente oriundos da Lei Agnelo/Piva, o COB não consiga destinar uma parte para custear não apenas o caro tratamento, mas esta importante fase de adaptação que Laís terá pela frente nos próximos anos. E que mais breve que do que possamos imaginar, ela esteja de volta à rotina, independentemente de sua condição física.

O fato é que Laís Souza merecia dos dirigentes brasileiros muito mais de uma ‘vaquinha virtual’.

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quinta-feira, 13 de março de 2014 Ídolos, Jogos de Inverno, Seleção brasileira | 23:50

A imagem do dia

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Laís Souza, ao lado dos médicos e fisioterapeutas, no hospítal da Universidade de Miami

Laís Souza, ao lado dos médicos e fisioterapeutas, no hospítal da Universidade de Miami, onde se recupera do acidente de janeiro

Tocante a imagem que já foi exibida à exaustão pelos principais portais, telejornais e redes sociais, mostrando a primeira foto da atleta Laís Souza no Jackson Memorial Hospital, da Universidade de Miami (EUA), onde se recupera do gravíssimo acidente sofrido enquanto esquiava, no final de janeiro. A ex-ginasta, que iniciava uma carreira nos esportes de inverno, aguardava a realocação de vagas para poder participar das Olimpíadas de Sochi.

Ao lado dos médicos que acompanham sua recuperação (entre eles o brasileiro Anonio Marttos Jr) e fisioterapeutas, Laís impressiona pelo semblante tranquilo e também confiante, apesar da gravidade de seu quadro, no qual não apresenta movimentos nos membros inferiores e apenas move os ombros.  Esse drama todo, porém, parece não desanimá-la.

>>> Relembre: O dia em que um 20º lugar valeu mais do que um 1º

“Primeiramente gostaria de agradecer a torcida e o carinho de todos que estão rezando por mim. Estou me sentindo melhor e preparada para encarar o que vem pela frente. Continuem torcendo. Beijos”, afirmou Lais, em comunicado divulgado pelo COB.

A coragem de Laís Souza é um exemplo a todos.

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domingo, 2 de março de 2014 Jogos de Inverno, Olimpíadas | 22:38

Sochi 2014 foram os Jogos das redes sociais

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Dançarinos formam os anéis olímpicos durante a cerimônia de encerramento de Sochi

Dançarinos formam os anéis olímpicos durante a cerimônia de encerramento de Sochi

Uma semana depois do encerramento dos Jogos Olímpicos de inverno de Sochi, o COI (Comitê Olímpico Internacional) divulgou um comunicado no qual parece ter visto que as redes sociais são um caminho sem volta no universo olímpico. A começar pela própria entidade, que meses antes de Sochi lançou um aplicativo chamado “Olympic Athletes’ Hub”, no qual acompanha as atividades nas redes sociais de centenas de contas verificadas de atletas e equipes.

O resultado da movimentação em Sochi 2014 mostrou que mais de dois milhões de novos seguidores passaram a acompanhar a página oficial do COI no Facebook, além de novos 168.101 seguidores no Twitter. A conta do Instagram do COI passou a ter 150 mil novos seguidores durante o período dos Jogos na Rússia.

Pelo relatório do COI, os atletas dos EUA foram os mais assíduos frequentadores das várias redes sociais, com 22.598 mensagens no Facebook, Twitter e Instagram. Em seguida, apareceram Canadá e Grã-Bretanha, com 15.716 e 9.867 posts, respectivamente.

>>> VEJA AINDA: COI cria aplicativo para os fãs de Olimpíadas

A hashtag mais utilizada por atletas e torcedores durante as Olimpíadas de Inverno foi #sochi2014, que apareceu mais de 11.000 vezes no canal do Olympic Hub. A rede social russa VK, criada há um ano, concentrou quase que a totalidade de participações de atletas e torcedores do país durante os Jogos, tendo mais de 54 milhões de menções a Sochi 2014.

Por fim, os dias “campeões de audiência” nas redes sociais durante as Olimpíadas de inverno foram na cerimônia de abertura, em 7 de fevereiro, e no dia 8, com as provas de patinação artística e do esqui livre mogouls.

Após o resultado de sua edição olímpica “conectada”, o COI já percebeu que impedir atletas ou treinadores de fotografarem ou escreverem a respeito de sua presença nos Jogos é uma barca furada. A onda agora é postar, curtir, compartilhar…

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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014 Histórias do esporte, Jogos de Inverno, Olimpíadas | 17:45

O dia em que um 20º lugar valeu mais do que o 1º

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A brasileira Josi Santos cai no choro após completar sua prova no esqui aerials

A brasileira Josi Santos cai no choro após completar sua prova no esqui aerials

O salto foi dado na rampa mais baixa da Rosa Khutor Extreme Park, em Sochi. O grau de dificuldade, portanto, o mais fraco entre todas as concorrentes. Ou seja, era natural esperar que o resultado fosse muito ruim. Ainda assim, a última coisa em que a brasileira Josi Santos estava preocupada nesta sexta-feira era com sua performance na prova do esqui estilo livre, modalidade aerials, pelas Olimpíadas de Inverno. O que ela queria mesmo era homenagear a amiga e companheira de treinos Laís Souza.

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Se não tivesse sofrido o trágico acidente no dia 27 de janeiro, quando esquiava livremente em um intervalo dos treinos, em Salt Lake City (EUA), era Laís quem provavelmente estaria no lugar de Josi na prova desta sexta. No acidente, Laís teve uma fratura na terceira vértebra da coluna e está sem movimentos nos braços e pernas. A ex-ginasta olímpica, que desde maio de 2013 integrava um projeto da CBDN (Confederação Brasileira de Desportos na Neve) para buscar novos atletas, já passou por três cirurgias e segue internada no Hospital da Universidade de Miami.

Josi Santos, também ex-ginasta, era companheira de treinos de Laís e estava com ela na hora do acidente. Acabou herdando a vaga da amiga, mas chegou a Sochi consciente de que não teria nenhuma chance de brigar por uma medalha. Por isso, sua única preocupação era não cair na hora do salto. Ao completar a aterrissagem, mostrou a letra “L” com os dedos, em homenagem à Laís, caindo no choro em seguida.

A classificação final das eliminatórias do esqui aerials apontou Josi Santos em 20º lugar, com a nota 49,60, tendo ficado à frente ainda de uma suíça e de uma bielorussa. No fundo, isso pouco importa. Ao conseguir superar um drama pessoal sem tamanho, homenagear a amiga que luta por uma recuperação quase impossível e também completar com dignidade sua participação olímpica, Josi Santos conquistou sua medalha pessoal em Sochi.

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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014 Isso é Brasil, Jogos de Inverno, Olimpíadas | 13:54

Polêmica dos trenós do bobslead do Brasil não foi inútil

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Um dos trenós do Brasil para os Jogos de Sochi, já com a pintura pronta

Um dos trenós do bobslead do Brasil para os Jogos de Sochi, já com a pintura pronta

Eis que nesta quinta-feira apareceu a imagem dos trenós da equipe brasileira de bobslead que irão competir nas Olimpíadas de inverno de Sochi 2014 pintados e prontos para entrar na pista. Ficou bonito, vamos reconhecer! Os próprios atletas se encarregaram de “envelopar”, como eles mesmos se referem à tarefa de pintar e preparar os trenós para a competição, terminando com a péssima imagem deixada pela equipe brasileira ao fazer o reconhecimento da pista, quando ainda usou o trenó com as cores de Mônaco (de quem foram comprados) e com parte da pintura descascada. Um péssimo cartão de visitas, em minha opinião.

Assim como vários internautas, que deixaram comentários raivosos em um post anterior no qual critiquei a atitude da equipe em entrar na pista em Sochi com o trenós naquelas condições – embora compreenda as dificuldades de um país sem tradição alguma neste esporte em chegar para um evento de alto nível como os Jogos Olímpicos -, integrantes da delegação brasileira também ficaram indignados.

Integrantes da equipe do Brasil "envelopam" um dos dois trenós que serão usados em Sochi

Integrantes da equipe do Brasil “envelopam” um dos dois trenós que serão usados em Sochi

Em entrevistas ao canal Sportv, dadas em dias diferentes, o presidente da CBDG (Confederação Brasileira de Desportos no Gelo), Emílio Strapasson, e o piloto do bobslead masculino, Edson Bindilati, demonstraram revolta com as críticas que surgiram. “A gente conhece muito trenó bonito que não está aqui”, afirmou Strapasson. “A gente não veio pra mostrar trenó bonito desde o começo. Viemos primeiro para reconhecer a pista e nem sabíamos se estávamos classificados até três semanas atrás. E demora para pintar o trenó, não é de um dia para o outro”, justificou Bindilati.

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Compreensível a indignação dos dois, mas a polêmica em torno do “trenó detonado” do Brasil está muito longe de ser inútil. Mesmo se tratando de uma equipe sem qualquer tradição ou chance de brigar por medalhas, os brasileiros jamais deveriam fazer sua primeira aparição pública com um trenó sem as cores do país e com uma aparência tão ruim. Não é uma preocupação somente com a estética, mas tem a ver com a própria organização do esporte brasileiro. E se a equipe ainda precisava garantir classificação para competir nas Olimpíadas, mais um motivo para que o tal trenó tivesse sido adquirido com mais antecedência e surgisse em condições mais apresentáveis.

Do contrário, a chance de virar motivo de chacota internacional é grande demais.

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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014 Jogos de Inverno, Olimpíadas | 18:13

Começou a briga por medalhas do esporte mais bacana das Olimpíadas de Sochi 2014

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Visão geral da pista do Ice Cube Curling Center, em Sochi

Visão geral da pista do Ice Cube Curling Center, em Sochi: o curling virou atração no Brasil

Nada contra a beleza plástica da patinação artística ou das imagens sensacionais de esportes mais radicais, como o esqui alpino, o snowboard ou mesmo o luge. Mas desde ontem começou o esporte mais legal dos Jogos Olímpicos de Sochi, ao menos na minha opinião: o curling.

Transformado em “vedete” pelo público brasileiro durante os Jogos de Vancouver 2010, o curling é um verdadeiro barato. Com suas roupas chamativas, as indefectíveis vassouras “limpando” o gelo durante o lançamento das pedras (em formato circular e pesando quase 20 kg, lembrando uma chaleira) e até com algumas musas nas equipes femininas, o curling é na verdade um grande jogo de estratégia. Em muitas situações, lembra a bocha, sua prima distante e bastante difundida nos clubes sociais do Brasil.

A modalidade estreou no programa olímpico dos Jogos de inverno em 1924, no masculino, mas  só retornou em 1998, junto com as disputas femininas. Tem como atuais campeões olímpicos as equipes do Canadá, entre os homens, e a Suécia, no torneio das mulheres.

Em Sochi 2014, após dois dias de disputa, Suécia, China e Noruega estão invictos na fase de classificação do torneio masculino, enquanto Suíça e Canadá seguem na liderança no feminino. Como as finais estão marcadas para os dias 20 e 21, muitas pedras ainda irão deslizar pelas pistas do Ice Cube Curling Center.

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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014 Isso é Brasil, Jogos de Inverno, Olimpíadas | 15:56

No estilo “Jamaica Abaixo de Zero”, Brasil paga mico em Sochi

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Atletas brasileiros treinam com o trenó "detonado" na pista em Sochi

Atletas brasileiros treinam com o trenó “detonado” na pista em Sochi

Oficialmente, os Jogos Olímpicos de inverno de Sochi começarão amanhã, sexta-feira – embora algumas provas eliminatórias de patinação artística, snowboard slopestyle e esqui freestylle feminino tenham sido realizadas ainda nesta quinta-feira. E antes mesmo da chama olímpica ser acesa no Fisht Olympic Stadium, local das cerimônias de abertura e encerramento das Olimpíadas, já se sabe que o Brasil protagonizou um belo vexame em terras russas.

Na quarta-feira, os atletas brasileiros do bobslead realizaram o primeiro treino na pista do Sanki Sliding Center, local que receberá as provas da modalidade a partir do próximo dia 16. E qual não foi a surpresa quando treinaram com um trenó ainda com as cores de Mônaco (de onde foram comprados três deles, a R$ 52 mil cada um), mas com uma péssima aparência, tendo inclusive a pintura descascada em vários pontos.

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>>> Empresa faz homenagem às mães dos atletas de Sochi 2014
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Ninguém aqui está cobrando que o Brasil tenha equipamentos de primeiro mundo para competir no bobslead nas Olimpíadas de inverno. Mal temos neve por aqui, vale lembrar. Um trenó de primeiro nível, que pode ser comparado a um carro de Fórmula 1, chega a custar o equivalente a R$ 260 mil. Até os Jogos de Turim 2006, os brasileiros competiam com trenós alugados. Estes que foram comprados de Mônaco, têm quatro anos de uso. Ainda assim, é no mínimo bizarro que os integrantes da CBDG (Confederação Brasileira de Desportos no Gelo) tenham permitido a entrada do time brasileiro na pista para fazer um treino de reconhecimento com um trenó “detonado” daquele jeito.

Infelizmente, a primeira impressão é a que fica em muitas ocasiões. Nesta quarta-feira, o Brasil lembrou mais os integrantes do filme “Jamaica Abaixo de Zero, sucesso na década de 90, que contou a história de uma inusitada equipe jamaicana de bobslead, que chegou para as Olimpíadas de inverno de 1988, em Calgary (Canadá) esbanjando simpatia e também muito amadorismo.

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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014 Imagens Olímpicas, Jogos de Inverno, Olimpíadas, Vídeos | 14:37

Empresa faz homenagem às mães dos atletas de Sochi 2014

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A exemplo do que já tinha feito antes dos Jogos de Londres 2012, a P&G acaba de lançar uma campanha publicitária para as Olimpíadas de inverno, que serão realizadas em Sochi, na Rússia, a partir do próximo dia 7 de fevereiro. E novamente a empresa (uma das patrocinadoras oficiais do evento) teve as mães como o foco do comercial. O filme retrata a ajuda que estas mães deram aos atletas, desde bebês, passando por todo o processo de aprendizado que eles tiveram ao longo da carreira, com muitas quedas e machucados, culminando com a vitória em Sochi.

Assim como o comercial de 2012, o resultado foi emocionante. Vejam:

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Jogos de Inverno, Olimpíadas | 00:24

A um mês da abertura, Sochi 2014 já tem seu primeiro recorde

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O Centro de Imprensa em Sochi já está pronto para receber os mais de oito mil jornalistas que irão cobrir os Jogs de Inverno

O Centro de Imprensa em Sochi já está pronto para receber os mais de oito mil jornalistas que irão cobrir os Jogs de Inverno

Nesta quarta-feira, a contagem regressiva para as Olimpíadas de Inverno em Sochi, na Rússia, atingiu a marca de 30 dias. Daqui a um mês, no dia 7 de fevereiro, ocorrerá a cerimônia de abertura no Fisht Olympic Stadium, dando a largada para a festa que só irá acabar no dia 23 do próximo mês.

Mas o que os tensos Jogos russos – que serão disputados sob o fantasma do terror, que já protagonizou dois atentados terroristas na cidade de Volgogrado – já garantiram um recorde que dificilmente será batido. A Rússia de Vladimir Putin irá organizar a mais cara competição olímpica na história do COI (Comitê Olímpico Internacional), incluindo aí os Jogos Olímpicos de verão.

Sochi 2014 custará US$ 51 bilhões (cerca de R$ 122 bilhões), deixando para trás até as Olimpíadas de Pequim 2008, que com seus ginásios e estádios impressionantes custou R$ 44 bilhões. Vale lembrar que Londres 2012 teve um custo final de US$ 14 bilhões (R$ 33,5 bilhões).

A pergunta que não quer calar: quem é que vai pagar esta conta? E os russos ainda terão uma Copa do Mundo pela frente, daqui a quatro anos. Parece até um certo país sul-americano…

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