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terça-feira, 17 de janeiro de 2012 Almanaque, Histórias do esporte, Ídolos, Imprensa, Olimpíadas, Vídeos | 10:37

Relembre como o gênio Muhammad Ali ganhou o ouro olímpico

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Muhammad Ali, então chamado Cassius Clay, no ponto mais alto do pódio em Roma 1960

Maior nome do boxe em todos os tempos, Muhammad Ali, que completa 70 anos nesta terça-feira e cuja brilhante carreira foi relembrada no iG Esporte – onde você pode conferir as grandes frases ditas por Ali, momentos marcantes de sua carreira e imagens de suas principais lutas – também teve seu nome marcado na história dos Jogos Olímpicos.

Para início de conversa, Ali sagrou-se campeão olímpico dos Jogos de Roma 1960 ainda com seu nome de batismo, Cassius Marcellus Clay Jr (ele só adotaria o nome de Muhammad Ali após se converter ao islamismo, em 1964). A outra curiosidade é que Ali não foi campeão atuando como peso pesado, onde imortalizou seu nome na história do boxe. Ele lutou em Roma na categoria meio pesado (com limite de peso até 81 kg).

A campanha olímpica de Ali foi absoluta e sem contestação. Disputou quatro lutas, vencendo três delas por decisão unânime dos jurados e em uma delas obrigou o árbitro a interromper o combate, tamanho o castigo que o jovem americano, então com 18 anos, impunha a seu adversário.

Eis a campanha de Cassius Clay/Muhammad Ali nos Jogos de Roma 1960, na categoria meio pesado:

Primeira rodada

Classificado automaticamente

Segunda rodada

Cassius Clay (EUA) venceu Yvon Becot (BEL) por decisão do árbitro no 2º assalto

Quartas de final

Cassius Clay (EUA) venceu Gennadiy Shatkov (URSS), 5:0

Semifinal

Cassius Clay (EUA) venceu Anthony Madigan (AUS), 5:0

Final

Cassius Clay (EUA) venceu Zbigniew Pietrzykowski (POL), 5:0

Confira as imagens da luta final em que Cassius Clay garantiu sua medalha de ouro em 1960:

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012 Almanaque, Olimpíadas | 10:17

Os cartazes olímpicos (2)

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II Jogos Olímpicos – Paris (Fra)

Período de disputa: 14/5 a 28/10/1900
Países participantes: 24
Modalidades esportivas disputadas: 20
Total de atletas: 997

Quadro final de medalhas (cinco primeiros colocados):

Obs: O Brasil não participou dos Jogos

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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012 Almanaque, Listas, Olimpíadas, Seleção brasileira | 09:15

Todos os brasileiros da ginástica artística nas Olimpíadas

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Meninas da seleção de ginástica artística choram após conseguirem a vaga olímpica

A seleção brasileira feminina de ginástica artística, que nesta quarta-feira assegurou sua classificação para as Olimpíadas de Londres 2012, aumentou para 32 o número de atletas brasileiros que já disputaram os Jogos Olímpicos na modalidade. Uma história que começou em 1980, nas Olimpíadas de Moscou, quando Cláudia de Paula Magalhães Costa e João Luiz Ribeiro foram os primeiros ginastas brasileiros presentes aos Jogos.

Confira abaixo a lista completa:

Moscou 1980

Ginástica artística feminino
Cláudia de Paula Magalhães Costa

Ginástica artística masculina
João Luiz Ribeiro

Los Angeles 1984

Ginástica artística feminina
Tatiana Figueiredo

Ginástica artística masculina
Gérson Gnoatto

Seul 1988

Ginástica artística feminina
Luísa Parente Ribeiro

Ginástica artística masculina
Guilherme Saggese Pinto

Barcelona 1992

Ginástica artística feminina
Luisa Parente Ribeiro

Ginástica artística masculina
Marco Antônio Monteiro

Sydney 2000

Ginástica artística feminina
Camila Comin
Daniele Matias Hypólito

Atenas 2004

Ginástica artística masculina
Mosiah Rodrigues

Ginástica artística feminina
Ana Paula Rodrigues
Camila Comin
Caroline Molinari
Daiane dos Santos
Daniele Hypólito
Laís Souza

Pequim 2008

Ginástica artística masculina
Diego Hypólito

Ginástica artística feminina
Ana Cláudia Trindade
Daiane dos Santos
Daniele Hypólito
Ethiene Franco
Jade Barbosa
Laís Souza

Londres 2012

Ginástica artística masculina
Diego Hypólito
Arthur Zanetti
1 atleta (a definir)

Ginástica artística femina
6 atletas (a definir)

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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012 Almanaque, Olimpíadas | 11:27

Os cartazes olímpicos (1)

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Na data que marca exatos 200 dias para a abertura dos Jogos Olímpicos de Londres 2012,  o blog passará a partir desta segunda-feira, e de todas as demais segundas, até julho, a publicar uma série de posts mostrando os cartazes de todos as edições das Olimpíadas, além de trazer um breve resumo da competição e os líderes no quadro de medalhas.

Para começar, conheça um pouco mais sobre os Jogos de Atenas-1896, os primeiros da Era Moderna do Olimpismo:

I Jogos Olímpicos – Atenas (Gre)

Período de disputa: 6 a 15/4/1896
Países participantes: 14
Modalidades esportivas disputadas: 9
Total de atletas: 241

Quadro final de medalhas (cinco primeiros colocados):


*Obs: O Brasil não participou dos Jogos

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sábado, 7 de janeiro de 2012 Almanaque, Olimpíadas | 08:01

Advogado faz o Haiti sonhar com medalha em Londres

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O haitiano Samyr Laine sonha em dar uma medalha ao Haiti em Londres 2012

Você sabe quantas medalhas o Haiti, um dos países mais miseráveis do mundo, conquistou na história dos Jogos Olímpicos? Duas míseras medalhinhas, uma de prata em Amsterdã-1928 e uma de bronze em Paris-1924. Este jejum olímpico, contudo, não é nada comparado ao dramático estado de desolação que assola o país, especialmente após o terrível terremoto de 2010.

Mas se nada indica que a situação na pequena ilha da América Central irá mudar em curto prazo, há uma pequena esperança de que pelo menos uma medalha olímpica volte a ser conquistada pelo país nos Jogos de Londres 2012. E o responsável por alimentar este sonho é o advogado Samyr Laine, de 27 anos, que compete no salto triplo.

Filho de pais haitianos e criado em Nova York, Laine poderia perfeitamente ter optado pela cidadania americana quando começou a participar de competições, nas Universidades de Harvard e do Texas, onde cursava direito. Mas preferiu defender a terra natal dos pais. “Eu me sinto como um embaixador do Haiti. Usar aquele uniforme azul e vermelho é algo que faço com muito prazer”, disse Laine à BBC.

Por enquanto, a melhor coisa que Samyr Laine tem feito dentro das pistas é a parte de relações públicas. No último Campeonato Mundial de Daegu, na Coreia do Sul, Laine ficou apenas em 10º lugar, saltando 16,38 m. Nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, melhorou somente um centímetro e ficou em um modesto quinto lugar. Resultados muito distantes dos 17m39 alcançados em uma prova em Bogotá (Colômbia), em 2009.

O currículo modesto não impede o haitiano de sonhar com um bom resultado nas Olimpíadas de Londres. “Sinto que tenho condições de fazer algum barulho por lá. Não importa se for como finalista, terminando entre os cinco primeiros ou saltando o mais longe que puder, suficiente para chamar a atenção de todos. Sinto que Londres será marcante para a história do atletismo do Haiti”, explicou Laine à BBC.

Sonhar, definitivamente, não faz mal a ninguém.

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terça-feira, 3 de janeiro de 2012 Almanaque, Histórias do esporte, Imprensa, Olimpíadas | 22:11

Darth Vader olímpico

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Antes de brigar com os Jedis, Darth Vader deu uma canja nas Olimpíadas

E a notícia olímpica mais importante do dia estava ali, perdidinha, na página  8 do caderno Ilustrada da “Folha de S. Paulo”: o inglês Bob Anderson, de 89 anos, morreu nas primeiras horas do último domingo, primeiro dia de 2012. Mas quem é Bob Anderson, deve estar perguntando o(a) caro(a) internauta? E que raios a foto do Darth Vader, personagem-símbolo da saga “Star Wars” está fazendo num blog de esportes olímpicos?

Bob Anderson (à dir.) disputou os Jogos de 1952

Bem, Bob Anderson era simplesmente um dos melhores treinadores de esgrima para atores de Hollywood e, além disso, foi ele o dublês das cenas de lutas com o sabre de luz que Vader travou com Obi-Wan Kenobi e Luke Skywalker na série.

Além disso, Anderson tinha uma forte ligação com o esporte. Ele foi atleta olímpico, tendo disputado os Jogos Olímpicos de Helsinque-52, integrando a equipe da Grã-Bretanha. Na ocasião, os poderes da Força (o campo de energia criado  por todos os seres vivos, no universo de Star Wars) fizeram falta para Anderson e seus companheiros: os britânicos não passaram de um modesto quinto lugar nos Jogos de 52, empatados com Bélgica, Áustria e Polônia.

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terça-feira, 13 de dezembro de 2011 Almanaque, Mundiais, Seleção brasileira | 22:03

Os números de Brasil e Espanha no Mundial de handebol

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A brasileira Silvia comemora um gol na vitória sobre a Costa do Marfim, nas oitavas de final

Nesta quarta-feira, a partir das 20h, no Ginásio do Ibirapuera, Brasil e Espanha fazem o último confronto do dia pelas quartas de final no Campeonato Mundial feminino de handebol. Com uma vitória, a seleção brasileira conseguirá o melhor resultado na história da modalidade, terminando pelo menos entre as quatro melhores seleções do mundo.

Mas que a neo-pachecada do handebol segure as pontas, pois as espanholas têm tradição na modalidade, tendo terminado em quarto lugar no Mundial de 2009 e vice-campeã europeia de 2008. Não será fácil.!

Para já se ter uma ideia do que esperar do jogo desta noite de quarta-feira, veja a comparação de Brasil e Espanha nos números neste Mundial:

Total de gols marcados/aproveitamento:

Brasil – 197/62%
Espanha – 174/60%

Total de gols marcados em tiros de 6 metros/aproveitamento:

Jogadoras da seleção da Espanha comemoram bastante a vitória diante de Montenegro

Brasil – 74/59%
Espanha – 61/52%

Total de gols marcados em tiros de 9 metros/aproveitamento:

Brasil – 20/40%
Espanha – 7/33%

Total de gols marcados em tiros de 7 metros/aproveitamento:

Brasil – 16/76%
Espanha – 22/88%

Assistências:

Brasil – 109
Espanha – 92

Bolas roubadas:

Brasil – 22
Espanha – 32

Defesas das goleiras/aproveitamento:

Brasil – 93/38%
Espanha – 99/44%

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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011 Almanaque, Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 22:49

CBF não aprende com seus erros no futebol olímpico

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Mano e os jogadores da seleção terão hotel exclusivo à disposição, longe da Vila Olímpica

Há um ditado que diz o seguinte: errar é humano, persistir no erro é burrice. Pois a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) parece não conseguir aprender em cima dos erros cometidos ao longo da história da participação da seleção brasileira nos torneios olímpicos de futebol. E pode estar cometendo uma nova burrada nos Jogos de Londres 2012.

Nesta sexta-feira, a CBF divulgou em seu site que a seleção comandada por Mano Menezes não ficará concentrada na Vila Olímpica no ano que vem, ao lado de todos os outros atletas. Ao invés disso, a entidade anunciou que a equipe ficará concentrada na Sopwell House Hotel & Spa, localizado em St. Albans, a cerca de 35 quilômetros de Londres, com diárias mínimas de R$ 340,00, segundo apurou o iG.

Inacreditável que na busca pela inédita medalha de ouro olímpica, único título que falta ao futebol brasileiro, a CBF mais uma vez esteja apelando para a arrogância e, por que não dizer, falta de espírito olímpico. Exatamente como há 15 anos, nos Jogos de Atlanta (EUA).

Naquela ocasião, um esquema profissional foi montado para que a seleção conquistasse o ouro nos EUA. Com Zagallo (que também er ao treinador do time principal) no comando, o Brasil levou o que tinha de melhor, com jovens craques como Ronaldo (antes de ser Fenômeno) e Roberto Carlos, além de jogadores já consagrados, como Bebeto e Rivaldo.

Acompanhei de perto esta campanha. E com a empáfia habitual do presidente da entidade, Ricardo Teixeira, o time brasileiro primeiro hospedou-se num hotel luxuoso na região de Coral Gables, em Miami, durante a primeira fase do torneio.

Depois, antes da disputa da semifinal contra a Nigéria, em Athens, a seleção brasileira ficou num resort de luxo e treinou em um campo de golfe, às vésperas da partida. Já os nigerianos ficaram hospedados em um motel de estrada, bem perto de onde eu estava hospedado.

O resultado do confronto todo mundo já está careca de saber: Nigéria 4 x 3, na morte súbita, gol de Kanu.

Sinceramente, não vejo nenhum problema em que os jogadores brasileiros ficassem na Vila Olímpica. Várias estrelas do esporte mundial se hospedam na Vila e não reclamam. Por que os jogadores brasileiros precisam de tratamento vip?

Será tão difícil assim a CBF aprender com suas próprias burradas?

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terça-feira, 6 de dezembro de 2011 Almanaque, Imprensa, Mundiais | 18:38

Vem aí o Museu do Handebol

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O jornalista Philippe Pailhories é o idealizador do Museu do Handebol, que deve ser inaugurado em 2015

Boa notícia para aqueles que apreciam e tentam preservar a memória do esporte. O handebol deverá ganhar até 2015 um local para resgatar e conservar relíquias e registros da modalidade. O Museu do Handebol será construído na cidade de Colombes, localizada nos arredores de Paris (França). O local irá funcionar dentro de um ginásio, que terá a capacidade para oito mil pessoas e que também receberá a nova sede da FFHB (Federação Francesa de Handebol).

A iniciativa do projeto foi do jornalista francês Philippe Pailhories, que trabalha no jornal esportivo “L’Equipe”  e que está em São Paulo para cobrir o Mundial feminino de handebol. Segundo ele, a ideia do museu surgiu em 2008, mas as obras só começaram há três meses. Mesmo assim, já conta com um acervo considerável: 300 camisas de clubes e seleções, 500 bandeiras, 700 pins, 100 cachecóis com símbolos de times de todos os continentes, além de duas mil fotos, pôesteres e flâmulas.

O Brasil também já deu sua contribuição ao futuro Museu do Handebol. A goleira Darly e o armador Bruno Souza, que já defenderam a seleção brasileira e que atuaram na França entre 2007 e 2010, doaram as camisas de seus respectivos clubes. Mas Pailhories voltará para casa com novas peças para o museu, pois já recebeu os uniformes da Metodista/São Bernardo e do Pinheiros, que decidiram a última Liga Nacional masculina.

Veja também: Contusão de craque ameaça o handebol brasileiro no Pan

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sábado, 12 de novembro de 2011 Almanaque, Histórias do esporte, Ídolos, Olimpíadas, Vídeos | 22:25

O dia em que Nadia Comaneci treinou no Flamengo

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Este sábado marca uma data especial para os fãs da ginástica artística e aos que apreciam os grandes ídolos do esporte mundial. Há exatamente 50 anos, nascia em Onesti, na Romênia, aquela que iria mudar os conceitos da ginástica, a romena Nadia Comaneci. Muito já se falou sobre os feitos de Comaneci no esporte, especialmente nos Jogos Olímpicos de Montreal 1976, quando assombrou o mundo ao conquistar a primeira nota 10 da história da modalidade. Aqui mesmo no blog este tema foi tratado, no aniversário de 35 anos da mística nota máxima obtida em Montreal.

O que eu confesso que não sabia era, ao fazer uma pesquisa de imagens históricas sobre Nadia Comaneci era me deparar com o trecho de um vídeo amador, com imagens longe de serem perfeitas, da ginasta fazendo um treino no Flamengo, em 1983. Na época, ela já estava aposentada das competições, após ter conquistado nove medalhas olímpicas (cinco delas de ouro). Não se pode ver a Nadia Comaneci que encantou o mundo nos Jogos Olímpicos, mas aqueles que presenciaram este treino podem se orgulhar de ter visto uma lenda do esporte bem de perto.

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