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Arquivo de fevereiro, 2014

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014 Mundiais, Seleção brasileira | 19:54

De olho no Mundial, atletismo do Brasil larga bem em 2014

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Carlos Chinin quebrou o recorde brasileiro e igualou a marca sul-americana no heptatlo indoor

Carlos Chinin quebrou o recorde brasileiro e igualou a marca sul-americana no heptatlo indoor

Principal competição da modalidade neste primeiro semestre, o Mundial indoor (pista coberta) de atletismo, que será realizado na cidade de Sopot (Polônia), de 7 a 9 de março, vem servindo como principal motivação para alguns atletas brasileiros conquistarem importantes resultados neste início de temporada 2014.

Ainda sem vaga assegurada no Mundial, Carlos Chinin bateu o recorde brasileiro e igualou o sul-americano no heptatlo – os homens que participam das provam combinadas disputam essa disciplina, enquanto as mulheres participam do pentatlo – durante o Meeting de Tallin, na Estônia. Chinin  alcançou a marca de 5.951 pontos após dois dias de disputa. As provas do heptatlo indoor são 60 m, 1.000 m, 60 m com barreiras, salto com vara, arremesso de peso, salto em altura e salto em distância. O resultado na Estônia serviu para colocar o brasileiro no sexto lugar do ranking da Iaaf (Associação das Federações Internacionais de Atletismo).

Em 2013, Chinin foi um dos poucos a se destacar na fraca campanha brasileira no Mundial de Moscou, ao terminar em sexto lugar no decatlo, quando alcançou a marca de 8.388 pontos, cinco abaixo de seu recorde sul-americano.

O outro ótimo resultado deste final de semana ocorreu no salto com vara, quando o jovem Thiago Braz, de apenas 20 anos, bateu o recorde sul-americano indoor nesta prova, ao marcar 5,72 m no Meeting de Malmöe, na Suécia. Ele superou por um centímetro o recorde anterior, do também brasileiro Augusto Dutra.

Se Chinin ainda busca classificação para a Polônia, Thiago Braz já aproveita as provas do circuito indoor como preparação. Ele é um dos nove atletas brasileiros já com índice assegurado para o Mundial. Além dele, também estão classificados Anderson Henriques (400 m), Augusto Dutra (salto com vara) e Mauro Vinícius da Silva, o Duda (salto em distância), no masculino; Ana Cláudia Lemos (60 m), Franciela Krasucki (60 m), Fabiana Murer (salto com vara), Keila Costa (salto triplo) e Geisa Arcanjo (arremesso de peso).

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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014 Isso é Brasil, Jogos de Inverno, Olimpíadas | 15:56

No estilo “Jamaica Abaixo de Zero”, Brasil paga mico em Sochi

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Atletas brasileiros treinam com o trenó "detonado" na pista em Sochi

Atletas brasileiros treinam com o trenó “detonado” na pista em Sochi

Oficialmente, os Jogos Olímpicos de inverno de Sochi começarão amanhã, sexta-feira – embora algumas provas eliminatórias de patinação artística, snowboard slopestyle e esqui freestylle feminino tenham sido realizadas ainda nesta quinta-feira. E antes mesmo da chama olímpica ser acesa no Fisht Olympic Stadium, local das cerimônias de abertura e encerramento das Olimpíadas, já se sabe que o Brasil protagonizou um belo vexame em terras russas.

Na quarta-feira, os atletas brasileiros do bobslead realizaram o primeiro treino na pista do Sanki Sliding Center, local que receberá as provas da modalidade a partir do próximo dia 16. E qual não foi a surpresa quando treinaram com um trenó ainda com as cores de Mônaco (de onde foram comprados três deles, a R$ 52 mil cada um), mas com uma péssima aparência, tendo inclusive a pintura descascada em vários pontos.

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Ninguém aqui está cobrando que o Brasil tenha equipamentos de primeiro mundo para competir no bobslead nas Olimpíadas de inverno. Mal temos neve por aqui, vale lembrar. Um trenó de primeiro nível, que pode ser comparado a um carro de Fórmula 1, chega a custar o equivalente a R$ 260 mil. Até os Jogos de Turim 2006, os brasileiros competiam com trenós alugados. Estes que foram comprados de Mônaco, têm quatro anos de uso. Ainda assim, é no mínimo bizarro que os integrantes da CBDG (Confederação Brasileira de Desportos no Gelo) tenham permitido a entrada do time brasileiro na pista para fazer um treino de reconhecimento com um trenó “detonado” daquele jeito.

Infelizmente, a primeira impressão é a que fica em muitas ocasiões. Nesta quarta-feira, o Brasil lembrou mais os integrantes do filme “Jamaica Abaixo de Zero, sucesso na década de 90, que contou a história de uma inusitada equipe jamaicana de bobslead, que chegou para as Olimpíadas de inverno de 1988, em Calgary (Canadá) esbanjando simpatia e também muito amadorismo.

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