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Arquivo de junho, 2012

quinta-feira, 7 de junho de 2012 Com a palavra, Imprensa, Isso é Brasil, Olimpíadas | 14:41

Primeiro puxão de orelhas na organização da Rio 2016

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A marroquina Nawal El Moutawakel e o presidente do COB e da Rio 2016, Carlos Nuzman, se cumprimentam no Rio, após nova visita de inspeção do COI

“Está ficando aparente que os prazos de entrega estão apertados e que o volume de trabalho a ser completado é considerável”

Declaração da marroquina Nawal El Moutawakel, presidente da Comissão de Coordenação do COI (Comitê Olímpico Internacional), em entrevista coletiva após a terceira visita de inspeção da entidade para acompanhar os preparativos dos Jogos Olímpicos de 2016, que serão realizados no Rio de Janeiro.

Foi o primeiro “puxão de orelhas” público que o comitê organizador da Rio-2016 levou do COI, que já dá sinais de preocupação com atrasos no início das obras no Parque Olímpico, em Jacarepaguá, e no Complexo Esportivo de Deodoro, conforme salientou reportagem desta quinta-feira do jornal “Folha de S. Paulo”.

Pior mesmo foi ver o desconforto do presidente do COB e também da Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, tentando relativizar as palavras de El Moutawakel a respeito destes atrasos.

A única dúvida é se outros “puxões de orelha” do COI virão pela frente.

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terça-feira, 5 de junho de 2012 Ídolos, Isso é Brasil, Olimpíadas | 15:14

Bolt e Isinbayeva no Brasil? Talvez em 2014

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Usain Bolt correndo no Brasil antes dos Jogos de 2016? Sim, isso pode acontecer

O sonho de contar com grandes estrelas do atletismo mundial competindo no Brasil poderá ocorrer antes mesmo da realização das Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016. O futuro presidente da CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo), José Antonio Martins Fernandes, o Toninho, atual mandatário da FPA (Federação Paulista de Atletismo) tem como uma das metas de sua nova administração, que começará em fevereiro do ano que vem, acertar para que o Brasil receba uma etapa da Liga de Diamante, o circuito mais importante de provas da IAAF (Associação das Federações Internacionais de Atletismo). E isso poderia ocorrer já em 2014.

“Estive em Eugene, acompanhando a Fabiana Murer e a Maurren Maggi, que competiram lá, e comecei a fazer contatos sobre a possibilidade de trazermos uma etapa da Liga de Diamante em 2014. Teríamos que ver a viabilidade disso, ver qual estádio poderia receber o evento, mas acho perfeitamente viável. O Brasil terá um outro status a partir de 2013″, disse Toninho nesta terça-feira, em um evento na BM&F/Bovespa.

Segundo ele, o fato de ser a próxima sede das Olimpíadas fará com que o Brasil passe a ser o foco de atenção de grandes eventos internacionais no próximo ciclo olímpico. O custo para a realização desta etapa da Liga de Diamante seria de cerca de US$ 4 milhões.

Investimentos para isso certamente aparecerão diante de um evento desta grandeza. Afinal, com uma etapa da Liga de Diamante no calendário, o país se candidata a receber atletas do nível de Usain Boilt, recordista mundial dos 100 m rasos, ou mesmo a russa Elena Isinbayeva, recordista mundial e campeã olímpica do salto com vara.

Para quem acha tudo isso um devaneio, faço apenas uma lembrança: no início da década de 90, quando nem se sonhava com a realização de uma Olimpíada por aqui e com a situação econômica do país muito pior, o Brasil fazia parte do circuito de Grand Prix da IAAF e viu competir na pista do Ibirapuera, em São Paulo, estrelas como Carl Lewis, Michael Johnson, Edwin Moses, Serguei Bubka, Javier Sotomayuor, Steve Ovett, isso só para ficar com estes nomes.

Ou seja, não é um sonho impossível, cá entre nós.

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domingo, 3 de junho de 2012 Ídolos, Musas, Olimpíadas | 21:07

Uma musa a menos nos Jogos de Londres 2012

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Shawn Johnson abandonou a ginástica com apenas 20 anos

O primeiro grande desfalque na lista de possíveis musas dos Jogos Olímpicos de Londres 2012 foi confirmado neste domingo, após a notícia de que a ginasta Shawn Johnson decidiu pela aposentadoria, por não conseguir se recuperar de uma lesão no joelho esquerdo, o mesmo que ela havia contundido seriamente em 2010, em um acidente de esqui.

Trata-se de um fim de carreira precoce de uma atleta de somente 20 anos e que tinha tudo para se tornar uma das maiores estrelas da história da ginástica artística. Há quatro anos, em Pequim 2008, ela conquistou nada menos do que quatro medalhas, uma de ouro (trave) e três de prata (individual geral, solo e por equipe), tudo isso com somente 16 anos. Era de se esperar que brilhasse ainda mais em Londres. Mas o acidente em 2010 mudou tudo.

Johnson ainda ensaiou um retorno, tendo integrado a equipe dos EUA que disputou os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2011 e ficou com ouro por equipe. Mas neste ano, o joelho voltou a incomodar bem mais. “Era o momento certo de parar e assim ser saudável para o resto da minha vida”, disse Shawn Johnson, em entrevista à agência Associated Press.

Por sinal, o caso desta repentina aposentadoria levanta a questão sobre o preço que se cobrar para ser atleta de alto nível. Alguém já disse que a última coisa que esporte de alto nível traz é vida saudável. São tantas lesões que o fim de carreira costuma ser penoso para a maioria. No caso de Shawn Johnson, a conta veio cedo demais, para decepção de muitos fãs da ginástica artística.

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sábado, 2 de junho de 2012 Imagens Olímpicas, Olimpíadas | 12:30

Prepare-se: o roxo estará na moda nos Jogos de Londres 2012

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Os organizadores das Olimpíadas divulgaram como será a cerimônia das medalhas. E tudo com muito roxo

Dizem por aí que gosto não se discute. Bem, diante disso, é possível afirmar que as 805 cerimônias de premiação para os 4.400 atletas ganhadores de medalhas nos Jogos Olímpicos de Londres 2012 não irão agradar a 100% dos espectadores nas arenas britânicas ou aos que estiverem acompanhando tudo pela TV. O motivo: a nada discreta cor roxa nos pódios olímpicos.

Criados pelos alunos do Royal College of Art de Londres, os pódios roxos terão serão acompanhados pelas roupas na mesma cor das moças que irão carregar as medalhas e flores que serão entregues aos medalhistas.

Os pódios olímpicos não serão o único lugar com cores pouco discretas, digamos assim, nos Jogos de Londres. As roupas dos cerca de 70 mil voluntários, que trabalharão nas Olimpíadas e Paralimpíadas, também serão predominantemente roxas.

Para quem gosta, é um prato cheio.

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sexta-feira, 1 de junho de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 20:57

E não é que tem #mimimi no esporte olímpico também?

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Jéssica Yamada perdeu lugar na seleção de tênis de mesa para Gui Lin e até agora não entendeu o motivo

A semana que se encerra mostrou que no universo do esporte olímpico, as palavras “crise”, “polêmica” e “discussão” são mais comuns do que se imagina. E o tema que mais rendeu discussões em redes sociais voltas às modalidades olímpicas foi a convocação da chinesa naturalizada brasileira Gui Lin para integrar a seleção brasileira de tênis de mesa nas Olimpíadas de Londres 2012. O motivo de tanto #mimimi (expressão criada nas mesmas redes sociais para definir brigas e discussões às vezes sem sentido) foi a CBTM (Confederação Brasileira de Tênis de Mesa) ter deixado de lado Jéssica Yamada na convocação.

Entrevistada pelo repórter Henrique Munhos, do iG Esporte, Jéssica disse que não entendeu até agora o motivo de ter sido preterida por Gui Lin. O pai da mesa-tenista e também treinador, Marcos Yamada, ficou ainda mais indignado, chegando a dizer que a chinesa nada acrescentará à seleção em Londres. Mas os números não mostram exatamente isso, pois o ranking mundial divulgado nesta sexta-feira, Gui Lin aparece em 260º lugar, duas posições à frente de Jéssica. A CBTM não deu muita bola para o chororô de Jéssica Yamada.

Já o outro caso desta semana representa o genuíno #mimimi. Após ter apresentado um fraco desempenho em uma etapa da Copa do Mundo de remo, na Suíça, o remador Anderson Nocetti, único classificado entre os homens para Londres, foi cobrado via Facebook pelo próprio treinador da seleção brasileira, o francês José Oyarzabal, que cornetou alguns aspectos técnicos no desempenho do atleta.

A resposta veio rápida e certeira. “Com certeza posso melhorar, basta eu querer e ter um técnico presente me orientando pra isso, por mais experiência que eu tenha não consigo fazer isso sozinho”, afirmou Nocetti, também pela rede social. O remador, que vive em Florianópolis e já havia manifestado sua irritação por não ter condições de treinar ao lado dos demais integrantes da seleção, no Rio de Janeiro, teve pelo menos o consolo de sua discussão pública com o treinador ter tido um resultado prático: o Botafogo, clube pelo qual compete, irá bancar a estadia de Nocetti no Rio, para treinar com os integrantes da seleção.

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