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Arquivo de agosto, 2011

segunda-feira, 8 de agosto de 2011 Com a palavra, Pan-Americano, Seleção brasileira | 23:54

Ana Cláudia Lemos pede uma "folguinha"

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Ana Claudia Lemos conseguiu três medalhas de ouro no Troféu Brasil

“Ganhar um dia desse homem é uma dificuldade. Ele te dá dois dias de folga e depois te arrebenta com treino nos próximos quatro”



Ana Cláudia Lemos da Silva, destaque do Troféu Brasil de atletismo, encerrado no último domingo, ao comentar que iria tentar uma folga nos treinamentos com seu técnico, Katsuico Nakaya.

A atleta, que ganhou três medalhas de ouro na competição e ainda bateu o recorde sul-americano dos 200m rasos, representará o Brasil no Mundial de Daegu, na Coreia do Sul, entre 27 de agosto e 4 de setembro, e nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, a partir de 14 de outubro.

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domingo, 7 de agosto de 2011 Pan-Americano, Seleção brasileira | 22:38

Selecionada a equipe brasileira de tiro para o Pan 2011

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Bruno Heck disputará três provas no Pan de Guadalajara

Neste domingo, foi encerrada no CNTE (Centro Nacional de Tiro Esportivo), em Deodoro (RJ), a última seletiva para a definição da equipe brasileira de tiro esportivo que representará o Brasil nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. No total, 23 atletas estarão no torneio poliesportivo das Américas, a partir de 14 de outubro.

Foram conhecidos neste final de semana 15 atletas em diversas provas, como Carabina de Ar, Carabina 3 Posições, Carabina Deitado, Pistola de Ar, Pistola de Tiro Rápido, entre outras. Com estes, somam-se os oito atiradores que conquistaram a vaga na seletiva realizada há uma semana, em Americana.

Confira todos os representantes do tiro esportivo do Brasil em Guadalajara:

Fossa Olímpica Doublê: Filipe Fuzaro e Luiz Fernando Garça
Fossa Olímpica masculina: Rodrigo Bastos e Roberto Shmits
Fossa Olímpica feminina: Janice Teixeira e Karla De Bona
Skeet masculino: José Pedro Costa, Wilson Zocolotte
Carabina de Ar masculino: Bruno Heck e Rocco Rosito
Carabina Deitado masculino: Bruno Heck e Mauro Salles
Carabina 3 Posições masculino: Bruno Heck e Rocco Rosito
Carabina de Ar feminino: Roberta Cabo e Cristina Badaró
Carabina 3 Posições feminino: Roberta Cabo e Rosane Ewald
Pistola de Ar masculino: Júlio Almeida e Felipe Wu
Pistola de Ar feminino: Thaís Carvalho e Rachel Silveira
Pistola 50m masculino: Stenio Yamamoto e Júlio Almeida
Pistola 25m feminino: Ana Luiza Ferrão e Cibele Breide
Pistola Tiro Rápido masculino: Iosef Areas e Emerson Duarte

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sexta-feira, 5 de agosto de 2011 Almanaque, Pan-Americano | 23:31

Os cartazes do Pan (14)

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14º Jogos Pan-Americanos – Santo Domingo  (DOM)

Período de disputa: 1º a 17/8/2003
Países participantes: 42
Modalidades esportivas disputadas: 35
Total de atletas: 5.223

Quadro final de medalhas (cinco primeiros colocados):


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quinta-feira, 4 de agosto de 2011 Ídolos, Imprensa, Olimpíadas, Seleção brasileira, Vídeos | 23:07

Prata que valeu ouro

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Sim, reconheço  que o título do post é meio chavão. Mas é difícil procurar outra frase para definir o feito da seleção brasileira feminina de basquete, que há exatos 15 anos ganhou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996, perdendo a final para os EUA por 111 a 87. Foi um resultado histórico, diante da falta de estrutura que o basquete feminino sempre encontrou no Brasil. Naquelas Olimpíadas, a seleção brasileira só perdeu para os EUA, que tinha um time quase imbatível. Um prêmio para a geração de Hortência, Janeth e Paula.

Estava cobrindo estes Jogos Olímpicos pelo então “Diário Popular”, atual “Diário de S. Paulo”, mas designado para acompanhar a seleção masculina de futebol. Pouco antes de começar a semifinal entre Brasil x Nigéria – que seria vencida pelos nigerianos por 4 a 3, na morte súbita -, acompanhava a semifinal entre Brasil e Ucrânia, na sala de imprensa. E a emoção foi grande entre os jornalistas brasileiros presentes.

No dia da final, com o encerramento do torneio de futebol (que ocorreu em Athens, a uma hora de Atlanta), queria ir para o ginásio e ajudar na cobertura do jogo. Só que a droga da minha credencial não dava direito a acesso ao ginásio, e como não havia mais ingresso disponível, o jeito foi ficar no hotel e ver a final pela TV. E foi um massacre americano, pois o time ainda não se conformava com a derrota na semifinal do Mundial da Austrália, dois anos antes. Pior foi acompanhar o jogo com a TV americana, um horror.

Felizmente inventaram este tal de YouTube, que nos dá a chance de rever ou mesmo ver pela primeira vez cenas que até então não tinhamos visto. Como os minutos finais da semifinal diante da Ucrânia, com a emocionante narração de Luciano do Valle:

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quarta-feira, 3 de agosto de 2011 Ídolos, Isso é Brasil, Mundiais, Seleção brasileira | 20:19

O inoportuno silêncio de Cesar Cielo

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Cesar Cielo chega a Guarulhos e despista a imprensa, ao lado do pai e de seguranças

Tudo bem que encarar uma viagem de Xangai para São Paulo não é uma daquelas tarefas mais agradáveis. São pelo menos 26 horas atravessando o mundo. Desta forma, é perfeitamente compreensível que Cesar Cielo não estivesse muito a fim de encarar os jornalistas em seu desembarque a São Paulo nesta qiuarta-feira à noite, ao chegar da China, onde disputou o Mundial de Esportes Aquáticos e voltou para casa com duas medalhas de ouro. Pois é, nem sempre pode-se fazer tudo o que a lógica manda.

Por tudo que envolveu sua participação neste mundial, pelo fato de ele ter apenas dado uma declaração no dia do anúncio do doping; ter embarcado um dia antes para Xangai e assim fugir dos jornalistas; e por causa da polêmica absolvição aplicada pela CAS (Corte Arbitral do Esporte), que na verdade repetiu a pena de advertência aplicada pela CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos), Cielo tinha que ter falado com os jornalistas, sim!

Cesar Cielo já é o maior nadador da história do Brasil. Mas precisa demonstrar esta mesma grandeza diante de assuntos mais espinhosos e pouco agradáveis. Queira ou não, este caso de doping e a polêmica liberação para que ele competisse em Xangai irá acompanhá-lo em toda a carreira. Que ele saiba administrar melhor esta situação incômoda e mostrar a grandeza dos grandes campões. Na boa e na ruim.

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terça-feira, 2 de agosto de 2011 Pan-Americano, Seleção brasileira | 10:02

Programa de ginástica do Pan é definido

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Ginásio Adolfo Lopez Mateos, onde serão realizadas as provas do programa de ginástica do Pan de Guadalajara

Já são conhecidas as datas e a sequência das provas do programa de ginástica dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, envolvendo as modalidades de ginástica artística, de trampolim e rítmica.

As competições, que serão realizadas no Ginásio Adolfo López  Mateos, começarão nos dias 17 e 18 de outubro, com a modalidade de ginástica de trampolim. Entre as mulheres, a ordem de participação será a seguinte: Brasil II; Brasil I; México; Cuba; Canadá I; EUA II; Canadá II; e EUA I.

Entre os homens, eis a sequência: Porto Rico; EUA II; Canadá I; Brasil I; Brasil II; EUA I; México; e Canadá II.

As provas de ginástica artística ocorrerão entre os dias 24 e 28 de outubro.  No feminino, o primeiro grupo a competir reunirá ginastas do Brasil, Cuba e Canadá, enquanto que o segundo grupo será formado por EUA, Colômbia, México e Venezuela.

No masculino, a divisão colocou no primeiro grupo a cumprir suas provas  ginastas da Colômbia, Canadá, EUA e México, enquanto que o segundo grupo terá Porto Rico, Brasil e Argentina.

Por fim, as provas de ginástica rítmica estão previstas para acontecer entre os dias 15 e 18 de outubro. A primeira parte das apresentações técnicas individuais terá como sequência as participações de Canadá; Guatemala; EUA I; Brasil II; Cuba I; Venezuela I; Colômbia e Argentina I. No segundo dia entrarão em quadra as atletas de Brasil I; EUA II; Venezuela II; Argentina II; Cuba II; Chile; Canadá II; e México.

Na prova de conjuntos, o sorteio definiu a seguinte ordem de participação na rotina com bolas: Venezuela; Brasil; EUA; Canadá; e Cuba. Na prova de fitas e aros, a sequência será a sequinte: Canadá; Venezuela; Cuba; EUA e Brasil.

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segunda-feira, 1 de agosto de 2011 Imprensa, Mundiais, Seleção brasileira | 23:34

O Mundial de Xangai e o ouro de tolo

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Fantasiado, Cesar Cielo exibe as duas medalhas de ouro conquistadas em Xangai

“Quarto colocado no quadro de medalhas, o Brasil deixa o Mundial de Esportes Aquáticos de Xangai com a melhor campanha de sua história, ao menos em termos qualitativos. As quatro medalhas de ouro colocaram o país atrás somente de Estados Unidos, China e Rússia. Mas, ao se analisar o desempenho dos atletas como um todo, o resultado é pior do que o apresentado há dois anos em Roma, quando os brasileiros terminaram na 13ª colocação geral….”

Começa assim, conforme parágrafo acima, a boa reportagem de Pedro Taveira, do iG Esporte, fazendo uma análise do desempenho da equipe do Brasil no Mundial de Esportes Aquáticos em Xangai, encerrados neste domingo e que você pode ler a íntegra aqui.

Uma análise que mostra, sem pachequismo, o real valor do desempenho brasileiro. Se é incontestável que o país nunca ganhou tantas medalhas de ouro numa mesma edição, é verdade também que diminuiu sensivelmente a participação de atletas brasileiros em finais.

Até mesmo em modalidades nas quais o Brasil não tem tradição alguma, como os saltos ornamentais, houve uma piora em Xangai em relação ao desempenho em Roma, há dois anos. E a reportagem também mostra que das quatro medalhas de ouro conquistadas, somente o de Cesar Cielo nos 50m livre representa uma vitória em prova que está no programa olímpico – e vamos reconhecer, o que vale mesmo, na natação e no atletismo, são os resultados em Olimpíadas.

Os ótimos títulos de Cielo nos 50m borboleta; Felipe França, nos 50m peito; e o de Ana Marcela Cunha, nos 25km da maratona aquática, são relativos à provas só disputadas em Mundiais. Por isso, muito cuidado antes de sair por aí batendo no peito e chamando o Brasil de nova força na natação. Com o dinheiro público que é investido na CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos), os resultados deveriam ser bem melhores.

Vale a leitura!

Veja também:

>>O feito de Cesar Cielo é incontestável. Dentro d’água

>>Atenção dividida?

>>O desabafo e o protesto

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