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Arquivo de junho, 2011

domingo, 19 de junho de 2011 Almanaque, Pan-Americano | 21:01

Os cartazes do Pan (11)

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11º Jogos Pan-Americanos – Havana (CUB)

Período de disputa: 8 a 18/8/1991
Países participantes: 39
Modalidades esportivas disputadas: 26
Total de atletas: 4.519

Quadro final de medalhas (cinco primeiros colocados):

Veja tembém:

>>Os cartazes do Pan (4)

>>Os cartazes do Pan (5)

>>Os cartazes do Pan (6)

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sábado, 18 de junho de 2011 Pan-Americano, Seleção brasileira | 14:04

Pentatlo brasileiro faz teste em Guadalajara

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O pentatleta William Muinhos, que não vai ao Pan, em prova de hipismo

Dois brasileiros foram convidados para participar do Campeonato Norceca de pentatlo moderno, em Guadalajara, entre 24 e 26 de junho. Além de ser um evento oficial para os países da América do Norte, Central  e Caribe, servirá como evento-teste para os Jogos Pan-Americanos, que também acontecerão na cidade mexicana a partir de 14 de outubro.

Em Guadalajara, o pentatlo moderno será realizado no Club Hipica – mesmo local que receberá as provas de hipismo -, com capacidade para 432 espectadores e distante 14km da Vila Pan-Americana

Os brasileiros escalados para disputar o torneio em Guadalajara são William Muinhos e Danilo Fagundes. Ambos não integram a equipe brasileira que vai para o Pan. No masculino, os selecionados são Luis Magno e Wagner Romão, enquanto que no feminino a equipe brasileira será formada por Yane Marques e Priscila Oliveira. Muinhos é o reserva no time masculino, enquanto Larissa Lellys é a suplente do time feminino.

No torneio da Norceca, os brasileiros não poderão somar pontos para o ranking mundial. “A disputa é aberta para a América do Sul justamente por ser o evento-teste do Pan. Os pontos para o ranking só devem valer para os atletas dos países da Norceca. Por exemplo, se um brasileiro for o terceiro não recebe os pontos para o ranking. Quem fica com eles é o atleta da Norceca em seguida, e assim por diante”, explica Helio Meirelles, presidente da CBPM (Confederação Brasileira de Pentatlo Moderno).

O Club Hipica será a sede dos eventos de hipismo e pentatlo moderno no Pan 2011

Veja também:

>>Yane Marques brilha na Hungria

>>Uma pernambucana que vale por cinco

>>Judô faz evento-teste em seletiva para o Pan

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sexta-feira, 17 de junho de 2011 Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 18:46

Era uma vez o basquete do Brasil…

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O americano Larry (à esq) e Nezinho: futuros companheiros de seleção?

Antes de mais nada, devo informar que não tenho absolutamente nada contra o distinto armador americano Larry Tayler, titular do Bauru no último campeonato do NBB (Novo Basquete Brasil) e um dos destaques da competição. Mas é duro aceitar que este jogador, que no máximo integraria a seleção C dos EUA (e estou sendo benevolente) integre uma lista de convocados da seleção brasileira masculina de basquete para a disputa do Pré-Olímpico de Mar del Plata, em setembro.

Não é xenofobismo, racismo ou qualquer outro “ismo”. Mas será mesmo que o Brasil precisa esperar pela naturalização de um jogador nota 6,5, no máximo? Se fosse tão bom assim, ele não estaria jogando na própria NBA ou nas ligas de acesso? Ou até mesmo no forte basquete europeu, que está anos-luz à frente do Brasil em termos de organização, estrutura e condições financeiras?

No mais, a opção em tentar emplacar Larry Taylor na seleção brasileira, uma decisão polêmica e sem sentido do técnico argentino Rubén Magnano – com anuência da direção da CBB (Confederação Brasileira de Basquete) – só comprova que o basquete brasileiro continua mais perdido que cachorro em dia de mudança! Lamentável…

Prefiro assinar embaixo da opinião do ex-ala Marcel, medalha de bronze no Mundial de 1978 e medalha de ouro no Pan-Americano de Indianápolis, em 1987, ao iG Esporte: ““Acontecem tantas coisas no basquete brasileiro que eu não me surpreendo com mais nada. Não é possível que não haja um jogador brasileiro para ser chamado. Se o Larry fosse tão bom assim, Bauru já tinha sido campeão, pois armador ganha campeonato”.

Cesta de três pontos de Marcel!

PS: o companheiro José Antônio Lima, um dos editores do ótimo blog “Esporte Fino”, fez um post tratando sobre este mesmo tema e discorda 100% em relação a este blogueiro. Vale a leitura!

Veja também:

>>O calendário pré-olímpico do basquete

>>Os uniformes do Brasil para o Pré-Olímpico de basquete

>>Greve na NBA já afetou um Mundial de basquete

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quinta-feira, 16 de junho de 2011 Almanaque, Imprensa, Olimpíadas | 23:17

Olimpíadas e política, uma mistura que não dá certo

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O primeiro grande boicote da história das Olimpíadas ocorreu nos Jogos de Moscou, em 1980

Um belo mico diplomático ameaça a tranquilidade dos organizadores dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. Eis o diagnóstico da informação publicada nesta quarta-feira pelo jornal inglês “The Times”, após revelar que o filho do ditador líbio Muammar Kadafi, que preside o comitê olímpico de seu país, receberá centenas de ingressos para acompanhar as Olimpíadas do ano que vem. O problema é que a Líbia está sofrendo sanções da ONU (Organização das Nações Unidas) e o próprio Kadafi está proibido de sair de seu país, devido a uma ordem de prisão internacional. Uma bela confusão, em resumo.

Pelo regulamento do COI (Comitê Olímpico Internacional), os organizadores dos Jogos de Londres são obrigados a dar ingressos a um país que faz parte da entidade, mas se pudesse não dar…Na verdade, a política nunca combina com o esporte, eis uma verdade incontestável. Quando o assunto são as Olimpíadas, isso adquire uma repercussão ainda maior. Abaixo, alguns exemplos de quando assuntos políticos interferiram na história dos Jogos:

Berlim-1936: Na Alemanha nazista de Hitler, o primeiro grande exemplo de mico político. Os alemães já davam sinais do que fariam ao mundo alguns anos depois e usaram os Jogos para fazer apologia da doutrina da superioridade da raça ariana. Hitler e sua turma só não contavam que um negro americano chamado Jesse Owens acabasse com seus planos, conquistando quatro medalhas de ouro nas barbas do ditador nazista.

Cidade do México-1968: Os EUA sofriam com as críticas da opinião pública de seu país por conta da participação na Guerra do Vietnã. Além disso, o movimento negro lutava duramente contra a discriminação nos EUA, o que só piorou com o assassinato do líder Martin Luther King, meses antes dos Jogos mexicanos. Eis que no pódio dos 200m rasos, os velocistas americanos Tommie Smith e John Carlos realizaram a saudação do movimento Black Power no pódio. Após a premiação, foram mandados de volta para casa.

Montreal-1976: Por causa de divergências políticas, sempre houve uma ou outra desistência de países participando das Olimpíadas. A União Soviética, por exemplo, só foi participar pela primeira vez nos Jogos de 1952, em Helsinque. Mas a primeira vez em que a política fez um estrago nos Jogos Olímpicos foi nos Jogos de Montreal, no Canadá. Por causa de uma excursão de um time neozelandês à África do Sul, que vivias o regime do apartheid, o Congo pediu ao COI que excluísse a Nova Zelândia dos Jogos. Como o pedido não foi atendido, no dia da cerimônia de abertura 16 nações africanas, além de Guiana e Iraque se retiraram da competição.

Moscou-1980: Foi nas Olimpíadas organizadas pela então União Soviética, em 1980, que houve a maior derrota do esporte para a política . Liderados pelos EUA, um grupo de 69 países decidiu boicotar as Olimpíadas de Moscou, em represália à invasão soviética ao Afeganistão.

Los Angeles-1984: O troco veio quatro anos depois, quando a União Soviética comandou um boicote de 14 países do bloco socialista e mais Irã e Líbia aos Jogos organizados pelos EUA. Novamente o esporte perdeu para a política.

Seul-1988: Por estar tecnicamente em guerra com a Coreia do Sul (o tratado de paz nunca foi assinado),  a Coreia do Norte não compareceu às Olimpíadas de Seul. Ao lado dela, também aderiram ao mini-boicote Cuba (uma ausência importante), Etiópia e Nicarágua (que não fez lá muita falta).

Veja também:

Que moleza para o COI, hein?

O adeus de um herói da era pré-Phelps

Sorteio decidirá o destino de ingressos para Londres-12

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quarta-feira, 15 de junho de 2011 Olimpíadas, Pan-Americano, Seleção brasileira | 23:47

Natação faz aquecimento em alto estilo

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Simplesmente sensacionais as imagens que vem sendo divulgadas da preparação da seleção brasileira de natação, que treina em Londres para o Aberto de Paris, que será realizado na próxima semana, para o Mundial de Esportes Aquáticos, em Xangai, em julho, e ainda para os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em outubro. A preparação brasileira está sendo feita no Centro Esportivo Crystal Palace, que também será o local de treinamentos da delegação do Brasil durante as Olimpíadas de Londres, no ano que vem.

Pelo que as fotos, de autoria de Satiro Sodré, da CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos) mostram, Cesar Cielo e cia não têm do que reclamar!

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terça-feira, 14 de junho de 2011 Olimpíadas, Seleção brasileira | 23:31

Para motivar seleção, Grand Slam de judô terá entrada gratuita

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O judoca Thiago Camilo ocupa o quinto lugar no ranking da categoria até 90kg

O Grand Slam de judô, evento válido para o ranking mundial da IJF (Federação Internacional de Judô) e que será determinante para a definição dos classificados para os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, terá entrada gratuita aos torcedores que comparecerem ao Ginásio do Maracanãzinho, no Rio, neste próximo final de semana. Um dos motivos será ajudar a incentivar ainda mais os judocas brasileiros a faturarem medalhas na competição. Os bilhetes já podem ser retirados na bilheteria número 2 do Maracanã.

Com um número recorde de participantes – serão 403 atletas de 59 países – o Grand Slam de judô terá um peso considerável na contagem de pontos do ranking da IJF. As competições disputadas no período entre maio de 2011 até abril de 2012 terão 100% de seus pontos considerados na classificação final. Os pontos de 2010-2011 valerão 50% do total, enquanto os pontos adquiridos na temporada 2009-2010 perderão 75% de seu valor.

O Brasil terá uma equipe recorde de participantes, com um total de 53 judocas. Entre eles, Thiago Camilo, sétimo colocado na categoria até 90kg, com um total de 770 pontos somados até agora. Camilo tem em seu currículo duas medalhas olímpicas – prata em Sydney-00 e bronze em Pequim-08.

Veja também:

Um bronze pra lá de especial!

Jornal americano prevê cinco ouros para o Brasil em 2012

Nada justifica o “bullying” no judô

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segunda-feira, 13 de junho de 2011 Olimpíadas | 23:43

O exemplo que mais uma vez vem do Japão

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Portão do santuário de Itsukushima, patrimônio da humanidade. Políticos de Hiroshima tiveram responsabilidade ao abrir mão dos Jogos de 2020

Não é de hoje minha admiração pelo Japão e o povo japonês. Um país que renasceu, literalmente, de uma guerra estúpida, após ter sido praticamente destruído e ter se transformado numa das maiores economias do planeta, além de exemplo de tecnologia de ponta. Tudo isso é lugar comum, embora nunca seja demais lembrar destes feitos. Porém, o Japão continua me surpreendendo. Positivamente.

Após algumas regiões do países terem sofrido os efeitos devastadores do um terremoto, seguido de um tsunami, o Japão mostrou ter consciência de suas limitações e responsabilidade com o dinheiro público, após a cidade de Hiroshima ter anunciado nesta segunda-feira, de forma oficial, que está abandonando a corrida para brigar pelos Jogo Olímpicos de 2020. E o mais admirável foi o motivo apresentado pelo prefeito da cidade ao comitê olímpico japonês: a dívida que a cidade ainda tem pela frente por conta de ter organizado os Jogos Asiáticos de 1994.

Se depois de 17 anos um governante de uma cidade japonesa ainda prefere abrir mão de brigar para receber um evento da magnitude dos Jogos Olímpicos para não ampliar seu déficit público, bem que este exemplo poderia ser seguido por outros políticos de outras cidades, hein?

Deixo para o internauta do iG apontar quais cidades deveriam seguir o exemplo do prefeito de Hiroshima.

Veja também:

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Competência do Japão assegurou a Copa do Mundo de vôlei

Déficit do Pan 2011 já supera os R$ 114 milhões

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domingo, 12 de junho de 2011 Almanaque, Pan-Americano | 22:46

Os cartazes do Pan (10)

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10º Jogos Pan-Americanos – Indianápolis (EUA)

Período de disputa: 7 a 23/8/1987
Países participantes: 38
Modalidades esportivas disputadas: 27
Total de atletas: 4.453

Quadro final de medalhas (cinco primeiros colocados):

Veja tembém:

Os cartazes do Pan (1)

Os cartazes do Pan (8)

Os cartazes do Pan (9)

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sábado, 11 de junho de 2011 Almanaque, Ídolos, Olimpíadas | 22:01

Quarentona, Janet Evans sonha com Londres-12. Ainda bem!

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Janet Evans sonha com uma vaga na equipe americana de natação em 2012

Foi o tempo em que algumas modalidades esportivas tinham a linha do tempo mais curta que outras. A natação era uma delas. Era comum vermos grandes estrelas das piscinas encerrarem suas carreiras com 23, 24 anos no máximo.

Nos últimos anos, as coisas estão mudando. A americana Dara Torres, aos 41 anos, conquistou simplesmente três medalhas de prata nas Olimpíadas de Pequim, em 2008 (50m livre, 4x100m livre e 4x100m medley). Aqui no Brasil também temos exemplos de nadadores desafiando o tempo. Fabíola Molina, com 35 anos, está na equipe do Brasil que vai disputar o Mundial de Xangai, a partir de 23 de junho. E não dá pinta de que quer parar, não.

Eis que surge a notícia que a americana Janet Evans, uma das maiores nadadoras de todos os tempos, aposentada desde as Olimpíadas de Atlanta, em 1996, planeja voltar às competições. E perto de completar 40 anos (nasceu em 28/8/1971). Evans é uma verdadeira lenda das piscinas, tendo conquistado quatro medalhas de ouro, três delas em Seul-88 (400m livre, 400m medley e 800m livre) e uma em Barcelona-92 (800m livre). Foi dona ainda dos recordes mundiais dos 400m, 800m e 1.500m livre entre 1987 e 2008.

“Nos últimos meses, percebi que posso equilibrar minha vida e minha programação de treinos. Sinto que posso voltar ao jogo. Não sinto que tenho 39 anos quando nado, posso garantir isso”, afirmou Janet Evans, mãe de dois filhos. A vontade é tanta que ela disse que pretende disputar as seletivas americanas para as Olimpíadas de Londres, no ano que vem.

Só a possibilidade de poder contar com uma estrela do nível de Janet Evans já aumenta ainda mais o interesse nas provas de natação os Jogos Olímpicos de 2012.

Veja também:

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sexta-feira, 10 de junho de 2011 Com a palavra, Isso é Brasil, Pan-Americano | 17:01

Brasil aprova obras do Pan de Guadalajara. Mas e os atrasos?

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“Está tudo correndo bem, dentro dos prazos previstos pelo COPAG, o que reforça a nossa confiança de que teremos uma boa edição dos Jogos Pan-Americanos”


Bernard Rajzman, chefe de missão do Brasil para os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, que começam no dia 14 de outubro, após o encerramento da visita de inspeção que o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) fez à cidade mexicana, encerrada nesta quinta-feira, ao lado de outras nove delegações.

O engraçado é o Brasil ter referendado as condições em que se encontram as obras do Pan, que tem um atraso inacreditável na construção da Vila Pan-Americana ou então no estádio de atletismo, entre outras obras que também se encontram foram do prazo.

Talvez a avaliação compreensiva de Bernard seja pelo fato de o Brasil ter passado pelo mesmo sufoco, às vésperas do Pan de 2007, no Rio, quando os cofres públicos do governo brasileiro salvaram o país de um belo vexame.

Verdadeiro conhecimento de causa.

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