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Arquivo de maio, 2011

terça-feira, 17 de maio de 2011 Almanaque, Ídolos, Olimpíadas, Vídeos | 23:18

A incrível campanha de Sugar Ray Leonard em Montreal-76

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Impressionante, para dizer o mínimo, a história do abuso sexual sofrido por Sugar Ray Leonard, pouco antes de ganhar a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Montral, em 1976, conforme relatou reportagem do iG. É duro quando percebemos que nossos ídolos não são tão imbatíveis como gostaríamos de imaginar.

Eles sofrem, muitas vezes em silêncio, como foi o caso de Sugar Ray durante todos estes anos. O livro pode ser uma boa forma de terapia para ele, além de provavelmente render uma bela grana. Afinal, todo mundo gosta de um bom escândalo de vez em quando.

O caso de Sugar Ray impressiona ainda mais pelo fato de ter ocorrido às vésperas de sua histórica vitória nas Olimpíadas de Montreal, no Canadá, em 1976. Como ele conseguiu manter o sangue frio e a cabeça no lugar apos tamanha barbaridade, é difícil saber.

Em 1976, Leonard disputou seis lutas. Eis a campanha dela nos Jogos canadenses:

Primeira rodada
Ray Leonard (EUA) venceu Ulf Carlsson (Sue), 5:0
Segunda rodada
Ray Leonard (EUA) venceu Valeri Limasov (URSS), 5:0
Terceira rodada
Ray Leonard (EUA) venceu  Clinton McKenzie (GBR), 5:0
Quartas de final
Ray Leonard (EUA) venceu Ulrich Beyer (ALE-OR), 5:0
Semifinal
Ray Leonard (EUA) venceu Kazimierz Szczerba (POL), 5:0
Final
Ray Leonard (EUA) venceu Andrés Aldama (CUB), 5:0

Abaixo, confira algumas imagens da brilhante carreira de Sugar Ray Leonard, como pugilista amador e também como profissional. Um dos lutadores mais brilhantes que o boxe já teve.

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segunda-feira, 16 de maio de 2011 Isso é Brasil, Pan-Americano | 22:43

E as confusões envolvendo o Pan-2007 não acabam…

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Cerimônia de abertura do Pan 2007. Evento ainda é alvo de ações na Justiça

Incrível como não se coloca um fim às polêmicas envolvendo os Jogos Pan-Americanos do Rio, em 2007. Ainda bem que tem gente que não deixa que se esqueçam os absurdos com o dinheiro público cometidos naquele Pan. E vem aí uma Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos de 2016. Olho aberto, gente!

MPF processa ex-ministro por aluguel superfaturado da Vila do Pan

Agnelo Queiroz, Co-Rio, construtora e dirigentes da Caixa e do COB são réus

Da asssessoria de comunicação social da Procuradoria da República no Rio de Janeiro

O Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro moveu ação contra o ex-ministro do Esporte, Agnelo Queiroz (atual governador do DF) e o vice-presidente do Comitê Organizador do Jogos Rio-2007 (Co-Rio) e Comitê Olímpico Brasileiro (COB), André Gustavo Richer, e outros quatro réus por superfaturamento no aluguel antecipado da Vila do Pan por dez meses. Também respondem à ação civil pública e de improbidade administrativa o ex-presidente da Caixa, Jorge Eduardo Mattoso, o ex-secretário de Esporte de Alto Rendimento, André Almeida Cunha Arantes, o Co-Rio e a construtora Agenco (em nome da coligada Pan 2007 S.A.).

Na ação, o MPF relata que o custo do aluguel de 1.490 apartamentos da Vila do Pan cresceu 62% sobre o orçamento inicial (de R$15,4 milhões, pelo valor de mercado, para R$ 25 milhões), como demonstra relatório do Tribunal de Contas da União (TCU). Os réus estão sujeitos às penas fixadas na lei de improbidade administrativa: ressarcimento do dano, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos, pagamento de multa e proibição de contratar temporariamente com o poder público.

A ação, proposta pelo procurador da República Édson Abdon Filho, tramita na 21ª Vara Federal do Rio de Janeiro (processo 0006132-212011.4.02.5101). Queiroz, Arantes, Richer e o Co-Rio cometeram improbidade ao se omitirem na fiscalização do uso de verbas públicas e Mattoso não tinha justificativa legal para permitir o pagamento de R$ 25 milhões à Pan 2007, beneficiada por enriquecimento ilítico.

“Não se pode aceitar que um ex-ministro e um ex-secretário nacional validem o custo de um objeto, que foi estipulado por empresa coligada da beneficiária do repasse, sem, ao menos, verificarem outras avaliações, mais condizentes com os reais valores de mercado. E quando essa avaliação é corroborada pelo ex-presidente da Caixa, contrariando um laudo de análise de engenharia feito por servidores da própria empresa pública federal da qual ele é o chefe, fica clara a intenção de lesar os cofres públicos em benefício de terceiro”, afirma o procurador da República Edson Abdon Filho.

De acordo com a Caixa, o aluguel mensal foi fixado entre R$1.100 (apto. de 41m2) e R$ 3.300 (147m2). Um laudo do próprio banco, citado no relatório do TCU, alerta, porém, que “todas as metodologias utilizadas, a da Caixa, do Cofeci, da Ademi/RJ e a de remuneração de capitais sinalizam um valor de aluguel médio inferior ao efetivamente pago mediante o Convênio”. O TCU assinala ainda que foi de 82% a maior taxa de ocupação, ocorrida entre 3 de julho e 21 de agosto.

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domingo, 15 de maio de 2011 Pan-Americano, Seleção brasileira | 23:37

Kleberson Davide faz barba, cabelo e bigode no GP de Belém

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Kleberson Davide (à esq.) não alcançou o queniano David Mutinda, mas cravou índice para o Mundial e o Pan

Não poderia ter sido melhor o domingo do brasileiro Kleberson Davide. Além de terminar em segundo lugar a prova dos 800m do GP Caixa realizado em Belém, no Estádio Olímpico, atrás apenas do queniano David Mutinda, ele obteve a ótima marca de 1min44s28. Com este tempo, ele atingiu o índice para integrar a seleção brasileira que disputará o Campeonato Mundial em Daegu, na Coreia do Sul, além dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. Por fim, Davide terminou o dia como o terceiro homem mais rápido do ano nos 800m no ranking da Iaaf (Associação das Federações Internacionais de Atletismo), atrás somente de Mutinda e do também queniano David Rudisha.

Para se ter uma ideia da performance do atleta do Pinheiros neste domingo, ele tinha como melhor marca pessoal 1min44s65, obtida também em Belém, em maio de 2009. Neste ano, seu melhor tempo na distância havia sido 1min46s76, em Fortaleza, na última quarta-feira, dia 11. Aos 25 anos, nascido em Conchal (SP), Kleberson Davide fez barba, cabelo e bigode no GP de Belém.

Outros dois brasileiros que disputaram a prova dos 800m também não têm do que reclamar do GP de Belém. Lutimar Abreu marcou 1min45s32, terminou na quinta posição e atingiu índice para o Mundial e os Jogos Pan-Americanos. Fabiano Peçanha, sétimo colocado, completou a prova com 1min46s01 e garantiu índice para o Pan de Guadalajara.

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sábado, 14 de maio de 2011 Pan-Americano | 19:22

Déficit do Pan 2011 já supera os R$ 114 milhões

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Segundo Carlos Garín, os organizadores do Pan estão tentando cortar as despesas

Há exatos cinco meses para a abertura dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, que começarão em 14 de outubro, uma coisa já é possível saber sobre o evento: haverá um belo prejuízo aos organizadores ao final da competição poliesportiva das Américas. Embora assegure que não existe nenhum risco do evento não ocorrer, o diretor geral do Copag (Comitê Organizador do Pan), Carlos Andrade Garín, admite que será complicado as contas não saírem do vermelho. Até agora, a organização dos Jogos calcula um défict equivalente a US$ 70 milhões (R$ 114,5 milhões)

“O Governo tem avalizado os Jogos e o que faltar terão que nos dar. Já não estamos pensando em quanto dinheiro falta, mas de quanto precisamos, e estamos tentando diminuir as despesas”, afirmou Garín. Vale lembrar que o tamanho do rombo deveria ser maior, se não fosse patrocínios e acordos comerciais assinados nos últimos meses.

O que me chamou a atenção no discurso do cartola mexicano é a desfaçatez com que ele diz claramente que o governo terá que completar o orçamento para a realização do Pan. Ficou claro que este é um discurso-padrão de todo responsável pela organização de um mega evento esportivo, seja os Jogos Pan-Americanos, Copa do Mundo ou Olimpíadas.

Inclusive, estamos presenciando exemplos disso em nosso próprio quintal, com o gasto desenfreado que os governos estaduais e municipais estão fazendo para erguer estádios para a Copa do Mundo de 2014. O estádio do Corinthians, por exemplo, custará mais de R$ 1 bilhão para poder receber a abertura do Mundial. É claro que a conta não irá fechar e o governo federal terá que abrir os cofres. Da mesma forma que aconteceu no Pan do Rio, em 2007 e certamente ocorrerá nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016.

Não existe responsabilidade ao se organizar um evento deste nível, em qualquer parte do mundo.  Mas isso não serve de desculpa e sim de triste constatação. E quando esta desorganização afeta diretamente o nosso bolso, a tristeza se transforma em revolta.

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sexta-feira, 13 de maio de 2011 Pan-Americano | 12:43

Assistir ao Pan 2011 é uma pechincha

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Ao contrário das Olimpíadas de Londres, assistir de perto as competições dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara é uma verdadeira moleza. Pelo menos em relação ao preço dos ingressos.  A partir desta sexta-feira, os bilhetes da competição começaram a ser vendidos pela internet. E de fato os preços são uma pechincha, se comparados com outros eventos deste porte.

Para se ter uma ideia, o ingresso mais caro de um evento esportivo no Pan de Guadalajara será nas finais da ginástica artística: R$ 62,54, em valores desta sexta-feira.

Em relação às cerimônias de abertura e encerramento, a coisa muda um pouco de figura. Na festa de abertura do Pan, o bilhete mais caro, no melhor setor, sai por R$ 587,16, enquanto o mais barato custa R$ 77,94. No cerimônia de encerramento, o preço fica mais em conta: R$ 38,97 (mais barato) e R$ 306,21 (mais caro).

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Confira abaixo quadro com os preços mais caros e mais baratos dos eventos esportivos do Pan-11:

Evento Valores (mais barato e mais caro)
Atletismo R$ 6,96 a R$ 34,75
Badminton R$ 5,56
Basquete R$ 8,34 a R$ 44, 47
Beisebol R$ 8,34 a R$ 41,69
Boliche R$ 13,90
Boxe R$ 13,90 a R$ 20,85
Canoagem R$ 6,96
Caratê R$ 6,95 a R$ 11,12
Ciclismo BMX R$ 11,12
Ciclismo cross-country R$ 13,90
Ciclismo de estrada R$ 20,85
Ciclismo de pista R$ 6,96 a R$ 20,85
Esgrima R$ 5,56 a R$ 8,34
Esqui Aquático R$ 6,95
Futebol R$ 2,78 a R$ 13,90
Ginástica artística R$ 27,80 a R$ 62,54
Ginástica rítmica e trampolim R$ 16,68 a R$ 30,58
Handebol R$ 5,56 a R$ 13,90
Hipismo adestramento R$ 11,12 a R$ 25,02
Hipismo CCE R$ 13,90
Hipismo saltos R$ 11,12 a R$ 34,75
Hóquei na grama R$ 4,17 a R$ 11,12
Judô R$ 5,56 a R$ 8,34
Levantamento de peso R$ 5,56 a R$ 13,90
Lutas R$ 5,56 a R$ 8,34
Maratona R$ 20,87
Maratona aquática R$ 6,96
Nado sincronizado R$ 5,57 a R$ 20,87
Natação R$ 2,78 a R$ 34,75
Patinação artística R$ 9,73 a R$ 12,51
Patinação de velocidade R$ 9,73
Pelota basca R$ 6,95 a R$ 13,90
Pentatlo moderno R$ 11,12
Pólo Aquático R$ 4,17 a R$ 11,12
Raquetebol R$ 8,34 a R$ 11,12
Remo R$ 6,95
Rugby R$ 20,85
Softbol R$ 6,95 a R$ 12,51
Squash R$ 11,12
Taekwondo R$ 13,90 a R$ 20,85
Tênis R$ 13,90 a R$ 44,47
Tênis de mesa R$ 6,95
Tiro com arco R$ 6,95 a R$ 16,68
Tiro esportivo R$ 6,95
Triatlo R$ 6,95
Vela de graça
Vôlei R$ 11,12 a R$ 44,47
Vôlei de praia R$ 6,95 a R$ 34,75
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quinta-feira, 12 de maio de 2011 Olimpíadas | 22:14

Conheça o ginásio de handebol dos Jogos de Londres-12

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O ginásio de handebol para Londres-12 terá capacidade para receber 6.500 pessoas

Com direito à presença do primeiro-ministro britânico David Cameron, foi inaugurada nesta quinta-feira a terceira sede olímpica para os Jogos de Londres-12, o ginásio de handebol, localizado no Parque Olímpico. Projetado e construído tendo a sustentabilidade como principal meta, o ginásio possuí uma capacidade para 6.500 espectadores e durante as Olimpíadas receberá ainda as provas de esgrima do pentatlo moderno, além da modalidade goalball dos Jogos Paraolímpicos.

O ginásio, que começou a ser erguido em julho de 2009, foi construído de uma forma que economize cerca de 40% de energia elétrica graças à sua arquitetura, que permite uma maior entrada de luz natural. São marcantes também as cadeiras espalhadas ao redor do ginásio, todas multicoloridas.

Após os Jogos, o ginásio de handebol vai se transformar em um centro desportivo multiuso para a comunidade de Stratford – bairro onde será realizada a maior parte das provas olímpicas – e como sede de treinamento para atletas ao longo do ano.

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Isso é Brasil, Olimpíadas | 13:15

Que moleza para o COI, hein?

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Incrível o revelado na edição da última quarta-feira de “O Estado de S. Paulo”, em reportagem assinada por Wilson Tosta, a respeito do contrato assinado entre o COI (Comitê Olímpico Internacional) e a cidade do Rio de Janeiro, para a organização dos Jogos Olímpicos de 2016. Em poucas palavras, o COI tem todas as vantagens, enquanto os governantes cariocas e o comitê organizador só tem deveres.

Entre os pontos abordados pela reportagem do “Estadão”, o que chama mais a atenção é sobre a cláusula em que fica claro que o COI ficará isento até de possíveis ações na Justiça. “A Cidade, o CON  [denominação do COB, Comitê Olímpico Brasileiro ] e o COJ [o Co-Rio] abdicam aqui a aplicação de qualquer provisão legal sob as quais possam reivindicar imunidade contra ações legais, arbitragem ou outros procedimentos legais (I) introduzidos pelo COI, (II) introduzidos por terceiros contra o COI… Essa renúncia se aplica não apenas à jurisdição, mas também ao reconhecimento e aplicação de qualquer julgamento, decisão ou concessão de arbitragem”, diz a cláusula 79.

O contrato, assinado em Copenhague pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes, em 2/10/2009 – data em que a cidade carioca ganhou o direito de sediar as Olimpíadas de 2016 – tem outras cláusulas “leoninas”, como dar ao COI o direito de cancelar os Jogos unilateralmente, sem que nem mesmo o governo brasileiro possa recorrer judicialmente da decisão.

Por mais que este seja um contrato padrão utilizado, não deixa de assustar que se aceite tudo, sem nada questionar, pelo fato de estarmos  sendo “honrados” com a  escolha para organizar um megaevento esportivo. Nem sempre os fins justificam os meios.

Veja tembém:

E se acabar a luz na cerimônia de abertura?

Aprovação da Autoridade Pública Olímpica para a Rio-16: uma boa e uma má notícia

E as confusões envolvendo o Pan-2007 não acabam…

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quarta-feira, 11 de maio de 2011 Isso é Brasil | 13:21

Marcelinho Machado é um grande chorão

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Marcelinho Machado discute com Fernando Penna: reclamação esdrúxula e sem sentido

Sem querer invadir a praia do colega Fábio Sormani, não dá para não comentar o lance ocorrido no final da partida desta terça-feira entre Franca e Flamengo, pela semifinal do NBB (Novo Basquete Brasil). No final do jogo, vencido por Franca por 91 a 78, resultado que garantiu a equipe paulista na decisão do torneio, o armador francano Fernando Penna protagonizou um lance inusitado e de pura habilidade: para escapar da marcação cerrada dos flamenguistas, jogou a bola no meio das pernas do rival David Teague.

Foi então que começou a baixaria. Irritado com aquilo que chamou de “falta de ética”, o armador Marcelinho Machado, do Flamengo, grande estrela da equipe carioca e uma das referências no basquete nacional, partiu como um touro bravo para fazer falta em Fernando e depois tomou satisfações com o jogador. Foi o estopim para uma grande confusão, com direito a invasão de seguranças em quadra (o que foi lamentável), bate-boca entre os atletas, mas no final a partida terminou com relativa calma.

Foi então que, ao ser entrevistado pelo “Sportv”, Marcelinho disparou a metralhadora contra o jogador francano, acusando-o de ter sido antiético e de ter faltado com respeito. “Qualquer um que já jogou basquete sabe que isso não se faz”, afirmou o flamenguista.

Menos, Marcelinho, menos…

Tudo bem que não me lembro de ter visto cena semelhante num jogo de quadra – só em streetbasket e olhe lá! Mas isso não significa que Fernando Penna tenha que ser colocado na fogueira, como Joanna D’Arc. Aliás, o mesmo acontece no nosso futebol de cada dia. Quando pinta um Neymar dando pedaladas ou Valdívia chutando o vácuo, e um zagueiro brucutu chegar soltando botinadas, logo virá um monte de gente saindo em defesa do craque.

A verdade é que Marcelinho Machado, um jogador extremamente habilidoso, não se conformou em ver o seu Flamengo triturado e eliminado por Franca do NBB. Choro de perdedor, puro e simples.

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terça-feira, 10 de maio de 2011 Pan-Americano, Seleção brasileira | 13:48

Brasil define equipe de lutas para o Pan

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Antoine Jaoude, antes da luta que lhe deu o bronze no Pan-Americano da Colômbia

Saldo positivo para os atletas da seleção brasileira de lutas, que disputou na última semana o Campeonato Pan-Americano Senior de luta olímpica, realizado na cidade de Rio Negro, na Colômbia. No total, sete atletas carimbaram o passaporte para os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara após os resultados obtidos na competição.

Na modalidade livre, categoria n120kg, o experiente Antoine Jaoude ficou com a medalha de bronze e a respectiva classificação. Seu irmão, Adrian, que compete na categoria 84kg, terminou em sétimo lugar, porém o resultado foi suficiente para lhe dar a vaga no Pan-11.

Na luta livre feminina, duas brasileiras terminaram com medalhas e também classificadas para Guadalajara. O melhor resultado foi obtido por Aline Ferreira, nos 72kg, que ficou com a medalha de prata. Na categoria 55kg, Joice Silva ficou com o bronze.

Por fim, a equipe brasileira de lutas que estará em Guadalajara ficou completa com os três classificados na luta greco-romana:Rafael Páscoa (55 Kg), Diego Romanelli (60 Kg) e Marcelo Gomes (84 Kg).

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segunda-feira, 9 de maio de 2011 Ídolos, Olimpíadas | 14:34

Exclusão da Star para 2016 é uma derrota para o Brasil

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Robert Scheidt e Torben Grael podem não disputar os Jogos de 2016

A notícia da decisão da Isaf (Federação Internacional de Vela), que em assembleia realizada no último sábado excluiu a classe Star do programa olímpico dos Jogos do Rio-16, representou uma grande derrota para a a vela do Brasil. Mas também foi um duro golpe nos organizadores das Olimpíadas do Brasil.

Carlos Nuzman, presidente do COB (Comitê Olímpico Brasileiro) e também do Co-Rio, conhecido por transitar bem nos bastidores da política esportiva internacional, desta vez não mostrou a mesma habilidade para impedir tamanha barbaridade cometida pela Isaf. Influenciada pelo lobby das confederações da Ásia e da Oceania, que preferem barcos menores, a entidade aceitou tirar a mais antiga classe do programa olímpico da vela (a Star faz parte dos Jogos desde 1932).  E por tabela rendeu ao esporte brasileiro um enorme prejuízo.

No total, a classe Star rendeu ao Brasil nada menos do que cinco medalhas ao país nas Olimpíadas: duas de ouro, uma de prata e duas de bronze.  Desde os Jogos de Seul-88, sempre houve um brasileiro no pódio na Star (exceção de Barcelona-92). Além disso, reúne atualmente dois dois maiores nomes do iatismo nacional: Torben Grael e Robert Scheidt, ambos bicampeões olímpicos (Torben pela Star e Scheidt, na Laser). A não ser que mudem de classe, nenhum deles poderá disputar as Olimpíadas em seu próprio país.

Torben e Scheidt já manifestaram o desapontamento com a decisão dos cartolas da Isaf e pedem para que o COB interceda em favor da vela brasileira. Haverá uma nova assembleia da entidade no próximo mês de novembro e existe, de acordo com Scheidt, uma remota chance da decisão de banir a Star ser revertida.

Bem, chegou a hora de Nuzman mostrar que é bom nos bastidores. Do contrário, a classe Star, que tantas medalhas já rendeu ao Brasil, será apenas citação em arquivos olímpicos.

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