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Posts com a Tag Vôlei de praia

quarta-feira, 22 de junho de 2011 Olimpíadas | 21:55

Cariocas são os que mais compram ingressos para Londres-12

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O mais recente balanço divulgado pela Tamoyo Turismo, agência oficial que detém o direito de venda de ingressos no Brasil para as Olimpíadas de Londres-12, trouxe um dado interessante: os torcedores do Rio de Janeiro são, disparados, os mais interessados em comprar bilhetes para o principal evento poliesportivo mundial.

Dos cerca de 10 mil ingressos comercializados até agora no Brasil, 6.079 foram comprados por torcedores cariocas. Em segundo lugar, bem atrás, aparece o estado de São Paulo como o que tem o maior número de bilhetes vendidos: 1.839. Confira a tabela abaixo:

Estado Ingressos vendidos
Rio de Janeiro 6.079
São Paulo 1.839
Distrito Federal 296
Minas Gerais 279
Rio Grande do Sul 145
Pernambuco 124
Santa Catarina 121
Paraná 102
Bahia 98
Ceará 84
Pará 64
Amazonas 55
Espírito Santo 52
Goiás 40
Paraíba 25
Tocantins 19
Rio Grande do Norte 2
Total 9.424

Outro dado interessante diz respeito às modalidades mais procuradas pelos torcedores brasileiros. Numa repetição do balanço anterior, divulgado em abril, o vôlei continua sendo o campeão na preferência dos brasileiros, com 1.563 ingressos vendidos. Na sequência, entre os mais vendidos, aparecem o vôlei de praia (1.042 ingressos), futebol (914), atletismo (904) e judô (477) são as modalidades que completam a lista das cinco mais procuradas.

Veja também:

>>Brasileiros compram mais ingressos de vôlei para Londres-12

>>Ingressos para Londres-12: corre que vai acabar!

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sexta-feira, 22 de abril de 2011 Olimpíadas, Pan-Americano | 23:50

Juliana e Larissa brilharam. Mas calma lá, pachecos!

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A dupla Juliana e Larissa saiu na frente por uma vaga para as Olimpíadas de Londres

Está certo que eu já esperava por isso, mas a coisa começou mais cedo do que imaginava. Em ano de Pan-Americano, era natural aguardar doses cavalares de pachequismo da mídia brasileria (em especial a televisão), que adora tirar uma casquinha dos feitos dos atletas brasucas, enaltecendo as diversas medalhas de ouro que o Brasil ganha no Pan, cujo nível técnico há muitos anos deixou de ser forte. Aí, no ano seguinte, quando chegam as Olimpíadas, é aquela decepção…

Os exageros começaram nesta sexta-feira, com a conquista da primeira etapa do Circuito Mundial de vôlei de praia, disputa em Brasília, e que teve a dupla brasileira Juliana e Larissa campeã, após derrotar na final as fortes americanas Walsh e May, bicampeãs olímpicas, por 2 sets a 1. Foi uma bela vitória, sem dúvida, quebrando uma série de 80 jogos de invencibilidade das americanas no torneio, que disatribuirá 16 vagas para as Olimpíadas de Londres, no ano que vem.

Com transmissão ao vivo pela Globo numa ensolarada Sexta-feira Santa, o triunfo das brasileiras logo despertou uma série de comentários, em redes sociais, sites etc, dizendo que as brasileiras já pintam como favoritas para a medalha de ouro em Londres. Calma lá, pachecada!

Juliana e Larissa são, de fato, uma das melhores duplas do mundo. Talvez, neste momento, sejam mesmo as melhores. Mas precisamos contextualizar o momento das americanas. Elas voltam a atuar juntas após dois anos separadas, quando Walsh paralisou a carreira para ser mãe e May se aventurava no reality show “Dançando com as Estrelas”, quando inclusive sofreu uma ruptura no tendão de Aquiles esquerdo.

Por isso, ainda é muito cedo para eleger qualquer favorito ao ouro olímpico. Duro é fazer os pachecos sossegarem na cadeira.

PS: para os mais novos, uma explicação: “pacheco” era um personagem criado pela Gillette, na Copa do Mundo de 82, na Espanha, representando aquele torcedor fanático, doente pela seleção brasileira. O Brasil não ganhou nada naquele Mundial, mas a figura do pacheco ficou eternizada. Cuidado, pode ter um pacheco sentado bem ao seu lado…

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segunda-feira, 21 de março de 2011 Imprensa, Olimpíadas | 10:27

Jornal americano prevê cinco ouros para o Brasil em 2012

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Americano adora fazer uma prévia olímpica. A cada quatro anos, vende como água no deserto uma edição especial da conceituada revista esportiva “Sports Illustrated”, que traz uma previsão dos Jogos Olímpicos prestes a acontecer. Comparado com o que rola nas Olimpíadas de fato, o resultado é bastante razoável, com exceção de um ou outro erro mais bizarro.

Agora, foi a vez da versão online do jornal “USA Today” dar uma de Mãe Dinah. Quando faltam menos de  500 dias para o início das Olimpíadas de Londres, a publicação começou a soltar uma prévia mensal daquele que imagina que será o quadro final de medalhas da competição. Nele, além de mostrar que os EUA superarão a China por pouco na primeira colocação, mostra que o Brasil ganhará cinco ouros nos Jogos britânicos. Confira abaixo:

O número de medalhas de ouro, idênticos à campanha de Atenas-04, mostram algumas apostas bem possíveis, como as vitórias de uma dupla do vôlei de praia feminino; das seleções masculina e feminina de vôlei de quadra; e o triunfo de César Cielo nos 50m livre. A única previsão meio maluca feita pelo “USA Today” é Fabiana Murer superar a russa Ielena Isinbayeva e ficar com o ouro no salto com vara. Diante da qualidade da russa, nem o mais pacheco dos brasileiros irá ousar sonhar com este feito.

As demais previsões dos americanos em relação ao Brasil são bem conservadoras. O jornal acredita que o país terá um total de 15 medalhas. Serão cinco de prata, sendo duas no futebol (masculino e feminino); uma dupla no vôlei de praia feminino;  Leandro Guilheiro, no judô; e César Cielo, nos 100m livre. Virão ainda, de acordo com o “USA Today”, mais cinco medalhas de bronze, com uma dupla no vôlei de praia masculino; Luciano Correa e Thiago Camilo, no judô; uma dupla da classe Star, na vela; e com Thiago Pereira, nos 200m medley.

Vale esperar a próxima avaliação dos americanos e ver o que irá mudar em relação à esta primeira lista. E você, tem alguma aposta também? Manda aí pra gente ver.

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quinta-feira, 10 de março de 2011 Olimpíadas | 10:12

Tem basquete na Grã-Bretanha, Arnaldo?

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A falta de tradição no basquete pode tirar a equipe da Grã-Bretanha dos Jogos

Bom, não me consta que o ex-árbitro de futebol Arnaldo César Coelho – lembrado no título deste post graças às inúmeras referências a ele feitas pelo personagem @oclebermachado no Twitter – seja um fã de basquete.  Na verdade, pelo que eu sei, o Arnaldo gosta mesmo é de vôlei de praia. Lembro dele assistindo pela TV e torcendo pra valer pelas duplas brasileiras durante os Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996, na sala de imprensa montada pelo patrocinador da seleção brasileira de futebol, em um hotel de luxo de Miami.

Mas depois de seis linhas de puras divagações, você deve estar se perguntando onde é que o basquete e a Grã-Bretanha entram em tudo isso.  É fácil explicar:  o país que organiza uma competição poliesportiva – Olimpíadas ou Jogos Pan-Americanos – tem vaga assegurada em todas as modalidades, individuais e coletivas. E se há uma coisa que a Grã-Bretanha não tem tradição alguma é no basquete. Pois neste domingo, o comitê central da Fiba (Federação Internacional de Basquete) decidirá, durante o congresso da entidade, em Lyon, se os britânicos terão ou não direito à vaga automática nos Jogos de Londres, em 2012.

Oficialmente, os dirigentes da Fiba fazem declarações politicamente corretas, elogiando o esforço dos britânicos – vale lembrar que Inglaterra, Escócia, Irlanda do Norte e País de Gales competem de forma unificada nos Jogos Olímpicos – e sua evolução no basquete europeu. Mas não seria uma surpresa se os cartolas decidirem que a Grã-Bretanha ainda não fez o suficiente no basquete mundial para garantir a vaga por antecipação, obrigando-a a disputar o qualificatório europeu.

O grande problema desta decisão “técnica” é que em quadra os britânicos teriam chances remotas de garantir classificação para as Olimpíadas organizadas por eles mesmos. E assim cria-se um impasse bem difícil de resolver. Já pensou não contar com o time da casa em uma competição badalada como o basquete?

Péssimo retrospecto

Enquanto os  dirigentes da Fiba vivem um belo dilema, que será solucionado em poucos dias, vale relembrar a única vez em que a Grã-Bretanha participou com sua equipe de basquete de uma edição de Jogos Olímpicos. Foi em 1948, quando a competição também teve Londres como sede. Não havia ainda o torneio feminino no programa olímpico e desta forma o vexame ficou restrito somente ao time masculino. Ao todo, os britânicos disputaram oito partidas, com o “incrível” retrospecto de uma vitória e sete derrotas, terminando a competição em 20º lugar.

O único triunfo ocorreu no “clássico” contra a Irlanda, derrotada no torneio consolação por 46 a 21.  Como curiosidade, vale lembrar ainda que o Brasil enfrentou a Grã-Bretanha na primeira fase e atropelou os donos da casa: 76 a 11.

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