Publicidade

Posts com a Tag Vela

segunda-feira, 4 de agosto de 2014 Olimpíadas, Paraolimpíadas | 20:10

Rio 2016 divulga calendário de eventos-testes

Compartilhe: Twitter
Foto-montagem que exibe as imagens das modalidades que terão eventos-testes antes das Olimpíadas do Rio

Montagem com imagens das modalidades que terão eventos-testes para as Olimpíadas do Rio 2016

Na semana que marca os dois anos para a abertura dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio 2016, o comitê organizador anunciou nesta segunda-feira o primeiro calendário completo dos eventos-testes das Olimpíadas. O primeiro deles, inclusive, já está em disputa, que é a Regata Internacional de vela, que ocorre na poluída Baia da Guanabara e se encerrará no próximo sábado.

Sob o nome “Aquece Rio”, os eventos que serão realizados em maior número a partir do ano que vem tem como objetivo testar a funcionalidade das arenas que receberão os eventos e também a operação dos Jogos, tanto Olímpicos como Paraolímpicos. Ao todo, os eventos-testes deverão trazer ao Rio de Janeiro nos próximos dois anos um total de 8.400 atletas.

>>> VEJA TAMBÉM: As primeiras impressões dos estrangeiros sobre as águas da Baia da Guanabara

Pelo calendário divulgado nesta segunda – e que poderá ser atualizado -, o próximo evento programado será uma maratona, em julho de 2015. No mês de agosto do ano que vem, sete outras modalidades receberão novas competições, onde a ideia será testar inclusive algumas das instalações que já estarão prontas (caso não ocorram atrasos, sempre é bom lembrar), como remo, ciclismo estrada, marcha atlética, maratona aquática, vela e golfe. A lista completa pode ser acessada neste link.

O calendário do Rio 2016 incluirá 33 eventos para esportes olímpicos, seis exclusivamente para esportes paraolímpicos e outros seis contendo tanto competições olímpicas quanto Paraolímpicas, totalizando 45 eventos-testes. “A definição do calendário é um passo importante, pois estes eventos nos permitirão testar todos os aspectos das competições e garantir que na hora dos Jogos tudo esteja perfeito para que os atletas possam obter seus melhores desempenhos”, disse o diretor de esportes do Rio 2016, Agberto Guimarães.

Nesta terça-feira, faltarão exatos dois anos para a abertura dos Jogos Olímpicos de 2016. A abertura dos Jogos Paraolímpicos está marcada para o dia 7 de setembro de 2016.

Autor: Tags: , , , , , , , ,

quarta-feira, 30 de julho de 2014 Com a palavra, Imprensa, Isso é Brasil, Olimpíadas, Paraolimpíadas | 21:01

Baia da Guanabara 2016: primeiras impressões…

Compartilhe: Twitter

“Já fizemos dois treinos até agora, onde encontramos muitas garrafas e sacos plásticos. Ontem vimos um cachorro morto na água”

A declaração do velejador australiano Matthew Belcher, medalha de ouro na classe 470 nos Jogos Olímpicos de Londres 2012, para a Folha de S. Paulo desta quarta-feira, é sintomática. Uma das estrelas do evento-teste da vela para as Olimpíadas do Rio 2016, que começa na próxima sexta-feira (2) e vai até o dia 9 de agosto, Belcher mostrou, sem meias palavras, o cartão de visitas que os atletas do iatismo mundial terão pela frente não apenas nesta competição, como provavelmente daqui a dois anos.

Iatistas da classe RS:X treinam para o evento-teste na Baia de Guanabara, o primeiro dos Jogos de 2016

Iatistas da classe RS:X treinam para o evento-teste na Baia de Guanabara, o primeiro dos Jogos de 2016

Não se deve encarar com traços de menosprezo, precoceito ou mesmo insulto à soberania nacional as palavras de Belcher. Elas são retrato absoluto da realidade, ironicamente, de um dos mais belos cartões postais da próxima sede dos Jogos Olímpicos. O australiano falou apenas verdades, que por sinal já tinham sido ratificadas anteriormente pelo próprio treinador da equipe brasileira, o bicampeão olímpico (Atlanta 1996 e Atenas 2004) Torben Grael, em entrevista ao site Esporte Essencial, em abril de 2011: “É um pecado nós termos uma água tão suja numa baia tão bonita como essa. Vamos sediar os jogos olímpicos e acho que vai ser um vexame apresentar uma água desse jeito”.

Se há uma coisa que o Brasil já perdeu, independentemente do sucesso na organização dos Jogos de 2016, foi a questão da Baia de Guanabara. Isso é definitivo. Por incompetência dos poderes públicos (em todas as esferas!), perdeu-se a chance de conquistar ao final dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos um dos principais legados para a população do Rio de Janeiro, que seria a despoluição de 80% das águas da sede das competições de vela. Isso constava do plano original da candidatura carioca, em 2009. Se chegar a 15% na época das Olimpíadas, será muito.

>>> VEJA TAMBÉM: Com data provisória, federação de tiro com arco confirma evento-teste no Sambódromo para setembro de 2015

As competições irão acontecer, de uma forma ou outra. Como aliás já aconteceram nos Jogos Pan-Americanos de 2007. O que não diminui o tamanho do vexame. Por isso, um dos principais pontos a serem aproveitados no primeiro evento-teste das Olimpíadas do Rio será testar a funcionabilidade da raia de competição, mesmo com tanto lixo boiando nas proximidades dos atletas. Simplesmente lamentável.

Ao todo, serão 324 atletas de 34 países participando da Regata Internacional do Rio, que abre o calendário oficial de eventos-testes das Olimpíadas. Estarão competindo 23 medalhistas olímpicos, entre eles o próprio australiano Matthew Belcher; a espanhola Marina Alabau, na 49er FX; o holandês Dorian van Rijsselberge, na RS:X; o também australiano Nathan Outteridge, na classe 49er; e o sueco Max Salminen, na Star, classe que não faz parte do programa olímpico de 2016. Entre os brasileiros, destaca-se o bicampeão olímpico (Atlanta 1996 e Atenas 2004) Robert Scheidt, pela Laser.

Tomara que nenhum deles deixe de vencer sua prova por causa das maltratadas águas da Baia de Guanabara.

Autor: Tags: , , , , , , ,

sexta-feira, 30 de maio de 2014 Olimpíadas | 09:32

Corrida para a Rio 2016 começa nesta sexta-feira

Compartilhe: Twitter

logo2016

Atualizado

Esta sexta-feira, 30 de maio, será um dia importante no calendário esportivo para os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. Na prática, a partir deste dia está aberta a corrida oficial na classificação de diversas modalidades para as próximas Olimpíadas. Os critérios de qualificação olímpica foram definidos na última Assembleia do COI (Comitê Olímpico Internacional), realizada em Sochi, durantes os Jogos de Inverno, em fevereiro deste ano.

Na prática, cinco modalidades esportivas (atletismo, ginástica artística, ginástica rítmica, trampolim acrobático e futebol) ainda não divulgaram seus critérios de classificação, mas as demais já sabem quantas vagas estão em disputa e até quando os atletas terão tempo para garanti-las. Nesta sexta, por exemplo, começará a contar o período válido do ranking mundial do judô, que classificará 386 atletas para os Jogos Olímpicos.

Veja abaixo a tabela com as modalidades que já definiram seus critérios de classificação olímpica e o número de vagas em disputa:

Modalidade              Período de classificação               Total de vagas

Badminton                   4/5/2015 a 1/5/2016                       172 (86 masc. e 86 fem)
Basquete                      14/09/2014 a 11/7/2016               24 seleções (12 masc. e 12 fem)
Boxe                             03/2015 a 06/2016                             286 (250 masc. e 36 fem)
Canoagem slalom              07/2015 a 10/7/2016                       82 (61 masc. e 21 fem)
Canoagem velocidade      19/8/2015 a 10/7/2016             248 (158 masc., 88 fem e 2 a definir)
Ciclismo BMX                    31/5/2014 a 31/5/2016             48 (32 masc. e 16 fem)
Ciclismo estrada             2015 a 15/6/2016                            211 (144 masc. e 67 fem)
Ciclismo MTB                 05/2014 a 25/05/2016                  80 (50 masc. e 30 fem)
Ciclismo pista                 15/7/2014 a 28/2/2016                 189 (99 masc e 90 fem)
Esgrima            3/4/2015 a 24/4/2016        212 (102 masc. e 102 fem + 8 vagas Brasil a definir)
Golfe                              14/7/2014 a 11/7/2016                   120 (60 masc. e 60 fem)
Handebol                       7/12/2014 a 10/4/2016                    24 seleções (12 masc. e 12 fem)
Hipismo adestramento        24/8/2014 a 20/6/2016               60 (masc. e fem)
Hipismo CCE                        27/8/2014 a 20/6/2016               65 (masc. e fem)
Hipismo saltos               31/8/2014 a 20/6/2016                     75 (masc. e fem)
Hóquei sobre grama       18/9/2014 a 12/2015                  24 seleções (12 masc. e 12 fem,)
Judô                                30/5/2014 a 29/5/2016                    386 (221 masc + 145 fem + 20 a definir)
Levantamento de peso    4/9/2014 a 19/6/2016            260 (156 masc e 104 fem)
Luta Olímpica               7/9/2015 a 8/5/2016               344 (228 masc, 108 fem + 8 a definir)
Maratona aquática        24/7/2015 a 05/2016             50 (25 masc. e 25 fem)
Nado sincronizado        2015 a 04/2016                          104 (fem)
Natação                        1º/3/2015 a 31/5/2016               900 (máximo de 26 masc. e 26 fem por país)
Pentatlo moderno            12/6/2015 a 1º/6/2016            72 (36 masc. e 36 fem)
Polo Aquático               06/2015 a 04/2016                       20 seleções (12 masc e 8 fem)
Remo                               30/8/2015 a 25/5/2016                     550 (331 masc. e 219 fem)
Rúgbi                         1º/10/2014 a 31/12/2015                  24 seleções (12 masc. e 12 fem)
Saltos ornamentais     24/7/2015 a 15/6/2016              136 (68 masc. e 68 fem)
Taekwondo                 2015 a 04/2016                                  128 (64 masc e 64 fem)
Tênis                           até 6/6/2016                                           172 (86 masc. e 86 fem)
Tênis de mesa               1º/7/2015 a 24/4/2016              172 (86 masc. e 86 fem)
Tiro com arco                 26/7/2015 a 11/7/2016           128 (64 masc. e 64 fem)
Tiro esportivo               1º/8/2014 a 31/3/2016            390 (219 masc, 147 fem + 24 a definir)
Triatlo                           05/2015 a 05/2016                       110 (55 masc. e 55 fem)
Vela                              1º/8/2014 a 1º/6/2016                380 (217 masc. e 163 fem)
Vôlei                           21/8/2015 a 06/2016                       24 seleções (12 masc. e 12 fem)
Vôlei de praia          1º/7/2014 a 17/7/2016             96 duplas (48 masc. e 48 fem)

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

terça-feira, 13 de maio de 2014 Olimpíadas | 13:46

Com data provisória, federação de tiro confirma evento-teste no Sambódromo para setembro de 2015

Compartilhe: Twitter

Enquanto segue a guerra fria entre dirigentes de federações internacionais e integrantes do comitê do Rio 2016 a respeito dos atrasos na entrega das instalações para as próximas Olimpíadas, existe quem esteja pensando de forma prática e divulgando seu planejamento até os Jogos. Este foi o caso da Fita (Federação Internacional de Tiro com Arco), que anunciou na última sexta-feira seu calendário de competições internacionais para a temporada de 2015 e nele consta a data do evento-teste da modalidade para o Rio de Janeiro em setembro do ano que vem, ainda com data a ser confirmada.

O sambódromo receberá as provas do tiro com arco nas Olimpíadas de 2016

O sambódromo carioca receberá as provas do tiro com arco nas Olimpíadas de 2016

Nos Jogos do Rio, as provas do tiro com arco irão acontecer no Sambódromo, na prática uma das poucas instalações olímpicas que já estão prontas. No calendário da Fita, foi reservada a data do evento-teste para o período de 17 a 24 de setembro de 2015. A data, contudo, ainda precisa ser oficializada pelo comitê do Rio 2016.

Outras modalidades esportivas já começam a se mexer para marcar eventos que irão testar as instalações olímpicas, mas a maioria depende do cronograma de obras (que está muito atrasado) no Rio de Janeiro. O primeiro evento-teste do Rio 2016 ocorrerá entre 2 a 9 de agosto deste ano, com a disputa de uma competição de vela na Baia da Guanabara. Até maio de 2016, os organizadores programam organizar 45 eventos que irão testar as instalações dos Jogos.

Entre os meses de julho a outubro de 2015, estão previstas competições ao ar livre, como triatlo, maratona e vôlei de praia. De novembro de 2015 a janeiro de 2016, a previsão é que se realizem eventos nos ginásios que já estiverem prontos. O último período de competições será entre março e maio de 2016, quando acontecerão alguns dos maiores eventos-teste, como atletismo e natação, quando todas as operações envolvendo os Jogos serão avaliadas. O Rio 2016 pretende divulgar o calendário completo ao longo deste ano. A conferir.

Autor: Tags: , , , , , , , , , , ,

quinta-feira, 13 de março de 2014 Imprensa, Isso é Brasil, Listas, Olimpíadas, Política esportiva | 14:45

Relembre outros vexames do Brasil a caminho do Rio 2016

Compartilhe: Twitter

Os pagamentos de comissões a empresas ligadas a diretores da CBV (Confederação Brasileira de Vôlei), por intermediar contratos de patrocínio do Banco do Brasil, revelados em ótima série de reportagens do jornalista Lúcio de Castro, da ESPN Brasil, abalou não só o vôlei como o próprio universo olímpico brasileiro. O superintendente do COB (Comitê Olímpico Brasileiro), Marcus Vinícius Freire, disse à Folha de S. Paulo temer que o escândalo abale o desempenho da modalidade na preparação para as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. Nesta quinta-feira, o próprio presidente do COB, Carlos Nuzman, deu entrevista na qual declarou estar “preocupado com a situação da CBV“.

Mas para quem tem boa memória – e se há uma qualidade que modestamente reconheço ter é justamente essa – a bomba que caiu no colo do vôlei é só mais um dos vários vexames protagonizados por organizadores, políticos e cartolas de confederações, entre outros, na preparação do Brasil para a primeira edição dos Jogos Olímpicos na América do Sul. Relembre abaixo outros dez casos emblemáticos:

1) Roubo de dados secretos de Londres 2012 por integrantes do Rio 2016

Sebastian Coe discursa em seminário no Rio e minimiza caso de espionagem

Sebastian Coe discursa em seminário no Rio e minimiza caso de espionagem

Em setembro de 2012, um mês depois do encerramento das Olimpíadas de Londres, dirigentes britânicos divulgaram que integrantes do comitê do Rio 2016, que trabalhavam em conjunto para conhecer o funcionamento da organização dos Jogos, fizeram sem autorização cópias de documentos secretos. O fato culminou com a demissão de dez funcionários do órgão brasileiro.  Em novembro, durante um seminário no Rio, o ex-presidente do comitê de Londres, Sebastian Coe, mininizou o ocorrido. “Não demos muita importância ao tema

2) Descredenciamento do Ladetec

O Brasil tinha um único laboratório credenciado pela Wada (Agência Mundial Antidoping), o Ladetec, no Rio de Janeiro. Só que desde agosto do ano passado não tem mais. Por causa de inúmeros erros em procedimentos e resultados controversos, a Wada retirou as credenciais do Ladetec. Foi uma esculhambação sem proporções para o país, que criou até uma agência própria para ampliar o combate ao doping no país. A Wada diz esperar recredenciar o Ladetec novamente até o segundo semestre de 2015.

3) Demolição do Célio de Barros e do Júlio Delamare

O que restou do Célio de Barros, antes de ser poupado da destuição total pelo governador Sergio Cabral

O que restou do Célio de Barros, antes de ser poupado da destruição total

Um dos maiores crimes cometidos ao esporte olímpico brasileiro foi protagonizado pela prefeitura e governo do estado do Rio de Janeiro, quando por conta do acordo com o consórcio que administra o estádio do Maracanã, decidiu-se pela demolição do Estádio Célio de Barros (atletismo) e do Parque Aquático Júlio Delamare. Além de receberem competições nacionais, os dois equipamentos também atendiam à população da cidade e poderiam perfeitamente ser utilizados nas Olimpíadas de 2016, até para treinamento das equipes. E foi por enorme pressão popular, com direito a uma carta do campeão olímpico Joaquim Cruz, tanto o governador Sérgio Cabral quanto o prefeito Eduardo Paes recuaram e decidiram não derrubar definitivamente os dois estádios. O problema é que o Célio de Barros encontra-se sem condições de uso e não se sabe quando isso irá ocorrer.

4)  Atraso para a licitação do Complexo de Deodoro

Um dos pontos mais complicados na organização dos Jogos de 2016 tem sido o Complexo de Deodoro, que receberá uma quantidade considerável de modalidades olímpicas (esgrima, pentatlo moderno, hipismo, ciclismo BMX, ciclismo mountain bike, tiro esportivo e canoagem slalom). Eis que até agora não foi feita a licitação para as obras do local, o que motivou um relatório preocupante do TCU (Tribunal de Contas da União) e a expectativa é que as obras comecem obrigatoriamente este ano. O próprio Eduardo Paes admite que o complexo será entregue apenas em 2016.

5) As “broncas” do COI e os relatórios sigilosos

Outro mico que os organizadores de 2016 tiveram que enfrentar foi o vazamento de um relatório sigiloso feito pelo COI, após uma reportagem do jornal “O Estado de S. Paulo”, mostrando que a entidade estava extremamente preocupada em razão de atrasos nas obras das arenas, problemas na infraestrutura de transporte da cidade, déficit no número de quartos de hotel, falta de recursos de patrocinadores, entre vários pontos abordados. Ao iG, o COI não desmentiu a existência do documento, mas negou que houvesse alguma preocupação exagerada com os Jogos. Mas o novo presidente da entidade, Thomas Bach, já declarou: “O Rio de Janeiro não term mais tempo a perder”

6) Demora para o início de construção de diversas arenas

Além do já citado problema em Deodoro, também preocupa a situação das obras em estádios no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, como a arena de handebol, que deverá ficar pronta apenas no segundo semestre de 2015, o novo centro aquático, que ainda não foi licitado e precisa estar pronto até o primeiro trimestre de 2016, e o novo velódromo, cujas obras começaram apenas neste ano.

7) Irregularidades em obras apontadas pelo TCU

Projeto final do Ladetec, laboratório que fará os exames antidoping nas Olimpíadas 2016

Projeto do Ladetec, laboratório que fará o antidoping nas Olimpíadas 2016

Em julho de 2013, o TCU publicou dois comunicados expressando extrema preocupação com a organização das Olimpíadas do Rio. Primeiro, detectando irregularidades irregularidades no orçamento e contrato das obras na reforma do Ladetec, que fará os exames antidoping durante os Jogos. A análise do TCU mostrou “quantitativos subestimados na planilha orçamentária em comparação com o projeto executivo, além de execução da obra em dois turnos ao invés de três, como previsto em contrato”. A outra reclamação era referente aos atrasos em Deodoro (mais uma vez!)

8) O velódromo de R$ 14 milhões que foi demolido

Um dos maiores exemplos de falta de planejamento e desorganização (para ficar apenas nisso) foi o caso do velódromo de R$ 14 milhões construído para os Jogos Pan-Americanos de 2007.  Erguido com madeira siberiana, tratada na Holanda, o equipamento teve sua “morte” decretada por diversos motivos, entre eles capacidade de público abaixo da exigida, quantidade inferior de boxes e vestiários e, o mais grave de tudo, inclinação inadequada da pista. Especialistas em arenas esportivas, porém, declaram em várias reportagens que seria possível adequar o velódromo às exigências. O novo tem orçamento previsto de R$ 118,8 milhões.

9) O campeão olímpico que não tinha condição decente para treinar

Único brasileiro campeão olímpico e mundial de ginástica artística, Arthur Zanetti fez parte de sua preparação para as duas competições em um ginásio indecente, para dizer o mínimo. Depois de falar até em deixar a seleção brasileira e se naturalizar por outro país, caso as condições de preparação não melhorassem, Zanetti foi recebido no Ministério do Esporte e teve a promessa de que a situação iria melhorar, inclusive a respeito da falta de estrutura na CBG (Confederação Brasileira de Ginástica)

10) A falta de solução para a Baia da Guanabara e Lagoa Rodrigo de Freitas

Peixes mortos atrapalharam seletiva de remo na Lagoa Rodrigo de Freitas

Peixes mortos atrapalharam seletiva de remo na Lagoa Rodrigo de Freitas

O campeão olímpico de vela  Torben Grael já cansou de declarar sobre sua preocupação com a situação da Baia da Guanabara, que será palco das provas da modalidade em 2016. Para Gral, o risco de um vexame é enorme. Recentemente, em uma etapa do Campeonato Brasileiro, a filha dele, Martine Grael, encontrou uma televisão boiando na água. Já na Lagoa Rodrigo de Freitas, futura sede das competições de remo, não é muito diferente. Em março de 2013, durante uma seletiva da seleção brasileira, milhares de peixes mortos ficaram próximos à área de competição, causando problemas para os competidores, entre eles a remadora Fabiana Beltrame, campeã mundial de 2011.

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014 Histórias do esporte, Ídolos, Isso é Brasil, Listas, Mundiais, Olimpíadas, Seleção brasileira | 19:03

Uma breve reflexão sobre números e medalhas

Compartilhe: Twitter
Seleção feminina de handebol comemora a conquista do inédito título mundial na Sérvia

Seleção feminina de handebol comemora o inédito título mundial na Sérvia

Neste primeiro post de 2014, creio ser ainda ser necessário comentar sobre um fato que acabou passando batido por aqui no final do ano recém-encerrado: a campanha dos esportes olímpicos do Brasil em 2013, que cravaram o melhor desempenho do país no primeiro ano pós-olímpico desde 2000. Graças aos diversos mundiais que estiveram em disputa na última temporada, o Brasil conseguiu um total de 27 medalhas em modalidades presentes no programa olímpico, feito nunca antes alcançado. Antes disso, a melhor marca havia sido alcançada em 2005, um ano após as Olimpíadas de Atenas 2004, com 11 medalhas.

Destas 27 medalhas, oito delas foram de ouro, a última delas conquistada de forma brilhante pela seleção feminina de handebol, campeã mundial diante da Sérvia, em dezembro. Os demais ouros de 2013 vieram com César Cielo (natação – 50 m livre); Arthur Zanetti (ginástica artística – argolas); Rafaela Silva (judô – 57 kg); Jorge Zarif (vela – classe Finn); Robert Scheidt (vela – classe Laser); Poliana Okimoto (maratonas aquáticas – 10 km); e vôlei feminino (Grand Prix).

Diante do ótimo resultado, tanto o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) quanto o Ministério do Esporte – um dos principais financiadores do esporte olímpico nacional, através do Bolsa Atleta e Bolsa Pódio, entre outros convênios – trataram de enaltecer o feito, lembrando em comunicados à imprensa que o Brasil terminou 2013 no oitavo lugar em um hipotético quadro de medalhas envolvendo as competições olímpicas no ano passado. Coincidentemente, o resultado está dentro da meta estabelecida, tanto pelo COB como pelo Ministério, para as Olimpíadas de 2016, no Rio, quando se espera que o país termine os Jogos entre os dez primeiros.

>>> Leia ainda: O dia em que o handebol deixou de ser ‘pé de página’ no Brasil

Mas por uma questão de padronização, esse 8º lugar deveria ser tratado como um 10º lugar. Antes da minha justificativa, uma rápida historinha olímpica…

A extinta União Soviética fez sua estreia em Olimpíadas nos Jogos de Helsinque, em 1952. Em plena Guerra Fria com os Estados Unidos, os soviéticos queriam aproveitar sua primeira participação olímpica para também fazer propaganda do regime comunista. E em sua Vila Olímpica particular (a delegação não quis se misturar com os demais atletas) os dirigentes da URSS instalaram na entrada um quadro onde computava as medalhas que eram conquistadas por seus atletas, em comparação às dos americanos. Era o primeiro quadro de medalhas da história das Olimpíadas. A partir de então, a imprensa passou a publicar listas com o total de medalhas conquistadas a cada edição dos Jogos. Mas essa é uma classificação extra-oficial.

Se você procurar no site do COI (Comitê Olímpico Internacional), não irá encontrar qualquer quadro de medalhas, pois a entidade considera apenas os campeões olímpicos de cada prova. Não sou hipocritamente purista como os nobres membros do COI e considero natural que a imprensa crie uma forma de classificar os ganhadores de medalhas nos Jogos Olímpicos. Porém, é bom deixar claro que oficialmente essa classificação não existe.

>>> Veja também: Mundial de Barcelona coinsagra Cielo, Thiago e Poliana, mas também merece uma reflexão

Os quadros de medalha olímpicos têm em geral sua classificação feita pelo tipo de medalha conquistada: primeiro, ouro, depois a prata, em seguida o bronze e por fim o total de medalhas. Mas é claro que os critérios mudam de acordo com o gosto do freguês. Assim ocorreu com vários veículos de comunicação dos EUA, que começaram a fazer a classificação de seus quadros pelo total de medalhas de Pequim 2008, justamente quando os ouros chineses deixaram as conquistas americanas para trás. No final, a China teve 51 ouros (100 no total) e os EUA faturaram 36 ouros (e 110 no total).

Volto a reforçar: para o COI, essa classificação não tem a menor importância!

No quadro de medalhas olímpicas de 2013 do COB, o critério usado é pelo total de medalhas obtidas. Assim, Japão (dez ouros), Coréia do Sul e Hungria (nove ouros cada um) aparecem atrás do Brasil, que levando em conta a classificação habitualmente adotada pela mídia, ficaria atrás destes três países, mas ainda assim estaria à frente da Austrália ( sete ouros no ano passado), que no quadro original ficou à frente do Brasil.

>>> E mais: O esporte do Brasil merece um campeão como Arthur Zanetti?

Como diz o título do post, o objetivo foi fazer com que uma pequena reflexão seja feita diante dos excelentes resultados obtidos pelos atletas brasileiros no ano que passou. Estamos no caminho certo, mas muito longe ainda de poder apontar o país como uma “potência olímpica”, como alguns mais fanáticos podem pensar.

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

terça-feira, 31 de dezembro de 2013 Jogos Sul-Americanos, Listas, Mundiais, Olimpíadas | 15:20

O calendário 2014 do esporte olímpico

Compartilhe: Twitter

Sochi 2014

O ano de 2014, que já está quase aí batendo na nossa porta, tem como principal destaque esportivo a disputa da Copa do Mundo de futebol, no Brasil. Mas terá muito esporte olímpico também, com direito a eventos muito importantes.

A principal competição será daqui a pouco, em fevereiro, com a realização dos Jogos Olímpicos de inverno em Sochi, na Rússia, a partir de 7 de fevereiro. O ano de 2014 também terá os Jogos Olímpicos da Juventude, em Nanjing (China) e os Jogos Sul-Americanos, em Santiago (Chile), ambos eventos importantes na preparação dos atletas para as Olimpíadas de 2016.

E também será o ano dos Mundiais de basquete, na Espanha (masculino) e Turquia (feminino); de vôlei, na Polônia (masculino) e Itália (feminino); e o Mundial de atletismo em pista coberta, na cidade de Sopot (Polônia).

Não vai faltar evento para o fã dos esportes olímpicos neste novo ano.

E o blogueiro aproveita também para desejar um Feliz 2014 aos leitores!

JANEIRO

3 a 5 – Semana Internacional de vela – Rio de Janeiro (BRA)
10 a 18 – Liga Mundial masculina de hóquei na grama (final) – Nova Déli (IND)
25/1 a 1º/2 – Semana Olímpica de vela – Miami (EUA)
13 a 26 – Aberto da Austrália de tênis 31/1 a 2/2 – Copa Davis de tênis (1ª rodada)

FEVEREIRO

7 a 23 – Jogos Olímpicos de inverno – Sochi (RUS)
26/2 a 2/3 – Campeonato Mundial de ciclismo de pista – Cali (COL)

MARÇO

7 a 9 – Campeonato Mundial indoor de atletismo – Sopot (POL)
7 a 18 – Jogos Sul-Americanos – Santiago (CHI)
13 a 17 – Campeonato Sul-Americano de nado sincronizado – Santiago (CHI)
29 – Mundial de Meia Maratona de atletismo – Copenhague (DIN)
29/3 a 5/4 – Semana Olímpica de vela – Palma (ESP)

ABRIL

1 a 6 – Campeonato Latino-Americano de tênis de mesa – Santo Domingo (DOM)
4 a 6 – Copa Davis de tênis (4ª de final)
19 a 26 – Semana Olímpica de vela – Hyères (FRA)
24 a 26 – Campeonato Pan-Americano de judô – Guaiaquil (EQU)
26/4 a 3/5 – Campeonato Mundial de tênis de mesa – Suzhou (CHN)

MAIO

9/5 a 1º/6 – Giro d’Italia de ciclismo estrada – Itália
24 a 25 – Campeonato Mundial de revezamentos de atletismo – Nassau (BAH)
23/5 A 20/7 – Liga Mundial masculina de vôlei – vários locais
25/5 a 8/6 – Torneio de tênis de Roland Garros – Paris (FRA)
26/5 a 2/6 – Campeonato Pan-Americano de levantamento de peso – Santo Domingo (DOM)
31/5 a 15/6 – Copa do Mundo masculina e feminina de hóquei na grama – Hague (HOL)

JUNHO

12/6 a 13/7 – Copa do Mundo de futebol – Brasil
23/6 a 6/7 – Torneio de tênis de Wimbledon – Londres (ING)

JULHO

5 a 27 – Tour de France de ciclismo estrada – França
16 a 23 – Campeonato Mundial de esgrima – Kazan (RUS)
23 a 27 – Campeonato Mundial de ciclismo BMX – Roterdã (HOL)
23/7 a 3/8 – Jogos da Comunidade Britânica – Glasgow (ESC)

AGOSTO

1º a 3 – Campeonato Ibero-Americano de atletismo – São Paulo (BRA)
1º a 24 – Grand Prix feminino de vôlei – vários locais
3 a 9 – Evento-teste para as Olimpíadas do Rio 2016 – Rio de Janeiro (BRA)
16 a 28 – Jogos Olímpicos da Juventude – Nanjing (CHN)
21 a 25 – Pan-Pacific de natação – Gold Coast (AUS)
23/8 a 7/9 – Jogos Equestres Mundiais – Normandia (FRA)
23/8 a 14/9 – Vuelta a España – ciclismo estrada – Espanha
23 a 31 – Campeonato Mundial de remo – Amsterdã (HOL)
25 a 31 – Campeonato Mundial de judô – Chelyabinsk (RUS)
25/8 a 7/9 – Aberto dos EUA de tênis – Nova York (EUA)
30/8 a 14/9 – Copa do Mundo masculina de basquete – Espanha

SETEMBRO

1º a 9 – Campeonato Mundial de pentatlo moderno – Varsóvia (POL)
3 a 21 – Campeonato Mundial masculino de vôlei – Polônia
8 a 14 – Campeonato Mundial de luta olímpica – Tashkent (UZB)
8 a 21 – Campeonato Mundial de vela – Santander (ESP)
12 a 14 – Copa Davis de tênis (semifinais)
17 a 21 – Campeonato Mundial de canoagem slalom – Maryland (EUA)
21 a 28 – Campeonato Mundial de ciclismo estrada – Espanha
21 a 28 – Campeonato Mundial de ginástica rítmica – Izmir (TUR)
23/9 a 12/10 – Campeonato Mundial feminino de vôlei – Itália
27/9 a 5/10 – Campeonato Mundial feminino de basquete – Turquia

OUTUBRO

Data a definir – Campeonato Mundial de boxe – Local a definir

NOVEMBRO

4 a 16 – Campeonato Mundial de levantamento de peso – Almaty (KAZ)
9 a 16 – Finais da ATP de tênis – Londres (ING)
21 a 23 – Copa Davis de tênis (final)

DEZEMBRO

3 a 7 – Campeonato Mundial de natação em piscina curta – Doha (CAT)

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013 Ídolos, Isso é Brasil, Seleção brasileira | 14:03

As redes sociais invadiram o esporte. Para o bem e para o mal

Compartilhe: Twitter
Poliana Okimoto e Jorge Zarif exibem os prêmios de melhores do ano

Poliana Okimoto e Jorge Zarif exibem os prêmios de melhores do ano

Em 2000, na pré-história da internet, a Fifa realizou uma eleição em seu site para incentivar a participação dos internautas em seu site, perguntando qual havia sido o maior jogador do século 20. Eis que a entidade acabou sendo pega de surpresa com o resultado da enquete, que apontou o argentino Diego Maradona – notório desafeto dos dirigentes da Fifa – como o eleito, e não Pelé, que era quem os cartolas queriam eleger. Para não jogar a credibilidade de seu site na lata do lixo, usaram uma esperta solução: Maradona ficou com o título de jogador escolhido pela internet, enquanto Pelé foi eleito após a votação de um juri especializado.

Puxo esse caso da memória para comentar o resultado da eleição do Prêmio Brasil Olímpico, que escolhe os melhores atletas do esporte do país, e cuja festa foi realizada nesta terça-feira, em São Paulo. Embora normalmente seja uma premiação sem surpresas, o evento de ontem causou um certo alvoroço ao ver o jovem velejador Jorge Zarif, que foi campeão mundial da classe Finn este ano, desbancar os favoritíssimos Cesar Cielo (natação) e Arthur Zanetti (ginástica artística), igualmente campeões do mundo em 2013. O que me deixou mais estarrecido, porém, foi a declaração de Zarif admitindo ter feito um pesado lobby entre colegas de faculdade, familiares, amigos e seguidores em suas redes sociais, para que votassem nele.

Nada contra quem faça campanha em causa própria. Se Zanetti ou Cielo não se preocuparam com isso, Zarif não tem nada a ver com isso. E  que fique claro, não há neste texto qualquer crítica ou tentativa de desmerecer o brilhante feito do velejador, o primeiro brasileiro campeão mundial da Finn desde 1972. Mas não consigo engolir uma eleição que não aponte Cielo ou Zanetti como melhor atleta olímpico do Brasil em 2013. Por isso, é de se questionar a validade do uso do voto pela internet para se apontar o melhor atleta do Brasil, como foi o caso.

Lembro também outra polêmica participação do “amigo internauta” neste mesmo Brasil Olímpico, quando a judoca Sarah Menezes – que havia sido bicampeã mundial junior na época – foi eleita a melhor atleta do ano, desbancando Poliana Okimoto (com justiça eleita campeã de 2013) e Natalia Falavigna, do taekwondo. Na época, o governo do Piauí fez um pesado lobby atrás de votos para Sarah, que levou o prêmio na ocasião. Mas será que merecia na época?

Não dá para ignorar a importância das redes sociais no esporte mundial, em particular no esporte olímpico. Hoje, o COI tem um canal dedicado exclusivamente às redes sociais, um aplicativo chamado “Olympic Athletes Hub”, onde o fã pode acompanhar simplesmente tudo sobre seu ídolo.É bacana, vale a pena conferir.

Usada com sabedoria, as redes sociais podem ajudar muito na divulgação dos esportes olímpicos. O contrário, contudom pode ter um efeito nocivo.

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , , , , ,

segunda-feira, 2 de setembro de 2013 Mundiais, Seleção brasileira | 23:26

As boas novas do esporte brasileiro não vieram apenas do judô

Compartilhe: Twitter

As atenções no esporte olímpico do Brasil no último final de semana estavam concentradas no Campeonato Mundial de judô, como não poderia deixar de ser. Mas a despeito da bela campanha da equipe brasileira – em particular da fantástica participação da seleção feminina e seu recorde de cinco medalhas -, não foi apenas o tatame que trouxe boas novas.

O último final de semana deu ao Brasil dois novos campeões mundiais. E ambos com grande potencial para brilhar nas Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. No sábado, o jovem Jorge Zarif, de apenas 21 anos, conquistou o Mundial da classe Finn, disputado na raia de Tallin, na Estônia. Foi a primeira conquista brasileira na competição desde 1972, quando Jorg Bruder faturou o título. Zarif tornou-se ainda o mais jovem campeão mundial da Finn e sua vantagem sobre os adversários era tamanha que ele precisava apenas disputar a Medal Race para confirmar o título.

Jorge Zarif tornou-se o mais jovem campeão mundial da classe Finn

Outro brasileiro campeão mundial, ainda maiôs novo, apareceu na cidade alemã de Duisburg, onde aconteceu o Mundial de canoagem velocidade. Aos 19 anos, o baiano Isaquias Queiroz fez história ao tornar-se domingo o primeiro atleta do país a conquistar o título na categoria C1 500 m (prova não olímpica). E não foi só isso: ele ainda trouxe uma medalha de bronze na C1 1.000 m (esta sim prova olímpica), no sábado.

Isaquias deixou Duisburg com o título mundial no C1 500 m e o bronze nos C1 1.000m

Para ter uma ideia da boa fase pela qual passa Queiroz, revelado em um projeto social da Federação Baiana de Canoagem e pela Associação Cacaueira de Canoagem, ele venceu simplesmente todas as competições internacionais que participou em 2013. Para a CBCa (Confederação Brasileira de Canoagem), Isaquias Queiroz é a principal aposta da modalidade para conquistar uma inédita medalha olímpica em 2016.

Autor: Tags: , , , , , , , , , ,

terça-feira, 27 de agosto de 2013 Mundiais, Seleção brasileira | 10:45

Mundiais agitam o final de agosto do esporte olímpico

Compartilhe: Twitter

Seleção brasileira de ginástica rítmica disputará o Mundial de Kiev (Rússia)

Não é somente o judô que está vivendo sua semana de gala, com a realização do Campeonato Mundial do Rio de Janeiro, desde segunda-feira. Outras cinco modalidades olímpicas terão seus mundiais ocorrendo neste última semana de agosto, todos com participação de equipes brasileiras.

O Mundial de remo, por exemplo, já está em andamento. A competição, que se realiza na cidade de Chingiu, na Coreia do Sul, já teve inclusive a classificação de Fabiana Beltrame para as semifinais na prova do skiff simples peso leve, prova não olímpica e na qual Fabiana conquistou o título mundial de 2011.

Também está em andamento o Mundial de Vela na classe Finn, na cidade de Talinn, na Estônia, mesmo local que recebeu as regatas de iatismo nas Olimpíadas de Moscou 1980, na então União Soviética. Bruno Prada e Jorge Zarif representam o Brasil na competição.

Outro evento que já está em andamento é o Mundial de Ciclismo MTB, que está sendo realizado em Pietermaritzburg, na África do Sul, até o próximo domingo. Três brasileiros estão na disputa: Henrique Avancini, Rubens Donizete e Ricardo Poscheidt.

Nesta terça-feira, começa a disputa do Campeonato Mundial de canoagem velocidade, em Duisburg, na Alemanha, até domingo. O Brasil está representado com sete atletas, na canoa e no caiaque, com destaque para a dupla Ronilson Oliveira e Erlon Silva, no C2 1.000m, que participaram dos Jogos Olímpicos de Londres 2012.

Veja também: O calendário do esporte olímpico em 2013

Por fim, começa nesta quinta-feira, na cidade de Kiev, na Rússia, o Campeonato Mundial de ginástica rítmica, que se encerra apenas na próxima segunda-feira (2/9). O Brasil tenta entrar nos trilhos no cenário mundial da modalidade, após ter ficado fora inclusive do pré-olímpico do ano passado (e consequentemente fora das Olimpíadas). Seis atletas integram a equipe de conjunto, enquanto que no individual participarão Angélica Kvieczynski e Natália Gáudio.

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. Última