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Posts com a Tag Sebastian Coe

quarta-feira, 6 de agosto de 2014 Histórias do esporte, Ídolos, Imprensa, Olimpíadas, Seleção brasileira, Vídeos | 09:00

Joaquim, um herói brasileiro

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Joaquim Cruz comemora a histórica vitória nos 800 m nos Jogos de Los Angeles, há exatos 30 anos

Joaquim Cruz comemora a histórica vitória nos 800 m nos Jogos de Los Angeles, há exatos 30 anos

Fosse o Brasil um país que tivesse de fato uma cultura olímpica enraizada na população e soubesse preservar de forma decente a memória do esporte, este 6 de agosto seria saudado com amplas reportagens nas páginas de jornais, TVs e sites especializados. E ainda seria pouco.

A correria dos tempos atuais, que reserva uma relevância cada vez menor à informação que realmente importa e onde ídolos de barro são criados a cada hora, provavelmente não permitirá que sejam prestadas as justas homenagens ao atleta que marcou para sempre na história do esporte brasileiro a data de 6 de agosto. Porque o feito de Joaquim Cruz, o único atleta deste país campeão olímpico em provas de pistas do atletismo, merece ser lembrado eternamente.

Felizmente, nem todos deixaram passaram a data de 30 anos da conquista da medalha de ouro nos 800 m, nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em branco. O programa Esporte Espetacular, da TV Globo, exibiu no último domingo, uma linda homenagem, em reportagem de autoria de Cesar Augusto. Foi emocionante ver o choro do próprio Joaquim ao entrar no Memorial Coliseum pela primeira vez desde aquela tarde inesquecível de 1984. Material de primeira qualidade e que ainda por cima trouxe de volta a narração do igualmente genial Osmar Santos.

Vale especialmente para as gerações mais novas, que não sabem ou fazem ideia do feito de Joaquim Cruz, então um garoto de 21 anos, nascido em Taguatinga (DF) e que desbancou um monstro das pistas chamado Sebastian Coe. De uma forma inteligente, controlando a prova o tempo todo, ficando sempre em segundo lugar, na cola do queniano Edwin Koech, durante 600 metros, para então fazer uma disparada incrível nos últimos 200m, em uma arrancada que vista ainda hoje é impressionante, deixando Coe, que levou a prata, no chinelo . O tempo de 1min43s00 tornou-se recorde olímpico.

Joaquim Cruz ainda conquistaria uma outra medalha olímpica – prata nos 800 m em Seul 1988 -, mas seu lugar na história do esporte brasileiro já estaria assegurado com a fenomenal vitória em Los Angeles. Hoje, se passar por qualquer rua em nossas grandes cidades, poucos serão os que o reconhecerão ou lhe darão o devido mérito. Para esses, eu deixo abaixo as imagens de um verdadeiro herói olímpico brasileiro.

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quinta-feira, 13 de março de 2014 Imprensa, Isso é Brasil, Listas, Olimpíadas, Política esportiva | 14:45

Relembre outros vexames do Brasil a caminho do Rio 2016

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Os pagamentos de comissões a empresas ligadas a diretores da CBV (Confederação Brasileira de Vôlei), por intermediar contratos de patrocínio do Banco do Brasil, revelados em ótima série de reportagens do jornalista Lúcio de Castro, da ESPN Brasil, abalou não só o vôlei como o próprio universo olímpico brasileiro. O superintendente do COB (Comitê Olímpico Brasileiro), Marcus Vinícius Freire, disse à Folha de S. Paulo temer que o escândalo abale o desempenho da modalidade na preparação para as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. Nesta quinta-feira, o próprio presidente do COB, Carlos Nuzman, deu entrevista na qual declarou estar “preocupado com a situação da CBV“.

Mas para quem tem boa memória – e se há uma qualidade que modestamente reconheço ter é justamente essa – a bomba que caiu no colo do vôlei é só mais um dos vários vexames protagonizados por organizadores, políticos e cartolas de confederações, entre outros, na preparação do Brasil para a primeira edição dos Jogos Olímpicos na América do Sul. Relembre abaixo outros dez casos emblemáticos:

1) Roubo de dados secretos de Londres 2012 por integrantes do Rio 2016

Sebastian Coe discursa em seminário no Rio e minimiza caso de espionagem

Sebastian Coe discursa em seminário no Rio e minimiza caso de espionagem

Em setembro de 2012, um mês depois do encerramento das Olimpíadas de Londres, dirigentes britânicos divulgaram que integrantes do comitê do Rio 2016, que trabalhavam em conjunto para conhecer o funcionamento da organização dos Jogos, fizeram sem autorização cópias de documentos secretos. O fato culminou com a demissão de dez funcionários do órgão brasileiro.  Em novembro, durante um seminário no Rio, o ex-presidente do comitê de Londres, Sebastian Coe, mininizou o ocorrido. “Não demos muita importância ao tema

2) Descredenciamento do Ladetec

O Brasil tinha um único laboratório credenciado pela Wada (Agência Mundial Antidoping), o Ladetec, no Rio de Janeiro. Só que desde agosto do ano passado não tem mais. Por causa de inúmeros erros em procedimentos e resultados controversos, a Wada retirou as credenciais do Ladetec. Foi uma esculhambação sem proporções para o país, que criou até uma agência própria para ampliar o combate ao doping no país. A Wada diz esperar recredenciar o Ladetec novamente até o segundo semestre de 2015.

3) Demolição do Célio de Barros e do Júlio Delamare

O que restou do Célio de Barros, antes de ser poupado da destuição total pelo governador Sergio Cabral

O que restou do Célio de Barros, antes de ser poupado da destruição total

Um dos maiores crimes cometidos ao esporte olímpico brasileiro foi protagonizado pela prefeitura e governo do estado do Rio de Janeiro, quando por conta do acordo com o consórcio que administra o estádio do Maracanã, decidiu-se pela demolição do Estádio Célio de Barros (atletismo) e do Parque Aquático Júlio Delamare. Além de receberem competições nacionais, os dois equipamentos também atendiam à população da cidade e poderiam perfeitamente ser utilizados nas Olimpíadas de 2016, até para treinamento das equipes. E foi por enorme pressão popular, com direito a uma carta do campeão olímpico Joaquim Cruz, tanto o governador Sérgio Cabral quanto o prefeito Eduardo Paes recuaram e decidiram não derrubar definitivamente os dois estádios. O problema é que o Célio de Barros encontra-se sem condições de uso e não se sabe quando isso irá ocorrer.

4)  Atraso para a licitação do Complexo de Deodoro

Um dos pontos mais complicados na organização dos Jogos de 2016 tem sido o Complexo de Deodoro, que receberá uma quantidade considerável de modalidades olímpicas (esgrima, pentatlo moderno, hipismo, ciclismo BMX, ciclismo mountain bike, tiro esportivo e canoagem slalom). Eis que até agora não foi feita a licitação para as obras do local, o que motivou um relatório preocupante do TCU (Tribunal de Contas da União) e a expectativa é que as obras comecem obrigatoriamente este ano. O próprio Eduardo Paes admite que o complexo será entregue apenas em 2016.

5) As “broncas” do COI e os relatórios sigilosos

Outro mico que os organizadores de 2016 tiveram que enfrentar foi o vazamento de um relatório sigiloso feito pelo COI, após uma reportagem do jornal “O Estado de S. Paulo”, mostrando que a entidade estava extremamente preocupada em razão de atrasos nas obras das arenas, problemas na infraestrutura de transporte da cidade, déficit no número de quartos de hotel, falta de recursos de patrocinadores, entre vários pontos abordados. Ao iG, o COI não desmentiu a existência do documento, mas negou que houvesse alguma preocupação exagerada com os Jogos. Mas o novo presidente da entidade, Thomas Bach, já declarou: “O Rio de Janeiro não term mais tempo a perder”

6) Demora para o início de construção de diversas arenas

Além do já citado problema em Deodoro, também preocupa a situação das obras em estádios no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, como a arena de handebol, que deverá ficar pronta apenas no segundo semestre de 2015, o novo centro aquático, que ainda não foi licitado e precisa estar pronto até o primeiro trimestre de 2016, e o novo velódromo, cujas obras começaram apenas neste ano.

7) Irregularidades em obras apontadas pelo TCU

Projeto final do Ladetec, laboratório que fará os exames antidoping nas Olimpíadas 2016

Projeto do Ladetec, laboratório que fará o antidoping nas Olimpíadas 2016

Em julho de 2013, o TCU publicou dois comunicados expressando extrema preocupação com a organização das Olimpíadas do Rio. Primeiro, detectando irregularidades irregularidades no orçamento e contrato das obras na reforma do Ladetec, que fará os exames antidoping durante os Jogos. A análise do TCU mostrou “quantitativos subestimados na planilha orçamentária em comparação com o projeto executivo, além de execução da obra em dois turnos ao invés de três, como previsto em contrato”. A outra reclamação era referente aos atrasos em Deodoro (mais uma vez!)

8) O velódromo de R$ 14 milhões que foi demolido

Um dos maiores exemplos de falta de planejamento e desorganização (para ficar apenas nisso) foi o caso do velódromo de R$ 14 milhões construído para os Jogos Pan-Americanos de 2007.  Erguido com madeira siberiana, tratada na Holanda, o equipamento teve sua “morte” decretada por diversos motivos, entre eles capacidade de público abaixo da exigida, quantidade inferior de boxes e vestiários e, o mais grave de tudo, inclinação inadequada da pista. Especialistas em arenas esportivas, porém, declaram em várias reportagens que seria possível adequar o velódromo às exigências. O novo tem orçamento previsto de R$ 118,8 milhões.

9) O campeão olímpico que não tinha condição decente para treinar

Único brasileiro campeão olímpico e mundial de ginástica artística, Arthur Zanetti fez parte de sua preparação para as duas competições em um ginásio indecente, para dizer o mínimo. Depois de falar até em deixar a seleção brasileira e se naturalizar por outro país, caso as condições de preparação não melhorassem, Zanetti foi recebido no Ministério do Esporte e teve a promessa de que a situação iria melhorar, inclusive a respeito da falta de estrutura na CBG (Confederação Brasileira de Ginástica)

10) A falta de solução para a Baia da Guanabara e Lagoa Rodrigo de Freitas

Peixes mortos atrapalharam seletiva de remo na Lagoa Rodrigo de Freitas

Peixes mortos atrapalharam seletiva de remo na Lagoa Rodrigo de Freitas

O campeão olímpico de vela  Torben Grael já cansou de declarar sobre sua preocupação com a situação da Baia da Guanabara, que será palco das provas da modalidade em 2016. Para Gral, o risco de um vexame é enorme. Recentemente, em uma etapa do Campeonato Brasileiro, a filha dele, Martine Grael, encontrou uma televisão boiando na água. Já na Lagoa Rodrigo de Freitas, futura sede das competições de remo, não é muito diferente. Em março de 2013, durante uma seletiva da seleção brasileira, milhares de peixes mortos ficaram próximos à área de competição, causando problemas para os competidores, entre eles a remadora Fabiana Beltrame, campeã mundial de 2011.

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terça-feira, 15 de outubro de 2013 Olimpíadas | 19:09

Britânicos vão invadir Minas Gerais em 2016

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Team GBO BOA (sigla em inglês para comitê olímpico britânico) já definiu onde fará sua preparação final para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. Nesta quarta-feira, o inglês Sebastian Coe, representante da entidade e ex-presidente do comitê organizador dos Jogos de Londres 2012, assinará um acordo de parceria com o governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, além de representantes do Minas Tênis Clube, prevendo a utilização das dependências do clube pelos atletas britânicos, na fase final de preparação para as Olimpíadas.

Além de definir o seu quartel-general para a preparação para os Jogos do Rio, o acordo incluirá ainda o compromisso de criar programas de intercâmbio, além de compartilhar conhecimentos na área de medicina esportiva. Além do Minas Tênis, os britânicos selecionaram também as instalações o Centro de Treinamento Esportivo da Universidade Federal de Minas Gerais e do Clube Mineiro de Caçadores de Santa Luzia.

Veja também: Natação da França avalia instalações do Sul para o Rio 2016

Outro comitê olímpico que manifestou interesse em fazer sua preparação em Minas Gerais foi o da Irlanda. O chefe-executivo da entidade, Stephen Martin, entregou uma carta de intenções à prefeitura de Uberlândia, após visitar as instalações do Complexo Municipal Virgílio Galassi, Praia Clube, Sesi Gravatás e Universidade Federal de Uberlândia.

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segunda-feira, 19 de novembro de 2012 Com a palavra, Isso é Brasil, Olimpíadas | 17:08

Coe diz que roubo de dados de Londres 2012 'não tem importância'. Acredite se quiser

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Sebastian Coe fala durante o Debriefing, evento que está sendo realizado no Rio de Janeiro e marca a transferência de informações entre os organizadores do Rio 2016 e Londres 2012

“Não demos muita importância ao tema e nem o consideramos muito relevante. Não se deve dar tanta importância a essa questão”


As palavras acima são do britânico Sebastian Coe, ex-presidente do Locog (sigla em inglês para Comitê Organizador Local dos Jogos de Londres) e atual comandante da BOA (Associação Olímpica Britânica), minimizando o escândalo do roubo de dados sigilosos por parte de integrantes do comitê organizador dos Jogos do Rio 2016, que trabalhavam em conjunto com seus colegas britânicos em Londres 2012. O vexame foi tamanho que culminou com a demissão de nove funcionários do comitê brasileiro. A declaração foi dada em uma entrevista coletiva durante o Debriefing, evento que marca a transferência de conhecimentos entre os organizadores de Londres 2012 e Rio 2016 e que está sendo realizado no Rio de Janeiro.

“Lord Coe”, como o britânico é chamado pela mídia de seu país (e ele é lorde mesmo, em razão de seus grandes feitos obtidos para o esporte da Grã-Bretanha) sem dúvida justificou o título de nobreza, ao mostrar bastante elegância e preferir não se estender muito sobre a polêmica que escandalizou o esporte olímpico brasileiro. Mas a verdade não é bem essa.

O episódio causou estragos na relação entre as duas entidades, tanto que o próprio Carlos Arthur Nuzman, presidente do COB (Comitê Olímpico Brasileiro) e também do Rio 2016 precisou convocar uma entrevista coletiva para dar sua versão do caso, quando anunciou a saída dos funcionários que roubaram os tais documentos sigilosos. A repercussão foi tão ruim que o ex-jogador e deputado federal Romário andou batendo pesado em Nuzman e no COB diante da gravidade das denúncias.

As palavras contemporizadoras de Lord Coe são, literalmente, para inglês ver.

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sexta-feira, 21 de setembro de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas | 19:21

Um vexame difícil de ser superado

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A esta altura, todo mundo já soube que integrantes do comitê organizador dos Jogos do Rio 2016 surrupiaram documentos sigilosos do comitê de Londres 2012. A informação, dada em primeira mão no blog do jornalista Juca Kfouri, correu o mundo e acabou sendo repercutida em outros veículos. O tradicional periódico britânico “The Telegraph” soltou uma reportagem, onde entrevistou uma porta-voz dos organizadores das Olimpíadas de Londres, confirmando o fato. Mais tarde, agências de notícia confirmaram que pelo menos dez integrantes do comitê brasileiro foram demitidos em razão do vergonhoso episódio.

O estrago de imagem causado por este fato tem proporções incalculáveis. Não importa que, segundo os próprios britânicos, os brasileiros tenham devolvido os arquivos e se comprometido a destruir possíveis cópias dos mesmos. Após os ingleses terem organizado uma edição quase perfeita das Olimpíadas, um vacilo deste cometido pelos brasileiros será difícil de ser superado. Provavelmente nem o mais competente especialista em gerenciamento de crise conseguirá apagar o o vexame.

Fica complicado imaginar a cena de Sebastian Coe, presidente do LOCOG (sigla em inglês para Comitê Organizador Local dos Jogos de Londres), ligando para seu colega Carlos Nuzman, que além de comandar o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) dirige o comitê da Rio 2016, pedindo providências contra os gatunos.

Veja também: Agora a bola está com a gente. Vamos fazer o dever de casa?

E numa fina ironia, tão típica dos britânicos, foi saber na reportagem do “Telegraph” que as informações roubadas pelos funcionários brasileiros teriam sido repassadas pelo comitê de Londres 2012, se assim tivessem sido solicitadas.

Em Londres, quando acompanhava uma coletiva para a imprensa sobre a participação brasileira na cerimônia de encerramento dos Jogos de 2012, vi Leonardo Gryner dizer que o Brasil tinha que se preocupar em fazer as Olimpíadas com a sua cara. Mas esqueceram de avisar que não era para colocar como cartão de visitas uma faceta que nenhum brasileiro gosta de ver divulgada por aí: a da malandragem!

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quarta-feira, 18 de maio de 2011 Olimpíadas | 23:13

Maratona da tocha de Londres-12 terá quase 13 mil km

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O ex-atleta olímpico Jonathan Edwards ao lado de alunos de uma escola inglesa, em Land's End

Os organizadores dos Jogos Olímpicos de Londres, no ano que vem, anunciaram nesta quarta-feira o trajeto completo da maratona da tocha olímpica, que começará daqui a exatamente um ano. No total, serão percorridos 12.875 quilômetros ao longo de todo o Reino Unido. A partir de 19 de maio de 2012, 8 mil pessoas, 90% delas formadas por pessoas comuns, começarão o revezamento da tocha, que só terminará 70 dias depois, em 27 de julho, data de abertura das Olimpíadas.

“A chama olímpica irá brilhar em todos os países da região e o Reino Unido mostrará o melhor de quem somos e onde vivemos”, afirmou Sebastian Coe, presidente do comitê organizador dos Jogos de Londres.

A chama olímpica chegará da Grécia no dia 18 de maio e a maratona da tocha começará no dia seguinte em Land’s End, o ponto mais ocidental do continente inglês. Desta vez, ao contrário do que ocorreu antes dos Jogos de Atenas (2004) e Pequim (2008), não haverá o revezamento da tocha em outros países.

A enxurrada de protestos ocorridos em defesa dos direitos humanos contra a China, nos Jogos anteriores, deve ter servido de argumento para os organizadores dos Jogos de 2012 não experimentarem algo semelhante desta vez.

Veja também:
Alguns números do revezamento da tocha

Os brasileiros classificados para Londres-12 (2)

Confira os preços dos ingressos para Londres-12

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terça-feira, 12 de abril de 2011 Olimpíadas | 12:45

Pista do Estádio Olímpico de Londres vai sobreviver

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Para o bem do atletismo, a pista do Estádio Olímpico não será demolida

Beirava o absurdo que justamente nas Olimpíadas cujo presidente do Comitê Organizador (Sebastian Coe) é uma das lendas do atletismo, saber que a pista do Estádio Olímpico de Londres seria demolida, antes da arena ser entregue ao West Ham, da Premier League, após os Jogos. Mas esta ameaça surreal não existe mais. O conselho da Iaaf (Associação Internacional das Federações de Atletismo) anunciou nesta última segunda-feira, em Daegu, na Coreia do Sul, anunciou que a pista será mantida após os Jogos Olímpicos de 2012.

O Comitê Organizador divulgou que o West Ham se comprometeu a manter a pista e que isso será considerado um importante legado dos Jogos de Londres-12. E fica evidente que acabou prevalecendo a influência de Sebastian Coe na decisão. Para quem não sabe, Coe, que também é vice-presidente da Iaaf, conquistiu duas medalhas de ouro nos 1.500m (Moscou-80 e Los Angeles-84) e duas de prata nos 800m (Moscou-80 e Los Angeles-84).

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