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domingo, 31 de agosto de 2014 Almanaque, Ídolos, Mundiais, Seleção brasileira | 00:55

As medalhas do Brasil nos Mundiais de judô

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A brasileira Mariua Suelen Altheman não conseguiu superar a cubana Idalys Ortiz na final da categoria acima de 78 kg

A brasileira Maria Suelen Altheman (à esquerdas) não conseguiu superar a cubana Idalys Ortiz na final da categoria acima de 78 kg

No último dia de disputas individuais do Campeonato Mundial de judô, que está sendo realizado na cidade russa de Chelyabinsk, na Rússia, o Brasil ampliou seu número de medalhas na competição. O melhor resultado foi obtido por Maria Suelen Altheman, na categoria acima de 78 kg, que acabou repetindo o desempenho do Mundial do ano passado, realizado no Brasil, e ficou com a medalha de prata. Novamente derrotada pela forte cubana  Idalys Ortiz, por ippon, em uma luta na qual ela saiu com uma contusão no joelho.

Depois, foi a vez de Rafael Silva, na categoria acima de 100 kg, que não repetiu o vice-campeonato de 2013 mas não deixou a Rússia com as mãos abanando, ao levar o bronze após derrotar o alemão Roy Meier. Neste domingo, o Mundial de Chelyabinsk se encerra com a disputa do torneio por equipes.

No geral, o Brasil soma um total de 38 medalhas em Mundiais de judô ao longo da história.

Confira abaixo todas as medalhas brasileiras

Medalha de ouro

João Derly – 66 kg – Cairo (Egito)/2005
João Derly – 66 kg – Rio de Janeiro (Brasil)/2007
Tiago Camilo – 81 kg – Rio der Janeiro (Brasil)/2007
Luciano Corrêa (100 kg) – Rio de Janeiro (Brasil)/2007
Rafaela Silva (57 kg) – Rio de Janeiro (Brasil)/2013
Mayra Aguiar (78 kg) – Chelyabinsk (Rússia)/2014

Medalha de prata

Aurélio Miguel – 95 kg – Hamilton (Canadá)/1993
Aurélio Miguel – 95 kg – Paris (França)/1997
Mayra Aguiar – 78 kg – Tóquio (Japão)/2010
Leandro Guilheiro – 81 kg -Tóquio (Japão)/2010
Leandro Cunha – 66 kg – Tóquio (Japão)/2010
Leandro Cunha – 66 kg – Paris (França)/2011
Rafaela Silva – 57 kg – Paris (França)/2011
Érika Miranda – 52 kg – Rio de Janeiro (Brasil)/2013
Maria Suelen Altheman – + 78 kg – Rio de Janeiro (Brasil)/2013
Rafael Silva – + 100 kg – Rio de Janeiro (Brasil)/2013
Maria Suelen Altheman – + 78 kg – Chelyabinsk (Rússia)/2014

Medalha de bronze

Chiaki Ishii – 93 kg – Ludwigshafen (Alemanha)/1971
Walter Carmona – 86 kg – Paris (França)/1979
Aurélio Miguel – 95 kg – Essen (Alemanha)/1987
Rogério Sampaio – 73 kg – Hamilton (Canadá)/1993
Daniele Zangrando – 56 kg – Tóquio (Japão)/1995
Edinanci Silva – 72 kg – Paris (França)/1997
Fúlvio Myata – 60 kg – Paris (França)/1997
Sebastian Pereira – 73 kg – Birmingham (Inglaterra)/1999
Mario Sabino – 100 kg – Osaka (Japão)/2003
Edinanci Silva – 78 kg – Osaka (Japão)/2003
Carlos Honoraro – 90 kg – Osaka (Japão)/2003
Luciano Correa – 100 kg – Cairo (Egito)/2005
João Gabriel Schilittler – + de 100 kg – Rio de Janeiro (Brasil)/2007
Sarah Menezes – 48 kg – Tóquio (Japão)/2010
Sarah Menezes – 48 kg – Paris (França)/2011
Leandro Guilheiro – 81 kg – Paris (França)/2011
Mayra Aguiar – 78 kg – Paris (França)/2011
Sarah Menezes – 48 kg – Rio de Janeiro (Brasil)/2013
Mayra Aguiar – 78 kg – Rio de Janeiro (Brasil)/2013
Érika Miranda – 52 kg – Chelyabinsk (Rússia)/2014
Rafael Silva – + 100 kg – Chelyabinsk (Rússia)/2014

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segunda-feira, 25 de agosto de 2014 Mundiais, Seleção brasileira | 23:32

Tem Mundial para todos os gostos

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Sarah Menezes não lutou bem e foi eliminada logo em sua primeira luta no Mundial de judô

Sarah Menezes não lutou bem e foi eliminada logo em sua primeira luta no Mundial de judô, na Rússia

Além dos Jogos Equestres Mundiais, tratados no post anterior e que já definirão as primeiras vagas para as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, a semana promete ser agitada com a realização de Mundiais de outras modalidades olímpicas, tiodas com a participação de equipes brasileiras.

Em dois deles estão concentradas as principais esperanças de bons resultados e medalhas. O Mundial de judô, que começou nesta segunda-feira, em Chelyabinsk, na Rússia, é sem dúvida aquele onde o Brasil tem maiores chances de faturar uma ou mais medalhas de ouro. Principal aposta do COB (Comitê Olímpico do Brasil) para ajudar a alcançar a meta de 30 medalhas em 2016, o judô está no Mundial 2014 com equipe completa.

Mas na largada, nesta segunda, acabou decepcionando, com as eliminações da campeã olímpica Sarah Menezes (48 kg), derrotada pela francesa Amandine Buchard; do medalhista de bronze em Londres 2012, Felipe Kitadai (60 kg), que caiu diante do uzbeque Dyorbek Urozboev; e Eric Takabatake (60 kg), que parou nas oitavas diante do russo Beslan Mudranov. O Mundial vai até o próximo domingo.

O outro torneio que desperta a atenção dos esportes olímpicos é a Copa do Mundo masculina de basquete (nova denominação do Mundial), que será realizada na Espanha, a partir deste sábado (30). Depois do vexame de ter sido eliminado na Copa América e só assegurar sua participação via convite da Fiba (Federação Internacional de Basquete), a equipe brasileira chega ao torneio com sua força máxima, com todos os atletas que atuam na NBA, como Tiago Splitter, Anderson Varejão e Nenê Hilário, além de Marcelinho Huertas, que defende o Barcelona. Há quem aposte que o time do técnico argentino Rubén Magnano tem tudo para ficar entre os quatro primeiros.

Em outros dois Mundiais, já em andamento, o Brasil está apenas marcando presença, sem chance de medalhas. É o caso do remo, cuja competição que se realiza em Amsterdã (HOL)  tem somente um barco brasileiro (double skiff peso leve) classificado para as quartas de final. Os demais estão na repescagem, para as finais B e C.

Em Copenhague (DIN), começou nesta segunda-feira o Mundial de badminton, com cinco eliminações (três em simples masculina e femina e duas nas duplas mistas) logo de cara. Nesta terça (26), os brasileiros tentam evitar o adeus precoce na competição, com jogos em simples masculina e dupla masculina e feminina.

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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013 Ídolos, Isso é Brasil, Seleção brasileira | 14:03

As redes sociais invadiram o esporte. Para o bem e para o mal

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Poliana Okimoto e Jorge Zarif exibem os prêmios de melhores do ano

Poliana Okimoto e Jorge Zarif exibem os prêmios de melhores do ano

Em 2000, na pré-história da internet, a Fifa realizou uma eleição em seu site para incentivar a participação dos internautas em seu site, perguntando qual havia sido o maior jogador do século 20. Eis que a entidade acabou sendo pega de surpresa com o resultado da enquete, que apontou o argentino Diego Maradona – notório desafeto dos dirigentes da Fifa – como o eleito, e não Pelé, que era quem os cartolas queriam eleger. Para não jogar a credibilidade de seu site na lata do lixo, usaram uma esperta solução: Maradona ficou com o título de jogador escolhido pela internet, enquanto Pelé foi eleito após a votação de um juri especializado.

Puxo esse caso da memória para comentar o resultado da eleição do Prêmio Brasil Olímpico, que escolhe os melhores atletas do esporte do país, e cuja festa foi realizada nesta terça-feira, em São Paulo. Embora normalmente seja uma premiação sem surpresas, o evento de ontem causou um certo alvoroço ao ver o jovem velejador Jorge Zarif, que foi campeão mundial da classe Finn este ano, desbancar os favoritíssimos Cesar Cielo (natação) e Arthur Zanetti (ginástica artística), igualmente campeões do mundo em 2013. O que me deixou mais estarrecido, porém, foi a declaração de Zarif admitindo ter feito um pesado lobby entre colegas de faculdade, familiares, amigos e seguidores em suas redes sociais, para que votassem nele.

Nada contra quem faça campanha em causa própria. Se Zanetti ou Cielo não se preocuparam com isso, Zarif não tem nada a ver com isso. E  que fique claro, não há neste texto qualquer crítica ou tentativa de desmerecer o brilhante feito do velejador, o primeiro brasileiro campeão mundial da Finn desde 1972. Mas não consigo engolir uma eleição que não aponte Cielo ou Zanetti como melhor atleta olímpico do Brasil em 2013. Por isso, é de se questionar a validade do uso do voto pela internet para se apontar o melhor atleta do Brasil, como foi o caso.

Lembro também outra polêmica participação do “amigo internauta” neste mesmo Brasil Olímpico, quando a judoca Sarah Menezes – que havia sido bicampeã mundial junior na época – foi eleita a melhor atleta do ano, desbancando Poliana Okimoto (com justiça eleita campeã de 2013) e Natalia Falavigna, do taekwondo. Na época, o governo do Piauí fez um pesado lobby atrás de votos para Sarah, que levou o prêmio na ocasião. Mas será que merecia na época?

Não dá para ignorar a importância das redes sociais no esporte mundial, em particular no esporte olímpico. Hoje, o COI tem um canal dedicado exclusivamente às redes sociais, um aplicativo chamado “Olympic Athletes Hub”, onde o fã pode acompanhar simplesmente tudo sobre seu ídolo.É bacana, vale a pena conferir.

Usada com sabedoria, as redes sociais podem ajudar muito na divulgação dos esportes olímpicos. O contrário, contudom pode ter um efeito nocivo.

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sexta-feira, 30 de agosto de 2013 Ídolos, Mundiais, Seleção brasileira | 19:48

As meninas superpoderosas do judô do Brasil

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Mayra Aguiar abre o sorriso para exibir a medalha de bronze na categoria até 78 kg, no Mundial do Rio

Tudo bem que ainda faltam as disputas deste sábado, e Luciano Corrêa (até 100 kg) e Rafael Silva, o Baby (mais de 100 kg) podem salvar a honra da equipe masculina do Brasil neste Mundial de judô. Mas é inegável que o saldo ao final da competição estará mais do que positivo para a seleção brasileira feminina. Uma campanha irretocável.

Nada menos do que quatro medalhas conquistadas, a última delas com Mayra Aguiar, nesta sexta-feira, a de bronze, na categoria até 78 kg, juntando-se à Rafaela Silva (ouro), Érika Miranda (prata) e Sarah Menezes (bronze). Trata-se da melhor participação do judô feminino na história dos Mundiais, superando até agora a campanha de Paris, em 2011, quando foram obtidas três medalhas.

E nada disso veio à toa, sempre é bom lembrar. Nos Jogos de Londres, a única medalha de ouro no judô veio da equipe feminina, com Sarah Menezes. O excelente trabalho desenvolvido pela técnico Rosicléa Campos (afastada em razão de licença-maternidade) vem finalmente sendo premiado com os resultados nas grandes competições.

Pelo menos no Mundial do Rio de Janeiro, foram as meninas superpoderosas que deram as cartas no judô brasileiro.

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sábado, 1 de junho de 2013 Histórias do esporte, Imagens Olímpicas, Olimpíadas | 18:34

Aproveite o feriado em SP e e conheça um pouco das Olimpíadas

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Em abril, havia postado aqui sobre a abertura da exposição “Jogos Olímpicos: Esporte, Cultura e Arte”, na galeria do Sesi, em São Paulo, com peças que fazem parte do acervo do COI (Comitê Olímpico Internacional). Bem, desde então não havia encontrado uma brecha na agenda para ver a mostra. De folga neste feriado, aproveitei para pegar os filhos e me mandar para o Sesi e ver de perto sobre aquilo que tinha escrito. E não me arrependi.

Para quem gosta de acompanhar o movimento olímpico, é uma viagem no tempo. Confesso que não tinha muita expectativa em relação à exposição, mesmo com as fotos de divulgação. Porém, ao vivo a história é completamente diferente. Os que estão começando a aprender agora sobre as Olimpíadas, como era o caso dos meus filhos, ou aos que já acompanham os Jogos há anos , a exposição agrada do início ao fim.

Peças raras, como uma bengala usada pelo Barão de Coubertin, primeiro presidente do COI e criador dos Jogos Olímpicos da Era Moderna, fazem parte do acervo. Também estão lá todas as tochas olímpicas utilizadas desde Berlim 1936, chegando até a última edição das Olimpíadas, em Londres 2012.

Uniformes ou equipamentos usados por atletas consagrados e campeões olímpicos também estão na mostra, como uma das luvas (autografada) que o boxeador Sugar Ray Leonard utilizou para ganhar o ouro nos Jogos de Montreal, em 1976. A arma usada por Guilherme Paraense para ganhar a primeira medalha dourada do Brasil em Olimpíadas, em Antuérpia 1920, também está lá, assim como o quimono da brava Sarah Menezes, primeiro ouro no judô feminino, em Londres 2012. Há ainda um setor interativo, que faz a alegria das crianças, brincando com algumas marcas históricas nos Jogos.

A exposição vai até o próximo dia 30 de junho, no Centro Cultural FIESP Ruth Cardoso, na sede do Sesi, em São Paulo (Av. Paulista, 1313, São Paulo). Se puder, não perca. É uma pequena aula sobre Olimpíadas.

Os horários são os seguintes:

Segunda-feira, das 11h às 20h
Terça a sábado, das 10h às 20h
Domingo, das 10h às 19h
Entrada gratuita

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terça-feira, 7 de maio de 2013 Olimpíadas, Pan-Americano, Seleção brasileira | 10:46

Confira os brasileiros que largaram bem para 2016

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Ana Claudia bateu o recorde sul-americano dos 100 m e está entre as dez mais rápidas do mundo

Atualizado

O início do ciclo olímpico para as Olimpíadas do Rio, em 2016, em um ano sem grandes competições poliesportivas previstas no calendário mundial, vem trazendo alguns bons resultados para o esporte brasileiro. A temporada mal começou, mas já ocorreram resultados significativos, colocando inclusive alguns destes atletas no topo do ranking mundial de algumas modalidades. Nomes consagrados, como o do campeão olímpico e mundial Cesar Cielo, já começam 2013 brilhando, mas pintam algumas boas surpresas.

Confira abaixo quem já brilhou nestes primeiros cinco meses do ciclo olímpico, que incluí as Olimpíadas do Rio 2016 e o Pan-Americano de Toronto 2015.

Atletismo

De olho na preparação para o Mundial de Moscou, em agosto, os brasileiros correm em busca de índice para garantir sua presença na competição. Mas é no feminino que os principais resultados estão surgindo. A cearense Ana Cláudia Lemos alcançou o índice com direito a um recorde sul-americano nos 100 m rasos, cravando 11s13 em uma prova no último sábado, em Campinas, superando seu próprio recorde, que era de 11s15.

Esta marca coloca Ana Cláudia entre as dez melhores do mundo na prova. Antes dela, a paulista Franciela Krasucki já havia começado a temporada de 2013 com tudo, igualando o próprio recorde anterior de Ana Cláudia, com 11s15.

Também classificada para Moscou, Keila Costa obteve um feito extra no salto triplo: a marca de 14m37 obtida em Campinas, neste último sábado, além de carimbar seu passaporte para o Mundial, significou a melhor marca do mundo neste ano na prova, até agora.

Entre os homens, o brasileiro Mahau Suguimati, nos 400 m com barreiras, cravou o quarto melhor tempo do ano (e também índice para o Mundial), em uma prova no Japão, na última sexta-feira, com 48s79.

Boxe

No final de abril, a seleção brasileira masculina participou do Torneio Feliks Stamm, um dois mais tradicionais no boxe amador, voltando para casa com três medalhas. O resultado mais importante foi a medalha de ouro obtida por Patrick Lourenço, na categoria 49 kg (peso mosca), derrotando na final o russo Vasilij Egorov.

Ginástica artística

No final de março, o campeão olímpico nas argolas em Londres, Arthur Zanetti, mostrou que continua em forma logo em sua primeira prova do ano, ao faturar a medalha de ouro na etapa de Doha (Catar) da Copa do Mundo de ginástica artística, obtendo a nota 15.700. Nas Olimpíadas, quando levou o ouro, marcou 15.900

Judô

A última atualização do ranking da FIJ (Federação Internacional de Judô), divulgada no dia 2, apresentou uma boa surpresa para o judô brasileiro: a primeira colocação de Victor Penalber  na categoria até 81 kg, superando por apenas 28 pontos o sul-coreano Kim Jae-Bum, atual campeão olímpico e mundial. Contribuiu para a escalada de Penalber no ranking a medalha de ouro obtida no recém-disputado campeonato pan-americano da categoria, realizado em San José, na Costa Rica.

No feminino, Sarah Menezes, campeã olímpica em Londres 2012 e também ouro no Pan de judô, lidera com folga a categoria até 48 kg, com 344 pontos de vantagem sobre a japonesa Haruna Asami.

Natação

Na corrida para garantir um lugar na delegação que disputará o Mundial de esportes aquáticos de Barcelona, entre 19 de julho e 4 de agosto, dois brasileiros brilharam neste início de temporada. O primeiro, uma barbada: após a frustração com o bronze nos 50 m livre em Londres 2012, César Cielo começou com tudo 2013, cravando o segundo melhor tempo do mundo durante a disputa do Troféu Maria Lenk, no final de abril. Com a marca de 21s58, Cielo ficou atrás apenas do francês Florent Manaudou, campeão olímpico nas últimas Olimpíadas, que tem 21s55 este ano.

No feminino, surge a grande novidade, com a incrível performance da jovem Graciele Hermann, de apenas 21 anos, que no mesmo Maria Lenk assegurou sua vaga na equipe que vai ao Mundial com o melhor tempo de sua vida. A marca de 25s10 corresponde ao 10º melhor tempo no ranking mundial da Fina (Federação Internacional de Natação).

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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012 Ídolos, Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 18:18

Prêmio do COB precisa ser repensado

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Sheilla e Arthur Zanetti foram eleitos os melhores atletas de 2012, segundo o COB

Nada, absolutamente nada contra a ponteira Sheilla Castro, que teve papel fundamental na conquista do bicampeonato olímpico pela seleção feminina de vôlei em Londres 2012. Aliás, a companheira Aretha Martins, em seu Mundo do Vôlei, analisou de forma bem completa o excelente ano que a jogadora teve. Mas considerei absolutamente injusto que ela tenha superado a judoca Sarah Manezes e a pentatleta Yane Marques na escolha do Prêmio Brasil Olímpico, promovido pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro), divulgado nesta terça-feira.

Em primeiro lugar, a entidade teria que repensar a própria metodologia do prêmio, onde além de submeter a jornalistas especializados  a escolha dos indicados, submete os atletas a uma votação popular, pela internet. Aí começa o primeiro problema. Não há como negar que no universo olímpico, o vôlei tem muito mais popularidade que o judô, a começar pela exposição que o esporte tem na mídia (TV fechada e aberta). Depois, a própria exposição que Sheilla teve no período pós-Londres, com direito a ensaio sensual na revista VIP. E pra completar, o ouro do vôlei veio no penúltimo dia dos Jogos, enquanto que o de Sarah surgiu logo no primeiro dia de competição. O que fica mais vivo na memória do torcedor comum?

Por fim, vejo um desequilíbrio comparar o feito de Sheilla, obtido em um esporte coletivo e numa equipe acostumada com vitórias e pódios internacionais, em relação a Sarah Menezes. A judoca, que fez parte de sua preparação em Teresina (PI), nem sequer era apontada como favorita ao ouro em sua categoria (48 kg).

Muitos argumentaram ontem, nas redes sociais, que Yane Marques, do pentatlo moderno, que levou o bronze nos Jogos de Londres, também mereceria o prêmio. Sem dúvida que sim, seu feito foi igualmente notável, ainda mais por se tratar de um esporte ainda mais desconhecido e por Yane ter encontrado muito mais dificuldades em sua preparação.  Mas aí vejo que o critério do resultado em si serve como desempate.

Por fim, uma questão polêmica: será que vale a pena distribuir os prêmios para os melhores atletas por cada modalidade? Afinal, em alguns esportes, com exceção do pai, mãe, marido, esposa, namorada(o), ninguém faz a menor ideia de quem é o escolhido. Soa como uma premiação política, apenas para agradar aos presidentes das confederações.

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terça-feira, 18 de dezembro de 2012 Isso é Brasil, Listas, Seleção brasileira | 19:35

As meninas superpoderosas do tatame

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Integrantes da equipe feminina de judô do Brasil comemoram mais um bom resultado em 2012

Acho que poucos devem discordar que 2012 foi um ano histórico para o judô feminino brasileiro. Claro que a inédita medalha de ouro obtida por Sarah Menezes (categoria até 48 kg) nas Olimpíadas de Londres 2012 teve muito a ver com isso. Mas não se deve esquecer do bronze de Mayra Aguiar (70 kg) e e quinto lugar de Maria Suellen (acima de 100 kg), que também merecem ser destacados. Tudo isso e  mais os ótimos resultados obtidos em etapas de Copa do Mundo e Grand Prix renderam ao judô feminino do Brasil a condição de segundo do  mundo em 2012.

A posição das meninas superpoderosas do judô do Brasil veio com o anúncio feito pela FIJ (Federação Internacional de Judô), após a divulgação do último ranking mundial da modalidade. E o Brasil aparece atrás apenas do Japão, potência no judô internacional, e superando outros países com tradição, como China e Alemanha, por exemplo.

O judô feminino brasileiro teve também em 2012 atletas entre as três primeiras do ranking em quatro das sete categorias. Além da turma que brilhou em Londres, também colecionaram ótimos resultados na temporada Érika Miranda (segunda nos 52 kg) e Maria Portela (terceira nos 70 kg).

Quer mais uma prova da evolução das judocas brasucas: nesta mesma classificação, mas no masculino, o Brasil aparece em quarto lugar.

Vai longe o tempo em que lutar judô era somente coisa de homem. As brasileiras mostraram em 2012 que também são muito boas de briga. Basta agora não desperdiçar a boa fase e manter o pique até os Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.

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quarta-feira, 21 de novembro de 2012 Ídolos, Olimpíadas, Seleção brasileira | 19:09

Escolha o melhor atleta do Brasil

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Os candidatos ao Prêmio Brasil Olímpico 2012 foram anunciados nesta quarta-feira

Já são conhecidos os candidatos ao prêmio de Melhor Atleta de 2012, categoria masculina e feminina, do Prêmio Brasil Olímpico, organizado pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro). Nesta quarta-feira, a entidade anunciou os três atletas na categoria masculina e os três na feminina que estarão na disputa, escolhidos pelo público através da internet a partir desta quinta-feira, no site do próprio COB (www.cob.org.br). A festa de premiação está marcada para o dia 18 de dezembro, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Na verdade, não houve surpresa nas indicações, tendo sido escolhidos os destaques individuais do Brasil nos Jogos de Londres 2012. Entre as mulheres, estão concorrendo a judoca Sarah Menezes, medalha de ouro no judô; Sheilla Castro, integrante da seleção brasileira feminina de vôlei que faturou o bicampeonato olímpico; e Yane Marques, a melhor  surpresa em Londres, com medalha de bronze no pentatlo moderno.

Na categoria masculina, os escolhidos para concorrer ao prêmio são Arthur Zanetti, ouro na prova das argolas na ginástica artística masculina; Thiago Pereira, prata nos 200 m medley da natação em Londres; e Esquiva Falcão, também prata no boxe masculino olímpico.

Segundo o COB, a escolha dos três indicados ao prêmio em cada categoria foi feita por um juri composto por jornalistas, dirigentes, ex-atletas e personalidades do esporte. Estes votos terão 50% de peso na eleição final, após serem computados os votos na internet. Em 2011, os escolhidos foram Cesar Cielo (natação) e Fabiana Murer (atletismo).

O blogueiro não fica em cima do muro e declara que seus votos foram para Arthur Zanetti e Sarah Menezes.

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quarta-feira, 3 de outubro de 2012 Ídolos, Olimpíadas, Seleção brasileira | 19:39

Uma noite de prêmios, emoção e piadas

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Os atletas e ex-atletas olímpicos que foram premiados pela revista Sport Life nesta terça-feira

Muito bacana a cerimônia do 3º Prêmio Sport Life, ocorrida na noite desta última terça-feira, no Centro de Cultura Judaica, em São Paulo (SP). Os melhores atletas olímpicos e paralímpicos de 2012 foram escolhidos por leitores da revista Sport Life e também por uma comissão de jornalistas especializados. Tive o prazer de participar do evento, tendo sido escolhido para entregar uma homenagem a José Roberto Guimarães, treinador da seleção brasileira feminina de vôlei e único técnico tricampeão olímpico da história (Barcelona 1992, com o masculino, e Pequim 2008 e Londres 2012, comandando o time feminino).

A eleição deste ano escolheu Arthur Zanetti, da ginástica artística, e Sarah Menezes, do judô, como os melhores atletas olímpicos do ano, após terem levado o ouro em suas modalidades nos Jogos de Londres. O boxeador Esquiva Falcão e a pentatleta Yane Marques ficaram em segundo lugar na premiação. Foram eleitos como revelação do ano Bruno Fratus, da natação, e Adriana Araújo, do boxe feminino.

No esporte paralímpico, um dos momentos mais emocionantes da noite foi quando o nadador Daniel Dias, dono de seis medalhas de ouro nos Jogos de Londres, subiu ao palco para ganhar o prêmio de atleta do ano. Terezinha Guilhermina, que é deficiente visual e foi representada por seu guia, Guilherme Santana.

Mas coube ao boxe dois dos momentos mais engraçados da noite. Primeiro, foi com Esquiva Falcão, ao receber o troféu de prata, após perder o de atleta do ano para Zanetti. “Até aqui eu sou segundo”, brincou Esquiva, que cumpriu brilhante campanha em Londres, quando ficou com a medalha de prata na categoria médio.

Já o ex-boxeador Servílio de Oliveira, bronze nos Jogos do México 1968, após receber sua homenagem, foi convidado a falar sobre o que levou o boxe brasileiro a ter uma campanha tão positiva em Londres. Talvez empolgado pelo prêmio que acabara de receber, Servílio começou seu discurso lembrando dos primórdios do boxe na história olímpica. Quando ainda falava sobre a participação da modalidade nos Jogos de 1904, ele foi “gentilmente’ cortado pelo mestre de cerimônias, para que o cronograma da premiação não fosse para o espaço.

Meio a contragosto e resmungando de forma bem-humorada, Servílio desceu do palco, sem poder fazer todo o seu discurso. Mas devidamente homenageado.

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