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sexta-feira, 28 de novembro de 2014 Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 23:52

Técnicos gringos são uma benção ao esporte do Brasil

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O técnico dinamarquês Morten Soubak está bem preocupado com o futuro do handebol brasileiro

O dinamarquês Morten Soubak foi premiado pelo trabalho que levou o Brasil ao título mundial feminino no handebol

Antes de mais nada e para evitar as pedradas desnecessárias do “amigo internauta”, quero esclarecer que este post não é uma crítica ao trabalho dos bravos treinadores dos esportes olímpicos do Brasil. Só eles sabem a dificuldade que foi trabalhar nestes anos todos sem investimento – que começaram a aumentar de fato no esporte de alto rendimento desde 2010, um ano depois do Brasil ganhar a sede das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.

Isto posto, é necessário que se reconheça uma verdade absoluta: as principais modalidades esportivas só cresceram, evoluíram e venceram nos últimos anos, em boa parte por causa da presença dos treinadores estrangeiros por aqui.

Os exemplos são inúmeros. Atualmente, mais de 40 trabalham por aqui. Há modalidades que precisaram da presença de um profissional estrangeiro para realmente darem um salto de qualidade. Outras aproveitaram a experiência de quem veio de fora para aprimorar os bons trabalhos que já estavam sendo feitos por aqui. E claro que existem os casos em que nem com os gringos a modalidade conseguiu sair do limbo, mas isso foi exceção.

Ou alguém já se esqueceu da importância do argentino Rubén Magnano ao fazer o basquete brasileiro recuperar a auto-estima, voltar às Olimpíadas e cumprir uma brilhante campanha nos Jogos de Londres 2012 e na Copa do Mundo da Espanha, neste ano?

Jesús Morlán teve papel fundamental na evolução de Isaquias Queiroz na canoagem de velocidade

O espanhol Jesús Morlán teve papel fundamental na evolução de Isaquias Queiroz na canoagem de velocidade

A escolha do espanhol Jesús Morlán, da seleção brasileira de canoagem velocidade, e do dinamarquês Morten Soubak, respectivamente como os melhores treinadores nas categorias modalidade individual e coletiva, foi mais do que justa. A de Soubak veio até com atraso, mas essa por conta do calendário. A escolha dos vencedores do Brasil Olímpico de 2013 já estava definida antes da final do Mundial da Sérvia, quando de forma inédita e emocionante, a seleção brasileira feminina faturou o título.

>>> Veja também: Com ausências importantes, começa a votação para o Atleta da Torcida do prêmio do COB

A escolha de Morlán foi igualmente justa, afinal ele chegou há menos de dois anos e já contribuiu para a clara evolução da modalidade, especialmente de Isaquias Queiroz, bicampeão mundial na categoria C1 500 m (não olímpica).

Sem menosprezar os competentes treinadores brasileiros, é preciso tirar o chapéu para os gringos, que estão ajudando a colocar o esporte brasileiro em um outro patamar.

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segunda-feira, 11 de julho de 2011 Isso é Brasil, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 12:13

A ausência de Leandrinho e as confusões da CBB

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Na caixinha de comentários para serem aprovados – sim, os comentários dos blogs do iG necessitam de aprovação antes de irem para o ar – encontro uma mensagem de Artur Barbosa, que vem a ser irmão e principal conselheiro na carreira do armador Leandrinho Barbosa. Ele comentou um post publicado há uma semana, justamente para falar sobre o pedido de dispensa do jogador do Toronto Raptors na apresentação da seleção brasileira masculina, que se prepara para disputar o Pré-Olímpico de Mar del Plata, marcado para o final de agosto. Reproduzo aqui a mensagem de Artur Barbosa, antes de fazer algumas considerações:

“Marcelo Laguna
Concordo com você, o Leandrinho deveria ter se apresentado e falado com a imprensa e explicado sua situação ao vivo.

Não se apresentou porque a CBB ligou para ele (Leandrinho) e aconselhou que ele não se apresentasse. E que mandasse um email. Por isso ele não se apresentou, e o Rubens [Magnano], que é da CBB, meteu o pau nele. Esta eu não entendi , ele cumpriu determinação da CBB, mas não houve respaldo da CBB.

Sua segunda pergunta, se o Brasil se classificar, será que o Leandrinho vai estar à disposição para servir à Seleção.  Resposta: É claro que sim, pensar positivo e estar com a saúde 100 por cento e estaremos à disposição da CBB, sim.”

Diante das palavras de Artur Barbosa, fica claro que a CBB (Confederação Brasileira de Basquete) prega uma coisa e pratica outra. Aliás, não é de hoje que a entidade que comanda o basquete brasileiro mete os pés pelas mãos no quesito tratamento aos atletas. Dizem até que uma das razões para alguns dos vários pedidos de dispensa de Nenê Hilário, outro ausente no Pré-Olímpico de Mar del Plata, está justamente na forma com que a CBB sempre o tratou, especialmente no momento de negociar o seguro com o Denver Nuggets.

O pior de tudo é ver que a entidade mandou o próprio Leandrinho não se apresentar e mandar o e-mail! Será que o técnico da seleção, o argentino Ruben Magnano, estava sabendo de tudo isso antes de disparar suas críticas aos jogador?

A única certeza que fica para mim é que não importa a gestão, o comando da CBB é sempre uma bagunça.

Veja também:

>> Leandrinho também pede dispensa. Vai bem o basquete brasileiro para o Pré-Olímpico, hein?

>> Nenê fora do Pré-Olímpico de basquete. E agora, Magnano?

>> Era uma vez o basquete do Brasil…

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segunda-feira, 4 de julho de 2011 Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 23:52

Leandrinho também pede dispensa. Vai bem o basquete brasileiro para o Pré-Olímpico, hein?

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Leandrinho Barbosa também pediu dispensa. Será que pede também se o Brasil for a Londres?

O argentino Ruben Magnano, treinador da seleção brasileira masculina de basquete, deve estar coçando a cabeça nesta fria noite paulistana. Não deve ser nada fácil para um treinador saber que irá para o Pré-Olímpico de Mar del Plata, a partir de 30 de agosto, em busca de uma das duas vagas para os Jogos de Londres-12, com mais um desfalque considerável. Primeiro, Nenê Hilário, e nesta segunda-feira foi a vez de Leandrinho Barbosa mandar um e-mail para explicar que também não irá à Argentina.

Acho engraçado quando estes jogadores alegam “motivos pessoais” para resolverem não disputar determinada competição pela seleção nacional. O problema é que no basquete brasileiro isso vem se repetindo com uma frequência irritante.

Leandrinho tem suas razões? Sei lá. O cara não fala, manda comunicado. Cheio de palavras vazias, adjetivos inúteis e justificativas que não explicam nada.

Tempos esquisitos estes que vivemos, em que ninguém tem coragem de falar cara a cara, responder perguntas, tem “aquilo roxo” para dizer realmente o que pensa. O nosso caro Cesar Cielo, um dos grandes atletas do Brasil, preferiu fazer uma declaração ao invés de responder perguntas dos jornalistas a respeito do ainda mal-explicado caso de doping.

Só gostaria de saber uma coisa: será que se o Brasil conseguir sua vaga no Pré-Olímpico de Mar del Plata, Nenê e Leandrinho irão pedir dispensa das Olimpíadas de Londres, no ano que vem?

Com certeza não!

Veja também:

>>Nenê fora do Pré-Olímpico. E agora, Magnano?

>>Era uma vez o basquete do Brasil…

>>O calendário pré-olímpico do basquete

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