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Posts com a Tag Rio 2016

domingo, 7 de dezembro de 2014 Imprensa, Olimpíadas, Paraolimpíadas | 15:12

Conforme-se: você irá dormir muito pouco no Rio 2016

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O vôlei de praia nos Jogos de Londres também teve partidas disputadas tarde da noite

O vôlei de praia nos Jogos de Londres também teve partidas disputadas tarde da noite

A confirmação por parte do COI (Comitê Olímpico Internacional), na última sexta-feira, de que o vôlei de praia será o mais novo esporte com horários esdrúxulos no programa de provas dos Jogos Olímpicos do Rio 2016, só confirma uma tendência:  as próximas Olimpíadas serão apropriadas para os notívagos. Prepare-se para ter poucas horas de sono daqui a dois anos.

O comitê executivo do COI anunciou durante a reunião preliminar para a abertura da 127ª Assembleia Geral, em Monaco, que algumas partidas do torneio olímpico de vôlei de praia começarão após a meia-noite, horário do Rio de Janeiro. A natação já havia sido a primeira modalidade a confirmar que seu programa de provas teria um horário diferenciado, com as finais começando a partir das 22h (na prática, não terminando antes da 0h). O atletismo também terá finais realizadas em horários pouco usuais, com pelo menos 13 eventos definindo seus campeões no período da manhã, algo que não ocorria desde as Olimpíadas de 1988, em Seul.

Tudo isso tem apenas um motivo: interesse da televisão. A rede americana NBC, que pagou milhões de dólares pelos direitos de transmissão dos Jogos Olímpicos ao COI, bateu o pé e fez valer o seu direito de escolher que as modalidades esportivas que tenham mais audiência nos EUA sejam transmitidas no horário nobre. E neste caso, manda quem paga a conta. Azar dos atletas e dos torcedores, que terão que invadir a madrugada para acompanhar as competições.

VEJA TAMBÉM:

>>> Atletismo irá acordar cedo nos Jogos do Rio
>>> Natação no ritmo de ‘sessão coruja”para a Rio 2016

Como bem disse o porta-voz do COI, Mark Adams, não será a primeira vez que as Olimpíadas terá finais no final da noite. “O calendário tem que funcionar em todo o mundo, para dar melhor visibilidade aos Jogos”, disse Adams, lembrando que o planejamento final de competições ainda precisa ser aprovado oficialmente pelo COI, mas foi aceito nesta configuração.

Mas nem todo mundo parece estar feliz com essa decisão do Comitê Olímpico em atender aos interesses da TV americana. John Coates, vice-presidente do comitê olímpico australiano e vice-presidente do próprio COI, chegou a classificar em novembro como “demanda irracional” colocar os atletas para nadarem no final da noite.

Por questão de justiça, é bom dizer que nas Olimpíadas de Londres 2012 o vôlei de praia também terminava bem tarde. Só que no caso do Rio 2016, há um “pequeno” agravante. Como a programação reservará para começar à meia-noite as partidas mais importantes do dia, estas invariavelmente envolverão atletas dos EUA e do Brasil, as principais forças da modalidade. E restará ao torcedor, ao final de um jornada que certamente não acabará antes da 1h da madrugada do dia seguinte, contar com a eficiência do sistema de transporte público.

Em Londres, tudo funcionou perfeitamente. E no Rio, como será?

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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014 Olimpíadas, Pan-Americano | 22:54

Pan de Toronto é última chance para hóquei masculino do Brasil ir ao Rio 2016

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Seleção masculina do Brasil enfrenta o Peru pelos Jogos Sul-Americanos (Foto; Washington Alves/COB)

Seleção brasileira enfrenta o Peru pelos Jogos Sul-Americanos (Foto: Washington Alves/COB)

Pelo menos para uma modalidade o Pan-Americano de Toronto, que ocorrerá em julho do ano que vem, terá uma importância fundamental. O hóquei sobre grama do Brasil irá encarar a chamada “Olimpíada das Américas” como a chance derradeira de se classificar para os Jogos do Rio 2016. Ao contrário de outras modalidades, no hóquei sobre grama os brasileiros não terão vaga assegurada, justamente pelo nível técnico da seleção, muito longe das grandes forças mundiais.

Segundo o diretor-executivo do COB (Comitê Olímpico do Brasil), Marcus Vinicius Freire, a seleção masculina de hóquei precisará ficar entre os seis primeiros do Pan de Toronto para que a IHF (Federação Internacional de Hóquei) confirme o convite para os brasileiros disputarem as Olimpíadas. Em 34º lugar no ranking mundial, o Brasil precisa estar entre os 40 melhores do planeta para que a IHF ratifique o convite, posição que deverá ser alcançada se terminar o Pan-Americano entre os seis primeiros colocados.

>>> VEJA TAMBÉM: Hóquei feminino do Brasil vira o primeiro mico para 2016

Se a seleção masculina ainda tem um fio de esperança de participar das Olimpíadas em seu próprio país, o feminino já entregou os pontos. Desde agosto, o Ministério do Esporte  não conta mais com a presença do time feminino, que jamais conseguiu montar uma equipe minimamente competitiva e não estará presente em 2016, a menos que ocorra uma virada de mesa inédita na IHF.

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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014 Olimpíadas, Pan-Americano, Seleção brasileira | 19:35

Confederações receberão R$ 117 mi das loterias em 2015

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Atltismo, judô, esportes aquáticos, vela e vôlei receberão o maior percentual da verba das loterias (Foto: Montagem/COB)

Atltismo, judô, esportes aquáticos, vela e vôlei receberão o maior percentual da verba das loterias (Foto: Montagem/COB)

Nesta segunda-feira, o COB (Comitê Olímpico do Brasil) divulgou a lista da divisão dos recursos das verbas da Lei Agnelo/Piva para as confederações esportivas brasileiras, que vem sendo uma das principais fontes de recursos das entidades dos esportes olímpicos. E para a nova temporada, o bolo teve um aumento de 17%, com projeção de R$ 117,7 milhões que devem ser repassados às entidades. Desde 2002 em vigor, A Lei Agnelo/Piva destina 2% do prêmio pago aos apostadores de todas as loterias federais do país ao COB (85%) e ao Comitê Paralímpico Brasileiro (15%).

Segundo informou o COB, foram levados em consideração todos os recursos que constam no planejamento das modalidades – como patrocínios, convênios com o Ministério do Esporte, Plano Brasil Medalhas e projetos através da Lei de Incentivo ao Esporte, entre outros – na hora de definir os valores, que partem de um mínimo anual de R$ 1,9 milhão a um teto de R$ 3,9 milhões repassados a cinco Confederações: Atletismo, Desportos Aquáticos, Judô, Vela e Vôlei. Para 2015 o COB espera arrecar um total de R$ 202,3 milhões.

Dos recursos recebidos, a entidade é obrigada por lei a investir 10% no esporte escolar (R$ 20,23 milhões estimados para 2015) e 5% no esporte universitário (R$ 10,12 milhões em 2015). Dos cerca de R$ 172 milhões restantes, R$ 82,386 milhões serão aplicados diretamente nos programas das 29 Confederações Brasileiras Olímpicas, exceto o futebol. Os R$ 35,3 milhões restantes serão aplicados em  “projetos alinhados ao planejamento estratégico de preparação para os Jogos Olímpicos Rio 2016”, segundo informou o comunicado do COB.

Vale lembrar que a temporada de 2015 será de fundamental importância na preparação para os Jogos Olímpicos do Rio 2016, além de ser o ano da disputa dos Jogos Pan-Americanos de Toronto.

Confira como ficou a divisão dos recursos da Lei Agnelo/Piva para as confederações esportivas em 2015:

Confederação de Verão

Atletismo – R$ 3.900.000,00

Badminton – R$ 2.016.000,00

Basquetebol – R$ 3.700.000,00

Boxe – R$ 3.248.000,00

Canoagem – R$ 3.248.000,00

Ciclismo – R$ 3.248.000,00

Desportos Aquáticos – R$ 3.900.000,00

Esgrima – R$ 1.904.000,00

Ginástica – R$ 3.750.000,00

Golfe – R$ 1.904.000,00

Handebol – R$ 3.750.000,00

Hipismo – R$ 3.750.000,00

Hóquei sobre a Grama – R$ 1.904.000,00

Judô – R$ 3.900.000,00

Levantamento de Peso – R$ 1.904.000,00

Lutas Associadas – R$ 2.240.000,00

Pentatlo Moderno – R$ 2.128.000,00

Remo – R$ 2.800.000,00

Rúgbi – R$ 1.904.000,00

Taekwondo – R$ 1.904.000,00

Tênis – R$ 2.800.000,00

Tênis de Mesa – R$ 3.248.000,00

Tiro com Arco – R$ 1.904.000,00

Tiro Esportivo – R$ 2.912.000,00

Triatlo – R$ 3.136.000,00

Vela – R$ 3.900.000,00

Voleibol – R$ 3.900.000,00

Confederação de Inverno

Desportos na Neve – R$ 1.792.000,00

Desportos no Gelo – R$ 1.792.000,00

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domingo, 30 de novembro de 2014 Olimpíadas, Paraolimpíadas | 09:00

Veja imagens das obras do Parque da Barra para o Rio 2016

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O comitê organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio 2016 divulgou no final da semana passada as imagens mais recentes das obras que estão acontecendo no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, que são considerados o “coração dos Jogos”. Neste mesmo local serão disputados eventos de 24 modalidades olímpicas e paraolímpicas.

Clique nas fotos da galeria abaixo e veja os detalhes de cada instalação ali exibida. As fotos são de autoria de Alex Ferro, do Comitê Rio 2016.

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terça-feira, 25 de novembro de 2014 Isso é Brasil, Olimpíadas, Paraolimpíadas | 17:56

Professora da USP ajuda a difundir os valores olímpicos

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A professora Katia Rubio ao lado das integrantes do projeto de handebol no Centro Olímpico de SP, após uma das palestras

A professora Katia Rubio (à esquerda), ao lado das integrantes do projeto de handebol no Centro Olímpico de SP, após uma de suas palestras

Uma das funções (ao menos na teoria) dos Jogos Olímpicos sendo realizados no Brasil seria o de ajudar a expandir os horizontes das pessoas a respeito das modalidades e valores que compõe o rico e emocionante universo das Olimpíadas. Pena que isso ficou apenas na teoria. Há menos de dois anos para a abertura dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio 2016, quase nada foi pensado como forma de usar o mega-evento para levar ao público brasileiro um pouco mais do que previsão de medalhas ou resultados dos atletas de alto rendimento nos eventos pré-olímpicos.

Nem irei falar no trabalho com a base esportiva do Brasil, pois aí a conversa vai ficar mais longa ainda e o cenário desolador.

Enfim, se os responsáveis pelos Jogos de 2016 não se prepararam (ou não se preocuparam) em criar formas de difundir os valores olímpicos, há quem esteja fazendo isso individualmente. Desde o final de outubro, Katia Rubio, professora da USP (Universidade de São Paulo) de psicologia e educação física, tem ministrado uma série de palestras sobre o tema “Esporte, Educação e Valores Olímpicos” para professores, coordenadores, alunos e atletas da Rede Municipal de Ensino de São Paulo e de quem vivencia o meio esportivo e educativo.

Estas palestras são uma contrapartida da professora pelos recursos obtidos com a lei Rouanet que irão ajudar a bancar o lançamento da Enciclopédia Olímpica Brasileira, que faz parte do projeto de pesquisa “Memórias Olímpicas por Atletas Olímpicos Brasileiros”, que é desenvolvido por Katia há 15 anos e que tem como objetivo recuperar a memória dos 1.800 atletas olímpicos que representaram o Brasil em Jogos Olímpicos da Era Moderna.

Nos últimos 10 anos, Katia publicou e organizou 18 livros na área de Psicologia do Esporte e Estudos Olímpicos e em junho de 2010 foi agraciada com a Medalha do Mérito Desportivo do então presidente Luis Inácio Lula da Silva.

>>> Veja também: Exemplo de legado esportivo com o esporte paraolímpico

A palestra tem como finalidade ampliar os temas relacionados com a educação olímpica dentro da cultura e da história do esporte brasileiro e tentar estimular o hábito de leitura e também ampliar a possibilidade dessa atividade na interpretação e análise de textos proporcionado pelo conteúdo das apresentações.

Nesta quinta-feira (27), Katia Rubio fará mais uma de suas palestras, no Auditório DRE (Delegacia Regional de Ensino) Capela – Rua Adib Chammas, nº 105, na Capela do Socorro, zona Sul de São Paulo. Ótimo programa para quem quer aprender um pouco mais sobre os valores olímpicos.

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domingo, 23 de novembro de 2014 Olimpíadas, Paraolimpíadas | 22:45

Mascotes Rio 2016: ao menos escolham Vinicius e Tom!

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Imagem das mascotes dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016

Imagem das mascotes dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, apresentadas neste domingo

Fim do mistério, após a divulgação, neste domingo à noite, das imagens das mascotes dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. E seguindo uma tendência que vem se repetindo nas últimas edições olímpicas de verão, foram escolhidas figuras que estão mais próximo do estranho do que o normal.

Saudades do simpático ursinho Misha, de Moscou 1980!

A mascote das Olimpíadas, vamos admitir, ainda tem uma imagem mais definida de um animal. Só que ao invés de optar por um único bicho, a mascote olímpica representa a “diversidade dos animais do País: a agilidade dos felinos, o gingado dos macacos e a leveza dos pássaros”, segundo informa o site oficial das mascotes dos Jogos de 2016. Já o mascote paraolímpico é (pelo menos é o que dizem ser) uma inédita mistura da flora brasileira, “com uma cabeleira de folhagens tropicais e cores que lembram a paisagem do Rio e toda a exuberância da natureza”, explica o site.

Veja ainda: Rio 2016 apresenta mascotes, que ainda precisam ser batizados

Enfim, se as figuras das mascotes até poderão cair no gosto popular (dificilmente conseguiriam fazer algo tão ridículo como o Izzy de Atlanta 1996), as opções para batizá-los são de doer a alma. Do nível do Fuleco, da Copa 2014

No site oficial, o internauta pode escolher uma das três duplas de nomes para batizar as mascotes. As opções são Oba e Eba; Tiba Tuque e Esquindim; e Vinicius e Tom.

E mais: Você conhece a história das mascotes das Olimpíadas?

Que o público tenha um mínimo de bom senso e escolham a terceira opção, uma homenagem a um dos maiores dramaturgos e poetas de nossa literatura e um dos maiores compositores da música popular brasileira.

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quarta-feira, 19 de novembro de 2014 Olimpíadas | 21:45

Atletismo irá acordar cedo nos Jogos do Rio

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Sob a noite londrina, Usain Bolt comemora sua vitória na final dos 100 m em 2012. Será que em 2016 esta a cena será pela manhã? (Foto: Getty Images)

Sob a noite londrina, Usain Bolt comemora sua vitória na final dos 100 m em 2012. Será que em 2016 esta a cena será pela manhã? (Foto: Getty Images)

O privilégio da natação de ter horários inusitados para o programa esportivo dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, acaba de encontrar um forte concorrente. O outro esporte “top” das Olimpíadas, o atletismo, também entrou na onda e irá inovar em seu programa de provas. Segundo informou a Iaaf (Associação das Federações Internacionais de Atletismo), pelo menos 13 eventos terão as definições de seus campeões olímpicos ocorrendo no horário da manhã, quebrando uma rotina que já existia há seis Olimpíadas.

A última vez em que o atletismo olímpico teve suas finais realizadas no período da manhã foi nos Jogos de Seul, em 1988, atendendo a um pedido das televisões que tinham os direitos de transmissão, em razão do fuso horário asiático. E desta vez, mais uma vez a TV acabou sendo determinante para essa decisão da Iaaf. “Foi um pedido do comitê organizador dos Jogos e do setor que será o responsável pela transmissão dos eventos. Colocar algumas finais na parte da manhã irá assegurar que tenhamos o máximo de visibilidade para o atletismo em todos os fusos horários”, afirmou Paul Hardy, diretor de competições da entidade.

Veja também

>>> Natação no ritmo de “sessão coruja” para a Rio 2016

Ao todo, serão 13 as finais matutinas do atletismo em 2016: oito eventos de pista, no Estádio do Engenhão, e cinco eventos de rua (as duas maratonas e três provas de marcha atlética). Já está confirmado também que a primeira final na parte da manhã será a dos 10.000 m feminino, no dia 12 de agosto. A Iaaf pretende fazer com que ocorra uma divisão equilibrada de finais masculinas e femininas no período matutino e que dos dez dias de duração do torneio olímpico (de 12 a 21/8), em nove deles haverá a realização de finais matutinas.

 

 

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sexta-feira, 14 de novembro de 2014 Olimpíadas, Paraolimpíadas | 14:40

Quer ser voluntário para a Rio 2016? O prazo foi prorrogado

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Mais de 160 mil pessoas já se inscreveram para o programa de voluntários de 2016

Mais de 160 mil pessoas já se inscreveram para o programa de voluntários de 2016

Os interessados em tentar uma vaga para atuar como voluntários nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio 2016 terão um tempo extra para fazer sua inscrição. Nesta sexta-feira, o comitê organizador das próximas Olimpíadas informou que o prazo foi prorrogado. Assim, a data final, que terminaria neste sábado, dia 15, foi prolongada por mais um mês, terminando em 15 de dezembro.

A meta do comitê organizador é contar com 70 mil pessoas trabalhando de forma voluntária na organização das Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2016. Segundo dados da Rio 2016, mais de 160 mil inscrições foram feitas, englobando todos os estados do Brasil e mais de 180 países. Entre os brasileiros, 85% dos inscritos estudam ou trabalham e há candidatos que possuem desde o ensino fundamental até doutorado.

Para poder se inscrever, a pessoa precisa ter 18 anos até fevereiro de 2016 e disponibilidade mínima de dez dias para atuar durante os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos. São mais de 500 funções possíveis para atuar no mega-evento. Mais informações podem ser encontradas na página oficial da Rio 2016.

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quinta-feira, 13 de novembro de 2014 Imagens Olímpicas, Olimpíadas | 10:24

Você conhece a história das mascotes das Olimpíadas?

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Até o final de novembro deverá ser anunciado qual será a mascote dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, que sempre é uma das grandes atrações de cada edição olímpica e objeto de desejo de colecionadores. Mas enquanto ela não é divulgada pelo comitê organizador, que tal conhecer um pouco mais da história das mascotes das Olimpíadas?

1) El Tigre Rojo de Chichen-Itza – Cidade do México 1968

El Tigre Rojo de Chichen-Itza, mascote extra-oficial dos Jogos de 1968, na Cidade do México

El Tigre Rojo de Chichen-Itza, mascote extra-oficial dos Jogos de 1968, na Cidade do México

A primeiro mascote conhecida da história das Olimpíadas na verdade não é reconhecida de forma oficial. Ela era baseada em um trono da pirâmide ´El Castillo´, em Chichen-Itza, feito no formato de um jaguar vermelho

2) Waldi, o cachorro dachshund – Munique 1972

Waldi, o cachorro dachshund dos Jogos de Munique

Waldi, o cachorro dachshund dos Jogos de Munique

De forma oficial, a primeira vez que uma mascote foi usada nas Olimpíadas de verão aconteceu nos Jogos de Munique. O mascote, criado pelo designer gráfico alemão Otl Aicher, mostra um cão dachshund, raça popular na região.

3) Amik, o castor – Montreal 1976

Amik, o castor de Montreal 1976

Amik, o castor de Montreal 1976

Nos Jogos de Montreal, foi escolhida como mascote o castor, um dos símbolos nacionais do Canadá.

4) Misha, o urso – Moscou 1980

O ursinho Misha, dos Jogos de Moscou, a mais carismática mascote olímpica

O urso Misha, dos Jogos de Moscou, a mais carismática mascote olímpica

Talvez a mais popular mascote da história das Olimpíadas. Nos Jogos que ficaram marcados pelo boicote dos Estados Unidos e seus aliados, a União Soviética caprichou e o simpático ursinho ficou marcado na memória de todos, especialmente por causa da cerimônia de encerramento, quando um boneco gigante subiu aos céus dando adeus ao público no Estádio Olímpico de Moscou.

5) Sam, a águia – Los Angeles 1984

Sam, a águia, foi a mascote dos Jogos de 84, em Los Angeles

Sam, a águia, foi a mascote dos Jogos de 84, em Los Angeles

Animal-símbolo dos Estados Unidos, a águia Sam foi desenhada por Robert Moore, que trabalhava para os estúdios Disney. Pena que os Jogos de Los Angeles também sofreram com o boicote, desta vez liderado pela União Soviética.

6) Hodori, o tigre – Seul 1988

Hodori, o tigre, foi a mascote de Seul 1988

Hodori, o tigre, foi a mascote de Seul 1988

Nos Jogos de Seul, existiam duas mascotes, Hodori e Hosuni, mas o tigre Hodori se tornou muito mais popular, talvez pelo fato de aparecer em diversas lendas coreanas

7) Cobi, o cachorro sheepdog estilizado – Barcelona 1992

O cão estilizado Cobi e seu criador, o cartunista Javier Mariscal

O cão estilizado Cobi, dos Jogos de Barcelona 1992 e seu criador, o cartunista Javier Mariscal

O cão pastor estilizado não empolgou muito em Barcelona 1992, ao contrário dos Jogos, que foram sensacionais.

8) Izzy, a figura abstrata – Atlanta 1996

O esquisito Izzy, mascote de Atlanta 1996

O esquisito Izzy, mascote de Atlanta 1996

A pior mascote desde que elas começaram a aparecer em Jogos Olímpicos. Uma figura abstrata, que ninguém conseguia explicar o que representava de fato. Tudo a ver com a própria edição das Olimpíadas de Atlanta, sem carisma e com inúmeros problemas de organização.

9) Ollie, Syd e Millie, a kookaburra, o ornitorrinco e a equidna – Sydney 2000

As mascotes Ollie, Syd e Millie, de Sydney 2000

As mascotes Ollie, Syd e Millie, de Sydney 2000

Os três mascotes criados por Matthew Hatton representavam animais típicos da Austrália: Olly, uma ave kookaburra; Syd, um ornitorrinco; e Millie, a equidna, uma espécie de tamanduá espinhoso.

10) Athena e Phevos, bonecos antigos – Atenas 2004

Athena e Phevos, as mascotes de Atenas 2004

Athena e Phevos, as mascotes de Atenas 2004

As duas mascotes foram feitas por Spyros Gogos e representavam bonecos que imitam crianças. As mascotes tiveram o design baseado em um antigo boneco grego de terracota.

11) Fuwa, peixe, panda gigante, Chama Olímpica, chiru e andorinha – Pequim 2008

"Fuwa", as cinco mascotes dos Jogos de Pequim 2008

“Fuwa”, as cinco mascotes dos Jogos de Pequim 2008

Chamados respectivamente de Beibei, Jingjing, Huanhuan, Yingying e Nini, as mascotes vieram da frase chinesa que signifca “Pequim te dá boas-vindas”.

12) Wenlock e Mandeville, gotas de aço com câmera para os olhos – Londres 2012

Wenlock e Mandeville, as estranhas mascotes de Londres 2012

Wenlock e Mandeville, as estranhas mascotes de Londres 2012

As duas mascotes dos Jogos de Londres 2012 (Wenlock era a mascote das Olimpíadas, enquanto Mandeville representava as Paraolimpíadas) eram gotas de aço com câmeras no lugar dos olhos. Eles representavam o começo da Revolução Industrial, ocorrida no Reino Unido. Mas olhando a foto, é meio difícil de enxergar tudo isso.

 

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segunda-feira, 10 de novembro de 2014 Olimpíadas, Paraolimpíadas | 12:45

Arenas de esgrima e taekwondo têm obras adiantadas

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Apesar da indefinição do destino de várias das arenas olímpicas – conforme atestou reportagem do iG na última sexta-feira, com a preocupação do TCU a respeito do legado dos Jogos de 2016 -, as obras no Parque Olímpico da Barra da Tijuca seguem em ritmo intenso. Neste final de semana, foi praticamente finalizada a instalação da estrutura metálica de uma das chamadas Arenas Cariocas, no caso a Arena 3, que receberá as competições de esgrima, taekwondo e judô paraolímpico nas Olimpíadas do  Rio de Janeiro. Confira a foto abaixo:

Imagem aérea das obras das Arenas Cariocas. A Arena 3 já tem a estrutura metálica do teto finalizada (Foto: Renato Sette Camara/EOM)

Imagem aérea das obras das Arenas Cariocas. A Arena 3 já tem a estrutura metálica do teto finalizada (Foto: Renato Sette Camara/EOM)

Segundo informou a EOM (Empresa Olímpica Municipal), o trabalho de montagem da estrutura começou com a pré-montagem, formando módulos que foram içados com uso de guindastes. Os serviços de alvenaria e instalações já estão em andamento nos três pavilhões. A Arena Carioca 3 terá capacidade para 10 mil pessoas e receberá as competições de esgrima, taekwondo e judô paraolímpico em 2016. As obras estão previstas para serem concluídas no terceiro trimestre de 2015.

O conjunto de três pavilhões ainda tem a Arena Carioca 1, que terá eventos de basquete, basquete em cadeira de rodas e rúgbi em cadeira de rodas, com capacidade para 16 mil pessoas; e a Arena 2, que receberá competições de judô, luta greco-romana, luta livre e bocha paraolímpica, com capacidade total de 10 mil pessoas.

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