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sábado, 10 de janeiro de 2015 Olimpíadas, Paraolimpíadas | 20:03

Prepare-se: corrida para ingressos da Rio 2016 começa dia 15

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logo2016Com um atraso de dois meses em relação ao prazo inicial divulgado, começará na próxima quinta-feira (15), a corrida para a venda de ingressos para as Olimpíadas e Paraolimpíadas do Rio 2016. Neste dia, o comitê organizador dos Jogos irá anunciar os detalhes para a reserva e distribuição dos bilhetes. Ao todo, serão colocados à venda cerca de 7,5 milhões de tíquetes para os eventos olímpicos e paraolímpicos.

A data original prevista para o início do processo de venda de ingressos era de 15 de novembro. O motivo do atraso, segundo informação colhida pelo blog junto a fontes ligadas ao comitê organizador, foi acertar todos os detalhes jurídicos para evitar algum tipo de problema que acabasse em possíveis ações na Justiça brasileira. O trauma causado pelos problemas enfrentados com a Fifa durante a comercialização das entradas da Copa do Mundo 2014 ainda está bem vivo na memória dos integrantes do Rio 2016.

O sistema de vendas dos ingressos das Olimpíadas e Paraolimpíadas 2016 foi desenvolvido pela empresa alemã CTS Eventim, segunda maior no setor de ingressos em todo o mundo e que foi a responsável pelo programa de ingressos da Copa do Mundo de 2006, na Alemanha, dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Inverno de Turim 2006 e Sochi 2014.

LEIA MAIS SOBRE O TEMA

>>> Cadastramento para compra de ingressos do Rio 2016 começará em novembro

>>> Tabela de ingressos para a Rio 2016 será anunciada dia 16/9

Os ingressos mais baratos custam R$ 40, para as provas iniciais de futebol, vela, remo, luta livre e greco-romana e ciclismo mountain bike. Os ingressos mais caros serão vendidos por R$ 4,6 mil e darão acesso à cerimônia de abertura dos jogos no Estádio do Maracanã.

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terça-feira, 6 de janeiro de 2015 Pan-Americano, Seleção brasileira | 16:43

Brasil brigará para ser top 3 em Toronto, diz dirigente do COB

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Marcus Vinicius Freire diz que o Pan-Americano de Toronto terá a maior delegação brasileira em uma competição no exterior

Marcus Vinicius Freire diz que o Pan-Americano de Toronto terá a maior delegação brasileira em uma competição no exterior

Última competição poliesportiva de relevância até os Jogos Olímpicos do Rio 2016, o Pan-Americano de Toronto 2015, a partir de 10 de julho (algumas partidas do torneio de polo aquático começarão já a partir do dia 7) terá tratamento especial por parte do COB (Comitê Olímpico do Brasil). Além de ser considerada fundamental na preparação olímpica dos atletas brasileiros, o evento receberá tratamento “VIP” por parte da entidade, que além de levar sua maior delegação da história, viajará com pretensões nada modestas: a meta é terminar a chamada “Olimpíada das Américas” no top 3 do quadro de medalhas.

De acordo com Marcus Vinicius Freire, diretor-executivo do COB, em entrevista ao blog no final do último mês de dezembro, será a maior missão esportiva brasileira fora do país e também a mais complicada. “Além disso, o nível técnico promete ser mais elevado do que foi no Pan de 2011, em Guadalajara”, disse Freire.

Confira abaixo os principais pontos da entrevista:

Espírito Olímpico: Como o COB está traçando o planejamento da participação nos Jogos Pan-Americanos de Toronto?

Marcus Vinicius Freire: Esta será a maior missão de uma delegação esportiva fora do Brasil, até mesmo na quantidade de pessoas envolvidas. Incluindo os chamados oficiais [técnicos, auxiliares, preparadores físicos, médicos, fisioterapeutas etc], deveremos levar para o Canadá cerca de 540 pessoas. Em termos de logística também será um Pan especial, pois além de termos à disposição quase um prédio todo dentro da Universidade de York, em Toronto, teremos atletas espalhados em cinco sub-vilas pan-americanas na região da grande Toronto. O planejamento tem sido bastante complexo.

EO: Em termos esportivos, o que o COB espera da participação brasileira neste Pan? Deverá enviar sua força máxima, até por conta da preparação para as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro?

MVF: Sobre o nível da equipe que estará presente, cada confederação é que irá traçar seu próprio planejamento. Alguns, por questão de calendário, não devem ir com força máxima, como será o caso do vôlei masculino, cujo calendário da Liga Mundial irá se sobrepor ao do Pan, e nos esportes aquáticos polo aquático e saltos ornamentais também deverão ter problema em enviar sua equipe principal, por causa do Mundial de Kazan (RUS). De qualquer forma, a nossa meta é terminar o Pan no top 3 do quadro de medalhas, brigando com o Canadá pela segunda colocação.

EO: E você acha que esta é uma meta possível de ser alcançada?

MVF: Acredito que sim, especialmente por conta de nossos últimos resultados. Mas não será uma tarefa simples ficar com esta segunda colocação, pois o Canadá vem crescendo bastante nos últimos anos, fazendo um ótimo trabalho em várias modalidades, parecido com o que estamos fazendo aqui no Brasil. E como Cuba vem caindo de rendimento nos últimos anos, muito por conta da falta de investimento, acho bem possível alcançar a meta de terminar o Pan entre os três primeiros.

EO: Na prática, o Pan de Toronto será importante para quais modalidades?

MVF: Para alguns esportes, será a competição ideal para testar a preparação da equipe de olho no Rio 2016. O hóquei na grama masculino, por exemplo, terá sua última chance de se classificar para as Olimpíadas. Para isso, precisa terminar entre os seis primeiros em Toronto. O tênis de mesa também deve levar sua força máxima para Pan, e há esportes que valem vaga olímpica, como é o caso do pentatlo moderno, canoagem e hipismo.

EO: Você citou anteriormente a dificuldade na logística da preparação da campanha brasileira. Cite um exemplo desta dificuldade…

MVF: O caso do hipismo é um deles. Teremos problemas graves para o transporte dos cavalos, pois quase todos eles ficam na Europa e precisaremos ainda encontrar uma melhor maneira de transportá-los. Sem falar na própria estrutura montada por Toronto, que terá além da Vila pan-americana principal, outras cinco sub-vilas, para o remo/canoagem velocidade, tiro/hipismo, ciclismo mountain bike, canoagem slalom e futebol. A logística será bem complicada.

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sexta-feira, 2 de janeiro de 2015 Com a palavra, Isso é Brasil, Olimpíadas | 23:52

É esse o ministro do Esporte da sede dos Jogos de 2016?

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“Gostaria de tranquilizá-los para, muito humildemente, dizer que posso não entender profundamente de esportes, mas entendo de gente”

O novo ministro do Esporte, George Hilton, discursa em sua posse, nesta sexta-feira

O novo ministro do Esporte, George Hilton, discursa em sua posse, nesta sexta-feira

Seria pegadinha ou uma piada de péssimo gosto? O fato é que nesta sexta-feira, tomou posse no cargo de ministro do Esporte, teoricamente o representante direto da presidenta da República como o grande responsável pela coordenação do maior evento poliesportivo do mundo daqui a menos de dois anos, uma pessoa que assumidamente não entende da área a qual foi escolhido para trabalhar.

Não duvido, até prova em contrário, que seja uma pessoa honesta e bem intencionada. Mas definitivamente, não é do ramo.

A presença de George Hilton para assumir uma pasta que tem papel fundamental tanto na organização dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio 2016 como na preparação da equipe brasileira que participará do mega evento foi só um dos absurdos reservados pela presidenta reeleita Dilma Rousseff na divulgação de seu novo ministério.

Vamos aqui, contudo, nos ater apenas ao tema ligado ao blog. Foi uma escolha, para dizer o mínimo, infeliz. Só mesmo a necessidade de fazer inúmeras alianças para garantir um mínimo de governabilidade neste início de novo governo pode justificar a temerosa escolha da presidenta em trocar algo que bem ou mal estava funcionando por um futuro extremamente duvidoso.

Não que com o PC do B a coisa estivesse correndo tudo às mil maravilhas. A gestão tinha problemas, basta apenas lembrar as tumultuadas saídas de Agnelo Queiroz e Orlando Silva, antecessores de Aldo Rebelo no cargo. A própria organização dos Jogos do Rio capengou até que o COI desse uma espécie de ultimato no começo de abril do ano passado para que todas as esferas envolvidas (municipal, estadual e federal) se entendessem.

Mas o fato é que as coisas estavam fluindo com a gestão anterior. A política de distribuição de verbas para a preparação dos atletas de alto rendimento, por exemplo, é bastante questionável – optou-se por privilegiar um grupo limitado de atletas por conta de uma meta de medalhas em 2016 que não representará a realidade do país. Ainda assim, estes atletas de ponta, que deverão brigar ou mesmo ganhar medalhas nas próximas Olimpíadas, não poderão dizer que não tiveram recursos financeiros em sua preparação, com os milhões de reais distribuídos pelos planos Bolsa Pódio e Bolsa Atleta, entre outros programas governamentais. Tudo para deixar o Brasil entre os 10 primeiros do quadro de medalhas, meta estabelecida pelo governo e também pelo COB (Comitê Olímpico do Brasil)

George Hilton, portanto, chega em um cenário que aparentemente as coisas estão funcionando. A grande incógnita é saber se, consciente de seu desconhecimento quase total no esporte, deixará tudo funcionando como está, ou irá fazer uma mexida geral na casa.

Já se comenta nos bastidores de Brasília que que Dilma pretende deixar a organização das Olimpíadas sob responsabilidade do ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, o que desmoralizaria ainda mais o praticamente desconhecido Hilton. Não foi à toa que a ONG “Atletas pelo Brasil” soltou um manifesto no dia 29 de dezembro criticando duramente a escolha de uma pessoa com ligações praticamente inexistentes com o esporte, algo inconcebível num período como o que se avizinha. E não deixa de ser irônico que a única voz de apoio a George Hilton tenha vindo da CBF, que representa o que há de mais anacrônico e incompetente na estrutura esportiva do Brasil.

Este ano promete…

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sábado, 27 de dezembro de 2014 Olimpíadas, Pré-Olímpico | 20:44

Ano termina com 55 países classificados para a Rio 2016

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Jogadora da Noruega supera a marcação da Espanha para fazer mais um gol na final do Europeu

Jogadora da Noruega supera a marcação da Espanha para fazer mais um gol na final do Europeu

No último domingo, com a vitória sobre a Espanha por 28 a 25, na decisão do Campeonato Europeu feminino de handebol, realizado na Croácia e Hungria, a Noruega assegurou sua classificação antecipada para os Jogos Olímpicos de 2016, marcados para o Rio de Janeiro. As norueguesas virão ao Brasil para buscar o tricampeonato olímpico no handebol, após terem sido medalha de ouro nos Jogos de Pequim 2008 e Londres 2012. Nas últimas Olimpíadas, inclusive, foi a Noruega a responsável por eliminar a seleção brasileira (atual campeã mundial e com vaga assegurada por ser o país-sede dos Jogos), na fase de quartas de final.

A classificação da seleção norueguesa encerrou o primeiro ano de qualificação olímpica em diversas modalidades. No total, 55 países asseguraram uma ou mais vagas para os Jogos do Rio 2016. Do total de 10.500 atletas que deverão participar do evento, 395 já estão reservados após a temporada de 2014.

Abaixo, você pode conferir os países classificados para as próximas Olimpíadas. Já a relação completa dos países classificados você pode conferir aqui.

Todos os países já classificados para a Rio 2016

Alemanha
Argentina
Aruba
Austrália
Áustria
Bélgica
Belarus
Bulgária
Canadá
Cingapura
China
Chipre
Colômbia
Coreia do Norte
Coreia do Sul
Croácia
Cuba
Dinamarca
Egito
Equador
El Salvador
Eslováquia
Eslovênia
Estônia
Espanha
EUA
Finlândia
França
Grã-Bretanha
Grécia
Guatemala
Holanda
Hungria
Ilhas Virgens Americanas
Índia
Irlanda
Itália
Israel
Japão
Lituânia
México
Noruega
Nova Zelândia
Polônia
Portugal
República Checa
República Dominicana
Rússia
Sérvia
Suécia
Suíça
Taiwan
Tunísia
Ucrânia
Vietnã

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domingo, 21 de dezembro de 2014 Imagens Olímpicas, Olimpíadas, Paraolimpíadas | 12:41

Confira imagens e o balanço das obras do Rio 2016

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Na última sexta-feira, a EOM (Empresa Olímpica Municipal) divulgou um extenso balanço das obras que estão sendo construídas para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio 2016. Na apresentação, conduzida pelo prefeito Eduardo Paes, foram exibidas novas imagens de algumas das arenas em construção no Parque Olímpico da Barra da Tijuca e maquetes virtuais destes mesmos locais para o período das Olimpíadas.

Clique em cada uma das fotos para ver detalhes das obras para os Jogos de 2016

Tudo muito bonitnho, mas…

No mesmo dia 19, o TCU (Tribunal de Contas da União) também aproveitou a data para soltar um balanço próprio das obras olímpicas, e o resultado foi um pouco mais crítico, para dizer o mínimo. Segundo o relatório, foram constatadas falhas e inconsistências na matriz de responsabilidade, além de prazos muito curtos para a conclusão das obras a tempo. “Esta situação representa risco para realização do evento, além de possibilitar aumento nos custos, comprometimento da qualidade e da segurança dessas construções”, disse o ministro Aroldo Cedraz em seu relatório. “A gente vai dar as explicações para o TCU, mas não há qualquer risco de aumento de custo ou de atraso de nenhum desses equipamentos”, rebateu Paes.

Vale lembrar que o próprio COI (Comitê Olímpico Internacional), através de sua comissão de avaliação dos Jogos, já repetiu inúmeras vezes que o Rio de Janeiro não tem mais tempo a perder, embora demonstre confiança com a evolução que as obras tiveram nos últimos meses, especialmente após a crise ocorrida no inicio deste ano, quando se chegou a falar numa espécie de “intervenção” do COI na organização do Rio 2016.

Abaixo, o balanço geral das obras olímpicas para os Jogos de 2016, segundo dados divulgados pela EOM. Vamos anotar direitinho as datas prometidas para a conclusão das obras e poder cobrar depois em caso de atrasos…

PARQUE OLÍMPICO

Arenas Cariocas 1, 2 e 3

Conclusão – Terceiro trimestre de 2015.

Arena Carioca 1

Capacidade: 16.000 lugares

Modalidades: Basquete, basquete em cadeira de rodas e rúgbi em cadeira de rodas

Eventos-teste – Janeiro de 2016 (basquete e rúgbi em cadeira de rodas)

Arena Carioca 2

Capacidade: 10.000 lugares

Modalidades: Judô, luta greco-romana, luta livre e bocha paralímpica

Eventos-teste – Janeiro de 2016 (judô, taekwondo e luta livre)

Arena Carioca 3

Capacidade: 10.000 lugares

Modalidades: Esgrima, taekwondo e judô paralímpico

Eventos-teste – Abril de 2016 (levantamento de peso e esgrima)

Centro de Tênis

Conclusão – Quarto trimestre de 2015.

Capacidade: 19.750 lugares

Quadra principal: 10.000 lugares

Quadra 2: 5.000 lugares

Quadra 3: 3.000 lugares

Treze quadras de treino e aquecimento: 250 lugares cada

Modalidades: Tênis, tênis em cadeira de rodas e futebol de 5

Evento-teste – Dezembro de 2015 (tênis)

Velódromo

Conclusão – Quarto trimestre de 2015.

Capacidade: 5.000 lugares

Modalidades: Ciclismo (pista) e paraciclismo de pista

Evento-teste – Março de 2016 (ciclismo pista)

Arena do Futuro

Conclusão – Quarto trimestre de 2015.

Capacidade: 12.000 lugares

Modalidades: Handebol e golbol

Eventos-teste: Abril (handebol) e maio (golbol) de 2016

Estádio Aquático

Conclusão – Primeiro trimestre de 2016.

Capacidade: 18.000 lugares

Modalidades: Natação, polo aquático e natação paralímpica

Evento-teste: Maio de 2016 (natação olímpica e paralímpica)

Parque Aquático Maria Lenk

Conclusão (adequação) –  Primeiro trimestre de 2016.

Capacidade: 5.000 lugares

Modalidades: Saltos ornamentais e nado sincronizado

Evento-teste: Fevereiro (saltos ornamentais) e março (nado sincronizado) de 2016

Arena Rio

Conclusão (adequação) – Quarto trimestre de 2015

Capacidade: 12.000 lugares

Modalidades: Ginástica artística, ginástica de trampolim, ginástica rítmica e basquete em cadeira de rodas

Evento-teste: Abril de 2016 (ginástica artística)

Centro Internacional de Transmissão (IBC)

Conclusão – Terceiro trimestre de 2015

Centro Principal de Mídia (MPC)

Conclusão – Quarto trimestre de 2015

CAMPO DE GOLFE

Conclusão: Segundo trimestre de 2016

Capacidade: 15 mil lugares

Modalidade: Golfe

Evento-teste: Novembro de 2015

RIOCENTRO

Conclusão (adequação): Segundo trimestre de 2016

Capacidade:

Pavilhão 2: 6.500 lugares

Pavilhão 3: 6.500 lugares

Pavilhão 4: 6.500 lugares

Modalidades:

Pavilhão 2: levantamento de peso olímpico e levantamento de peso paralímpico

Pavilhão 3: tênis de mesa olímpico e tênis de mesa paralímpico

Pavilhão 4: badminton

Pavilhão 6: boxe e vôlei sentado

Eventos-teste: Novembro de 2015 (bocha, tênis de mesa, badminton e boxe)

VILA DOS ATLETAS

Conclusão: Dezembro de 2015.

COMPLEXO ESPORTIVO DE DEODORO

Existentes:

Centro de Tiro – Os sete estandes passarão por adequações. Será construído um estande temporário para as finais (tiro e carabina), com 2.000 lugares

Conclusão: Quarto trimestre de 2015

Capacidade total: 7.250 lugares

Evento-teste: Abril de 2016

Piscina do pentatlo moderno – A piscina será reformada e terá uma arquibancada com 2 mil lugares temporários.

Conclusão: Quarto trimestre de 2015

Capacidade: 2 mil lugares

Centro de Hipismo

Situação atual: A pista da arena do CCE existente está sendo adaptada, com a implantação de sistema de irrigação e controle de vetores.

Conclusão: Quarto trimestre de 2015

Capacidade total: 35.200 lugares

Evento-teste: Agosto de 2015

Centro de Hóquei Sobre Grama – Os dois campos existentes serão adaptados. Serão construídos vestiários, uma arquibancada permanente com 2.500 lugares na quadra principal e um centro de administração. Durante os Jogos, o Centro de Hóquei terá 5.000 assentos temporários na quadra secundária e 10.000 lugares na quadra principal, sendo 2.500 permanentes.

Situação atual – As obras estão em fase de terraplenagem

Conclusão: Quarto trimestre de 2015

Capacidade total: 15 mil lugares

Evento-teste: Novembro de 2015

Novas instalações permanentes:

Arena da Juventude – O ginásio, que abrigará as partidas da primeira fase de basquete feminino e a disputa de esgrima do pentatlo moderno, terá 2.000 lugares permanentes e 3.000 temporários

Conclusão: Quarto trimestre de 2015

Capacidade: 5.000 lugares

Evento-teste: Março de 2016

Pista de BMX

Conclusão: Terceiro trimestre de 2015

Capacidade: 7.500 lugares temporários

Evento-teste: Outubro de 2015

Circuito de canoagem slalom

Conclusão: Quarto trimestre de 2015

Capacidade: 8.000 lugares temporários

Evento-teste: Novembro de 2015

Instalações provisórias

Pista de Mountain Bike

Conclusão: Terceiro trimestre de 2015

Capacidade: 27.500 lugares, sendo 2.500 temporários e 25.000 em pé

Evento-teste: Outubro de 2015

Estádio de Deodoro – A arena receberá as disputas de rúgbi, hipismo do pentatlo moderno e combinado do pentatlo moderno (corrida e tiro) e futebol de 7

Conclusão: Quarto trimestre de 2015

Capacidade: 15.000 lugares

Evento-teste: Março de 2016

MARINA DA GLÓRIA

Situação atual: Os trabalhos de adaptação para os Jogos Olímpicos foram iniciados com a instalação de tapumes instalados e montagem de canteiros de apoio. Foram estabelecidos parâmetros de ocupação para a área da Marina da Glória que visam a valorizar a paisagem cultural do Parque do Flamengo.

Conclusão: Quarto trimestre de 2015

Capacidade: 10.000 lugares

Evento-teste: Agosto de 2015

SAMBÓDROMO

Situação atual: A reforma necessária para os Jogos foi finalizada em fevereiro de 2012

Modalidades: Largada e chegada da maratona, tiro com arco e tiro com arco paralímpico

Capacidade: 30.000 lugares (maratona), 6.000 lugares (tiro com arco).

Evento-teste: Julho (maratona) e setembro (tiro com arco) de 2015

ESTÁDIO OLÍMPICO JOÃO HAVELANGE

A ampliação temporária do Estádio Olímpico João Havelange – de 45 mil para 60 mil lugares – será realizada no primeiro semestre de 2016. A licitação para as obras de adequação do estádio aos requisitos olímpicos foi lançada em outubro de 2014. As obras começarão no primeiro trimestre de 2015.

Modalidade: Atletismo

Capacidade: 60.000 lugares (sendo 45.000 permanentes)

Evento-teste: Maio de 2016

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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014 Ídolos, Olimpíadas | 22:22

Reserve na agenda os dias para ver o tri de Bolt em 2016

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Usain Bolt comemora a conquista de sua segunda medalha de ouro nos 100 m rasos em Londres. E no Rio 2016, veremos o tri?

Bolt comemora a conquista de sua segunda medalha de ouro nos 100 m rasos, nas Olimpíadas de Londres. E veremos o tri em 2016?

O anúncio oficial do programa de competições do atletismo para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, ocorrido nesta segunda-feira por parte da Iaaf (Associação das Federações Internacionais de Atletismo) já começa a criar aquele clima de expectativa para o início dos Jogos. Afinal, o atletismo foi a primeira modalidade a divulgar oficialmente seu programa completo de provas. Aí o sujeito bate o olho naquela planilha (que pode ser acessada e baixada aqui) e já começa a imaginar as provas rolando no Engenhão (oremos para que esteja pronto até lá!). Sim, faltam menos de dois anos, amigo…

E uma rápida passada de olhos pelo programa de competições já é possível reservar o dinheiro do ingresso e as datas na agenda para ver alguns momentos que prometem ser especiais no atletismo das Olimpíadas do Rio, em especial para as grandes esperanças do Brasil na modalidade. Vamos a eles:

1) O possível tricampeonato olímpico de Usain Bolt

Sim, é claro que muita água irá rolar até os Jogos começarem, mas a menos que sofra alguma lesão ou que esteja muito mal fisicamente, dificilmente o jamaicano Usain Bolt encontrará adversários na pista do Engenhão. E desta forma, é quase certo que emplacará o tricampeonato nos 100 m, 200 m e revezamento 4 x 100 m rasos. A final dos 100 metros está marcado para 14/8/2016, um domingo, com largada às 22h25; os 200 metros terá sua final no dia 18/8 (quinta-feira), com largada às 22h30; e por fim, a final do revezamento 4 x 100 m está prevista para 19/8 (sexta-feira), às 22h35.

2) A grande chance de Duda

Bicampeão mundial indoor, os Jogos de 2016 serão a grande oportunidade para Mauro Vinícius da Silva, o Duda, tentar entrar para a história olímpica. Se chegar à final do salto em distância, Duda brigará por uma medalha no dia 13 de agosto (sábado), a partir das 23h07.

3) O voo de Thiago

Número um do Brasil e entre os top 10 do ranking mundial do salto com vara, Thiago Braz é uma das grandes apostas para o Brasil brigar por medalha em 2016. Caso avance à final, disputará sua final no dia 16 de agosto (sábado), a partir das 21h.

4) As meninas velozes do Brasil

Pouco antes do provável show jamaicano de Bolt e seus amigos na final do revezamento 4 x 100 m, será a vez do atletismo feminino do Brasil poder fazer um resultado histórico. A tomar pelos bons resultados dos últimos anos, provavelmente a equipe brasileira do revezamento 4 x 100 m estará na final olímpica. Se isso acontecer, a final começará às 22h15 do dia 19/8.

5) A última chance de Fabiana

Depois das varas perdidas em Pequim 2008  e do vento/apagão de Londres 2012, Fabiana Murer terá sua derradeira chance de conquistar uma medalha olímpica no salto com vara. Caso avance à final, ela saltará em busca de um lugar no pódio no dia 20 de agosto (sábado), a partir das 20h15.

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Olimpíadas, Paraolimpíadas | 01:32

Vinicius e Tom, uma bola dentro do Rio 2016

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Vinícius e Tom, os mascotes olímpicos e paraolímpicos dos Jogos de 2016

Vinícius e Tom, os nomes escolhidos para os mascotes olímpicos e paraolímpicos dos Jogos de 2016

Eis que o domingo garoento e até meio frio aqui em São Paulo terminou com uma grata surpresa, ao menos para o blogueiro, com o anúncio de que Vinícius e Tom foram escolhidos para batizar as mascotes dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio 2016. Na escolha via internet, a dupla de nomes vencedora contou com 44% da preferência do público, somando um total de 323.327 votos. Oba-Eba foi a segunda dupla de nomes mais votada, com 38%, e os bizarros Tiba Tuque-Esquindim tiveram 18% da preferência.

Aleluia, ainda tem gente de bom senso neste país…

Admito que não esperava que Vinicius de Moraes e Tom Jobim, uma justíssima homenagem a duas das maiores riquezas culturais do Brasil, pudessem sensibilizar uma geração que apesar de altamente conectada, praticamente desconhece a obra destes gênios. E se pensar na natureza  bem-humorada do brasileiro, que deixa a zoeira acima de qualquer coisa, esperava sinceramente que Oba e Eba fossem os escolhidos. O trauma do Fuleco na Copa 2014 ainda é grande, vamos admitir.

Houve quem disse que nome de mascote não precisa agradar adulta. Precisa sim ser fácil de gravar e agradar às crianças. Por este raciocínio, é claro que os bobos Oba-Eba eram os favoritos absolutos. Mas a tomar pela preferência aqui de casa, na hora em que souberam do resultado, meus filhos (uma de 14 e outo de 11) comemoram demais.

Veja ainda:

>>>Mascotes Rio 2016: ao menos escolham Vinícius e Tom!
>>> Você conhece a história das mascotes das Olimpíadas?

Vinícius, o mascote olímpico, representa a diversidade dos animais do País. Reúne a agilidade dos felinos, o gingado dos macacos e a leveza das aves. Já Tom, o mascote paraolímpico, é uma inédita mistura da flora brasileira. Consegue se transformar o tempo todo, com determinação e alegria, crescendo e superando obstáculos.

Vinícius e Tom foi uma grande bola dentro para as Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2016.

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sábado, 13 de dezembro de 2014 Isso é Brasil, Mundiais, Olimpíadas, Seleção brasileira | 00:11

O vôlei do Brasil não merece os cartolas que têm

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Seleção feminina comemora a medalha de ouro nas Olimpíadas de Londres, na última grande glória do vôlei brasileiro (Foto: Getty Images)

Seleção feminina comemora a medalha de ouro nas Olimpíadas de Londres, na última grande glória do vôlei brasileiro (Foto: Getty Images)

Muita atenção para estes nomes…

Willian, Montanaro, Renan, Bernard, Xandó e Amauri

Jaqueline, Isabel, Vera Mossa, Heloisa, Dulce e Ivonete

Mauricio, Marcelo Negrão, Tande, Giovanni, Paulão e Carlão

Ana Moser, Fernanda Venturini, Ana Paula, Ana Flávia, Márcia Fu e Ida

Ricardinho, Nalbert, Escadinha, Rodrigão, Giba e Dante

Dani Lins, Jaqueline, Fabiana, Fabi, Sheilla e Thaisa

Estão listados acima apenas alguns dos grandes responsáveis pelas grandes conquistas do vôlei brasileiro nos últimos 30 anos. Poderia perfeitamente preencher pelo menos mais umas 10 linhas listando alguns dos grandes times brasileiros em Campeonatos Mundiais e Jogos Olímpicos. Sem falar na turma que brilhou no vôlei de praia, o irmão mais novo porém igualmente vencedor, com Emanuel, Ricardo, Alisson, Sandra Pires, Shelda, Jaqueline Silva, Adriana Behar, Larissa, Juliana…

O fato é que todos estes nomes, que tantas glórias fizeram para tornar do vôlei o segundo esporte mais popular do Brasil, não merecem os dirigentes que jogaram a modalidade na lama neste ano de 2014, culminando com o grande vexame ocorrido nesta quinta-feira, quando o Banco do Brasil suspendeu o histórico e milionário patrocínio (estimado em R$ 70 milhões anuais) pagos à CBV (Confederação Brasileira de Vôlei). Tudo isso motivado após a divulgação de um relatório da CGU (Controladoria Geral da União), apontando diversas irregularidades em contratos firmados pela entidade, que chegam a R$ 30 milhões. No popular, dinheiro público que seria destinado ao desenvolvimento e manutenção da modalidade foi desviado, sabe-se lá para onde.

As denúncias feitas pela “ESPN”, em uma sensacional série de reportagens do jornalista Lúcio de Castro desde o início do ano, jogaram por terra a imagem de competência dos cartolas da CBV. Durante muitos anos, passou-se a imagem de que o vôlei era uma ilha de excelência no atrasado mundo olímpico brasileiro. Pelos resultados em quadra, somente das quadras de vôlei o país poderia aprender a criar um modelo vencedor. Centro de Treinamento de última geração, categorias de basa sempre revelando nomes para as seleções, o vôlei virou uma referência para as demais modalidades.

Mas o modelo vencedor, um “case” de sucesso em gestão esportiva segundo o ex-presidente Ary Graça, atual mandatário da FIVB (Federação Internacional de Vôlei), também tinha seus problemas. Basta relembrar a quantidade de equipes que fecharam as portas nos últimos anos, a despeito de ter uma liga nacional com exposição extrema nos canais de esporte a cabo (na TV aberta, apenas as finais e as seleções tinham espaço). É estranho também um esporte tão vencedor ver um êxodo de atletas nos últimos anos. Sheilla e Bruninho, que atuam na Europa. são apenas dois exemplos, enquanto Jaqueline ficou uma temporada sem clube, tendo acertado há pouco com o Minas.

Que todo este vexame que o vôlei viveu ao longo do ano, inclusive nos últimos dias de 2014, sirva para afastar todos os cartolas corruptos de uma vez. E torcer para que esta crise que parecia inimaginável até um tempo atrás não afete o desempenho das equipes nas Olimpíadas de 2016, no Rio.

 

 

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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014 Olimpíadas | 18:08

Ciclismo define circuito da prova de estrada para 2016

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Traçado definido da prova de ciclismo estrada para as Olimpíadas de 2016

Traçado definido da prova de ciclismo estrada para as Olimpíadas de 2016 (Foto: UCI)

Foi divulgada nesta quarta-feira pela UCI (União Ciclística Internacional) as datas e o percurso das provas de ciclismo estrada para as Olimpíadas do Rio 2016. A prova de ciclismo estrada masculina terá um total de 256,4 km de extensão e será realizada no dia 6 de agosto, que será um sábado, dia seguinte da cerimônia de abertura. Já a prova feminina, cuja prova terá um total de 130,3 km, acontecerá no domingo, dia 7.

Segundo a UCI, as provas de estrada começarão e terminarão no Aterro do Flamengo, passará pelas praias de Ipanema, Barra da Tijuca, Reserva de Marapendi e praia do Pontal. Há também no percurso um trecho passando pela Vista Chinesa, localizada no Parque Nacional da Tijuca.

Os dirigentes definiram ainda o trajeto do circuito das provas de contra-relógio de estrada, que acontecerão no chamado circuito Grumari, com vários trechos com subidas e descidas em trechos de floresta. A largada e a chegada ocorrerão na Praça Tim Maia, na praia do Pontal. Este percurso, com um total de 29,8 km, será completado pelas mulheres na prova de contra-relógio com uma volta. No masculino, a prova terá um total de quatro voltas. Tanto a prova masculina quanto feminina ocorrerão no dia 10 de agosto, uma quarta-feira.

“A prova de estrada mistura alguns dos cenários mais emblemáticos do Rio de Janeiro, como Copacabana e Ipanema, com alguns trechos realmente desafiadores, como a subida da Vista Chinesa. Já o percurso do contra-relógio também inclui um topografia desafiadora e íngreme”, explicou Brian Cookson, presidente da UCI.

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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014 Isso é Brasil, Jogos de Inverno, Mundiais, Olimpíadas | 23:04

Pacotão do dia: decisões históricas do COI, a natação brasileira e doping no atletismo

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O presidente do COI, Thomas Bach, fala durante a 127ª Assembleia Geral da entidade (Foto: Flickr/COI)

Thomas Bach discursa durante a 127ª Assembleia Geral do COI (Foto: Flickr/COI)

Segunda-feira agitada essa que já está quase no fim, para os esportes olímpicos. Em Monaco, o COI aprova de forma unânime as propostas para modernização das Olimpíadas; no Catar, a natação brasileira ainda comemora a campanha inédita no Mundial de piscina curta, que lhe deu o primeiro lugar no quadro geral de medalhas (pelo número de ouros); e por estas bandas, a triste notícia de maia uma atleta flagrada no doping. O post de hoje faz um balanço geral do dia olímpico.

A revolução do COI aprovada

Confesso que não esperava que fosse com tanta facilidade que o presidente do COI (Comitê Olímpico Internacional), Thomas Bach, conseguisse emplacar as 40 propostas da chamada “Agenda 20 + 20”, cujo objetivo é o de modernizar e tornar mais viáveis (financeiramente falando) os Jogos Olímpicos. Pois todas passaram pelo crivo do COI por unanimidade.

Para mim, o que fica de mais relevante são justamente a decisão de baratear o processo de candidatura das cidades, para atrair novos interessados em receber os Jogos de Verão e Inverno, e a flexibilização do programa esportivo. Este segundo ponto permitiria, por exemplo, a quase certa inclusão do beisebol e softbol, bastante populares no Japão, no cardápio de competições das Olimpíadas de 2020. Já a possibilidade aberta para que outras cidades ou mesmo países possam sediar um evento olímpico de uma outra sede, tem como único objetivo evitar gastos milionários e elefantes brancos. Especula-se que nos Jogos de Inverno de Pyeongchang (Coreia do Sul), em 2018, as provas de bobslead e luge aconteceriam em Nakano (Japão), que tem uma pista permanente da modalidade, evitando-se gastar milhões de dólares com uma estrutura que depois mal seria utilizada.

A real importância da campanha da natação no Catar

Em primeiro lugar, sempre é bom vencer, não importa qual competição. faz bem para o ego do atleta, do treinador, do dirigente, da imprensa, do torcedor. Além disso, as vitórias sempre trazem consigo uma ótima oportunidade para balizar o trabalho dos vencedores com os dos adversários vencidos, mostrando onde está a evolução de um e em que ponto o derrotado precisa evoluir.

O Brasil jamais terminou um campeonato internacional de natação em primeiro lugar no quadro geral de medalhas e por isso que o feito do torneio encerrado em Doha (Catar), neste domingo, no Mundial de piscina curta (25 metros) precisa ser enaltecido. Afinal, foram dez medalhas (sete de ouro, uma de prata e duas de bronze). Enaltecido sim, mas com ressalvas!

A realidade da piscina curta em nada tem a ver com a da piscina convencional, de 50 metros, na distância olímpica. São mundos completamente diferentes, não se pode simplesmente pegar a realidade que vimos na semana que passou em Doha e transportar para a natação mundial. O Brasil não irá virar uma potência da natação porque ganhou o Mundial de piscina curta. O companheiro Marcelo Romano, que edita o ótimo blog Esporte Olímpico Brasileiro, lembrou bem: no Mundial de piscina curta de 2010, o Brasil terminou com três ouros, uma prata e quatro bronzes. Em Londres 2012, foram somente uma prata e um bronze.

É preciso destacar, porém, dois feitos enormes: a primeira medalha (e de ouro) da natação feminina do Brasil, com Etiene Medeiros, nos 50 m costa feminino, ainda com direito a um recorde mundial, e o renascimento de Felipe França, que depois de decepcionar nas Olimpíadas de 2012, mostrou que pode repetir a dose em 2016, nos Jogos do Rio, ao terminar o Mundial com cinco medalhas de ouro, duas em provas individuais, os 50 e 100 m peito, sua especialidade, e as demais em três revezamentos. Estes foram de fato os resultados mais significativos deste campeonato para o Brasil.

O triste doping de Vanda Gomes

Lamentável o desfecho que tomou conta da carreira da velocista Vanda Gomes. Depois do incrível erro cometido no Mundial de Atletismo de 2013, em Moscou, quando deixou cair o bastão na última passagem do revezamento 4 x 100 m rasos feminino, jogando no lixo uma chance quase certa de medalha para o Brasil, a carreira de Vanda entrou em um inferno astral sem fim. Logo depois da prova, ela sai falando cobras e lagartos, reclamando do técnico, da preparação, da falta de treinos, da comida…Deu a maior confusão e na chegada da delegação ao Brasil ela tentou desmentir o que disse diante das câmeras da TV, mas não deu certo. Acabou punida e afastada da seleção.

Pois em setembro, em um antidoping realizado fora de competição, ela testou positivo para a substância proibida Anastrozole (Hormônio e Modulador Metabólico – S4), que é um inibidor de aromatase, medicamento criado para o tratamento do câncer de mama, e utilizado, por atletas para inibir a transformação do hormônio sexual masculino, a testosterona, no hormônio feminino, o estrogênio. Em 11 de novembro ela foi informada do resultado positivo e na última sexta-feira a CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo) informou que não aceitou suas justificativas. O caso foi encaminhado para o STJD da entidade, que provavelmente aplicará uma pena padrão de dois anos. Ou seja, jogou no lixo as chances que ainda tinha de participar das Olimpíadas de 2016. Lamentável.

 

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