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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015 Olimpíadas, Paraolimpíadas | 23:08

Segurança no Rio 2016 será feita por agentes públicos

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Policiais do Bope fazem simulação de procedimento de segurança em uma das estações do BRT Transcarioca

Policiais do Bope fazem simulação de procedimento de segurança em uma das estações do BRT Transcarioca, como preparativo para as Olimpíadas de 2016 (Foto: AP)

No início de mais uma visita de inspeção do COI ao Rio de Janeiro, para acompanhar os preparativos dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, os organizadores apresentaram nesta segunda-feira, como proposta para o plano de segurança do evento, a utilização de agentes públicos nas arenas esportivas, ao invés de agentes privados, como foi feito na última Copa do Mundo. A sugestão também tem como objetivo evitar contratempos como o que ocorreu às vésperas da abertura das Olimpíadas de Londres, em 2012, quando a empresa de segurança contratada teve problemas financeiros e não pôde realizar o serviço. Com isso, militares foram chamados de última hora para cuidar da segurança patrimonial dos Jogos.

“Podem ser tanto militares da ativa como aposentados… ou fazer um pagamento extra por horas extras de trabalho para reforçar a segurança. Não obrigatoriamente precisa estar fardado ou armado. No Pan  do Rio 2007, usamos a Força Nacional com uniforme dos Jogos”, afirmou Ricardo Leyser, secretário executivo do Ministério do Esporte, à agência Reuters.

A sugestão apresentada ao COI nesta segunda-feira tem primeiro um objetivo de evitar gastos extras, pois estariam sendo utilizadas forças regulares que já estão no orçamento das três esferas de governo (Federal. Estadual e Municipal) envolvidas na organização. Além disso, esta equipe teria uma qualificação a dos agentes privados, os chamados “stewards”, que trabalharam nos 12 estádios da Copa 2014.

A segurança patrimonial dos Jogos Olímpicos inclui a proteção do interior de arenas e dos esportistas, além da vistoria de torcedores com raio X e detector de metal na entrada das arenas. Originalmente, essa segurança seria realizada por uma empresa privada contratada, enquanto as forças públicas ficariam responsáveis pela proteção da cidade.

Na entrevista coletiva marcada para esta quarta-feira (25), a comissão de avaliação do COI deverá se manifestar a respeito da proposta apresentada pelo governo e pelos organizadores do Rio 2016.

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quarta-feira, 17 de setembro de 2014 Olimpíadas | 23:24

Novo laboratório antidoping recebe visita da Wada, mas liberação ainda está distante

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Ricardo Leyser confia que o novo laboratório brasileiro de controle de dopagem seja aprovado pela Wada

Ricardo Leyser confia que o novo laboratório antidoping  seja aprovado em breve pela Wada

Alvo de uma das grandes dores de cabeça na organização das Olimpíadas do Rio 2016, a perda do credenciamento do Ladetec, laboratório que seria o responsável pela realização dos exames de controle de dopagem, no ano passado, tornou-se prioridade dentro do governo brasileiro, que tem investido pesado para que não ocorra um vexame inédito do país-sede dos Jogos não ter um laboratório aprovado pela Wada (Agência Mundial Antidoping).

O novo LBCD (Laboratório Brasileiro de Controle de Dopagem),  como o Ladetec foi rebatizado, tem suas obras praticamente concluídas, na sede do Instituto de Química da UFRJ. O Ministério do Esporte investiu R$ 110 milhões na reforma do edifício, além de outros R$ 30 milhões para a compra de equipamentos, segundo informou o secretário de alto rendimento do ministério, Ricardo Leyser. A instalação inclusive recebeu a visita de técnicos da Wada no mês de agosto, como parte dos procedimentos para a recuperação das credenciais do laboratório para realização dos exames nas Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2016.

Relembre: Na luta contra o doping no Brasil, uma boa e uma má notícia

Mas será um trajeto lento para que isso aconteça, admite o próprio Leyser. “É um processo crítico e sofisticado. Passamos por esta primeira visita da Wada, mas ainda assim não passa pela nossa cabeça não recebermos o credenciamento”, explicou. Após serem cumpridos todos os passos, o LBCD deverá receber as credenciais somente no segundo semestre de 2015.

A demora é necessária: vale lembrar que o Ladetec foi descredenciado pela Wada por falhar seguidamente em diagnósticos de exames e em testes criados pela própria agência mundial antidoping para avaliar a eficiência de um laboratório.

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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014 Isso é Brasil, Seleção brasileira | 22:32

Erros acumulados de 25 anos explicam a crise do basquete

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Carlos Nunes deverá anunciar mudanças na CBB nesta quarta

Nunes deverá anunciar mudanças na CBB nesta quarta

Acuada pelas duras cobranças  da Fiba (Federação Internacional de Basquete) e Ministério do Esporte, atolada em dívidas e sem perspectivas a curto prazo, a CBB (Confederação Brasileira de Basquete) não teve outra alternativa a não ser capitular. Conforme relatou ao iG o secretário de alto rendimento do Ministério do Esporte, Ricardo Leyser, nesta quarta-feira o presidente da entidade que comanda o basquete brasileiro, Carlos Nunes, deverá anunciar profundas mudanças na gestão da modalidade. Um profissional de mercado para atuar na administração da CBB será apenas uma das novidades prometidas.

Porém, quem acompanhou o basquete brasileiro com um pouco mais de atenção nos últimos 25 anos, não deve ficar nada surpreso com tudo o que está acontecendo.

Em pouco mais de duas décadas, o que mais se viu foram gestões atrapalhadas na CBB, desde o períoodo em que Renato Brito Cunha foi o presidente, entre 1989 e 97, passando pelos 13 anos de mandato de Gerasime Boziks, o Grego, até desembocar no complicado período de Carlos Nunes, que está no poder desde 2009. Com raras exceções, marcadas por conquistas importantes e históricas – o título mundial de 1994, a medalha de prata em Atlanta 1996 da seleção feminina, além do bom quinto lugar da seleção masculina em Londres 2012 -, o basquete brasileiro vem sendo sinônimo de incompetência gerencial, dentro e fora das quadras.

Ou alguém já se esqueceu que a seleção masculina ficou 15 anos sem conseguir uma classificação olímpica? Ou sobre as inúmeras deserções em convocações no masculino, independentemente do técnico no comando? E a recusa de um jogador mediano, como o armador Nezinho, em entrar em quadra em pleno Pré-Olímpico de 2007, deixando o técnico Lula com cara de bobo? E ainda a recusa de uma jogadora talentosa, porém extremamente individualista como Iziane em voltar à quadra no Pré-Olímpico de 2008, peitando Paulo Bassul? E a máquina de moer técnicos na seleção que ocorreu na passagem de Hortência como diretora do basquete feminino?

Isso para falar apenas de ALGUNS dos problemas de quadra. Porque fora delas  vimos patrocinadores (de clubes e da seleção brasileira) fugirem para outras modalidades (vôlei e atletismo), dívidas se acumularem ao longo de anos e mesmo com uma quantidade de recursos públicos como nunca se viu, a CBB chegou a uma situação em que mal consegue se manter ativa. A Fiba deu o sinal de alerta – com um certo atraso, diga-se de passagem – no útimo final de semana, tendo o Ministério do Esporte como parceiro nas reclamações. O resultado disso foi o constrangedor encontro desta terça-feira, no qual até mesmo o ministro Aldo Rebelo participou.

Se quiser manter as chances de cumprir uma bela campanha e – porque não? – sonhar em subir ao pódio daqui a pouco mais de dois anos, nas Olimpíadas do Rio, é bom que Carlos Nunes tenha compreendido perfeitamente o que lhe foi passado em Brasília nesta terça-feira. Ou coloca sua entidade nos eixos ou entrará para a história da mesma forma que seus antecessores, como um dos responsáveis em manchar a história rica e vencedora do basquete brasileiro.

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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014 Mundiais, Olimpíadas, Seleção brasileira | 22:11

O final feliz de Adriana Araújo e a arte de engolir sapos

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Mauro José da Silva, Adriana Araújo e Ricardo Leyser, secretário de alto rendimento do Ministério do Esporte: cachimbo da paz

Mauro José da Silva, Adriana Araújo e Ricardo Leyser, secretário de alto rendimento do Ministério do Esporte: cachimbo da paz no boxe olímpico do Brasil

A definição do retorno à seleção brasileira de Adriana Araújo, medalhista de bronze na categoria até 60 kg no boxe feminino das Olimpíadas de Londres 2012, não poderia vir em melhor hora para o Brasil. Ainda sem ter assimilado a decisão dos irmãos Esquiva e Yamaguchi Falcão em optarem pelo profissionalismo, a CBBoxe (Confederação Brasileira de Boxe) finalmente recebeu um alento.

Ao lado de Everton Lopes e Robson Conceição, Adriana passa a se tornar, agora com seu retorno assegurado à seleção, em mais uma esperança real de medalha para o Brasil nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016. Classificada em terceiro lugar no ranking mundial da Aiba (Associação Internacional de Boxe Amador), Adriana Araújo tem enorme potencial para repetir o pódio de Londres ou até mesmo ir mais além.

E pensando no tal plano Brasil Medalhas (que inspirou a criação do Bolsa Pódio), o  Ministério do Esporte não queria de forma alguma ver de fora da equipe nacional nas Olimpíadas um talento como o da lutadora baiana. A meta brasileira, não se esqueçam, é ousada: deixar o país no top 10 do quadro de medalhas em 2016, o que sginificaria terminar os Jogos com cerca de 30 medalhas. Em Londres 2012 foram 17 o total de medalhas brasileiras.

Se do ponto de vista técnico o “acordo de paz” entre Adriana Araújo e Mauro José da Silva, presidente da CBBoxe, foi excelente, fico curioso para saber o saldo que a reunião desta quarta (antecipada aqui no blog) irá causar nas partes envolvidas.

Tanto o dirigente quanto a boxeador baiana são conhecidos pelo gênio forte. O próprio iG registrou, em sua cobertura nas Olimpíadas de Londres, as fortes palavras ditas por Adriana em relação a Silva. “Essa medalha é para calar a boca dele. Ele tentou me tirar da seleção, disse que eu não me classificaria e que não tinha condições de estar aqui. Mas vim e conquistei a medalha de bronze. Ele precisa aprender a valorizar os atletas do Brasil”, disse a boxeadora, logo após ganhar a medalha de bronze olímpica.

Em abril de 2013, quando a saída de Adriana da seleção foi definida, Mauro José da Silva deu o troco na atleta e já tinha a resposta na ponta da língua para justificar o corte: indisciplina. “Ela queria ficar na Bahia, com o técnico dela, mas em janeiro apresentou-se 14 kg mais gorda. Já tínhamos permitido isso outras duas vezes e os resultados foram terríveis”, afirmou na época ao blog.

Nesta quarta-feira, como demonstra a foto feita pela secretaria de alto rendimento do ministério do esporte, que intermediou o acordo, o clima era de paz e amor. “Nunca tive problemas com a CBBoxe. Sempre tive boa relação com as pessoas que trabalham lá. Em minha trajetória na seleção, consegui ser campeã em vários torneios e, com isso, alcancei uma boa pontuação”, disse Adriana, esquecendo-se do que havia declarado menos de dois anos atrás.

Neste ano haverá o Mundial feminino de boxe e certamente Adriana Araújo, se estiver em forma, é candidata à medalha. Vamos aguardar para ver se os sapos que a baiana e o dirigente engoliram na definição deste acordo valeram a pena.

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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014 Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 22:42

Novela entre CBBoxe e Adriana Araújo tem novo capítulo

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Adiana Araújo comemora vitória em luta que lhe garantiu o bronze em Londres

Adiana Araújo comemora vitória em luta que lhe garantiu o bronze em Londres

Será nesta quarta-feira, na sede do Ministério do Esporte, em Brasília, a reunião em que poderá ser sacramentada a paz entre a CBBoxe e a lutadora Adriana Araújo, primeira brasileira a conquistar uma medalha (bronze na categoria até 60 kg) no boxe feminino olímpico, em Londres 2012. Desde o ano passado, o Ministério tenta articular um acerto entre a entidade e Adriana, que entraram em rota de colisão ainda nas Olimpíadas.

Mesmo tendo conquistado um resultado inédito e histórico, Adriana Araújo não economizou nas críticas ao presidente da CBBoxe, Mauro José da Silva, acusando-o de ter tentado tirá-la da seleção feminina antes do Pré-Olímpico. Em abril do ano passado, a lutadora foi excluída da equipe feminina, sob alegação de estar acima do peso e demonstrar indisciplina com os treinadores.

SAIBA MAIS SOBRE O BOXE OLÍMPICO DO BRASIL

>>> Boxe feminino brasileiro vive clima de guerra
>>> Ministério do Esporte tenta acordo de paz entre CBBoxe e Adriana Araújo
>>> Esquiva também se torna profissional e abre crise no boxe

A reunião desta quarta-feira, que deverá começar por volta das 15h, no gabinete do secretário de alto rendimento do Ministério, Ricardo Leyser, será a terceira desde que a crise começou. Desta vez, parece que Adriana Araújo está disposta a ceder em algumas posições que antes pareciam irredutíveis. Ela, por exemplo, exigia treinar em Salvador, sob o comando de Luiz Carlos Dórea, e não treinar com o restante da equipe, em São Paulo.

Resta saber se o presidente da CBBoxe também irá recuar de sua decisão de não mais aceitar Adriana na seleção. Para o ministério, a presença da lutadora é importante no projeto brasileiro de conquistar o maior número de medalhas possíveis nos Jogos Olímpicos do Rio 2016 e terminar no top 10 do quadro de medalhas.

Importante lembrar que mesmo fora da seleção brasileira feminina há quase um ano, Adriana Araújo ainda é a terceira colocada no ranking mundial da Aiba (Associação Internacional de Boxe Amador) na categoria até 60 kg.

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terça-feira, 22 de outubro de 2013 Imprensa, Isso é Brasil, Seleção brasileira | 14:14

Pressão do Ministério do Esporte sobre a Confederação de Ginástica já começou

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Seleção brasileira de ginástica artística fechou contrato de patrocício com a Adidas

Seleção brasileira de ginástica artística fechou contrato de patrocício com a Adidas

Conforme antecipado pelo blog na última sexta-feira, o recado enviado pelo Ministério do Esporte à CBG (Confederação Brasileira de Ginástica), cobrando uma melhor gestão da entidade para a modalidade, já se tornou uma pressão declarada. O secretário de Alto Rendimento no ministério, Ricardo Leyser, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo nesta terça-feira, disse que espera até o início de 2014 para ver mudanças radicais na administração da CBG.  Do contrário, mudará a forma de repasse das verbas do governo.

Se confirmado, será um golpe duríssimo na entidade que comanda a ginástica artística brasileira, que assim como todas as demais, recebem valores altíssimos em verbas públicas, seja pela Lei Agnelo/Piva (com as cerbas das loterias), seja pelos convênios assinados com o Ministério do Esporte. Só das loterias, a CBG deverá receber R$ 3,3 milhões em 2013. Uma das formas que o governo pode fazer para passar os recursos aos atletas seria via COB (Comitê Olímpico Brasileiro) ou por patrocínio direto.

A entidade, hoje com sede em Aracaju e comandada por Maria Luciene Resende , não pode reclamar de falta de recursos. Conta com patrocínio de R$ 8 milhões da CAixa Econômica Federal e fechou recentemente um contrato de fornecimento de material esportivo com a Adidas. Em compensação, não vem investindo corretamente na renovação – a ponto de ter tido apenas duas atletas femininas classificadas para o último Mundial da Antuérpia, uma delas a veterana Daniele Hypólito – e enfrentado vexames em campeonatos na base. Como no último Brasileiro júnior, onde não havia médico de plantão para atender um atleta que sofreu uma fratura.

Na linguaguem do futebol, a CBG está pendurada com dois cartões amarelos.

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sexta-feira, 18 de outubro de 2013 Isso é Brasil, Seleção brasileira | 18:13

Via Zanetti, Governo manda recado para Confederação de ginástica

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O secretário de Alto Rendimento, Ricardo Leyser, conversa com Arthur Zanetti

O secretário de Alto Rendimento, Ricardo Leyser, conversa com Arthur Zanetti: planos para 2016 e bronca na CBG

Nesta última quinta-feira, o ginasta campeão olímpico e mundial das argolas, Arthur Zanetti, visitou o Ministério do Esporte, onde encontrou-se com o secretário nacional de Alto Rendimento, Ricardo Leyser. Há cerca de dez dias, o técnico de Zanetti, Marcos Gotto, não poupou críticas à falta de estrutura para seu pupilo e os demais ginastas que treinam em São Caetano do Sul, sobre as condições dos equipamentos disponíveis e também sobre a falta de um centro de treinamento nacional para a ginástica artística brasileira (confira a reportagem do iG sobre o assunto).

Segundo o blog apurou, na época as declarações não foram bem recebidas por Leyser, que lembrava a interlocutores que o ginasta participa do programa Bolsa-Atleta e também será contemplado pelo programa Bolsa Pódio, para auxílio na preparação visando as Olimpíadas do Rio 2016, possivelmente no valor máximo mensal previsto de R$ 15 mil. Por conta desta irritação do secretário, esperava-se que no encontro o ginasta acabasse escutando algum tipo de repreensão endereçada ao seu treinador, mas isso não ocorreu.

“Houve uma boa conversa, o Zanetti deu opiniões a respeito dos projetos que estão sendo encaminhados, tanto para ele, que é uma das apostas do ministério para os Jogos do Rio, quanto para a ginástica artística. Em resumo, zeramos tudo e agora já estamos pensando em 2016”, afirmou um interlocutor, em conversa com o blog.

Mas o governo aproveitou o encontro para passar um recado claro à CBG (Confederação Brasileira de Ginástica). A entidade, que não tem competência para colocar um médico de plantão em um simples campeonato juvenil, ou que vê clubes privados, como o Náutico União, tendo projetos de importação de equipamentos de ponta aprovados, levou um pito de Leyser.

“Vamos conversar com a CBG para avaliar a situação e verificar medidas corretivas, mas entendo ser necessária uma ação conjunta e mais incisiva do Ministério, do Comitê Olímpico Brasileiro e da Caixa – patrocinadora da modalidade – para melhorar a gestão da confederação, sobretudo nas ações de preparação da seleção para os Jogos Olímpicos de 2016”, disse o secretário de Alto Rendimento.

Abre o olho, CBG…

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