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Posts com a Tag Prêmio Brasil Olímpico

terça-feira, 2 de dezembro de 2014 Ídolos, Seleção brasileira | 13:43

Lais Souza será homenageada no Prêmio Brasil Olímpico

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Laís Souza tem contado com apóio permanente de sua família no processo de recuperação do acidente que a deixou tetraplégica

Lais Souza receberá uma homenagem especial no Prêmio Brasil Olímpico

A ex-ginasta e esquiadora Lais Souza, que ficou tetraplégica após sofrer um acidente de esqui no final de janeiro, às vésperas de disputar as Olimpíadas de inverno de Sochi, será homenageada durante a entrega do Prêmio Brasil Olímpico, que ocorrerá no próximo dia 16, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pelo diretor superintendente do COB (Comitê Olímpico do Brasil), Marcus Vinícius Freire, em entrevista ao blog.

Será a primeira vez que Laís virá ao Brasil desde o grave acidente ocorrido em um treino, no dia 27 de janeiro, nos EUA, quando aguardava a confirmação de sua classificação para a prova do ski aerials em Sochi. No acidente, Lais lesionou a coluna e perdeu os movimentos do ombro para baixo. Desde então, segue tetraplégica.

Além de ser homenageada no Brasil Olímpico, Lais deverá participar de uma palestra na Universidade Estácio de Sá, no Rio,  e revalidar seu visto de permanência em Miami, onde vem morando desde que ocorreu o acidente e vem passando por um complexo tratamento com células-tronco. Ela passará as festas de final de ano no Brasil e retornará aos EUA assim que o visto for revalidado.

>>> Veja também: Uma grande vitória de Lais Souza

Em novembro, Lais Souza conseguiu uma vitória pessoal com a aprovação do projeto de lei, de autoria da deputada federal Mara Gabrili, que prevê o pagamento de pensão vitalícia no teto da Previdência Social (hoje em R$ 4.390,24). O valor proposto para a pensão segue a mesma regra aplicada ao benefício pago aos atletas que foram tricampeões mundiais de futebol, nas Copas de 1958, 1962 e 1970.

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sexta-feira, 28 de novembro de 2014 Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 23:52

Técnicos gringos são uma benção ao esporte do Brasil

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O técnico dinamarquês Morten Soubak está bem preocupado com o futuro do handebol brasileiro

O dinamarquês Morten Soubak foi premiado pelo trabalho que levou o Brasil ao título mundial feminino no handebol

Antes de mais nada e para evitar as pedradas desnecessárias do “amigo internauta”, quero esclarecer que este post não é uma crítica ao trabalho dos bravos treinadores dos esportes olímpicos do Brasil. Só eles sabem a dificuldade que foi trabalhar nestes anos todos sem investimento – que começaram a aumentar de fato no esporte de alto rendimento desde 2010, um ano depois do Brasil ganhar a sede das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.

Isto posto, é necessário que se reconheça uma verdade absoluta: as principais modalidades esportivas só cresceram, evoluíram e venceram nos últimos anos, em boa parte por causa da presença dos treinadores estrangeiros por aqui.

Os exemplos são inúmeros. Atualmente, mais de 40 trabalham por aqui. Há modalidades que precisaram da presença de um profissional estrangeiro para realmente darem um salto de qualidade. Outras aproveitaram a experiência de quem veio de fora para aprimorar os bons trabalhos que já estavam sendo feitos por aqui. E claro que existem os casos em que nem com os gringos a modalidade conseguiu sair do limbo, mas isso foi exceção.

Ou alguém já se esqueceu da importância do argentino Rubén Magnano ao fazer o basquete brasileiro recuperar a auto-estima, voltar às Olimpíadas e cumprir uma brilhante campanha nos Jogos de Londres 2012 e na Copa do Mundo da Espanha, neste ano?

Jesús Morlán teve papel fundamental na evolução de Isaquias Queiroz na canoagem de velocidade

O espanhol Jesús Morlán teve papel fundamental na evolução de Isaquias Queiroz na canoagem de velocidade

A escolha do espanhol Jesús Morlán, da seleção brasileira de canoagem velocidade, e do dinamarquês Morten Soubak, respectivamente como os melhores treinadores nas categorias modalidade individual e coletiva, foi mais do que justa. A de Soubak veio até com atraso, mas essa por conta do calendário. A escolha dos vencedores do Brasil Olímpico de 2013 já estava definida antes da final do Mundial da Sérvia, quando de forma inédita e emocionante, a seleção brasileira feminina faturou o título.

>>> Veja também: Com ausências importantes, começa a votação para o Atleta da Torcida do prêmio do COB

A escolha de Morlán foi igualmente justa, afinal ele chegou há menos de dois anos e já contribuiu para a clara evolução da modalidade, especialmente de Isaquias Queiroz, bicampeão mundial na categoria C1 500 m (não olímpica).

Sem menosprezar os competentes treinadores brasileiros, é preciso tirar o chapéu para os gringos, que estão ajudando a colocar o esporte brasileiro em um outro patamar.

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segunda-feira, 17 de novembro de 2014 Ídolos, Isso é Brasil, Seleção brasileira | 17:08

Com ausências importantes, começa votação para o Atleta da Torcida do prêmio do COB

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Montagem com todos os candidatos ao prêmio Atleta da Torcida, do Prêmio Brasil Olímpico

Montagem com todos os candidatos ao prêmio Atleta da Torcida, do Prêmio Brasil Olímpico

Desde o último domingo (16) já é possível votar para a escolha do Atleta da Torcida, nova categoria do Prêmio Brasil Olímpico, que escolhe os melhores nomes do esporte brasileiro no ano. O público terá 12 opções (individual ou duplas) para eleger o seu preferido, via internet (http://www.cob.org.br/pbo), que receberá também um prêmio de R$ 30 mil. A escolha será anunciada durante a cerimônia do Prêmio Brasil Olímpico, marcada para o dia 16 de dezembro, no Theatro Municipal, no Rio de Janeiro.

Para votar, a pessoa deverá usar o Twitter ou Facebook, usando hashtags que devem conter #EuVotoPBO e o nome do atleta. Os indicados são os seguintes: Cesar Cielo (natação), Diego Hypolito (ginástica artística), Isaquias Queiroz (canoagem velocidade), Marcus Vinícius D’Almeida (tiro com arco), Matheus Santana (natação), Tiago Splitter (basquete), Aline Ferreira (luta), Flavia Saraiva (ginástica artística), Larissa e Talita (vôlei de praia), Martine Grael e Kahena Kunze (vela), Mayra Aguiar (judô) e Sheila Castro (vôlei).

Segundo o COB (Comitê Olímpico do Brasil), foram selecionados “atletas ou duplas que marcaram o esporte brasileiro em 2014, seja por sua performance, exemplo de superação, conquista inédita ou por suas atitudes e condutas”, de acordo com comunicado da entidade.

VEJA TAMBÉM

>>> COB usará internet para eleger o Atleta da Torcida e dará prêmio de R$ 30 mil

Pessoalmente, dois nomes importantes faltaram nesta lista do COB. O primeiro,  o da nadadora Ana Marcela Cunha, da maratona aquática. Além de ter sido tricampeã da Copa do Mundo, ela subiu ao pódio em todas as etapas da competição, um feito inédito. Outro nome que facilmente poderia fazer parte da lista é o da saltadora Fabiana Murer, que neste ano assegurou o título da Liga de Diamente, o mais badalado circuito de provas da Iaaf (Federação das Associações Internacionais de Atletismo), no salto com vara.

De qualquer forma, apesar do esquecimento imperdoável, as duas ainda podem ser eleitas como a melhor atleta de 2014, na votação que será feita por um júri composto por jornalistas, dirigentes, ex-atletas e personalidades do esporte. Também será eleito o melhor atleta masculino de 2014 e ambos receberão ainda um prêmio de R$ 30 mil.

As hashtags dos concorrentes ao prêmio “Atleta da Torcida” são as seguintes:

Cesar Cielo #EuVotoPBOCesar
Diego Hypólito #EuVotoPBODiego
Isaquias Queiroz #EuVotoPBOIsaquias
Marcus Vinicius D’Almeida #EuVotoPBOMarcusVinicius
Matheus Santana #EuVotoPBOMatheus
Tiago Splitter #EuVotoPBOTiago
Aline Silva #EuVotoPBOAline
Flávia Saraiva #EuVotoPBOFlavia
Larissa e Talita #EuVotoPBOLarissaTalita
Martine Grael e Kahena Kunze #EuVotoPBOMartineKahena
Mayra Aguiar #EuVotoPBOMayra
Sheilla Castro #EuVotoPBOSheilla

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quarta-feira, 12 de novembro de 2014 Isso é Brasil, Seleção brasileira | 18:09

COB usará internet para eleger o ‘Atleta da Torcida’ e dará prêmio de R$ 30 mil

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Poliana Okimoto, da maratona aquática, e Jorge Zarif, da vela, foram os melhores atletas de 2013

Poliana Okimoto, da maratona aquática, e Jorge Zarif, da vela, foram os melhores de 2013

As redes sociais terão um peso decisivo no Prêmio Brasil Olímpico de 2014, que será realizado no próximo dia 16 de dezembro, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A 16ª edição da festa, que escolhe os melhores atletas de 43 modalidades esportivas, terá como novidade a inclusão da categoria “Atleta da Torcida”, que irá se juntar aos prêmios especiais de Melhor Atleta do Ano, masculino e feminino.

Os vencedores destas três categorias também receberão um prêmio em dinheiro no valor de R$ 30 mil, só que o “Atleta da Torcida” será escolhido via redes sociais do COB (Facebook e Twitter). A partir do dia 16 de novembro, um mês antes da cerimônia, o público já conhecerá os concorrentes e poderá votar no seu preferido. Ou seja, aquele atleta que tiver um bom fã-clube e for mais engajado nas redes sociais, já terá uma vantagem considerável em relação aos seus concorrentes.

Já os escolhidos como Melhor Atleta do Ano (masculino e feminino) serão eleitos por um colégio eleitoral formado por jornalistas, dirigentes, ex-atletas e personalidades do esporte, até o próximo dia 18.

Os medalhistas nos Jogos Olímpicos da Juventude de Nanquim, realizados em agosto, na China, também receberão uma homenagem especial. O Brasil encerrou a competição com 15 medalhas (seis de ouro, oito de prata e uma de bronze), contra sete conquistadas em Cingapura 2010, edição inaugural do evento.

Conheça a relação de vencedores de todas as edições do Prêmio Brasil Olímpico

1999 – Maurren Maggi (atletismo) e Gustavo Kuerten (tênis)
2000 – Leila Barros (vôlei) e Gustavo Kuerten (tênis)
2001 – Daniele Hypolito (ginástica artística) e Robert Scheidt (vela)
2002 – Daniele Hypolito (ginástica artística) e Nalbert (vôlei)
2003 – Daiane dos Santos (ginástica artística) e Fernando Meligeni (tênis)
2004 – Daiane dos Santos (ginástica artística) e Vanderlei Cordeiro de Lima (atletismo)
2005 – Natália Falavigna (taekwondo) e João Derly (judô)
2006 – Laís Souza (ginástica artística) e Giba (vôlei)
2007 – Jade Barbosa (ginástica artística) e Thiago Pereira (natação)
2008 – Maurren Maggi (atletismo) e Cesar Cielo (natação)
2009 – Sarah Menezes (judô) e Cesar Cielo (natação)
2010 – Fabiana Murer (atletismo) e Murilo Endres (vôlei)
2011 – Fabiana Murer (atletismo) e Cesar Cielo (natação)
2012 – Sheilla Castro (vôlei) e Arthur Zanetti (ginástica)
2013 – Poliana Okimoto (maratona aquática) e Jorge Zarif (vela)

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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013 Ídolos, Isso é Brasil, Seleção brasileira | 14:03

As redes sociais invadiram o esporte. Para o bem e para o mal

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Poliana Okimoto e Jorge Zarif exibem os prêmios de melhores do ano

Poliana Okimoto e Jorge Zarif exibem os prêmios de melhores do ano

Em 2000, na pré-história da internet, a Fifa realizou uma eleição em seu site para incentivar a participação dos internautas em seu site, perguntando qual havia sido o maior jogador do século 20. Eis que a entidade acabou sendo pega de surpresa com o resultado da enquete, que apontou o argentino Diego Maradona – notório desafeto dos dirigentes da Fifa – como o eleito, e não Pelé, que era quem os cartolas queriam eleger. Para não jogar a credibilidade de seu site na lata do lixo, usaram uma esperta solução: Maradona ficou com o título de jogador escolhido pela internet, enquanto Pelé foi eleito após a votação de um juri especializado.

Puxo esse caso da memória para comentar o resultado da eleição do Prêmio Brasil Olímpico, que escolhe os melhores atletas do esporte do país, e cuja festa foi realizada nesta terça-feira, em São Paulo. Embora normalmente seja uma premiação sem surpresas, o evento de ontem causou um certo alvoroço ao ver o jovem velejador Jorge Zarif, que foi campeão mundial da classe Finn este ano, desbancar os favoritíssimos Cesar Cielo (natação) e Arthur Zanetti (ginástica artística), igualmente campeões do mundo em 2013. O que me deixou mais estarrecido, porém, foi a declaração de Zarif admitindo ter feito um pesado lobby entre colegas de faculdade, familiares, amigos e seguidores em suas redes sociais, para que votassem nele.

Nada contra quem faça campanha em causa própria. Se Zanetti ou Cielo não se preocuparam com isso, Zarif não tem nada a ver com isso. E  que fique claro, não há neste texto qualquer crítica ou tentativa de desmerecer o brilhante feito do velejador, o primeiro brasileiro campeão mundial da Finn desde 1972. Mas não consigo engolir uma eleição que não aponte Cielo ou Zanetti como melhor atleta olímpico do Brasil em 2013. Por isso, é de se questionar a validade do uso do voto pela internet para se apontar o melhor atleta do Brasil, como foi o caso.

Lembro também outra polêmica participação do “amigo internauta” neste mesmo Brasil Olímpico, quando a judoca Sarah Menezes – que havia sido bicampeã mundial junior na época – foi eleita a melhor atleta do ano, desbancando Poliana Okimoto (com justiça eleita campeã de 2013) e Natalia Falavigna, do taekwondo. Na época, o governo do Piauí fez um pesado lobby atrás de votos para Sarah, que levou o prêmio na ocasião. Mas será que merecia na época?

Não dá para ignorar a importância das redes sociais no esporte mundial, em particular no esporte olímpico. Hoje, o COI tem um canal dedicado exclusivamente às redes sociais, um aplicativo chamado “Olympic Athletes Hub”, onde o fã pode acompanhar simplesmente tudo sobre seu ídolo.É bacana, vale a pena conferir.

Usada com sabedoria, as redes sociais podem ajudar muito na divulgação dos esportes olímpicos. O contrário, contudom pode ter um efeito nocivo.

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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012 Ídolos, Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 18:18

Prêmio do COB precisa ser repensado

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Sheilla e Arthur Zanetti foram eleitos os melhores atletas de 2012, segundo o COB

Nada, absolutamente nada contra a ponteira Sheilla Castro, que teve papel fundamental na conquista do bicampeonato olímpico pela seleção feminina de vôlei em Londres 2012. Aliás, a companheira Aretha Martins, em seu Mundo do Vôlei, analisou de forma bem completa o excelente ano que a jogadora teve. Mas considerei absolutamente injusto que ela tenha superado a judoca Sarah Manezes e a pentatleta Yane Marques na escolha do Prêmio Brasil Olímpico, promovido pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro), divulgado nesta terça-feira.

Em primeiro lugar, a entidade teria que repensar a própria metodologia do prêmio, onde além de submeter a jornalistas especializados  a escolha dos indicados, submete os atletas a uma votação popular, pela internet. Aí começa o primeiro problema. Não há como negar que no universo olímpico, o vôlei tem muito mais popularidade que o judô, a começar pela exposição que o esporte tem na mídia (TV fechada e aberta). Depois, a própria exposição que Sheilla teve no período pós-Londres, com direito a ensaio sensual na revista VIP. E pra completar, o ouro do vôlei veio no penúltimo dia dos Jogos, enquanto que o de Sarah surgiu logo no primeiro dia de competição. O que fica mais vivo na memória do torcedor comum?

Por fim, vejo um desequilíbrio comparar o feito de Sheilla, obtido em um esporte coletivo e numa equipe acostumada com vitórias e pódios internacionais, em relação a Sarah Menezes. A judoca, que fez parte de sua preparação em Teresina (PI), nem sequer era apontada como favorita ao ouro em sua categoria (48 kg).

Muitos argumentaram ontem, nas redes sociais, que Yane Marques, do pentatlo moderno, que levou o bronze nos Jogos de Londres, também mereceria o prêmio. Sem dúvida que sim, seu feito foi igualmente notável, ainda mais por se tratar de um esporte ainda mais desconhecido e por Yane ter encontrado muito mais dificuldades em sua preparação.  Mas aí vejo que o critério do resultado em si serve como desempate.

Por fim, uma questão polêmica: será que vale a pena distribuir os prêmios para os melhores atletas por cada modalidade? Afinal, em alguns esportes, com exceção do pai, mãe, marido, esposa, namorada(o), ninguém faz a menor ideia de quem é o escolhido. Soa como uma premiação política, apenas para agradar aos presidentes das confederações.

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quarta-feira, 21 de novembro de 2012 Ídolos, Olimpíadas, Seleção brasileira | 19:09

Escolha o melhor atleta do Brasil

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Os candidatos ao Prêmio Brasil Olímpico 2012 foram anunciados nesta quarta-feira

Já são conhecidos os candidatos ao prêmio de Melhor Atleta de 2012, categoria masculina e feminina, do Prêmio Brasil Olímpico, organizado pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro). Nesta quarta-feira, a entidade anunciou os três atletas na categoria masculina e os três na feminina que estarão na disputa, escolhidos pelo público através da internet a partir desta quinta-feira, no site do próprio COB (www.cob.org.br). A festa de premiação está marcada para o dia 18 de dezembro, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Na verdade, não houve surpresa nas indicações, tendo sido escolhidos os destaques individuais do Brasil nos Jogos de Londres 2012. Entre as mulheres, estão concorrendo a judoca Sarah Menezes, medalha de ouro no judô; Sheilla Castro, integrante da seleção brasileira feminina de vôlei que faturou o bicampeonato olímpico; e Yane Marques, a melhor  surpresa em Londres, com medalha de bronze no pentatlo moderno.

Na categoria masculina, os escolhidos para concorrer ao prêmio são Arthur Zanetti, ouro na prova das argolas na ginástica artística masculina; Thiago Pereira, prata nos 200 m medley da natação em Londres; e Esquiva Falcão, também prata no boxe masculino olímpico.

Segundo o COB, a escolha dos três indicados ao prêmio em cada categoria foi feita por um juri composto por jornalistas, dirigentes, ex-atletas e personalidades do esporte. Estes votos terão 50% de peso na eleição final, após serem computados os votos na internet. Em 2011, os escolhidos foram Cesar Cielo (natação) e Fabiana Murer (atletismo).

O blogueiro não fica em cima do muro e declara que seus votos foram para Arthur Zanetti e Sarah Menezes.

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