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Posts com a Tag Poliana Okimoto

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014 Histórias do esporte, Ídolos, Isso é Brasil, Listas, Mundiais, Olimpíadas, Seleção brasileira | 19:03

Uma breve reflexão sobre números e medalhas

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Seleção feminina de handebol comemora a conquista do inédito título mundial na Sérvia

Seleção feminina de handebol comemora o inédito título mundial na Sérvia

Neste primeiro post de 2014, creio ser ainda ser necessário comentar sobre um fato que acabou passando batido por aqui no final do ano recém-encerrado: a campanha dos esportes olímpicos do Brasil em 2013, que cravaram o melhor desempenho do país no primeiro ano pós-olímpico desde 2000. Graças aos diversos mundiais que estiveram em disputa na última temporada, o Brasil conseguiu um total de 27 medalhas em modalidades presentes no programa olímpico, feito nunca antes alcançado. Antes disso, a melhor marca havia sido alcançada em 2005, um ano após as Olimpíadas de Atenas 2004, com 11 medalhas.

Destas 27 medalhas, oito delas foram de ouro, a última delas conquistada de forma brilhante pela seleção feminina de handebol, campeã mundial diante da Sérvia, em dezembro. Os demais ouros de 2013 vieram com César Cielo (natação – 50 m livre); Arthur Zanetti (ginástica artística – argolas); Rafaela Silva (judô – 57 kg); Jorge Zarif (vela – classe Finn); Robert Scheidt (vela – classe Laser); Poliana Okimoto (maratonas aquáticas – 10 km); e vôlei feminino (Grand Prix).

Diante do ótimo resultado, tanto o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) quanto o Ministério do Esporte – um dos principais financiadores do esporte olímpico nacional, através do Bolsa Atleta e Bolsa Pódio, entre outros convênios – trataram de enaltecer o feito, lembrando em comunicados à imprensa que o Brasil terminou 2013 no oitavo lugar em um hipotético quadro de medalhas envolvendo as competições olímpicas no ano passado. Coincidentemente, o resultado está dentro da meta estabelecida, tanto pelo COB como pelo Ministério, para as Olimpíadas de 2016, no Rio, quando se espera que o país termine os Jogos entre os dez primeiros.

>>> Leia ainda: O dia em que o handebol deixou de ser ‘pé de página’ no Brasil

Mas por uma questão de padronização, esse 8º lugar deveria ser tratado como um 10º lugar. Antes da minha justificativa, uma rápida historinha olímpica…

A extinta União Soviética fez sua estreia em Olimpíadas nos Jogos de Helsinque, em 1952. Em plena Guerra Fria com os Estados Unidos, os soviéticos queriam aproveitar sua primeira participação olímpica para também fazer propaganda do regime comunista. E em sua Vila Olímpica particular (a delegação não quis se misturar com os demais atletas) os dirigentes da URSS instalaram na entrada um quadro onde computava as medalhas que eram conquistadas por seus atletas, em comparação às dos americanos. Era o primeiro quadro de medalhas da história das Olimpíadas. A partir de então, a imprensa passou a publicar listas com o total de medalhas conquistadas a cada edição dos Jogos. Mas essa é uma classificação extra-oficial.

Se você procurar no site do COI (Comitê Olímpico Internacional), não irá encontrar qualquer quadro de medalhas, pois a entidade considera apenas os campeões olímpicos de cada prova. Não sou hipocritamente purista como os nobres membros do COI e considero natural que a imprensa crie uma forma de classificar os ganhadores de medalhas nos Jogos Olímpicos. Porém, é bom deixar claro que oficialmente essa classificação não existe.

>>> Veja também: Mundial de Barcelona coinsagra Cielo, Thiago e Poliana, mas também merece uma reflexão

Os quadros de medalha olímpicos têm em geral sua classificação feita pelo tipo de medalha conquistada: primeiro, ouro, depois a prata, em seguida o bronze e por fim o total de medalhas. Mas é claro que os critérios mudam de acordo com o gosto do freguês. Assim ocorreu com vários veículos de comunicação dos EUA, que começaram a fazer a classificação de seus quadros pelo total de medalhas de Pequim 2008, justamente quando os ouros chineses deixaram as conquistas americanas para trás. No final, a China teve 51 ouros (100 no total) e os EUA faturaram 36 ouros (e 110 no total).

Volto a reforçar: para o COI, essa classificação não tem a menor importância!

No quadro de medalhas olímpicas de 2013 do COB, o critério usado é pelo total de medalhas obtidas. Assim, Japão (dez ouros), Coréia do Sul e Hungria (nove ouros cada um) aparecem atrás do Brasil, que levando em conta a classificação habitualmente adotada pela mídia, ficaria atrás destes três países, mas ainda assim estaria à frente da Austrália ( sete ouros no ano passado), que no quadro original ficou à frente do Brasil.

>>> E mais: O esporte do Brasil merece um campeão como Arthur Zanetti?

Como diz o título do post, o objetivo foi fazer com que uma pequena reflexão seja feita diante dos excelentes resultados obtidos pelos atletas brasileiros no ano que passou. Estamos no caminho certo, mas muito longe ainda de poder apontar o país como uma “potência olímpica”, como alguns mais fanáticos podem pensar.

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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013 Ídolos, Isso é Brasil, Seleção brasileira | 14:03

As redes sociais invadiram o esporte. Para o bem e para o mal

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Poliana Okimoto e Jorge Zarif exibem os prêmios de melhores do ano

Poliana Okimoto e Jorge Zarif exibem os prêmios de melhores do ano

Em 2000, na pré-história da internet, a Fifa realizou uma eleição em seu site para incentivar a participação dos internautas em seu site, perguntando qual havia sido o maior jogador do século 20. Eis que a entidade acabou sendo pega de surpresa com o resultado da enquete, que apontou o argentino Diego Maradona – notório desafeto dos dirigentes da Fifa – como o eleito, e não Pelé, que era quem os cartolas queriam eleger. Para não jogar a credibilidade de seu site na lata do lixo, usaram uma esperta solução: Maradona ficou com o título de jogador escolhido pela internet, enquanto Pelé foi eleito após a votação de um juri especializado.

Puxo esse caso da memória para comentar o resultado da eleição do Prêmio Brasil Olímpico, que escolhe os melhores atletas do esporte do país, e cuja festa foi realizada nesta terça-feira, em São Paulo. Embora normalmente seja uma premiação sem surpresas, o evento de ontem causou um certo alvoroço ao ver o jovem velejador Jorge Zarif, que foi campeão mundial da classe Finn este ano, desbancar os favoritíssimos Cesar Cielo (natação) e Arthur Zanetti (ginástica artística), igualmente campeões do mundo em 2013. O que me deixou mais estarrecido, porém, foi a declaração de Zarif admitindo ter feito um pesado lobby entre colegas de faculdade, familiares, amigos e seguidores em suas redes sociais, para que votassem nele.

Nada contra quem faça campanha em causa própria. Se Zanetti ou Cielo não se preocuparam com isso, Zarif não tem nada a ver com isso. E  que fique claro, não há neste texto qualquer crítica ou tentativa de desmerecer o brilhante feito do velejador, o primeiro brasileiro campeão mundial da Finn desde 1972. Mas não consigo engolir uma eleição que não aponte Cielo ou Zanetti como melhor atleta olímpico do Brasil em 2013. Por isso, é de se questionar a validade do uso do voto pela internet para se apontar o melhor atleta do Brasil, como foi o caso.

Lembro também outra polêmica participação do “amigo internauta” neste mesmo Brasil Olímpico, quando a judoca Sarah Menezes – que havia sido bicampeã mundial junior na época – foi eleita a melhor atleta do ano, desbancando Poliana Okimoto (com justiça eleita campeã de 2013) e Natalia Falavigna, do taekwondo. Na época, o governo do Piauí fez um pesado lobby atrás de votos para Sarah, que levou o prêmio na ocasião. Mas será que merecia na época?

Não dá para ignorar a importância das redes sociais no esporte mundial, em particular no esporte olímpico. Hoje, o COI tem um canal dedicado exclusivamente às redes sociais, um aplicativo chamado “Olympic Athletes Hub”, onde o fã pode acompanhar simplesmente tudo sobre seu ídolo.É bacana, vale a pena conferir.

Usada com sabedoria, as redes sociais podem ajudar muito na divulgação dos esportes olímpicos. O contrário, contudom pode ter um efeito nocivo.

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segunda-feira, 5 de agosto de 2013 Ídolos, Isso é Brasil, Mundiais, Seleção brasileira | 14:10

Mundial de Barcelona consagra Cielo, Thiago e Poliana, mas também merece uma reflexão

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Com um pequeno atraso – em razão de problemas técnicos enfrentados nos blogs do iG Esporte neste final de semana – , é necessário que se faça uma breve análise a respeito da belíssima participação do Brasil no Mundial de esportes aquáticos, encerrado neste domingo em Barcelona. Se por um lado foi uma campanha para se tirar o chapéu, embalada pelos ouros de Cesar Cielo nos 50 m livre e borboleta e o de Poliana Okimoto na maratona aquática, por outro é preciso que se faça uma ponderação equilibrada e sem arroubos patrióticos sobre os resultados alcançados.

Cielo comemora a medalha de ouro nos 50 m livre, garantindo o tricampeonato mundial

Primeiro, os pontos positivos que se podem extrair de Barcelona 2013. O Mundial espanhol serviu para consagrar a figura de Cesar Cielo como o maior nadador brasileiro de todos os tempos. Dificilmente haverá um outro velocista como ele nos próximos 20 anos, imagino. Sua superação ao se tornar o primeiro tricampeão mundial da história nos 50 m livre e bi mundial nos 50 m borboleta, depois da frustração com o bronze nas Olimpíadas de Londres, é coisa de outro mundo.  Sem esquecer que precisou também encarar cirurgia nos dois joelhos e uma mudança radical em sua preparação, abandonando o projeto P.R.O. 16 e voltando a treinar nos EUA com um técnico desconhecido, Scott Goodrich, seu ex-companheiro de treinos em Auburn.

O feito de Poliana Okimoto também foi notável. Depois do drama que viveu em Londres, quando passou mal em plena disputa da prova dos 10 km da maratona aquática, ela superou os seus fantasmas e deu a volta por cima ao conquistar o ouro em Barcelona de forma emocionante. Assim como foram as medalhas de bronze de Thiago Pereira, nos 200 e 400 m medley (prova que por sinal ele disse que não nadaria). Até Londres 2012, Thiago tinha que conviver com o estigma de só brilhar em Jogos Pan-Americanos (que lhe rendeu o incômodo apelido de “Mr. Pan, por sinal). Após a prata olímpica e as duas medalhas no Mundial, o nadador de Volta Redonda zerou esta fase de piadinhas maldosas em sua carreira.

Em termos de resultados, a participação brasileira em Barcelona foi exemplar. Até este Mundial, o país havia faturado 12 medalhas desde a primeira edição, em 1973. Só neste ano, foram dez, incluindo nesta conta a maratona aquática, a grata surpresa desta campanha. Houve também uma evolução em relação ao Mundial anterior, realizado em Xangai, na China: desta vez, o Brasil conseguiu marcar presença em 12 finais, o dobro de provas de 2011 (6).

>>> Leia também: Cesar Cielo e a arte de se reinventar

É neste ponto que uma ponderação precisa ser feita. A boa campanha da natação do Brasil nesta primeira grande competição do próximo ciclo olímpico mostrou que se houve evolução em comparação com o Mundial anterior, é preciso lembrar que no Mundial de 2009, em Roma, os brasileiros chegaram a 18 finais. Além disso, ganhou menos ouros do que na China: em 2011, foram quatro medalhas douradas, com duas de Cielo nas mesmas provas, Ana Marcela Cunha ganhando os 25 km da maratona aquática e Felipe França ganhando os 50 m peito.

>>> Veja ainda: Confira as medalhas do Brasil nos Mundiais de esportes aquáticos

Outro ponto preocupante é a falta de renovação. Mais uma vez, os bons resultados vieram com nomes já consagrados e conhecidos, dos quais já se esperava um bom resultado. A nova geração ainda ficou devendo, o que não deixa de ser preocupante tendo como objetivo as Olimpíadas de 2016, daqui a exatos três anos.

Da mesma forma, é necessário ligar o sinal amarelo quando se analisa as demais modalidades que disputaram o Mundial (polo aquático, saltos ornamentais e nado sincronizado), todas com resultados pífios ou pouco representativos. Para estes, o relógio começa a correr rápido demais em direção às Olimpíadas do Rio de Janeiro, sem perspectivas de grandes resultados.

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Almanaque, Ídolos, Listas, Seleção brasileira | 12:18

As medalhas do Brasil nos mundiais de esportes aquáticos

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Thiago Pereira comemora a conquista da medalha de bronze nos 400 m medley no Mundial de Barcelona

Atualizado em 5/8/2013

Confira abaixo quem, quando e onde conquistou medalhas para o Brasil em Mundiais de esportes aquáticos (até 5/8/2013). No total, o Brasil acumula 22 medalhas ao longo da história

MEDALHA DE OURO

Ricardo Prado – natação/400m medley – Guayaquil (Equador)/1982
Cesar Cielo – natação/50m livre – Roma (Itália)/2009
Cesar Cielo – natação/100m livre – Roma (Itália)/2009
Ana Marcela Cunha – maratona aquática/25km – Xangai (China)/2011
Cesar Cielo – natação/50m borboleta – Xangai (China)/2011
Felipe França – natação/50m peito – Xangai (China)/2011
Cesar Cielo – natação/50m livre – Xangai (China)/2011
Poliana Okimoto – maratona aquática/10km – Barcelona (Espanha)/2013
Cesar Cielo – natação/50m borboleta – Barcelona (Espanha)/2013
Cesar Cielo – natação/50m livre – Barcelona (Espanha)/2013

MEDALHA DE PRATA

Felipe França – natação/50m peito – Roma (Itália)/2009
Poliana Okimoto – maratona aquática/5 km – Barcelona (Espanha)/2013
Ana Marcela Cunha – maratona aquática/10km – Barcelona (Espanha)/2013

MEDALHA DE BRONZE

Rômulo Arantes Jr – natação/100m costas – Berlim (Alemanha)/1978
Gustavo Borges – natação/100m livre – Roma (Itália)/1994
Fernando Scherer, André Teixeira, Teófilo Ferreira e Gustavo Borges – natação/revezamento 4x100m livre – Roma (Itália)/1994
Poliana Okimoto – maratona aquática/5km – Roma (Itália)/2009
Ana Marcela Cunha – maratona aquática/5km – Barcelona (Espanha)/2013
Poliana Okimoto, Allan do Carmo e Samuel de Bona – maratona aquática/prova por equipe  – Barcelona (Espanha)/2013
Felipe Lima – natação/100m peito – Barcelona (Espanha)/2013
Thiago Pereira -natação/200m medley – Barcelona (Espanha)/2013
Thiago Pereira – natação/400m medley – Barcelona (Espanha)/2013

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terça-feira, 23 de julho de 2013 Ídolos, Mundiais, Seleção brasileira | 14:08

Um ouro para lavar a alma de Poliana

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Poliana Okimoto festeja sua vitória na proava de 10 km da maratona aquática do Mundial de Barcelona

Simplesmente histórico o resultado alcançado pela natação feminina do Brasil nesta terça-feira, com as medalhas obtidas por Poliana Okimoto (ouro) e Ana Marcela Cunha (prata) na prova de 10 km da maratona aquática no Mundial de esportes aquáticos de Barcelona. Nunca as mulheres brasileiras conseguiram ocupar os dois principais lugares no pódio de uma competição internacional de grande porte. E numa prova que faz parte do programa olímpico, é bom lembrar. Sem contar que as duas já tinham obtido prata e bronze, respectivamente, na prova de 5 km, no sábado. Um feito notável que estamos testemunhando em águas espanholas, portanto.

Mas quero fazer uma referência especial ao título de Poliana Okimoto. Acredito que ninguém mais na delegação do Brasil que está em Barcelona mereça tanto essa medalha do que ela. O drama passado por Poliana em Londres, durante as Olimpíadas de 2012, foi assustador. O relato que ela fez ao programa “Histórias do Esporte”, da ESPN Brasil, no ano passado, foi assustador, relatando que praticamente desmaiou em plena raia do Hyde Park, quando decidiu abandonar a prova, chegou a ter hipotermia, além de ter ocorrido uma demora no atendimento dos paramédicos londrinos.

LEIA MAIS SOBRE O MUNDIAL DE ESPORTES AQUÁTICOS

>>> O Mundial de esportes aquáticos em números
>>> As medalhas do Brasil nos mundiais de esportes aquáticos
>>> Conheça as medalhas do Mundial de Barcelona

Por tudo isso, perfeitamente normal a crise de choro de Poliana Okimoto ao falar com os jornalistas após a chegada, quando desabafou e lembrou que muitos quiseram “aposentá-la” após os Jogos Olímpicos.  “Esse ouro nos 10 quilômetros é um recomeço”, disse Poliana. Na verdade, esta medalha de ouro lavou sua alma.

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sábado, 22 de outubro de 2011 Pan-Americano | 14:30

Falhas técnicas continuam jogando contra o Pan 2011

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Poliana Okimoto comemora a medalha de prata na maratona aquática dos Jogos Pan-Americanos

Os Jogos Pan-Americanos entraram em sua segunda e última semana de disputas e mesmo assim os problemas técnicos e de organização continuam se repetindo à exaustão. Ficaram famosos, por exemplo, os incríveis problemas no placar eletrônico e na cronometragem eletrônica nas provas de natação. Ou mesmo as instalações precárias no pentatlo moderno, criticadas abertamente pela brasileira Yane Marques, que ficou com a medalha de prata.

Neste sábado, mais um exemplo que a correria dos mexicanos para aprontar Guadalajara para o Pan 2011 se transformou num tiro no pé dos organizadores. Na disputa da maratona aquática feminina, os problemas na cronometragem atrasaram a divulgação das marcas oficiais e, mico supremo, erraram no anúncio da ganhadora da medalha de prata: ao contrário da brasileira Ana Marcela Cunha, a ganhadora foi na verdade outra brasileira, Poliana Okimoto.

Incrível: Guadalajara está transformando o Pan do Rio 2007, que não foi nenhuma maravilha, num exemplo de organização esportiva.

Atualização: Na correria ao fazer o post, acabei deixando passar batido outras falhas na organização do Pan, como a cerimônia de abertura esvaziada – que obrigou os organizadores a espalharem o público pelas arquibancadas e cobrir os espaços vazios – e a falha nos coletes eletrônicos nas disputas do taekwondo. Mas a galera do iG Esporte estava esperta e preparou uma galeria de fotos reunindo as grandes trapalhadas deste Pan.

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segunda-feira, 25 de julho de 2011 Almanaque, Ídolos, Listas, Seleção brasileira | 23:54

As medalhas do Brasil nos mundiais de esportes aquáticos

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O nadador brasileiro Cesar Cielo chora no pódio dos 50m borboleta

Confira abaixo quem, quando e onde conquistou medalhas para o Brasil em Mundiais de esportes aquáticos (até 25/7/2011):

MEDALHA DE OURO

Ricardo Prado – natação/400m medley – Guayaquil (Equador)/1982
Cesar Cielo – natação/50m livre – Roma (Itália)/2009
Cesar Cielo – natação/100m livre – Roma (Itália)/2009
Ana Marcela Cunha – maratona aquática/25km – Xangai (China)/2011
Cesar Cielo – natação/50m borboleta – Xanga (China)/2011

MEDALHA DE PRATA

Felipe França – natação/50m peito – Roma (Itália)/2009

MEDALHA DE BRONZE

Rômulo Arantes Jr – natação/100m costas – Berlim (Alemanha)/1978
Gustavo Borges – natação/100m livre – Roma (Itália)/1994
Fernando Scherer, André Teixeira, Teófilo Ferreira e Gustavo Borges – natação/revezamento 4x100m livre – Roma (Itália)/1994
Poliana Okimoto – maratona aquática/5km – Roma (Itália)/2009

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sábado, 23 de julho de 2011 Almanaque, Ídolos, Listas, Seleção brasileira | 22:25

As medalhas do Brasil nos Mundiais de esportes aquáticos

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Cesar Cielo comemora a vitória na final dos 50m livre no Mundial de 2009, em Roma

Confira abaixo  quem, quando e onde conquistou medalhas para o Brasil em Mundiais de esportes aquáticos (até 23/7/2011):

MEDALHA DE OURO



Ricardo Prado – natação/400m medley – Guayaquil (Equador)/1982
Cesar Cielo – natação/50m livre – Roma (Itália)/2009
Cesar Cielo – natação/100m livre – Roma (Itália)/2009
Ana Marcela Cunha – maratona aquática/25km – Xangai (China)/2011

MEDALHA DE PRATA



Felipe França – natação/50m peito – Roma (Itália)/2009

MEDALHA DE BRONZE



Rômulo Arantes Jr – natação/100m costas – Berlim (Alemanha)/1978
Gustavo Borges – natação/100m livre – Roma (Itália)/1994
Fernando Scherer, André Teixeira, Teófilo Ferreira e Gustavo Borges – natação/4x100m livre – Roma (Itália)/1994
Poliana Okimoto – maratona aquática/5km – Roma (Itália)/2009

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terça-feira, 19 de julho de 2011 Listas, Olimpíadas, Seleção brasileira | 07:07

Os brasileiros classificados para Londres 2012

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Poliana Okimoto comemora a vaga do Brasil na maratona aquática de Londres

Ao terminar na sexta colocação na prova dos 10km do Mundial de Esportes Aquáticos em Xangai, na China, na madrugada desta terça-feira, a paulista Poliana Okimoto assegurou ao Brasil a 46ª vaga na delegação que irá disputar as Jogos Olímpicos de Londres, no ano que vem.

Pelo regulamento da Fina (Federação Internacional de Natação), estarão com vaga assegurada nas próximas Olimpíadas os países que terminarem  entre os 10 primeiros colocados das provas de 10km da maratona aquática em Xangai (masculino e feminino).  Com Poliana já tendo asssegurado a vaga brasileira, quem acabou se dando mal foi a baiana Ana Marcela Cunha, que ficou em 11º lugar e fora da disputa da Qualificação Olímpica de 2012, em Setúbal (Portugal). Na ocasião, só poderão participar países que não se classificaram em Xangai.

Total de atletas brasileiros garantidos para Londres 2012: 46

Ciclismo

Modalidade Estrada (1 atleta)
Data e local em que garantiu a vaga: 8/05/2011, com a vitória de Gregolry Panizo no Campeonato Pan-Americano de ciclismo, em Antioquia (Colômbia)

Futebol

Modalidade feminino (18 atletas)
Data e local em que garantiu a vaga: 21/11/2010, ao vencer o Chile na decisão do Campeonato Sul-Americano do Equador

Modalidade masculino (18 atletas)
Data e local em que garantiu a vaga: 13/02/2011, ao vencer o Uruguai na rodada final do Campeonato Sul-Americano do Peru

Hipismo

Modalidade saltos – Equipe (5 atletas)
Data e local em que garantiu a vaga: 6/10/2010, ao ficar em quarto lugar durante o Mundial de Kentucky (EUA)

Maratona aquática

Prova dos 10km feminino (1 atleta)
Data e local em que garantiu a vaga: 19/07/2011, com o sexto lugar de Poliana Okimoto no Mundial de Esportes Aquáticos em Xangai (China)

Taekwondo

Diogo Silva – categoria até 68kg
Data e local em que garantiu a vaga: 1º/07/2011, ao ficar com a medalha de bronze no Pré-Olímpico de Baku, no Azerbaijão

Tiro esportivo

Modalidade Pistola 25m feminino – Ana Luiza Mello
Data e local em que garantiu a vaga: 20/11/2010, ao conquistar a medalha de ouro no Campeonato das Américas, no Rio de Janeiro

Modalidade Fossa Olímpica Double – Felipe Fuzaro
Data e local em que garantiu a vaga: 24/11/2010, ao conquistar a medalha de ouro no Campeonato das Américas, no Rio de Janeiro

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segunda-feira, 18 de abril de 2011 Pan-Americano | 23:47

Vaga só no videoteipe

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Poliana Okimoto (à esqueda) está classificada para o Pan

O título que eu havia imaginado para este post seria “Vaga só no photochart”, inspirado nas provas do turfe, com chegadas absolutamente equilibradas e que são decididas somente quando os juízes analisam a foto dos cavalos cruzando o disco de chegada. Mas além do turfe andar em franca decadência, ninguém usa photochart na maratona aquática. A coisa é na base do videoteipe mesmo…

Mas, voltando ao que interessa, foi só analisando a filmagem da chegada da Maratona Internacional de Santos, realizada no último domingo, que os organizadores chegaram à conclusão que Victor Colonese, que terminou a prova em 19º lugar, ficou com a segunda vaga do Brasil na modalidade para os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em outubro. Victor protagonizou uma chegada emocionante com outros dos competidores (Diogo Vilarinho e Victor Simões), mas o vídeo mostrou que Colonese chegou na frente.

O outro brasileiro classificado foi Allan do Carmo, que terminou a prova em quarto lugar – classificavam-se para o Pan os dois melhores brasileiros nas provas masculina e feminina. Entre as mulheres, não houve polêmica: Poliana Okimoto (2ª na prova) e Ana Marcela Cunha (5ª) estão classificadas para Guadalajara.

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