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Posts com a Tag Pequim 2008

sexta-feira, 24 de agosto de 2012 Imagens Paraolímpicas, Paraolimpíadas, Seleção brasileira | 19:36

Londres começa a entrar no clima das Paralimpíadas

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A Tower Bridge, um dos cartões postais de Londres, enfeitada com o símbolo das Paralimpíadas

Nem bem curou a ressaca da maratona dos Jogos Olímpicos, encerrados no último dia 12, a cidade de Londres já começa a se preparar para curtir uma nova festa esportiva, desta vez com a realização das Paralimpíadas. O evento começará na próxima quarta-feira (29), mas já está, literalmente, tomando conta das ruas londrinas.

Nesta sexta-feira, por exemplo, o símbolo oficial dos Jogos Paralímpicos 2012, chamado “The Agitos”, apareceu em alguns pontos turísticos conhecidos da capital britânica, como a Tower Bridge, Trafalgar Square e Kew Gardens. O símbolo dos Jogos também foi lançado em outras cidades da Grã-Bretanha, como Cardiff (País de Gales) e Edimburgo (Escócia).

O Brasil participará da edição dos Jogos Paralímpicos de Londres 2012 com uma delegação numerosa. No total, serão 182 atletas, sendo 115 homens e 67 mulheres e 16 acompanhantes de atletas (atletas-guia, calheiro e timoneiro). Também fazem parte da delegação brasileira quatro tratadores de cavalos, 31 profissionais da área da saúde e 86 oficiais técnicos e administrativos.

Em Pequim 2008, o Brasil enviou 188 atletas e conquistou um total de 47 medalhas, sendo 16 de ouro, 14 de prata e 17 de bronze.

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sexta-feira, 20 de julho de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 15:34

Novo vexame de Iziane é mais um erro na conta de Hortência

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Iziane conseguiu a proeza de ficar fora de duas Olimpíadas por indisciplina

Acredito que ninguém tenha ficado muito surpreso  com o corte da ala Iziane Marques da delegação da seleção feminina de basquete, que se prepara para disputar as Olimpíadas de Londres, confirmado nesta sexta-feira pela CBB (Confederação Brasileira de Basquete), em um comunicado oficial.

O que espanta é a forma com que o desfecho aconteceu, oito dias antes da estreia brasileira, contra a França, e pelo que se comenta, em razão de um possível namorado da jogadora ter entrado na concentração brasileira em Lille. Os motivos reais não foram divulgados, seja por CBB (Confederação Brasileira de basquete), seja pela própria Iziane.

Mas na madrugada desta sexta-feira, enquanto corria para apurar a informação do corte, não pude deixar de pensar que este novo vexame de Iziane tem que entrar na conta da diretora de basquete feminino da CBB, Hortência Marcari. Sim, porque foi ela quem bancou a presença de Iziane na seleção brasileira, mesmo tendo aprontado poucas e boas nos últimos anos.

Não dá para entender como uma pessoa com a experiência que Hortência tem dentro do basquete pode defender na seleção brasileira uma atleta que:

1) se recusa a entrar em quadra, depois de ficar um tempo no banco, em um jogo do Pré-Olímpico mundial de 2008. Depois, não é convocada para os Jogos de Pequim;

2) recusa a convocação do então técnico Paulo Bassul para a Copa América de 2009;

3) diz que só voltaria à seleção se Bassul deixasse a equipe;

4) recusa sua convocação para o Pré-Olímpico das Américas de 2011, já com a equipe comandada por Ênio Vecchi;

5) tem atuação apagada na derrota do Brasil no Pan de Guadalajara, ficando no banco de reservas no jogo contra a Jamaica. Coincidentemente, depois disso, Ênio Vecchi é demitido.

Não é possível que alguém ainda dê oportunidades para uma atleta sem qualquer espírito de equipe, individualista e preocupada somente com o próprio umbigo. E que dentro de quadra também não representa tanta diferença assim, por mais que Iziane pense o contrário.

Iziane consegue, portanto, a proeza de ficar fora de duas Olimpíadas por atos de indisciplina. E Hortência Marcari acaba de colecionar o mais grave erro em sua conturbada gestão no basquete feminino brasileiro.

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sexta-feira, 13 de julho de 2012 Almanaque, Olimpíadas, Seleção brasileira | 12:30

Será que quebrou o encanto do vôlei brasileiro?

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O corte de Mari na seleção feminina é mais um exemplo de que as coisas não andam bem no vôlei brasileiro

Desde 1992, o vôlei é sinônimo de sucesso no esporte olímpico brasileiro. Para aqueles de memória curta, foi a partir dos Jogos de Barcelona que o vôlei iniciou uma participação constante nos pódios olímpicos. Confira: ouro com a seleção masculina em Barcelona 1992; bronze com a feminina em Atlanta 1996 e Sydney 2000; ouro com a equipe masculina em Atenas 2004; e o ponto alto alcançado em Pequim 2008, com o ouro do time feminino e a prata do masculino.

O vôlei se transformou, nos últimos 30 anos pelo menos, no maior exemplo de sucesso de uma modalidade coletiva no universo olímpico brasileiro. Isso é indiscutível. Todo este êxito é fruto de muito trabalho, competência na formação de base e muito talento dentro de quadra. Mas se tem algo que o vôlei não se acostumou muito neste período vencedor foi conviver com crises. E quando elas chegam, sai de baixo…

O recente episódio do corte da ponteira Mari, na seleção feminina, e o fracasso da equipe masculina na Liga Mundial, quando terminou com sua pior colocação na fase final da competição, mostram bem que o momento pelo qual passa o vitorioso vôlei do Brasil é delicado. A impressão que fica para quem está de fora é que o encanto quebrou.

A entrevista de Mari nesta quinta-feira sinaliza que as coisas não andam muito bem dentro do grupo comandado pelo técnico José Roberto Guimarães. Por mais que escolhesse bem as palavras, Mari deixou no ar uma mágoa profunda com o treinador, ao dizer que ainda “tinha muita lenha para queimar”. O treinador rebateu de forma resumida, justificando como “critérios técnicos” o motivo do corte.

Embora Mari negue problemas de relacionamento dentro do grupo, essa é uma possibilidade que não pode ser descartada e por isso Zé Roberto teria optado em agir antes que o estrago fosse definitivo. De qualquer forma, Mari não vinha conseguindo render o suficiente, mesmo mudando de posição, após uma temporada repleta de lesões.

Na seleção masculina, as contusões dos principais jogadores (Giba, Dante, Murilo e Visotto), além de uma sensação de desgaste geral do grupo e do técnico Bernardinho, parecem conspirar contra a chance da equipe brigar pela terceira medalha de ouro olímpica no masculino.

Espero queimar a língua, mas há uma boa chance de que os Jogos de Londres 2012 quebrem a sequência de pódios olímpicos que o vôlei vem conquistando com competência e talento.

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segunda-feira, 9 de julho de 2012 Olimpíadas, Seleção brasileira | 23:56

Yane Marques chega a Londres como a terceira melhor do mundo no pentatlo moderno

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Yane Marques chega a Londres como terceira melhor no ranking mundial

Boa notícia para a brasileira Yane Marques, representante solitária do país no pentatlo moderno nas Olimpíadas de Londres 2012. No último ranking divulgado pela UIPM (União Internacional de Pentatlo Moderno), a atleta pernambucana aparece na terceira posição. Ela igualou sua melhor colocação na lista divulgada pela entidade, em agosto do ano passado, o que comprova que o resultado de um ano atrás não foi obra do acaso.

Como se não bastasse, Yane está à frente inclusive da alemã Lena Schoneborn, campeã  olímpica em Pequim 2008, que está em quarto lugar. Ela também superou a ucraniana Victoria Tereshuk, medalha de prata há quatro anos.

Ocupar tal posição no ranking mundial é um feito e tanto para Yane Marques, ainda mais em uma modalidade sem qualquer tradição no Brasil. Já disse por aqui que é impossível cravar que ela irá ganhar uma medalha em Londres, apenas com base nestes resultados.

Nas Olimpíadas, tudo é diferente, a começar pelo próprio clima da competição, mas com certeza Yane será olhada pelas adversárias com muito mais respeito por todas elas. Afinal, ela é a terceira melhor pentatleta do mundo.

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sexta-feira, 6 de julho de 2012 Olimpíadas, Seleção brasileira | 18:11

Internauta do iG esperava ver Maurren Maggi ou Cesar Cielo como porta-bandeira do Brasil em Londres

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De forma até surpreendente, Rodrigo Pessoa foi o escolhido para ser o porta-bandeira do Brasil

O anúncio feito nesta sexta-feira sobre a escolha de Rodrigo Pessoa como porta-bandeira do Brasil na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Londres 2012 foi uma dupla zebra.  Primeiro, pela antecedência com que o nome foi escolhido. Nas últimas edições das Olimpíadas, o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) acostumou-se a criar um clima de mistério sobre o atleta escolhido, deixando este anúncio para ocorrer quase sempre às vésperas da abertura.

A outra surpresa foi a própria escolha de Rodrigo Pessoa, apesar de seu passado de conquistas olímpicas, com destaque para a medalha de ouro nos saltos nas Olimpíadas de Atenas 2004. Ainda assim, o carisma do cavaleiro (nascido em Paris e que vive no exterior) é quase zero para os torcedores brasileiros.

Bem diferente do COB pensam os internautas do iG, que em recente enquete proposta aqui mesmo no blog apontaram dois outros fortes candidatos para serem os porta-bandeiras na festa que abrirá os Jogos de Londres.  A preferida do público, com 31,11% dos votos, foi Maurren Maggi, atual campeã olímpica do salto em distância. Depois dela, o atleta preferido entre os internautas foi o nadador Cesar Cielo, com 29,14% dos votos. Em Pequim 2008, ele foi medalha de ouro nos 50 m livre e bronze nos 100 m livre.

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quarta-feira, 27 de junho de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 14:25

Crise entre CBG e Jade Barbosa não é recente

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Por desacordo com a CBG, Jade Barbosa não irá aos Jogos de Londres 2012

A notícia que agitou o esporte olímpico nesta quarta-feira, o corte de Jade Barbosa da seleção brasileira feminina de ginástica artística que irá às Olimpíadas de Londres 2012, na verdade é mais um capítulo de uma tumultuada relação que envolve a CBG (Confederação Brasileira de Ginástica) e a própria atleta. Para ser mais exato, desde o fim das Olimpíadas de Pequim 2008.

Após sua participação nos Jogos na China, Jade e seu pai, César Barbosa, deram entrevistas acusando a direção da CBG na época de ter obrigado a atleta a se preparar para as Olimpíadas com uma séria lesão no pulso direito. Além disso, o pai da atleta na época criticava abertamente a entidade por conta do repasse da ajuda de custo para sua filha.

Uma espécie de “cachimbo da paz” acabou ocorrendo em 2010, quando Jade e CBG entraram em acordo, especialmente por conta de uma divergência entre o patrocinador pessoal da ginasta (banco BMG) e o da entidade (Caixa). Com isso, Jade voltou a ser convocada e até conquistou uma medalha de bronze no Mundial de Roterdã (Hol), em 2010.

A crise que agora culminou com o corte de Jade da equipe que vai para Londres beira o surreal. A ginasta, sabe-se lá por que razão (ela ainda não falou oficialmente sobre o caso), recusou-se a assinar um termo de responsabilidade para o uso do uniforme com as marcas de patrocinadores da seleção. Impossível imaginar que um atleta, a 30 dias de começar uma  edição de Jogos Olímpicos, tome uma atitude como essa.

Em compensação, a CBG também tem sua parcela de culpa. Não se pode deixar uma crise como essa estourar a ponto de ter que cortar uma atleta do nível de Jade Barbosa. Faltou bom senso e habilidade política, coisas que o temperamento explosivo da coordenadora da seleção brasileira, Georgette Vidor, costuma deixar de lado muitas vezes.

O resultado de tudo isso? Prejuízo irreparável para a participação do time feminino de ginástica em Londres.

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sábado, 23 de junho de 2012 Olimpíadas, Seleção brasileira | 17:49

Desfile de abertura das Olimpíadas terá estrelas do esporte como porta-bandeiras. E no Brasil, quem será escolhido?

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Sharapova, Nadal, Aymar, Valentina e Djokovic: eles já foram escolhidos como porta-bandeiras

Rafael Nadal, Maria Sharapaova, Novak Djokovic, Luciana Aymar, Maria Espinoza, Valentina Vezzali.  O que todos estes esportistas têm em comum na montagem acima? Além de reunir algumas das maiores estrelas do esporte mundial na atualidade, a foto traz alguns dos porta-bandeiras escolhidos pelos respectivos comitês olímpicos nacionais para o desfile de abertura dos Jogos Olímpicos de Londres 2012.

Os astros do tênis mundial lideram a lista de escolhidos: Rafael Nadal, na Espanha; Novak Djokovic, pela Séria; e Maria Sharapova, na Rússia. Mas há espaço para outras modalidades, como no hóquei sobre grama, que terá Luciana Aymar como a porta-bandeira da Argentina. No México, Maria Espínoza, campeã olímpica no taekwondo, terá a honra de carregar a bandeira de seu país. A mesma coisa ocorrerá com Valentina Vezzali, italiana campeã olímpica na esgrima em Pequim 2008.

E o Brasil? Bem, já é famoso o charminho que o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) costuma criar para divulgar seu porta-bandeira, seja em Olimpíadas ou Pan-Americanos. Normalmente, a entidade divulga o nome do(a) escolhido(a) poucos dias antes do desfile. Para este ano, as apostas estão divididas entre Cesar Cielo, da natação, e Maurren Maggi, do atletismo, ambos campeões olímpicos em Pequim.

E para você, quem deveria carregar a bandeira do Brasil? Vote na enquete abaixo

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sexta-feira, 15 de junho de 2012 Olimpíadas, Seleção brasileira | 20:16

Brasil já tem a terceira maior delegação olímpica da história

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É claro que ainda há tempo para a lista crescer, por causa da lista dos classificados no vôlei de praia e especialmente em razão do atletismo, que ainda tem até o final de junho para fechar sua equipe olímpica. Mas o fato é que atualmente o Brasil já assegurou para as Olimpíadas de Londres 2012 sua terceira maior delegação participando de uma edição dos Jogos.

Com a confirmação de Juliana Veloso nos saltos ornamentais, após anúncio oficial feito pela FINA (Federação Internacional de Natação), o Brasil já soma 233 atletas já classificados para os Jogos de Londres. Isso já coloca o time brasileiro em Londres como o terceiro maior da história olímpica do país, desde Antuérpia 1920. Veja tabela abaixo:

Dificilmente o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) conseguirá enviar à Grã-Bretanha um contingente que supere os 277 atletas que competiram em Pequim 2008. Mas com um pouco de sorte, será possível superar os 247 atletas presentes em Atenas, nas Olimpíadas de 2004.

Confira a lista de brasileiros classificados para os Jogos Olímpicos de Londres 2012

Puro palpite: com as vagas do atletismo que ainda virão, o Brasil chegará a cerca de 250 atletas em Londres.

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domingo, 10 de junho de 2012 Olimpíadas, Seleção brasileira | 22:23

Números comprovam que Arthur Zanetti é candidato a medalha nas Olimpíadas de Londres

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Arthur Zanetti celebra a vitória na Copa do Mundo de ginástica artística

Sem medo de ser taxado como pacheco (justo eu, né?), posso afirmar que o excepcional resultado do ginasta brasileiro Arthur Zanetti, na etapa da Copa do Mundo de ginástica artística realizada em Ghent, na Bélgica, o credencia como grande candidato a brigar por uma medalha na prova de argolas da ginástica artística, nas Olimpíadas de Londres.

A afirmação não é baseada em algum arroubo de nacionalismo fajuto ou mero chutometro. Com o resultado obtido na etapa deste domingo, pela Copa do Mundo, atingindo os 15.925 pontos, Zanetti ficou muito próximo do desempenho do chinês Yibing Chen, medalha de ouro nas Olimpíadas de Pequim 2008 e bicampeão mundial nas argolas.

Com exceção justamente da prova em que garantiu o título olímpico em 2008, com 16.600 pontos, Chen teve uma pontuação abaixo desta obtida pelo brasileiro nos Mundiais em que foi campeão mundial (2010 e 2011). A pontuação de Zanetti na Bélgica teria lhe garantido também o título do Mundial de 2009, realizado em Londres, vencido também por um chinês, só pra variar, Mingyong Yan, com 15.675 pontos.

É claro que quando os Jogos Olímpicos começarem, tudo isso pode virar somente estatística. Porém, é impossível não considerar o nome de Arthur Zanetti entre os candidatos a medalha nas argolas, um feito inédito para a ginástica brasileira.

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domingo, 3 de junho de 2012 Ídolos, Musas, Olimpíadas | 21:07

Uma musa a menos nos Jogos de Londres 2012

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Shawn Johnson abandonou a ginástica com apenas 20 anos

O primeiro grande desfalque na lista de possíveis musas dos Jogos Olímpicos de Londres 2012 foi confirmado neste domingo, após a notícia de que a ginasta Shawn Johnson decidiu pela aposentadoria, por não conseguir se recuperar de uma lesão no joelho esquerdo, o mesmo que ela havia contundido seriamente em 2010, em um acidente de esqui.

Trata-se de um fim de carreira precoce de uma atleta de somente 20 anos e que tinha tudo para se tornar uma das maiores estrelas da história da ginástica artística. Há quatro anos, em Pequim 2008, ela conquistou nada menos do que quatro medalhas, uma de ouro (trave) e três de prata (individual geral, solo e por equipe), tudo isso com somente 16 anos. Era de se esperar que brilhasse ainda mais em Londres. Mas o acidente em 2010 mudou tudo.

Johnson ainda ensaiou um retorno, tendo integrado a equipe dos EUA que disputou os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2011 e ficou com ouro por equipe. Mas neste ano, o joelho voltou a incomodar bem mais. “Era o momento certo de parar e assim ser saudável para o resto da minha vida”, disse Shawn Johnson, em entrevista à agência Associated Press.

Por sinal, o caso desta repentina aposentadoria levanta a questão sobre o preço que se cobrar para ser atleta de alto nível. Alguém já disse que a última coisa que esporte de alto nível traz é vida saudável. São tantas lesões que o fim de carreira costuma ser penoso para a maioria. No caso de Shawn Johnson, a conta veio cedo demais, para decepção de muitos fãs da ginástica artística.

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