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Posts com a Tag Mundial de Ginástica Rítmica

terça-feira, 27 de agosto de 2013 Mundiais, Seleção brasileira | 10:45

Mundiais agitam o final de agosto do esporte olímpico

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Seleção brasileira de ginástica rítmica disputará o Mundial de Kiev (Rússia)

Não é somente o judô que está vivendo sua semana de gala, com a realização do Campeonato Mundial do Rio de Janeiro, desde segunda-feira. Outras cinco modalidades olímpicas terão seus mundiais ocorrendo neste última semana de agosto, todos com participação de equipes brasileiras.

O Mundial de remo, por exemplo, já está em andamento. A competição, que se realiza na cidade de Chingiu, na Coreia do Sul, já teve inclusive a classificação de Fabiana Beltrame para as semifinais na prova do skiff simples peso leve, prova não olímpica e na qual Fabiana conquistou o título mundial de 2011.

Também está em andamento o Mundial de Vela na classe Finn, na cidade de Talinn, na Estônia, mesmo local que recebeu as regatas de iatismo nas Olimpíadas de Moscou 1980, na então União Soviética. Bruno Prada e Jorge Zarif representam o Brasil na competição.

Outro evento que já está em andamento é o Mundial de Ciclismo MTB, que está sendo realizado em Pietermaritzburg, na África do Sul, até o próximo domingo. Três brasileiros estão na disputa: Henrique Avancini, Rubens Donizete e Ricardo Poscheidt.

Nesta terça-feira, começa a disputa do Campeonato Mundial de canoagem velocidade, em Duisburg, na Alemanha, até domingo. O Brasil está representado com sete atletas, na canoa e no caiaque, com destaque para a dupla Ronilson Oliveira e Erlon Silva, no C2 1.000m, que participaram dos Jogos Olímpicos de Londres 2012.

Veja também: O calendário do esporte olímpico em 2013

Por fim, começa nesta quinta-feira, na cidade de Kiev, na Rússia, o Campeonato Mundial de ginástica rítmica, que se encerra apenas na próxima segunda-feira (2/9). O Brasil tenta entrar nos trilhos no cenário mundial da modalidade, após ter ficado fora inclusive do pré-olímpico do ano passado (e consequentemente fora das Olimpíadas). Seis atletas integram a equipe de conjunto, enquanto que no individual participarão Angélica Kvieczynski e Natália Gáudio.

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terça-feira, 21 de maio de 2013 Isso é Brasil, Seleção brasileira | 14:16

A redenção da GRD e o sufoco na esgrima

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Meninas da seleção brasileira de ginástica rítmica, que levaram a medalha de bronze em Minsk

Dois fatos completamente diferentes marcaram o esporte olímpico brasileiro neste último final de semana. Um, de forma positiva, enquanto que o outro trouxe preocupações diante da responsabilidade que o Brasil terá com a organização das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.

A boa notícia foi o inédito resultado obtido pela seleção brasileira de GRD (ginástica rítmica desportiva), que no domingo (19) conquistou uma medalha de bronze na etapa de Minsk (Belarus) da Copa do Mundo da modalidade. As meninas brasileiras ficaram em terceiro lugar na prova de conjunto três bolas e duas fitas. A equipe brasileira foi formada pelas ginastas Beatriz Pomini, Bianca Mendonça, Débora Falda, Eliane Sampaio, Francielly Pereira e Gabrielle Silva, comandadas pela técnica Camila Ferezin, ex-atleta olímpica.

Nunca o Brasil havia conquistado uma medalha em Copas do Mundo. Se apenas esse feito já seria motivo de comemoração, melhor ainda foi que este resultado representou uma espécie de redenção da modalidade. Ainda está fresca na memória a péssima participação da seleção no Mundial da modalidade, em setembro de 2011, quando a seleção terminou em 22º lugar (entre 24 participantes) e ficou eliminada do pré-olímpico para as Olimpíadas de Londres 2012. Você pode relembrar mais sobre o fato aqui e aqui. Foi uma frustração, até porque a equipe havia participado as três Olimpíadas anteriores (Sydney 2000, Atenas 2004 e Pequim 2008). Este bronze já é um sinal de recuperação na GRD.

O fato preocupante ocorreu durante a realização da Copa do Mundo de esgrima, modalidade espada feminina, realizada no Clube Militar, no Rio de Janeiro. Por causa das chuvas torrenciais que atingiram a capital carioca na sexta-feira, as competições em um dos ginásios foram canceladas, em razão de um alagamento no local. Além disso, houve também um apagão, em razão de um acidente de trânsito nas imediações do clube. A chegada emergencial de um gerador acabou amenizando o problema.

Por fim, falhas na realização dos protocolos nas premiações irritaram os representantes da FIE (Federação Internacional de Esgrima). O evento foi realizado normalmente, é claro, mas com alguns sustos. É necessário que estas lições sejam aprendidas para novos eventos internacionais realizados no país, inclusive para as Olimpíadas de 2016.

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domingo, 16 de outubro de 2011 Pan-Americano, Seleção brasileira | 20:35

Ouro na ginástica rítmica compensa a frustração olímpica?

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Meninas da GRD do Brasil exibem a medalha de ouro no conjunto pelo Pan 2011

É claro que ninguém,  em seu juízo perfeito, irá dizer que é melhor conseguir uma medalha de ouro em um Pan-Americano do que conquistar uma vaga olímpica. Mas no caso da equipe brasileira de ginástica rítmica, a conquista da medalha de ouro na prova de conjunto obtida neste domingo, nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, teve um sabor de compensação.

Primeiro, pelo fato de a equipe se recuperar psicologicamente após o fiasco no Mundial de Montpellier, quando terminou em 25º lugar e perdeu a chance de se classificar para as Olimpíadas de 2012, em Londres. Segundo, por ter sido uma espécie de volta por cima de uma equipe muito jovem e renovada. Por fim, representou a confirmação da hegemonia brasileira em Pan-Americanos na ginástica rítmica: foi a quarta conquista consecutiva na competição, repetindo os feitos de Winnipeg-99, Santo Domingo-03, Rio-07 e agora em Guadalajara.

Sim, este ouro é uma compensação, mas que não pode apagar os erros cometidos pela equipe brasileira e que custaram a vaga em Londres.

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terça-feira, 27 de setembro de 2011 Com a palavra, Imprensa, Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 22:50

Mistérios de um fiasco olímpico

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“Precisa ver exatamente o que aconteceu. Se houve uma mudança na política de investimentos na confederação ou se há algum problema interno dentro da equipe”

Luiza Parente, ex-ginasta olímpica brasileira e atualmente ocupando a função de comentartista da modalidade na “TV Record”, a respeito da eliminação da equipe brasileira de GRD (ginástica rítmica desportiva) das Olimpíadas de Londres, após ficar na 25ª posição no Mundial da modalidade, em Montpellier (FRA).

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domingo, 25 de setembro de 2011 Isso é Brasil, Mundiais, Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 08:04

Eliminação da ginástica rítmica das Olimpíadas merece reflexão

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Terminou neste sábado o sonho da seleção brasileira de ginástica rítmica em garantir um lugar nas Olimpíadas de Londres, no ano que vem. Ao ficar em 22º (entre 24 participantes) a competição por equipes do Campeonato Mundial da modalidade, em Montpellier (FRA), o Brasil ficou sem qualquer chance de participar dos Jogos de 2012. Isso porque garantiam vaga direta os seis primeiros colocados (a Itália foi a campeã), enquanto outros seis países seguintes asseguravam presença no Pré-Olímpico no ano que vem.

Para piorar, nem mesmo a vaga única por continente para este Pré-Olímpico as meninas brasileiras conseguiram asseguram, pois ficaram atrás do Canadá, melhor equipe das Américas, 17º colocado no Mundial.

Mais do que lamentar o fiasco brasileiro nesta campanha do Mundial, é necessário que se faça uma bela reflexão sobre este resultado. Para isso, vamos trabalhar com um número: o orçamento recebido este ano pela CBG (Confederação Brasileira de Ginástica), com recursos da Lei Agnelo/Piva, provenientes das verbas das loterias, é de R$ 2,8 milhões. Sem contar o valor que a entidade recebe da Caixa Econômica Federal, principal patrocinadora da ginástica brasileira.

Não se sabe o quanto a CBG investe especificamente na preparação da seleção de GRD (ginástica rítmica desportiva). Mas é possível concluir que o dinheiro não está sendo muito bem investido, tomando-se em conta os resultados obtidos.

Só para lembrar, a seleção brasileira só disputou as Olimpíadas de Pequim, em 2008, em razão de um convite da FIG (Federação Internacional de Ginástica), que ficou impressionada com o desempenho da equipe no Pan-Americano do Rio, em 2007, quando ficou com o ouro.

O problema é que não basta um brilhareco aqui ou ali. Com tanto dinheiro investido nos últimos anos, era de se esperar que resultados melhores surgissem. Ou então saber usar melhor o dinheiro para fazer intercâmbios mais eficientes, trazer técnicos do exterior, investir fundo no descobrimento de novos talentos.

Do contrário, ficaremos fazendo reflexões sobre fracassos brasileiros em Mundiais e competições do gênero, nas mais variadas modalidades, entra ano, sai ano.

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