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Posts com a Tag Muda CBDA

quinta-feira, 4 de abril de 2013 Imprensa, Isso é Brasil, Política esportiva | 11:10

Briga entre Coaracy e Nuzman deve terminar em pizza

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Nuzman foi duramente atacado por Coaracy. Mas calma, logo ficarão de bem

A edição desta última quarta-feira da “Folha de S. Paulo”, em reportagem assinada por Fábio Seixas, trouxe uma informação surpreendente para quem acompanha os bastidores do esporte olímpico brasileiro. Revoltado com o fechamento do Parque Aquático Júlio Delamare, por causa das obras da reforma do estádio do Maracanã, o presidente da CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos), Coaracy Nunes, criticou, de forma dura e surpreendente, Carlos Nuzman, presidente do COB (Comitê Olímpico Brasileiro). “O COB não ajudou em nada. O Nuzman não ajudou em nada. Eu tinha a maior admiração por ele, mas agora isso mudou”, disse Coaracy à “Folha”.

À primeira vista, as palavras do dirigente, reeleito recentemente por conta de um pleito polêmico, no qual impediu a presença da chapa de oposição encabeçada por Julian Romero por meio da Justiça, soam quase como revolucionárias. Não se trata de qualquer federação de fundo de quintal a peitar o COB, mas sim a CBDA, que vem colecionando medalhas olímpicas nas cinco das últimas seis edições dos Jogos. Mas ao menos para duas pessoas que acompanham o movimento olímpico brasileiro, a briga não será tão duradoura assim.

“Será muito difícil de haver um rompimento entre essas duas figuras da cartolagem desportiva. Um depende do outro, queiram ou não. É uma “simbiose do mal”. Quando um precisar do outro de novo, veremos sorrisos e abraços. Lembrando que o atual contrato CBDA x Correios termina em 2014. Se não renovar, a CBDA vai depender de quem, já que não criou mais nada para se auto-sustentar financeiramente?”, disse Julian Romero, criador do movimento “Muda, CBDA”, que lançou a frustrada chapa na última eleição da entidade.

E Romero ainda lembrou que a CBDA – cuja sede também fica no Júlio Delamare – nem pode ser acusada de ter sido pega de surpresa com o fechamento do complexo. “O COB não tem muito o que fazer nesse caso. Já se sabia há seis anos que o Brasil iria sedia a Copa do Mundo. Há dois anos começou o burburinho quando disseram que o Delamare iria fechar. Há um ano fizeram protesto, que na verdade só adiou. E hoje estão todos indignados, mas na hora que o governo brasileiro assinou o contrato com a FIFA para sediar a Copa, todos imaginaram a festa, os jogos, as seleções, os estádios e as maravilhas. Mas passada a Copa, teremos uma ótima piscina a menos e uma promessa política de que outra piscina será construída”, comentou.

Leia também: COB realiza eleição inútil

Para o advogado Alberto Murray, ex-membro da Assembleia Geral do COB e opositor declarado da gestão de Nuzman frente à entidade, o corporativismo entre os cartolas pode fazer com que a briga termine mais rápido do que se pode imaginar. “O Coaracy sempre teve ambições maiores. Quando eu ainda frequentava o COB, falava-se que se o Nuzman desse brecha, ele, Coaracy, tentaria assumir a entidade. Para aplacar essa ânsia, o Nuzman sempre deu ao Coaracy tudo o que ele pediu. Agora, talvez vendo que este deve ser o último mandato do Coaracy, e sabendo que ele está enfraquecido, é possível que o Nuzman tenha virado as costas. E o Coaracy revoltou-se. Mas acho que eles se acertam. Esse é um meio corporativista. Um tem o outro na mão”

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quinta-feira, 7 de março de 2013 Isso é Brasil, Política esportiva | 18:38

Novo recurso é negado e Coaracy será reeleito na CBDA

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A Justiça assegurou uma eleição sem oposição e Coaracy Nunes continua no poder

A data oficial, de acordo com o estatuto, prevê que no próximo sábado, 9 de março, será realizada a próxima eleição na CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos). Mas na prática, podemos dizer que nesta quinta, dia 7/3, Coaracy Nunes foi reeleito para mais um (!!!) mandato à frente da entidade, cargo que ocupa desde 1988. A decisão da Justiça Estadual do Rio de Janeiro em negar recurso que permitiria que Julian Romero, criador do movimento “Muda, CBDA” pudesse concorrer como chapa de oposição.

O ex-nadador olímpico e advogado de Romero, Eduardo Fischer, publicou uma carta aberta para informar o resultado do recurso e manifestar seu desapontamento com a decisão.

“Depois de fornecermos vastos argumentos sobre a possível e evidente ilegalidade do estatuto da CBDA, um despacho de míseras 2 (duas) linhas, sem aprofundar-se no cerne da questão, é, no mínimo, desrespeitoso. Teremos que seguir descontentes com os ‘mandos e desmandos’ autoritários e ditatoriais do Sr. Coaracy por mais um período eletivo. Ao final desse, serão de quase 3 décadas!

Um tiro de canhão na democracia!

Ao menos eu e meus companheiros do MUDA CBDA, em especial o Sr. Julian Aoki Romero, poderemos dormir com a consciência tranqüila, sabendo que fizemos tudo que estava ao nosso alcance para que existisse uma oposição ao Sr. Nunes Filho.

Mas não pensem que nós desistimos! NÃO! Isso NUNCA! JAMAIS!

Continuaremos nossa batalha em prol do desporto aquático brasileiro, na luta contra as ações e omissões que fogem da moralidade, legalidade, ética e bons costumes.”

Antes de se preocupar em ser um “país olímpico”, o Brasil deveria, por obrigação, se tornar um “país democrático” em suas entidades esportivas. Algo que infelizmente está MUITO DISTANTE de se tornar realidade.

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sexta-feira, 1 de março de 2013 Isso é Brasil, Política esportiva | 16:30

Justiça nega liminar e eleição na CBDA não deve ter oposição

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O logotipo do movimento "Muda CBDA"

A menos que ocorra uma reviravolta jurídica, a próxima eleição da CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquático) deverá referendar o nome de Coaracy Nunes para mais um período à frente da entidade. O pedido de mandado de segurança feito pelo ex-nadador e advogado Eduardo Fischer, em favor de Julian Aoki Romero, fundador do movimento “Muda, CBDA”, foi negado pelo juiz da 8ª Vara da Justiça Federal da Subseção Judiciária do Rio de Janeiro.

Veja também:  Confederação de ginástica faz eleições. Ao menos aqui a oposição pode recorrer

Dessa forma, Coaracy, que concorre pela situação, será reeleito em 9 de março, data do pleito, para mais um mandato, praticamente por aclamação. Em contato com o blog, Fischer, ex-nadador olímpico, disse que pretende recorrer. “Eu ainda não vi o despacho do Juiz e seus argumentos. Esse documento não se encontra disponível no site e ainda não foi publicado em diário oficial. Pretendemos recorrer sim, mas o tempo conspira contra nós. Antes de agravar para o TRF, precisamos saber o conteúdo do despacho do juiz negando a liminar”, explicou.

Coaracy Nunes está no comando da CBDA desde 1988. E sem deixar a oposição concorrer, ficará mais quatro anos no poder. Deve ser muito bom ser dirigente esportivo no Brasil

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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013 Isso é Brasil, Política esportiva | 17:00

Democracia à força na CBDA

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Após quase 30 anos no poder, Coaracy Nunes terá oposição na próxima eleição da CBDA

E precisou que um mandado de segurança tenha dado entrada no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro para que um mínimo de senso democrático exista na próxima eleição da CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos),  marcada para o próximo dia 9 de março. Assim, por força da Justiça, Coaracy Nunes, que comanda a entidade desde 1988, terá um concorrente no pleito.

O mandado de segurança que visa assegurar uma eleição de verdade e não somente uma aclamação foi feito pelo ex-nadador olímpico e agora advogado, Eduardo Fischer, em favor de Julian Aoki Romero, fundador do movimento “Muda, CBDA”, criado no final do ano passado justamente para buscar uma alternativa no comando dos esportes aquáticos brasileiros.

“Nunca, desde a entrada do atual presidente da CBDA, houve uma chapa de oposição. Isso é, escancaradamente, antidemocrático”, disse Fisher, em carta aberta a nadadores e à imprensa. A entidade já havia barrado a iniciativa de Julian Romero (irmão do ex-nadador olímpico Rogério Romero) em registrar uma chapa de oposição, alegando que o grupo não havia cumprido alguns trâmites burocráticos, como registrar a candidatura em data que não havia expediente na CBDA, bem como obter o apoio de pelo menos cinco federações estaduais.

“E também, como se ainda não bastasse, a própria chapa da situação, a qual faz parte o Sr. Coaracy, também não apresentou ou publicou sua candidatura com as ‘cinco indicações’, e nem por isso sua candidatura foi impugnada”, escreveu Fischer, no texto do mandado de segurança.

Não existe a menor chance que a chapa de Julian Romero vença esta eleição, especialmente por conta da dependência das federações estaduais do (muito) dinheiro que a CBDA tem, em razão do milionário contrato com os Correios. Mas já é um alento a possibilidade de existir um movimento que queria, ao menos, apresentar uma alternativa ao que  se apresenta aí há quase 30 anos.

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terça-feira, 15 de janeiro de 2013 Imprensa, Isso é Brasil, Olimpíadas | 23:36

'Arrependimento' de Armstrong, Célio de Barros, CBDA e até estádio para pentatlo. E 2013 começa no pique total

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Lance Armstrong dá entrevista para Oprah Winfrey e admite o uso de doping: nenhuma surpresa

A surrada frase “ano novo, vida nova”, está sendo levada na íntegra no universo dos esportes olímpicos, tanto no Brasil quanto no mundo. Uma breve análise das principais notícias que dominaram o noticiário nestes primeiros 15 dias de 2013 mostram que a temporada começou agitada e com algumas informações surpreendentes. Vamos a elas:

  • Após passar meses em um silêncio constrangedor, enquanto era acusado por autoridades americanas no combate do doping e também por ex-companheiros de ter obtido todos os seus grandes títulos de forma ilícita, eis que o ciclista americano Lance Armstrong resolveu sair da toca e em entrevista à consagrada apresentadora Oprah Winfrey, admitiu – oh, que surpresa! – ter usado substâncias proibidas em sua carreira. Um “arrependimento” de araque, pois por trás da confissão em rede nacional, estaria o interesse de Armstrong em evitar o banimento no esporte. A entrevista irá ao ar nesta quinta-feira, na TV americana.

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  • Em um levantamento inédito no esporte olímpico do Brasil, o movimento “Muda, CBDA”, comandado por Julian Aoki Romero, teve acesso a todos os contratos firmados entre a CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos) e os Correios desde 1993. E mostrou que em 20 anos, a estatal depositou na entidade que comanda a natação brasileira, dirigida a quase 25 anos por Coaracy Nunes, a “bagatela” de R$ 158 milhões, que renderam neste período oito medalhas olímpicas, uma delas de ouro. A despeito da importância destas conquistas (e todas foram muito importantes), é de se questionar se com tanto dinheiro investido por tantos anos, não deveríamos ter resultados como os de uma Austrália nas piscinas, por exemplo…

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  • O atletismo do Rio de Janeiro prosseguiu em sua cruzada quixotesca em defesa do moribundo Estádio Célio de Barros, que faz parte do Complexo do Maracanã, e está com os dias contados, aguardando a demolição, pois seu espaço será utilizado como parte do estacionamento para carros da arena que receberá a final da Copa do Mundo de 2014. Definitivamente uma batalha já perdida e um duro golpe no atletismo de base do Brasil.

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  • A UIPM (União Internacional de Pentatlo Moderno) anunciou em seu site que a instalação que receberá as provas da modalidade nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, deverá ser a primeira a receber, no mesmo local, as cinco provas que compõe o programa do pentatlo moderno, ou seja, natação, hipismo, esgrima e o evento combinado tiro e corrida. A construção de um único estádio para o pentatlo moderno, explica a nota no site da UIPM, ainda está em discussão, mas se de fato for aprovada, significará um aumento (mais um!) no orçamento final dos Jogos, com a construção de um estádio (no bairro de Deodoro) para uma modalidade que não reúne 1.000 praticantes no Brasil. Vale lembrar que em Londres 2012 as provas do pentatlo moderno aproveitaram instalações usadas em outras modalidades dos Jogos.

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Agitações olímpicas à parte, este blogueiro irá dar uma recarregada nas baterias e sair de férias por alguns dias, voltando a atualizar este espaço no começo de fevereiro. Ou em edição extraordinária, caso algum fato mereça uma pausa no descanso. Até a volta!

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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012 Isso é Brasil, Política esportiva | 18:50

Confederação de ginástica faz eleições. Ao menos aqui a oposição pode concorrer…

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Luciene Resende concorre à reeleição na CBG e terá oposição, por incrível que pareça

Neste sábado, a CBG (Confederação Brasileira de Ginástica) irá realizar as eleições para escolher seu novo presidente, para o ciclo 2013/16. No pleito, que acontecerá nas dependências do Hotel Mercure Aracaju Del Mar, em Aracaju (SE), estarão concorrendo a atual presidente da entidade, Maria Lucilene Resende, pela situação, e Marco Antônio Martins, pela oposição. Poderão votar todas as federações estaduais que tenham ao menos dois anos de filiação, que tenham sido representadas em pelo menos um evento oficial da CBG e que não estejam inadimplentes para com a entidade.

Sem entrar no mérito sobre qual chapa é favorita – sempre lembrando que foi justamente na gestão de Lucilene que a ginástica artística conquistou sua primeira medalha de ouro na história, com Arthur Zanetti, nas argolas, em Londres 2012 -, apenas o fato de termos uma disputa eleitoral já merece ser saudado com bastante veemência. Democracia não é uma palavra muito presente nos dicionários das confederações olímpicas brasileiras.

O exemplo mais recente ocorreu nos esportes aquáticos. Depois de uma dinastia de Coaracy Nunes que dura quase 25 anos, a CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos) viu crescer um movimento de pessoas descontentes, formado por nadadores, ex-nadadores e pessoas ligadas ao esporte, que criaram o “Muda CBDA”. A inicitiva, encabeçada por Julian Romero, irmão do nadador olímpico Rogério Romero, acabou sendo frustrada, pois a CBDA exigiu que para ser registrada, a chapa precisaria do apoio de ao menos cinco federações estaduais. Além disso, colocou como prazo final uma data que caiu em pleno feriado no Rio de Janeiro.

Pior mesmo só o exemplo da entidade máxima do esporte brasileiro. Em outubro, o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) realizou uma eleição que na prática foi uma verdadeira aclamação para o sexto mandato consecutivo de Carlos Arthur Nuzman. Isso porque o colégio eleitoral é formado justamente pelos presidentes de confederações, que por falta de coragem ou competência, não se preocupam em dar uma oportunidade para uma nova mentalidade, ou que pelo menos ocorra uma discussão real sobre os problemas que afetam o esporte do Brasil.

E não me consta que, diante dos resultados obtidos em Londres 2012, estejamos fazendo a lição de casa corretamente.

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quarta-feira, 14 de novembro de 2012 Isso é Brasil, Política esportiva | 19:13

'Burocracia' pode impedir registro de oposição na CBDA

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Uma “oportuna” questão burocrática pode impedir que finalmente prospere uma chapa de oposição aos quase 25 anos de dinastia de Coaracy Nunes à frente da CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos). O movimento “Muda CBDA”, criado pelo ex-nadador Julian Romero, irmão do nadador olímpico Rogério Romero, está articulando a inscrição de uma chapa para concorrer à próxima eleição da entidade, marcada para o dia 9 de março de 2013. Mas a tentativa pode morrer antes mesmo de ser concretizada.

Isso porque nesta quarta-feira, um comunicado no site oficial da CBDA informava que o expediente na sede da entidade estará fechado nesta quinta, dia 15, feriado nacional em comemoração à proclamação da República, bem como na sexta-feira, dia 16. Confira abaixo:

Reprodução de texto publicado no site da CBDA nesta quarta-feira

O problema é que pelo edital publicado pela entidade, o prazo para a inscrição de uma chapa de oposição termina, coincidentemente, no dia 16 de novembro. Ou seja, quando o administrativo da CBDA abrir seu expediente, na próxima segunda-feira, dia 19, nenhuma chapa poderá ser inscrita para concorrer com Coaracy Nunes.

Para poder inscrever uma chapa de oposição, o interessado precisa obter o apoio oficial de, pelo menos, cinco federações estaduais. Mas mesmo que Julian Romero consiga estes apoios, parece muito difícil que ele consiga registrar sua candidatura. Graças a uma manobra burocrática.

Exemplo de democracia, a gente vê por aí nos esportes olímpicos brasileiros.

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quinta-feira, 1 de novembro de 2012 Isso é Brasil, Política esportiva | 23:30

Eis que surge uma oposição na natação brasileira

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O logotipo do movimento "Muda CBDA"

Demorou, mas finalmente alguém criou coragem em tentar dar novos ares à natação do Brasil, após 24 anos de comando de Coaracy Nunes. Criado por Julian Aoki Romero, ex-nadador e irmão mais novo do atleta olímpico Rogério Romero, o movimento Muda CBDA surge com o objetivo de criar uma chapa de oposição na próxima eleição da CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos), que a princípio está marcada para março de 2013. Mas que ninguém se espante se Coaracy, com medo que o movimento oposicionista fique mais forte, resolva antecipar o pleito.

“Os atletas das 5 modalidades aquáticas estão reféns de uma gestão que se preocupa em atender muitos interesses privados, internos ou próximos da Confederação, além de gastar muito dinheiro – em sua grande maioria proveniente de leis de incentivo – sem dar qualquer satisfação àqueles que tornaram a CBDA naquilo que é hoje: uma instituição que lucra – e muito – na base dos pouquíssimos talentosos atletas que surgem anualmente e espontaneamente dentro de clubes, academias, escolas de natação, sustentados pelo apoio interminável de seus pais e de uma motivação incrível para superar as dificuldades de infra-estrutura diárias com que convivem”, disse Julian Romero, em carta publicada no blog de Alberto Murray.

O movimento “Muda CBDA” já conta com uma página no Facebook, bem como outra no Twitter. Um site está sendo construído, ainda sem data para ir ao ar.

Pelos resultados decepcionantes da natação brasileira nas Olimpíadas de Londres, não será surpresa se realmente surgir um nome com força o bastante para destronar Coaracy Nunes da presidência da CBDA.

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