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Posts com a Tag Medalhas

quinta-feira, 12 de março de 2015 Imagens do Pan, Pan-Americano, Vídeos | 12:34

Conheça a origem das medalhas do Pan 2015

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Toronto 2015

Ao longo dos Jogos Pan-Americanos e Parapan-Americanos de Toronto, marcados para julho e agosto deste ano respectivamente, serão distribuídas um total de 4.259 medalhas em 825 provas/eventos. Até aí, nenhuma grande novidade. O que pouca gente sabe é que metais provenientes de três países diferentes (Canadá, Chile e República Dominicana) serão os responsáveis pela produção das medalhas de ouro, prata e bronze. Conheça quem está por trás desta história…

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terça-feira, 4 de novembro de 2014 Olimpíadas, Paraolimpíadas | 17:10

Medalhas da Rio 2016 serão feitas com material reciclado

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As medalhas que foram distribuídas nas Olimpíadas de 2012, em Londres

As medalhas que foram distribuídas nas Olimpíadas de 2012, em Londres

Ainda sem data definida para lançamento, as medalhas que serão distribuídas aos atletas durante as Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro, seguirão a cartilha do ecologicamente correto. Ao todo, as 4.924 medalhas de premiação e 75 mil de participação  terão em sua composição uma porcentagem de metal oriundo da reciclagem de equipamentos eletrônicos.

As medalhas serão confeccionadas pela Casa da Moeda, que acabou de assinar contrato de parceria com o comitê organizador dos Jogos de 2016. A empresa também será a responsável pelo lançamento da coleção das moedas comemorativas das Olimpíadas, cujo primeiro lote começa a circular no mercado neste mês de novembro.

>>> Veja também: Moeda comemorativa da Rio 2016 começa a circular na semana que vem

A Casa da Moeda já tinha experiência em fabricação de condecorações de eventos esportivos: foi ela que produziu as medalhas de premiação dos Jogos Pan-Americanos do Rio 2007 e dos Jogos Mundiais Militares de 2011, também realizados na capital carioca.

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sábado, 25 de outubro de 2014 Imprensa, Mundiais, Olimpíadas, Seleção brasileira | 15:41

Especialista italiano prevê Brasil fora do top 10 na Rio 2016

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logo2016

Atualizado
São apenas projeções estatísticas e ainda faltam pouco menos de dois anos para os Jogos Olímpicos do Rio 2016, vale ressaltar. Mas foi divulgado neste sábado uma projeção de resultados para as próximas Olimpíadas e o Brasil não aparece no top 10 do quadro de medalhas, meta traçada tanto pelo COB (Comitê Olímpico do Brasil) quanto pelo Ministério do Esporte para o desempenho da equipe brasileira nas próximas Olimpíadas. Segundo reportagem publicada pelo site Inside the Games, especializado no movimento olímpico, o país anfitrião deverá encerrar sua participação na 17ª colocação, com cinco medalhas de ouro, de um total de 23.

A mesma projeção tinha sido publicada um dia antes em outro site especializado em assuntos olímpicos, o Around the Rings. O estudo utiliza como critério a classificação final pelo número de medalhas de ouro, enquanto COB e Ministério levam em consideração o número total de medalhas conquistadas. Nesta classificação, o Brasil atingiria a meta, terminando em 10º lugar.

Só a título de informação, para o COI (Comitê Olímpico Internacional) não existe um quadro oficial de medalhas em Olimpíadas, cuja contabilidade foi criada como mais uma das armas de propaganda da Guerra Fria entre Estados Unidos e União Soviética, a partir do momento em que as duas nações passaram a se enfrentar, nos Jogos de 1952, em Helsinque. Desde então, a mídia também vem contabilizando a classificação por medalhas ao longo da história dos Jogos, sendo que o critério de classificação (por ouro ou pelo total) varia de acordo com o interesse de que quem a está divulgando.

A projeção publicada neste sábado foi feita pelo italiano Luciano Barra, ex-diretor esportivo do comitê olímpico italiano e que foi o diretor-executivo do comitê organizador dos Jogos Olímpicos de inverno de Turim 2006. Nos últimos anos, Barra tem acertado suas previsões, baseadas nos desempenhos dos atletas e equipes em Campeonatos Mundiais durante o ciclo olímpico. Foi o que ocorreu nas Olimpíadas de Pequim 2008, quando projetou que a Grã-Bretanha terminaria com um total de 48 medalhas (foram 47 no final dos Jogos) e que os EUA teria o maior número de medalhas no total. Em compensação, ele errou em relação sobre quem teria mais medalhas de ouro em 2008 e 2012, trocando as posições finais dos americanos e da China – Barra apostava que EUA teria o maior número de ouros em 2008 e os chineses fariam o mesmo em 2012.

>>> Veja ainda: Uma breve reflexão sobre números e medalhas

O atual estudo do italiano contempla a análise de 155 eventos mundiais realizados este ano e 121 no ano passado. Não estão incluídos neste estudo o futebol feminino, os cinco eventos de tênis (esporte que não tem um campeonato mundial) e as duas novas modalidades integrantes do programa esportivo para 2016, o golfe e o rúgbi sevens, que não tiveram mundiais realizados em 2013 e 2014.

Em relação ao resultado previsto para o Brasil, vale recordar que os feitos esportivos de 2013 dariam ao país, de acordo com levantamento feito pelo COB, 27 medalhas em modalidades presentes no programa olímpico, que deixariam o país em oitavo lugar em uma hipotética Olimpíada. Foi o melhor desempenho brasileiro em um primeiro ano de ciclo olímpico. Este ano, com o fiasco da seleção de futebol na Copa do Mundo, o fraco desempenho no Mundial de vela e a apagada participação no Mundial de judô contribuíram para a colocação obtida no estudo do ex-dirigente olímpico italiano.

Pela atual projeção de Barra, os Estados Unidos terminarão os Jogos de 2016 como o líder do quadro de medalhas, com 88 no total, sendo 35 de ouro, Seria um resultado bem abaixo do que ocorreu em 2012, quando os americanos tiveram um total de 104 medalhas. De acordo com o italiano, este será o top 10 para as Olimpíadas da Rio 2016, pelo número de ouros:

1) EUA  – 35
2) China  – 32
3) Rússia – 28
4) França – 19
5) Alemanha – 18
6) Grã-Bretanha – 12
7) Austrália – 9
8) Japão – 9 (desempate pelo número de medalhas de prata)
9) Coreia do Sul  – 9 (desempate pelo número de medalhas de prata)
10) Nova Zelândia – 8

Agora, a classificação do italiano, usando o critério do total de medalhas:

1) EUA – 88
2) Rússia – 88 (desempate pelo número de medalhas de ouro)
3) China – 80
4) Alemanha – 52
5) França – 46
6) Grã-Bretanha – 37
7) Austrália – 36
8) Japão – 33
9) Holanda – 23
10) Brasil – 23 (desempate pelo número de medalhas de ouro)

Na minha opinião, isso tudo é uma grande bobagem. O que vale é o resultado em quadra, na pista, na piscina, no tatame. Uma posição no quadro de medalhas não representa a realidade olímpica de um país, embora seja um bom indicativo. Da mesma maneira, não será em quatro anos que o Brasil irá se transformar em uma potência olímpica, mesmo que termine entre os dez melhores na classificação final de medalhas de 2016.

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sexta-feira, 28 de junho de 2013 Mundiais, Seleção brasileira | 18:51

Conheça as medalhas do Mundial de natação de Barcelona

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O trio que apresentou as medalhas do Mundial 2013: Ona Carbonell, Jeniffer Pareja e Marc Minguell

Os organizadores do 15º Campeonato Mundial de esportos aquáticos, marcado para Barcelona (Espanha) entre 19 de julho e 4 de agosto, divulgaram nesta quinta-feira como serão as medalhas que serão distribuídas na competição. O Mundial de esportes aquáticos reúne as modalidades natação, maratona aquática, saltos ornamentais, nado sincronizado e maratona aquática.

As medalhas que serão distribuídas no Mundial de esportes aquáticos

As medalhas, bem como os uniformes dos voluntários e as músicas que serão tocadas nas cerimônias de premiação, foram apresentadas na tradicional piscina do CN Natacio-Barceloneta, na capital catalã, e contou com a presença do prefeito de Barcelona, Xavier Trias. Para o público que acompanhou o evento, a grande atração foi a presença de três nomes importantes nos esportes aquáticos da Espanha: a atleta do nado sincronizado, Ona Carbonell, medalha de prata em Londres 2012; Jennifer Pareja, prata em Londres no polo aquático feminino; e Marc Minguell, vice-campeão mundial em Roma 2009.

O Mundial de esportes aquáticos é, ao lado do Mundial de atletismo, marcado para a Rússia, os mais importantes no calendário dos esportes olímpicos em 2013, primeiro ano do ciclo olímpico que tem como maior objetivo a disputa dos Jogos de 2016, no Rio de Janeiro. E o Brasil irá com força máxima para esta competição, levando uma equipe composta por 23 atletas, entre eles o medalhista de prata em Londres, Thiago Pereira, e Cesar Cielo, bronze nas últimas Olimpíadas e que buscará em Barcelona o tricampeonato mundial nos 50 m livre, após os ouros em Roma 2009 e Xangai 2011.

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sábado, 1 de junho de 2013 Histórias do esporte, Imagens Olímpicas, Olimpíadas | 18:34

Aproveite o feriado em SP e e conheça um pouco das Olimpíadas

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Em abril, havia postado aqui sobre a abertura da exposição “Jogos Olímpicos: Esporte, Cultura e Arte”, na galeria do Sesi, em São Paulo, com peças que fazem parte do acervo do COI (Comitê Olímpico Internacional). Bem, desde então não havia encontrado uma brecha na agenda para ver a mostra. De folga neste feriado, aproveitei para pegar os filhos e me mandar para o Sesi e ver de perto sobre aquilo que tinha escrito. E não me arrependi.

Para quem gosta de acompanhar o movimento olímpico, é uma viagem no tempo. Confesso que não tinha muita expectativa em relação à exposição, mesmo com as fotos de divulgação. Porém, ao vivo a história é completamente diferente. Os que estão começando a aprender agora sobre as Olimpíadas, como era o caso dos meus filhos, ou aos que já acompanham os Jogos há anos , a exposição agrada do início ao fim.

Peças raras, como uma bengala usada pelo Barão de Coubertin, primeiro presidente do COI e criador dos Jogos Olímpicos da Era Moderna, fazem parte do acervo. Também estão lá todas as tochas olímpicas utilizadas desde Berlim 1936, chegando até a última edição das Olimpíadas, em Londres 2012.

Uniformes ou equipamentos usados por atletas consagrados e campeões olímpicos também estão na mostra, como uma das luvas (autografada) que o boxeador Sugar Ray Leonard utilizou para ganhar o ouro nos Jogos de Montreal, em 1976. A arma usada por Guilherme Paraense para ganhar a primeira medalha dourada do Brasil em Olimpíadas, em Antuérpia 1920, também está lá, assim como o quimono da brava Sarah Menezes, primeiro ouro no judô feminino, em Londres 2012. Há ainda um setor interativo, que faz a alegria das crianças, brincando com algumas marcas históricas nos Jogos.

A exposição vai até o próximo dia 30 de junho, no Centro Cultural FIESP Ruth Cardoso, na sede do Sesi, em São Paulo (Av. Paulista, 1313, São Paulo). Se puder, não perca. É uma pequena aula sobre Olimpíadas.

Os horários são os seguintes:

Segunda-feira, das 11h às 20h
Terça a sábado, das 10h às 20h
Domingo, das 10h às 19h
Entrada gratuita

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segunda-feira, 15 de abril de 2013 Imagens Olímpicas, Olimpíadas | 17:13

Exposição traz o clima olímpico para São Paulo

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A partir desta terça-feira, a cidade de São Paulo sentirá um pouco do clima olímpico. Duas exposições na galeria de arte do Sesi-SP, localizada no Centro Cultural FIESP, na Avenida Paulista, serão abertas ao público nesta terça (dia 16), tendo como temática os Jogos Olímpicos.

Uma delas será  a mostra “Jogos Olímpicos: Esporte, Cultura e Arte”, que reúne cerca de 300 peças que fazem parte do acervo do COI (Comitê Olímpico Internacional), como réplicas das medalhas de todas as Olimpíadas, alguns dos principais mascotes e objetos de ídolos do esporte brasileiro, como as sapatilhas usadas por Adhemar Ferreira da Silva para conquistar o ouro nos Jogos de Helsinque 1952.

A outra é uma exposição fotográfica chamada “Olhar a toda prova”, que retrata de forma artística atletas olímpicos e paraolímpicos. Fotógrafos de publicidade, fotojornalismo e conceituais integram a mostra, como Claudio Edinger, Jonne Roriz, Marlene Bergamo e Renan Cepeda. A mostra reúne 48 imagens de atletas incentivados pelo Sesi.

A mostra ficará aberta ao público (com entrada gratuita) até o dia 30 de junho. Às segundas, funcionará das 11h às 20h; de terça a sábado, das 10h às 20h; e domingos, das 10h às 19h.

A galeria de arte do Sesi-SP fica na Avenida Paulista, 1.313, em frente à estação Trianon-Masp do Metrô – São Paulo

Veja algumas das imagens que estarão nas duas exposições do Centro Cultural FIESP:

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sexta-feira, 30 de março de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 20:12

Valores investidos no ciclo olímpico não justificam previsão do COB para Londres

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O superintendente do COB, Marcus Vinícius Freire, diz que o Brasil deve repetir em Londres 2012, em termos de resultados, o que fez em Pequim 2008

Um ciclo olímpico corresponde a um período de quatro anos, que começa no ano subsequente a uma edição dos Jogos e termina na edição seguinte do evento. Você, caro(a) internauta, sabe quanto foi investido, apenas com as verbas provenientes da Lei Agnelo/Piva, que destina 2% do que é arrecadado nas loterias brasileiras, nas confederações esportivas olímpicas do Brasil? A bagatela de R$ 207,4 milhões.

Só que para o COB (Comitê Olímpico Brasileiro), a previsão de resultados da delegação brasileira nas Olimpíadas de Londres 2012 deverá ser igual ao de Pequim 2008, ou seja 15 medalhas.

Além de mim, mais alguém aí acha que há algo errado neste discurso conservador?

Nesta semana, o COB reuniu a imprensa para detalhar os planos de ação da entidade para Londres. Perguntados a respeito de expectativa de resultados nos Jogos, que começarão no dia 27 de julho, tanto o presidente da entidade, Carlos Arthur Nuzman, quanto o superintendente executivo, Marcus Vinícius Freire, foram categóricos: a meta em terras britânicas será repetir o que foi feito quatro anos atrás, em Pequim 2008. Os dois dirigentes não especificaram qual a cor destas medalhas. Vale lembrar que na China foram conquistadas três de ouro.

A justificativa para esta previsão conservadora é que o olhar do COB, em busca de resultados mais importantes e que demonstrem a possível alteração de status olímpico brasileiro, está voltado quatro anos à frente, ou seja, nos Jogos do Rio 2016. Segundo Freire, o problema é que “faltou tempo” para que o foco fosse centralizado neste ciclo  olímpico, lembrando de dois grandes eventos, o Pan 2007, no Rio, e a campanha para ganhar a sede dos Jogos de 2016, finalizada em outubro de 2009.

O dirigente do COB tem alguma razão, mas até a página 3, como dizem por aí.

Em primeiro lugar, não me parece correto colocar nesta conta a organização do Pan 2007 (com todos os problemas, atrasos, orçamentos estourados e não aprovados pelo TCU etc), especialmente por se tratar de um ciclo olímpico anterior, que pertencia aos Jogos de Pequim.

E por mais que o foco principal da entidade estivesse voltado para a dura missão de conquistar a sede das Olimpíadas de 2016, fico pensando como não foi possível destinar dentro do COB parte desta energia para criar um mecanismo de cobrança de resultados das confederações, e não meramente ficar no papel de distribuidor de verbas públicas.

Mais de R$ 200 milhões de reais (no mínimo) investidos em um ciclo olímpico é algo que ninguém poderia jamais imaginar ocorrendo no Brasil. Mas tanto dinheiro também necessita ser justificado. E pelo que o COB já adiantou, evolução de resultados só poderá ser cobrada daqui a quatro anos, quando a entidade espera ver o Brasil entre os dez primeiros no quadro de medalhas.

Desculpem, mas com todo este dinheiro público investido, esta cobrança tem que começar agora mesmo.

Confira abaixo qual foi o investimento, ano a ano, neste ciclo olímpico, das verbas da lei Agnelo/Piva:

2012 – R$ 60,9 milhões (+ R$ 15,3 milhões Fundo Olímpico)/ Total arrecadação da loterias prevista: R$ 145 milhões
2011 – R$ 68,8 milhões (+ R$ 14 milhões Fundo Olímpico)/ Total arrecadação prevista das loterias: R$ 130 milhões
2010 – R$ 45,7 milhões (+ R$ 15 milhões Fundo Olímpico)/ Total arrecadação das loterias: R$ 142,7 milhões
2009 – R$ 32,07 milhões (+ R$ 18,7 milhões Fundo Olímpico)/Total arrecadação das loterias: R$ 113,4 milhões

Obs 1: O total arrecadado da Lei Piva de 2011 ainda depende de confirmação, após publicação do balanço do COB; o de 2012 é uma previsão

Obs 2: O Fundo Olímpico é formado a partir de uma parcela dos recursos que o COB recebe da Lei Agnelo/Piva e é destinado a atender projetos especiais apresentados por todas as confederações, cujos valores não couberem no orçamento anual aprovado pelo COB para cada Confederação, ou no orçamento disponível de outras fontes de recursos da Confederação.

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domingo, 15 de janeiro de 2012 Imprensa, Listas, Olimpíadas, Seleção brasileira | 13:13

Brasil continua bem em prévia de jornal americano para 2012

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A seleção feminina de vôlei ficará com a prata em Londres, segundo o "USA Today"

Mesmo com uma medalha de ouro a menos em relação à ultima classificação, o provável desempenho do Brasil nas Olimpíadas de Londres 2012, de acordo com o site do jornal americano “USA Today”, tem tudo para ser o melhor da história olímpica do país.

De acordo com a publicação, na última atualização de seu ranking, a delegação brasileira conquistará seu maior número de medalhas olímpicas (18) e o maior número de ouros (7) em toda a sua participação olímpica, que começou nos Jogos de 1920, em Antuérpia, na Bélgica. Em relação à classificação anterior, há um ouro a menos, que seria da seleção feminina de vôlei, que na atual prévia deverá ficar com a medalha de prata.

Vale lembrar que as atuais campeãs olímpicas ainda não estão classificadas para os Jogos de Londres 2012 e brigarão pela vaga no Pré-Olímpico sul-americano, que será realizado em São Carlos (SP), no mês de maio. E a prévia do ‘USA Today’, feita com base nos resultados em eventos prévios dos Jogos de 2012, não contemplou os resultados da seleção feminina de ginástica artística no Pré-Olímpico de Londres, nem no Masters de judô, que teve os brasileiros Rafael Silva e Mayra Aguiar conquistando a medalha de ouro.

Confira abaixo os prováveis ganhadores de medalha do Brasil em Londres 2012, de acordo com o “USA Today”:

A atual prévia colocaria o Brasil em um hipótético 13º lugar no quadro geral de medalhas, encostado na Coreia do Sul, que ocupa a 10ª posição, com um ouro a mais. A primeira colocação seria dos EUA, de acordo com a previsão, com 41 ouros, cinco a mais do que a China, que por sua vez teria duas medalhas a mais no total que os americanos.

Confira abaixo os dez primeiros colocados no quadro de medalhas de Londres 2012, de acordo com o “USA Today”, e a respectiva colocação do Brasil:

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sexta-feira, 11 de novembro de 2011 Imprensa, Olimpíadas, Seleção brasileira | 17:05

Jornal americano prevê recorde de ouros do Brasil em 2012

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Everton Lopes foi apontado pelo "USA Today" para ganhar uma medalha de ouro em 2012

O pessoal do COB (Comitê Olímpico Brasileiro) deve ter comemorado bastante a última projeção que o site do jornal americano “USA Today” fez em relação ao quadro de medalhas dos Jogos Olímpicos de Londres, no ano que vem. Nesta mais recente classificação – a lista costuma ser atualizada a cada dois meses, mais ou menos -, os jornalistas do “USA Today” fizeram uma análise bastante favorável ao Brasil, prevendo que a delegação terminará os Jogos de 2012 com oito medalhas de ouro, o que representaria um recorde na participação brasileira olímpica.

O COB, que não costuma fazer projeções de medalhas em Olimpíadas ou mesmo Pan-Americanos, já chegou a declarar, na palavra de seu superintendente Marcus Vinícius Freire, que espera algo em torno de 15 medalhas na campanha de Londres 2012. Mas nesta previsão do ‘USA Today”, o Brasil terminaria os Jogos com 18 medalhas. Além das oito de ouro já citadas, seriam mais quatro de prata e seis de bronze.

Entre os prováveis ganhadores do ouro para o Brasil, indicados pelo jornal americano, estão algumas “barbadas”, como o nadador Cesar Cielo, nos 50 m livre; a dupla Juliana e Larissa, no vôlei de praia; a dupla Robert Scheidt/Bruno Prada, na vela (classe Star);  as duas seleções de vôlei (masculina e feminina); a seleção masculina de futebol; e por fim, no atletismo, Fabiana Murer (salto com vara). A novidade foi a inclusão do boxeador Everton Lopes, que recentemente foi campeão mundial dos meio médio ligeiros.

As demais medalhas brasileiras na lista do “USA Today” seriam as seguintes, de acordo com a última projeção:

Prata: Alison/Emanuel (vôlei de praia); Arthur  Zanetti (ginástica artística/argolas); Sarah Menezes e Leandro Guilheiro (judô)

Bronze: Esquiva Florentino Falcão (boxe); Jade Barbosa (ginástica artística/salto); Rafaela Silva, Leandro Cunha e Mayra Aguiar (judô); e Cesar Cielo (natação/100 m livre)

Ah, detalhe importante: as grandes estrelas individuais do Pan de Guadalajara passarão em branco nas Olimpíadas de Londres, segundo o “USA Today”: Diego Hypólito (4º lugar no solo) e Thiago Pereira (5º lugar nos 400 m medley).

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terça-feira, 25 de outubro de 2011 Almanaque, Pan-Americano, Seleção brasileira | 22:41

Medalha histórica para a ginástica artística do Brasil

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A equipe brasileira de ginástica artística comemora a inédita medalha de ouro no Pan

A efeméride em si serve apenas para os registros nos livros de história: o dia em que sairia a milésima medalha para o Brasil em Jogos Pan-Americanos. Foi assim que o iG Esporte, em reportagem assinada por Marcel Rizzo e Vicente Seda, registrou que esta terça-feira seria especial em Guadalajara. E coube à ginástica artística masculina brasileira a honra de garantir a medalha de número mil na história brasileira na competição.

O mais importante, contudo, é que não foi uma medalha qualquer. Comandada por Diego Hypólito, a equipe brasileira faturou a medalha de ouro por equipe,  a primeira da ginástica artística na história do Pan. Trata-se de um feito importante, especialmente após o desempenho pífio da envelhecida equipe feminina na última segunda-feira. E sempre é bom lembrar que é justamente a equipe masculina que já tem dois atletas (Hypólito e Arthur Zanetti) classificados para as Olimpíadas de Londres, em 2012.

Pelo menos isso justifica a efeméride.

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