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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014 Olimpíadas, Paraolimpíadas | 01:32

Vinicius e Tom, uma bola dentro do Rio 2016

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Vinícius e Tom, os mascotes olímpicos e paraolímpicos dos Jogos de 2016

Vinícius e Tom, os nomes escolhidos para os mascotes olímpicos e paraolímpicos dos Jogos de 2016

Eis que o domingo garoento e até meio frio aqui em São Paulo terminou com uma grata surpresa, ao menos para o blogueiro, com o anúncio de que Vinícius e Tom foram escolhidos para batizar as mascotes dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio 2016. Na escolha via internet, a dupla de nomes vencedora contou com 44% da preferência do público, somando um total de 323.327 votos. Oba-Eba foi a segunda dupla de nomes mais votada, com 38%, e os bizarros Tiba Tuque-Esquindim tiveram 18% da preferência.

Aleluia, ainda tem gente de bom senso neste país…

Admito que não esperava que Vinicius de Moraes e Tom Jobim, uma justíssima homenagem a duas das maiores riquezas culturais do Brasil, pudessem sensibilizar uma geração que apesar de altamente conectada, praticamente desconhece a obra destes gênios. E se pensar na natureza  bem-humorada do brasileiro, que deixa a zoeira acima de qualquer coisa, esperava sinceramente que Oba e Eba fossem os escolhidos. O trauma do Fuleco na Copa 2014 ainda é grande, vamos admitir.

Houve quem disse que nome de mascote não precisa agradar adulta. Precisa sim ser fácil de gravar e agradar às crianças. Por este raciocínio, é claro que os bobos Oba-Eba eram os favoritos absolutos. Mas a tomar pela preferência aqui de casa, na hora em que souberam do resultado, meus filhos (uma de 14 e outo de 11) comemoram demais.

Veja ainda:

>>>Mascotes Rio 2016: ao menos escolham Vinícius e Tom!
>>> Você conhece a história das mascotes das Olimpíadas?

Vinícius, o mascote olímpico, representa a diversidade dos animais do País. Reúne a agilidade dos felinos, o gingado dos macacos e a leveza das aves. Já Tom, o mascote paraolímpico, é uma inédita mistura da flora brasileira. Consegue se transformar o tempo todo, com determinação e alegria, crescendo e superando obstáculos.

Vinícius e Tom foi uma grande bola dentro para as Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2016.

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domingo, 23 de novembro de 2014 Olimpíadas, Paraolimpíadas | 22:45

Mascotes Rio 2016: ao menos escolham Vinicius e Tom!

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Imagem das mascotes dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016

Imagem das mascotes dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, apresentadas neste domingo

Fim do mistério, após a divulgação, neste domingo à noite, das imagens das mascotes dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. E seguindo uma tendência que vem se repetindo nas últimas edições olímpicas de verão, foram escolhidas figuras que estão mais próximo do estranho do que o normal.

Saudades do simpático ursinho Misha, de Moscou 1980!

A mascote das Olimpíadas, vamos admitir, ainda tem uma imagem mais definida de um animal. Só que ao invés de optar por um único bicho, a mascote olímpica representa a “diversidade dos animais do País: a agilidade dos felinos, o gingado dos macacos e a leveza dos pássaros”, segundo informa o site oficial das mascotes dos Jogos de 2016. Já o mascote paraolímpico é (pelo menos é o que dizem ser) uma inédita mistura da flora brasileira, “com uma cabeleira de folhagens tropicais e cores que lembram a paisagem do Rio e toda a exuberância da natureza”, explica o site.

Veja ainda: Rio 2016 apresenta mascotes, que ainda precisam ser batizados

Enfim, se as figuras das mascotes até poderão cair no gosto popular (dificilmente conseguiriam fazer algo tão ridículo como o Izzy de Atlanta 1996), as opções para batizá-los são de doer a alma. Do nível do Fuleco, da Copa 2014

No site oficial, o internauta pode escolher uma das três duplas de nomes para batizar as mascotes. As opções são Oba e Eba; Tiba Tuque e Esquindim; e Vinicius e Tom.

E mais: Você conhece a história das mascotes das Olimpíadas?

Que o público tenha um mínimo de bom senso e escolham a terceira opção, uma homenagem a um dos maiores dramaturgos e poetas de nossa literatura e um dos maiores compositores da música popular brasileira.

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quinta-feira, 13 de novembro de 2014 Imagens Olímpicas, Olimpíadas | 10:24

Você conhece a história das mascotes das Olimpíadas?

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Até o final de novembro deverá ser anunciado qual será a mascote dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, que sempre é uma das grandes atrações de cada edição olímpica e objeto de desejo de colecionadores. Mas enquanto ela não é divulgada pelo comitê organizador, que tal conhecer um pouco mais da história das mascotes das Olimpíadas?

1) El Tigre Rojo de Chichen-Itza – Cidade do México 1968

El Tigre Rojo de Chichen-Itza, mascote extra-oficial dos Jogos de 1968, na Cidade do México

El Tigre Rojo de Chichen-Itza, mascote extra-oficial dos Jogos de 1968, na Cidade do México

A primeiro mascote conhecida da história das Olimpíadas na verdade não é reconhecida de forma oficial. Ela era baseada em um trono da pirâmide ´El Castillo´, em Chichen-Itza, feito no formato de um jaguar vermelho

2) Waldi, o cachorro dachshund – Munique 1972

Waldi, o cachorro dachshund dos Jogos de Munique

Waldi, o cachorro dachshund dos Jogos de Munique

De forma oficial, a primeira vez que uma mascote foi usada nas Olimpíadas de verão aconteceu nos Jogos de Munique. O mascote, criado pelo designer gráfico alemão Otl Aicher, mostra um cão dachshund, raça popular na região.

3) Amik, o castor – Montreal 1976

Amik, o castor de Montreal 1976

Amik, o castor de Montreal 1976

Nos Jogos de Montreal, foi escolhida como mascote o castor, um dos símbolos nacionais do Canadá.

4) Misha, o urso – Moscou 1980

O ursinho Misha, dos Jogos de Moscou, a mais carismática mascote olímpica

O urso Misha, dos Jogos de Moscou, a mais carismática mascote olímpica

Talvez a mais popular mascote da história das Olimpíadas. Nos Jogos que ficaram marcados pelo boicote dos Estados Unidos e seus aliados, a União Soviética caprichou e o simpático ursinho ficou marcado na memória de todos, especialmente por causa da cerimônia de encerramento, quando um boneco gigante subiu aos céus dando adeus ao público no Estádio Olímpico de Moscou.

5) Sam, a águia – Los Angeles 1984

Sam, a águia, foi a mascote dos Jogos de 84, em Los Angeles

Sam, a águia, foi a mascote dos Jogos de 84, em Los Angeles

Animal-símbolo dos Estados Unidos, a águia Sam foi desenhada por Robert Moore, que trabalhava para os estúdios Disney. Pena que os Jogos de Los Angeles também sofreram com o boicote, desta vez liderado pela União Soviética.

6) Hodori, o tigre – Seul 1988

Hodori, o tigre, foi a mascote de Seul 1988

Hodori, o tigre, foi a mascote de Seul 1988

Nos Jogos de Seul, existiam duas mascotes, Hodori e Hosuni, mas o tigre Hodori se tornou muito mais popular, talvez pelo fato de aparecer em diversas lendas coreanas

7) Cobi, o cachorro sheepdog estilizado – Barcelona 1992

O cão estilizado Cobi e seu criador, o cartunista Javier Mariscal

O cão estilizado Cobi, dos Jogos de Barcelona 1992 e seu criador, o cartunista Javier Mariscal

O cão pastor estilizado não empolgou muito em Barcelona 1992, ao contrário dos Jogos, que foram sensacionais.

8) Izzy, a figura abstrata – Atlanta 1996

O esquisito Izzy, mascote de Atlanta 1996

O esquisito Izzy, mascote de Atlanta 1996

A pior mascote desde que elas começaram a aparecer em Jogos Olímpicos. Uma figura abstrata, que ninguém conseguia explicar o que representava de fato. Tudo a ver com a própria edição das Olimpíadas de Atlanta, sem carisma e com inúmeros problemas de organização.

9) Ollie, Syd e Millie, a kookaburra, o ornitorrinco e a equidna – Sydney 2000

As mascotes Ollie, Syd e Millie, de Sydney 2000

As mascotes Ollie, Syd e Millie, de Sydney 2000

Os três mascotes criados por Matthew Hatton representavam animais típicos da Austrália: Olly, uma ave kookaburra; Syd, um ornitorrinco; e Millie, a equidna, uma espécie de tamanduá espinhoso.

10) Athena e Phevos, bonecos antigos – Atenas 2004

Athena e Phevos, as mascotes de Atenas 2004

Athena e Phevos, as mascotes de Atenas 2004

As duas mascotes foram feitas por Spyros Gogos e representavam bonecos que imitam crianças. As mascotes tiveram o design baseado em um antigo boneco grego de terracota.

11) Fuwa, peixe, panda gigante, Chama Olímpica, chiru e andorinha – Pequim 2008

"Fuwa", as cinco mascotes dos Jogos de Pequim 2008

“Fuwa”, as cinco mascotes dos Jogos de Pequim 2008

Chamados respectivamente de Beibei, Jingjing, Huanhuan, Yingying e Nini, as mascotes vieram da frase chinesa que signifca “Pequim te dá boas-vindas”.

12) Wenlock e Mandeville, gotas de aço com câmera para os olhos – Londres 2012

Wenlock e Mandeville, as estranhas mascotes de Londres 2012

Wenlock e Mandeville, as estranhas mascotes de Londres 2012

As duas mascotes dos Jogos de Londres 2012 (Wenlock era a mascote das Olimpíadas, enquanto Mandeville representava as Paraolimpíadas) eram gotas de aço com câmeras no lugar dos olhos. Eles representavam o começo da Revolução Industrial, ocorrida no Reino Unido. Mas olhando a foto, é meio difícil de enxergar tudo isso.

 

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sábado, 1 de junho de 2013 Histórias do esporte, Imagens Olímpicas, Olimpíadas | 18:34

Aproveite o feriado em SP e e conheça um pouco das Olimpíadas

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Em abril, havia postado aqui sobre a abertura da exposição “Jogos Olímpicos: Esporte, Cultura e Arte”, na galeria do Sesi, em São Paulo, com peças que fazem parte do acervo do COI (Comitê Olímpico Internacional). Bem, desde então não havia encontrado uma brecha na agenda para ver a mostra. De folga neste feriado, aproveitei para pegar os filhos e me mandar para o Sesi e ver de perto sobre aquilo que tinha escrito. E não me arrependi.

Para quem gosta de acompanhar o movimento olímpico, é uma viagem no tempo. Confesso que não tinha muita expectativa em relação à exposição, mesmo com as fotos de divulgação. Porém, ao vivo a história é completamente diferente. Os que estão começando a aprender agora sobre as Olimpíadas, como era o caso dos meus filhos, ou aos que já acompanham os Jogos há anos , a exposição agrada do início ao fim.

Peças raras, como uma bengala usada pelo Barão de Coubertin, primeiro presidente do COI e criador dos Jogos Olímpicos da Era Moderna, fazem parte do acervo. Também estão lá todas as tochas olímpicas utilizadas desde Berlim 1936, chegando até a última edição das Olimpíadas, em Londres 2012.

Uniformes ou equipamentos usados por atletas consagrados e campeões olímpicos também estão na mostra, como uma das luvas (autografada) que o boxeador Sugar Ray Leonard utilizou para ganhar o ouro nos Jogos de Montreal, em 1976. A arma usada por Guilherme Paraense para ganhar a primeira medalha dourada do Brasil em Olimpíadas, em Antuérpia 1920, também está lá, assim como o quimono da brava Sarah Menezes, primeiro ouro no judô feminino, em Londres 2012. Há ainda um setor interativo, que faz a alegria das crianças, brincando com algumas marcas históricas nos Jogos.

A exposição vai até o próximo dia 30 de junho, no Centro Cultural FIESP Ruth Cardoso, na sede do Sesi, em São Paulo (Av. Paulista, 1313, São Paulo). Se puder, não perca. É uma pequena aula sobre Olimpíadas.

Os horários são os seguintes:

Segunda-feira, das 11h às 20h
Terça a sábado, das 10h às 20h
Domingo, das 10h às 19h
Entrada gratuita

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segunda-feira, 15 de abril de 2013 Imagens Olímpicas, Olimpíadas | 17:13

Exposição traz o clima olímpico para São Paulo

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A partir desta terça-feira, a cidade de São Paulo sentirá um pouco do clima olímpico. Duas exposições na galeria de arte do Sesi-SP, localizada no Centro Cultural FIESP, na Avenida Paulista, serão abertas ao público nesta terça (dia 16), tendo como temática os Jogos Olímpicos.

Uma delas será  a mostra “Jogos Olímpicos: Esporte, Cultura e Arte”, que reúne cerca de 300 peças que fazem parte do acervo do COI (Comitê Olímpico Internacional), como réplicas das medalhas de todas as Olimpíadas, alguns dos principais mascotes e objetos de ídolos do esporte brasileiro, como as sapatilhas usadas por Adhemar Ferreira da Silva para conquistar o ouro nos Jogos de Helsinque 1952.

A outra é uma exposição fotográfica chamada “Olhar a toda prova”, que retrata de forma artística atletas olímpicos e paraolímpicos. Fotógrafos de publicidade, fotojornalismo e conceituais integram a mostra, como Claudio Edinger, Jonne Roriz, Marlene Bergamo e Renan Cepeda. A mostra reúne 48 imagens de atletas incentivados pelo Sesi.

A mostra ficará aberta ao público (com entrada gratuita) até o dia 30 de junho. Às segundas, funcionará das 11h às 20h; de terça a sábado, das 10h às 20h; e domingos, das 10h às 19h.

A galeria de arte do Sesi-SP fica na Avenida Paulista, 1.313, em frente à estação Trianon-Masp do Metrô – São Paulo

Veja algumas das imagens que estarão nas duas exposições do Centro Cultural FIESP:

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segunda-feira, 24 de setembro de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas | 17:33

Vexame nos documentos roubados pelo Rio 2016 já vira piada

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Enquanto não são esclarecidos todos os detalhes do incrível vexame internacional que passou o comitê organizador dos Jogos Olímpicos do Rio 2016, após dez de seus integrantes terem sido demitidos por roubarem documentos sigilosos do comitê de Londres 2012, já começam a aparecer as primeiras piadas a respeito de tão deplorável episódio.

Não tem jeito, é da natureza do próprio povo brasileiro fazer piada com tudo. E convenhamos: até que a sugestão de mascote para 2016 ficou simpática. Mas só o desenho do mascote ficou simpático, hein?

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quarta-feira, 31 de agosto de 2011 Olimpíadas | 23:29

Mascotes dos Jogos de Londres 2012 nos quadrinhos

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Os mascotes Wenlock e Mandeville, que viraram personagens em quadrinho

Os esquisitos mascotes dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Londres, Wenlock e Mandeville, ganharam uma versão em quadrinhos. A dupla será destaque em uma edição especial da tradicional revista infantil semanal inglesa “The Beano”, publicada desde 1938.

Na história, a dupla de cíclopes contracena com personagens conhecidos da publicação, como Dennis, o Pimentinha, e Minnie the Minx.  Os dois mascotes olímpicos deverão aparecer em novas publicações, até a abertura dos Jogos, em julho do ano que vem.

Os dois mascotes dos Jogos de Londres foram lançados em maio de 2010, batizados com o nome de duas pequenas cidades inglesas e baseados em um conto infantil escrito por Michael Morpurgo. A partir de setembro, serão comercializadas versões regionais de Wenlock e Mandeville, reunindo as 12 melhores versões criadas por estudantes ingleses.

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segunda-feira, 7 de março de 2011 Olimpíadas, Pan-Americano | 18:08

Mascotes olímpicos encantam, mas também dão lucro

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O Urso Polar, o Leopardo e a Lebre: os eleitos para os Jogos de Inverno de 2014

Na última semana, os organizadores dos Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi (Rus), anunciaram quais serão os mascotes do evento, marcado para acontecer entre os dias 7 e 23 de fevereiro de 2014. E na falta de um, foram lançados logo três: a Lebre, o Urso Polar e o Leopardo, escolhidos durante um programa de TV russa. Nada mal para quem, pouco mais de 30 anos atrás, ainda como União Soviética, organizou as Olimpíadas de Moscou, em 1980,  tornando inesquecível a imagem do mascote daqueles Jogos, o urso Misha.

Na verdade, a figura do mascote nos Jogos Olímpicos é algo relativamente recente. O primeiro mascote olímpico apareceu nos Jogos de Inverno de 1968, em Grenoble, na França. Nos Jogos de Verão, o primeiro mascote foi o cachorrinho Waldi, nos Jogos de Munique-1972. De lá para cá, foram mais 33 personagens escolhidos para representar a cultura do país anfitrião. Nos últimos anos, outra função (talvez a mais importante) tem sido atribuída aos mascotes olímpicos: dar lucro, muito lucro aos organizadores.

Wenlock, o estranho mascote das Olimpíadas de Londres-12

Graças ao marketing agressivo, são feitos dezenas de produtos licenciados com as imagens dos mascotes. E turista que vai a uma edição de Jogos Olímpicos não volta para casa sem trazer ao menos um chaveirinho que tenha a imagem do mascote daquela competição. Nas Olimpíadas de Londres, no ano que vem, um simples bonequinho do esquisito Wenlock, com 80cm de altura, sai por 150 libras, cerca de R$ 402,00 em valores de hoje. Uma versão mais modesta do mascote, com 30cm de altura, sai mais barato, 20 libras (ou cerca de R$ 54,oo).

Por isso, na visão dos organizadores, não importa se o mascote é engraçadinho ou não: se o personagem cair no gosto do público, vai vender muito. E os c0fres olímpicos vão encher na mesma proporção.

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