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domingo, 31 de agosto de 2014 Almanaque, Ídolos, Mundiais, Seleção brasileira | 00:55

As medalhas do Brasil nos Mundiais de judô

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A brasileira Mariua Suelen Altheman não conseguiu superar a cubana Idalys Ortiz na final da categoria acima de 78 kg

A brasileira Maria Suelen Altheman (à esquerdas) não conseguiu superar a cubana Idalys Ortiz na final da categoria acima de 78 kg

No último dia de disputas individuais do Campeonato Mundial de judô, que está sendo realizado na cidade russa de Chelyabinsk, na Rússia, o Brasil ampliou seu número de medalhas na competição. O melhor resultado foi obtido por Maria Suelen Altheman, na categoria acima de 78 kg, que acabou repetindo o desempenho do Mundial do ano passado, realizado no Brasil, e ficou com a medalha de prata. Novamente derrotada pela forte cubana  Idalys Ortiz, por ippon, em uma luta na qual ela saiu com uma contusão no joelho.

Depois, foi a vez de Rafael Silva, na categoria acima de 100 kg, que não repetiu o vice-campeonato de 2013 mas não deixou a Rússia com as mãos abanando, ao levar o bronze após derrotar o alemão Roy Meier. Neste domingo, o Mundial de Chelyabinsk se encerra com a disputa do torneio por equipes.

No geral, o Brasil soma um total de 38 medalhas em Mundiais de judô ao longo da história.

Confira abaixo todas as medalhas brasileiras

Medalha de ouro

João Derly – 66 kg – Cairo (Egito)/2005
João Derly – 66 kg – Rio de Janeiro (Brasil)/2007
Tiago Camilo – 81 kg – Rio der Janeiro (Brasil)/2007
Luciano Corrêa (100 kg) – Rio de Janeiro (Brasil)/2007
Rafaela Silva (57 kg) – Rio de Janeiro (Brasil)/2013
Mayra Aguiar (78 kg) – Chelyabinsk (Rússia)/2014

Medalha de prata

Aurélio Miguel – 95 kg – Hamilton (Canadá)/1993
Aurélio Miguel – 95 kg – Paris (França)/1997
Mayra Aguiar – 78 kg – Tóquio (Japão)/2010
Leandro Guilheiro – 81 kg -Tóquio (Japão)/2010
Leandro Cunha – 66 kg – Tóquio (Japão)/2010
Leandro Cunha – 66 kg – Paris (França)/2011
Rafaela Silva – 57 kg – Paris (França)/2011
Érika Miranda – 52 kg – Rio de Janeiro (Brasil)/2013
Maria Suelen Altheman – + 78 kg – Rio de Janeiro (Brasil)/2013
Rafael Silva – + 100 kg – Rio de Janeiro (Brasil)/2013
Maria Suelen Altheman – + 78 kg – Chelyabinsk (Rússia)/2014

Medalha de bronze

Chiaki Ishii – 93 kg – Ludwigshafen (Alemanha)/1971
Walter Carmona – 86 kg – Paris (França)/1979
Aurélio Miguel – 95 kg – Essen (Alemanha)/1987
Rogério Sampaio – 73 kg – Hamilton (Canadá)/1993
Daniele Zangrando – 56 kg – Tóquio (Japão)/1995
Edinanci Silva – 72 kg – Paris (França)/1997
Fúlvio Myata – 60 kg – Paris (França)/1997
Sebastian Pereira – 73 kg – Birmingham (Inglaterra)/1999
Mario Sabino – 100 kg – Osaka (Japão)/2003
Edinanci Silva – 78 kg – Osaka (Japão)/2003
Carlos Honoraro – 90 kg – Osaka (Japão)/2003
Luciano Correa – 100 kg – Cairo (Egito)/2005
João Gabriel Schilittler – + de 100 kg – Rio de Janeiro (Brasil)/2007
Sarah Menezes – 48 kg – Tóquio (Japão)/2010
Sarah Menezes – 48 kg – Paris (França)/2011
Leandro Guilheiro – 81 kg – Paris (França)/2011
Mayra Aguiar – 78 kg – Paris (França)/2011
Sarah Menezes – 48 kg – Rio de Janeiro (Brasil)/2013
Mayra Aguiar – 78 kg – Rio de Janeiro (Brasil)/2013
Érika Miranda – 52 kg – Chelyabinsk (Rússia)/2014
Rafael Silva – + 100 kg – Chelyabinsk (Rússia)/2014

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sexta-feira, 30 de agosto de 2013 Ídolos, Mundiais, Seleção brasileira | 19:48

As meninas superpoderosas do judô do Brasil

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Mayra Aguiar abre o sorriso para exibir a medalha de bronze na categoria até 78 kg, no Mundial do Rio

Tudo bem que ainda faltam as disputas deste sábado, e Luciano Corrêa (até 100 kg) e Rafael Silva, o Baby (mais de 100 kg) podem salvar a honra da equipe masculina do Brasil neste Mundial de judô. Mas é inegável que o saldo ao final da competição estará mais do que positivo para a seleção brasileira feminina. Uma campanha irretocável.

Nada menos do que quatro medalhas conquistadas, a última delas com Mayra Aguiar, nesta sexta-feira, a de bronze, na categoria até 78 kg, juntando-se à Rafaela Silva (ouro), Érika Miranda (prata) e Sarah Menezes (bronze). Trata-se da melhor participação do judô feminino na história dos Mundiais, superando até agora a campanha de Paris, em 2011, quando foram obtidas três medalhas.

E nada disso veio à toa, sempre é bom lembrar. Nos Jogos de Londres, a única medalha de ouro no judô veio da equipe feminina, com Sarah Menezes. O excelente trabalho desenvolvido pela técnico Rosicléa Campos (afastada em razão de licença-maternidade) vem finalmente sendo premiado com os resultados nas grandes competições.

Pelo menos no Mundial do Rio de Janeiro, foram as meninas superpoderosas que deram as cartas no judô brasileiro.

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quarta-feira, 4 de abril de 2012 Imprensa, Olimpíadas, Seleção brasileira | 23:39

Tiago Camilo e Luciano Corrêa vão a Londres. Foi justo?

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Tiago Camilo terá seu nome confirmado pela CBJ na equipe que vai a Londres

No jargão jornalístico, “furar a concorrência” é o ponto alto de um dia de trabalho, quando você consegue uma informação exclusiva e importante. Pois imagino que para o competente colega Rodrigo Farah, do iG, esta quarta-feira tenha sido um destes dias marcantes, graças ao “furo” que ele publicou, contando que a seleção brasileira de judô nas Olimpíadas de Londres 2012 está fechada, com a definição das duas dúvidas que restavam, que eram as presenças de Tiago Camilo (peso médio) e Luciano Corrêa (meio pesado).

A CBJ (Confederação Brasileira de Judô) só deverá oficializar a lista dos convocados no final de maio, quando será fechado o ranking mundial da IJF (Federação Internacional de Judô). Pela classificação da entidade, seriam os titulares da seleção Hugo Pessanha (médio) e Leonardo Leite (meio pesado), que no entanto terão pontos obtidos em 2011 descartados, a exemplo do que ocorre no ranking da ATP (Associação dos Tenistas Profissionais).

Bem, neste ponto eu quero convidar o(a) amigo(a) que acompanha este blog a fazer uma reflexão: a despeito de toda a qualidade e competência indiscutíveis de Camilo e Corrêa, será que foi o critério mais justo usar o ranking da IJF?  Não seria mais justo levar Pessanha e Leite?

Como disse, não estou colocando aqui em questão a competência e até a maior experiência dos dois judocas selecionados. Até porque Tiago Camilo tem simplesmente duas medalhas olímpicas (prata em Sydney 2000 e bronze em Pequim 2008), enquanto Luciano Corrêa foi ouro no Mundial de judô de 2007, no Rio. Mas até pela posição do ranking, os dois preteridos passam por uma fase melhor.

Se o ranking da IJF acaba premiando a regularidade, fico pensando se não deveria ser levado em conta o momento que cada judoca está vivendo. E vale lembrar que não há um consenso 100%  entre os atletas brasileiros que este seja o melhor critério para definir a equipe olímpica. Outros países (a China por exemplo) não utilizam o ranking da IJF para definir sua seleção.

De qualquer forma, polêmico ou não, o critério de escolha da CBJ para definir a equipe que irá a Londres 2012 é pelo menos 1.000.000 de vezes melhor do que existia na época em que esta modalidade foi comandada por Joaquim Mamede, talvez o maior ditador que já existiu no esporte brasileiro. Os mais novos talvez não saibam, mas Mamede, que comandava a CBJ com mão de ferro, era capaz de deixar de fora um atleta mais talentoso, por pura picuinha pessoal. Aurélio Miguel que o diga.

Portanto, mesmo sendo um critério discutível, é inegável que o judô brasileiro esteja enviado a Londres uma equipe muito forte, talvez a melhor de todos os tempos, com potencial para voltar ao Brasil carregada de medalhas.

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segunda-feira, 21 de março de 2011 Imprensa, Olimpíadas | 10:27

Jornal americano prevê cinco ouros para o Brasil em 2012

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Americano adora fazer uma prévia olímpica. A cada quatro anos, vende como água no deserto uma edição especial da conceituada revista esportiva “Sports Illustrated”, que traz uma previsão dos Jogos Olímpicos prestes a acontecer. Comparado com o que rola nas Olimpíadas de fato, o resultado é bastante razoável, com exceção de um ou outro erro mais bizarro.

Agora, foi a vez da versão online do jornal “USA Today” dar uma de Mãe Dinah. Quando faltam menos de  500 dias para o início das Olimpíadas de Londres, a publicação começou a soltar uma prévia mensal daquele que imagina que será o quadro final de medalhas da competição. Nele, além de mostrar que os EUA superarão a China por pouco na primeira colocação, mostra que o Brasil ganhará cinco ouros nos Jogos britânicos. Confira abaixo:

O número de medalhas de ouro, idênticos à campanha de Atenas-04, mostram algumas apostas bem possíveis, como as vitórias de uma dupla do vôlei de praia feminino; das seleções masculina e feminina de vôlei de quadra; e o triunfo de César Cielo nos 50m livre. A única previsão meio maluca feita pelo “USA Today” é Fabiana Murer superar a russa Ielena Isinbayeva e ficar com o ouro no salto com vara. Diante da qualidade da russa, nem o mais pacheco dos brasileiros irá ousar sonhar com este feito.

As demais previsões dos americanos em relação ao Brasil são bem conservadoras. O jornal acredita que o país terá um total de 15 medalhas. Serão cinco de prata, sendo duas no futebol (masculino e feminino); uma dupla no vôlei de praia feminino;  Leandro Guilheiro, no judô; e César Cielo, nos 100m livre. Virão ainda, de acordo com o “USA Today”, mais cinco medalhas de bronze, com uma dupla no vôlei de praia masculino; Luciano Correa e Thiago Camilo, no judô; uma dupla da classe Star, na vela; e com Thiago Pereira, nos 200m medley.

Vale esperar a próxima avaliação dos americanos e ver o que irá mudar em relação à esta primeira lista. E você, tem alguma aposta também? Manda aí pra gente ver.

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