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Posts com a Tag Larry Taylor

terça-feira, 17 de julho de 2012 Com a palavra, Olimpíadas, Seleção brasileira | 23:45

Presença de Larry Taylor na seleção brasileira de basquete espanta americanos

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Dwyane Wade não acreditou quando viu Larry Taylor com a camisa do Brasil

“Que loucura! Ver nosso amigo de Chicago…nº 7 Larry Taylor jogando pela Seleção Brasileira contra os EUA”



Post no Twitter do jogador americano Dwyane Wade, que não competirá nos Jogos de Londres 2012 em virtude de uma cirurgia no joelho, espantado ao ver que o ala-armador do Bauru, naturalizado brasileiro, está entre os selecionados pelo técnico Rubén Magnano para integrar a seleção brasileira nas Olimpíadas

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segunda-feira, 28 de maio de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 19:35

Brasil também terá 'reforço externo' em Londres. Vale a pena?

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A chinesa naturalizada brasileira Gui Lin, ao lado de seu 'mentor', Hugo Hoyama

E a notícia mais relevante do esporte olímpico do Brasil nesta segunda-feira foi a confirmação da primeira atleta naturalizada do tênis de mesa do Brasil na história dos Jogos Olímpicos. Gui Lin, de 18 anos, teve sua convocação anunciada pela CBTM (Confederação Brasileira de Tênis de Mesa) como uma das integrantes da delegação do país que estará em Londres, a partir de 27 de julho.

Agora, assim como já fizeram Argentina e República Dominicana em outras ocasiões, o Brasil também terá a sua “chinesa” na equipe. No caso de Gui Lin, o objetivo é mais ambicioso: conquistar uma medalha individual nas Olimpíadas do Rio, em 2016. A grande dúvida que pode surgir na cabeça de muita gente: será que esta estratégia vale a pena?

O caso de Gui Lin merece uma análise à parte, sem qualquer traço de preconceito. Traz alguma semelhança com o que ocorreu com a cubana naturalizada britânica Yamila Aldama, que aos 39 anos defenderá a Grã-Bretanha em sua terceira olimpíada por um país diferente, após morar mais de dez anos na ilha da Rainha. E ainda assim enfrentou algumas críticas da imprensa local, irritada com a enorme quantidade de atletas naturalizados, chamados jocosamente de “britânicos de plástico”.

Gui Lin está no Brasil desde os 12 anos,  quando veio participar de um programa de intercâmbio. Passou a treinar em São Bernardo do Campo, onde mora e compete, tendo sido “adotada” esportivamente por Hugo Hoyama. É considerada pelos dirigentes brasileiros da modalidade como dona de um talento excepcional. Daí o esforço da cartolagem em naturalizá-la e já integrá-la na equipe, ao menos da disputa por equipes.  Nesta caso, como o Brasil não tem atletas de nível competitivo, a presença de Gui Lin pode dar um “upgrade” no tênis de mesa do país.

E vale destacar outra coisa: Gui Lin não será a primeira atleta naturalizada que o Brasil já usou em Jogos Olímpicos. Fernando Meligeni, no tênis, e Sebastian Cuattrin, na canoagem, ambos argentinos de nascimento, estiveram representando as cores brasileiras em Olimpíadas. E Londres 2012 poderá marcar a presença do primeiro americano numa seleção masculina de basquete, Larry Taylor, já convocado pelo técnico Rubén Magnano (que por sinal é argentino…)

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sexta-feira, 17 de junho de 2011 Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 18:46

Era uma vez o basquete do Brasil…

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O americano Larry (à esq) e Nezinho: futuros companheiros de seleção?

Antes de mais nada, devo informar que não tenho absolutamente nada contra o distinto armador americano Larry Tayler, titular do Bauru no último campeonato do NBB (Novo Basquete Brasil) e um dos destaques da competição. Mas é duro aceitar que este jogador, que no máximo integraria a seleção C dos EUA (e estou sendo benevolente) integre uma lista de convocados da seleção brasileira masculina de basquete para a disputa do Pré-Olímpico de Mar del Plata, em setembro.

Não é xenofobismo, racismo ou qualquer outro “ismo”. Mas será mesmo que o Brasil precisa esperar pela naturalização de um jogador nota 6,5, no máximo? Se fosse tão bom assim, ele não estaria jogando na própria NBA ou nas ligas de acesso? Ou até mesmo no forte basquete europeu, que está anos-luz à frente do Brasil em termos de organização, estrutura e condições financeiras?

No mais, a opção em tentar emplacar Larry Taylor na seleção brasileira, uma decisão polêmica e sem sentido do técnico argentino Rubén Magnano – com anuência da direção da CBB (Confederação Brasileira de Basquete) – só comprova que o basquete brasileiro continua mais perdido que cachorro em dia de mudança! Lamentável…

Prefiro assinar embaixo da opinião do ex-ala Marcel, medalha de bronze no Mundial de 1978 e medalha de ouro no Pan-Americano de Indianápolis, em 1987, ao iG Esporte: ““Acontecem tantas coisas no basquete brasileiro que eu não me surpreendo com mais nada. Não é possível que não haja um jogador brasileiro para ser chamado. Se o Larry fosse tão bom assim, Bauru já tinha sido campeão, pois armador ganha campeonato”.

Cesta de três pontos de Marcel!

PS: o companheiro José Antônio Lima, um dos editores do ótimo blog “Esporte Fino”, fez um post tratando sobre este mesmo tema e discorda 100% em relação a este blogueiro. Vale a leitura!

Veja também:

>>O calendário pré-olímpico do basquete

>>Os uniformes do Brasil para o Pré-Olímpico de basquete

>>Greve na NBA já afetou um Mundial de basquete

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