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sexta-feira, 9 de agosto de 2013 Almanaque, Mundiais, Seleção brasileira | 13:53

As medalhas do Brasil nos mundiais de atletismo

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Fabiana Murer comemora a medalha de ouro no salto com vara, no Mundial de Daegu, em 2011

Neste sábado, começa a 14ª edição do Campeonato Mundial de atletismo, na cidade de Moscou, reunindo quase dois mil atletas, representando mais de 200 países. Será a chance para o Brasil , que ainda curte uma incômoda ressaca pela péssima campanha nas Olimpíadas de Londres 2012, tentar aumentar sua coleção de medalhas na história da competição. Desde que foi disputado pela primeira vez, em 1983, o Brasil já conquistou um total de 11 medalhas.

Confira abaixo todas as medalhas brasileiras:

MEDALHA DE OURO

Fabiana Murer – salto com vara – Daegu (Coreia do Sul)/2011

MEDALHA DE PRATA

Zequinha Barbosa – 800 m – Tóquio (Japão)/1991
Claudinei Quirino – 200 m – Sevilha (Espanha)/1999
Sanderlei Parrela – 400 m – Sevilha (Espanha)/1999
Vicente Lenílson, Edson Luciano, André Domingos e Cláudio Roberto – revezamento 4 x 100 m – Paris (França)/2003
Jadel Gregório – salto triplo – Osaka (Japão)/2007

MEDALHA DE BRONZE

Joaquim Cruz – 800 m – Helsinque (Finlândia)/ 1983
Zequinha Barbosa – 800 m – Roma (Itália)/1987
Luiz Antonio dos Santos – maratona – Gotemburgo (Suécia)/1995
Claudinei Quirino – 200 m – Atenas (Grécia)/1997
Raphael de Oliveira, Claudinei Quirino, Edson Luciano e André Domingos – revenzamento 4 x 100m – Sevilha (Espanha)/1999

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domingo, 1 de julho de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 19:22

Vaga olímpica não é ação entre amigos

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Jadel Gregório não obteve a vaga olímpica no salto triplo. Fica pra 2016?

Ponto positivo para o conselho técnico da CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo), que estabeleceu índices mais fortes até do que os implantados pela IAAF (Associação das Federações Internacionais de Atletismo) para definir sua equipe nos Jogos Olímpicos de Londres 2012. Neste domingo, com o encerramento do Troféu Brasil, no Estádio do Ibirapuera, foi fechado o time brasileiro que irá às Olimpíadas, com um total de 35 atletas, menos do que o enviado para Pequim 2008, quando 45 competidores estiveram presentes.

E o que me agradou especialmente nesta decisão da CBAt foi uma declaração de Ricardo D’Angelo, treinador-chefe da entidade, em reportagem publicada pelo iG Esporte e de autoria de Ana Carolina Cordovano e Antonio Kurazumi. D’Angelo foi de uma precisão cirúrgica em sua justificativa para os índices considerados “fortes demais” por alguns atletas. “Não se ganha experiência em Olimpíadas. Quem vai para pegar experiência pode atrapalhar os que estão competindo por medalha”, afirmou.

Perfeita avaliação, no meu ponto de vista. Ir às Olimpíadas não pode ser somente considerado um prêmio por si só, ou até mesmo uma ação entre amigos – na base do “sempre cabe mais um”. Gigantismo em uma delegação olímpica só vale a pena se você tem uma quantidade (e qualidade, principalmente!) de atletas grande o suficiente para justificar isso.

Ao longo dos quatro dias deste Troféu Brasil, pude ouvir, em uma entrevista ou outra, sinais de chiadeira de atletas,. logicamente aqueles que fracassaram na tentativa de assegurar sua vaga. Choradeira pura, pode acreditar.

Um destes chorões, embora de forma disfarçada, foi Jadel Gregório. “Após as cirurgias nos dois joelhos, voltei a competir em maio, com um mês e meio de treinamento. Saltei bem, fiz o índice B pedido pela IAAF”, disse o atleta do salto triplo, que no entanto disse também que não queria ir a Londres “apenas para tirar fotografia”. Agora, fica para 2016.

Mas o Troféu “Sem Noção” tem que ser entregue para Lucimara Silvestre, do heptatlo. No ano passado, após retornar do Pan-Americano de Guadalajara, quando conquistou a medalha de ouro, talvez inebriada pelo feito, chegou a dizer, de forma absurda, que brigaria por medalhas em Londres. Pois bem, chegou 2012 e ela não conseguiu o índice necessário no Troféu Brasil. E ainda cornetou (sem razão) a CBAt.  “É um absurdo a CBAt pedir essa marca”, disse ao iG.

Ainda bem que eram índices fortes. Porque já posso imaginar o nível das desculpas que iríamos escutar em Londres de atletas que pensam desta forma.

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terça-feira, 8 de março de 2011 Com a palavra, Ídolos, Imprensa, Olimpíadas | 22:27

Joaquim Cruz e uma análise pessimista para Londres-12

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“Hoje, temos poucos atletas com chances reais de medalha para 2012. Maurren Maggi  e Jadel Gregório estão na reta final da carreira. E a maior aposta tem 29 anos, que é a Fabiana Murer”

Joaquim Cruz, demonstrando toda sua preocupação com o desempenho do atletismo brasileiro nos Jogos Olímpicos de Londres, no ano que vem, em entrevista ao jornal “Correio Braziliense”, na última segunda-feira.

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