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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015 Ídolos, Seleção brasileira | 13:04

Duda Amorim é escolhida melhor do mundo no handebol

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Duda Amorim foi escolhida  como melhor jogadora do mundo em 2014 (Foto: Cinara Piccolo/Photo&Grafia)

Duda repetiu o feito de Alexandra Nascimento ao ser eleita melhor do mundo (Foto: Cinara Piccolo/Photo&Grafia)

O handebol feminino do Brasil conseguiu um outro feito notável nesta quarta-feira, com a eleição da armadora Duda Amorim como melhor jogadora do mundo na temporada 2014. A jogadora, que defende o Győri Audi ETO KC, da Hungria, venceu a eleição realizada pela IHF (Federação Internacional de Handebol) em seu site, aberta a fãs e jornalistas. Duda venceu a disputa com 35,2% dos votos, superando a romena Cristina Neagu, que teve 25,8%. Na temporada de 2013, a armadora teve papel fundamental na conquista do título do Brasil no Campeonato Mundial da Sérvia.

No masculino, a vitória ficou com o francês Nikola Karabatic, destaque na campanha francesa no título do Mundial 2015, que recebeu 33,7% dos votos. Ele deixou para trás o dinamarquês Mikkel Hansen, que recebeu 21% dos votos. No total, mais de 55 mil torcedores e jornalistas participaram desta eleição.

Em recuperação de uma cirurgia no joelho esquerdo, que provavelmente a deixará de fora da disputa dos Jogos Pan-Americanos de Toronto, Duda Amorim é a segunda brasileira a ser eleita melhor do mundo no handebol. A primeira foi a ponteira Alexandra Nascimento, em 2012.

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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 Ídolos, Seleção brasileira | 22:58

Tem brasileira concorrendo a melhor do mundo no handebol

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Duda Amorim está na briga para ser eleita a melhor do mundo no handebol (Foto: Thiago Parmalat/Photo&Grafia)

Duda Amorim está na briga para ser eleita a melhor do mundo no handebol (Foto: Thiago Parmalat/Photo&Grafia)

Afastada das quadras em virtude de uma grave lesão no joelho esquerdo, sofrida no final do ano passado e que a obrigou a passar por uma cirurgia de reconstrução dos ligamentos, a armadora brasileira Duda Amorim recebeu uma ótima notícia nesta sexta-feira: ela foi escolhida como uma das cinco finalistas a concorrer ao prêmio de melhor jogadora do mundo no handebol em 2014. A eleição está sendo feita via online, no site da IHF (Federação Internacional de Handebol), aberta à mídia especializada e também aos torcedores.

Duda foi incluída entre as cinco finalistas após a análise de um juri especializado feito pela IHF e está concorrendo ao título com a romena Cristina Neagu, a sueca Isabelle Gulldén, a espanhola Marta Mangué, e a norueguesa Heidi Loke. No masculino brigam pelo título os franceses Nikola Karabatic e Thierry Omeyer, o espanhol Joan Cañellas, o dinamarquês Mikkel Hansen e o croata Domagoj Duvnjak.

Não é a primeira vez que o ótimo handebol feminino do Brasil tem uma jogadora indicada ao prêmio de melhor do ano. Em 2013, a ponteira Alexandra Nascimento faturou o prêmio, muito por conta de sua ótima participação nos Jogos Olímpicos de Londres, um ano antes. A votação para os prêmios de melhor do ano no handebol mundial podem ser feitas no próprio site da IHF e terminam na próxima sexta-feira (20).

Destaque no histórico título mundial do Brasil em 2013, Duda deverá ficar fora das quadras em boa parte deste ano e é praticamente certo que não disputará o Pan-Americano de Toronto, em julho. Com sorte, estará recuperada para a disputa do Mundial da Dinamarca, em dezembro, embora seu maior objetivo seja o de estar 100% em forma nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016.

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sexta-feira, 16 de maio de 2014 Com a palavra, Isso é Brasil, Olimpíadas, Política esportiva | 16:22

O ‘inesperado’ elogio da federação de hóquei ao Rio 2016

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“No geral, a mensagem que estamos passando é bastante positiva. Vimos um senso de urgência e uma dinâmica aqui, o que é bastante reconfortante. Acredito que nos foi demonstrado muito progresso e isso foi realmente positivo para nós”



Diante da enxurrada de críticas e cornetadas públicas que vários dirigentes de federações internacionais têm feito nas últimas semanas aos atrasos nas obras das Olimpíadas do Rio 2016 – a ponto de obrigar o COI a fazer uma espécie de intervenção no comitê organizador, colocando uma pessoa de sua confiança praticamente morando na capital carioca – causa espanto um comunicado emitido nesta sexta-feira pelo comitê Rio 2016 trazendo elogios dos representantes da IHF (sigla em inglês para Federação Internacional de Hóquei), elogiando os preparativos para as próximas Olimpíadas.

Projeção da arena de hóquei sobre grama que será construída em Deodoro para o Rio 2016

Projeção da arena de hóquei sobre grama que será construída em Deodoro para o Rio 2016

De acordo com o comunicado, o executivo-chefe da IHF, Kelly Fairweather, disse ter ficado bastante aliviado a respeito de uma atualização de informações a respeito das obras no Complexo de Deodoro, principal ponto de atraso nas obras para 2016 e que receberá as competições de hóquei durante os Jogos. “Tínhamos muitas perguntas, abordamos uma a uma e 95% delas foram respondidas, então eu considero que avançamos bem”, afirmou o dirigente.

É de fato espantoso que justamente o hóquei sobre grama, uma das modalidades que integra o complexo esportivo mais atraso para as Olimpíadas – a ponto de atrapalhar a programação de eventos-testes destes esportes – tenha feito tantos elogios a Deodoro. Mas justiça seja feita, após a definição das licitações no local, a tendência é que as obras comecem a correr de fato a partir de agora.

Só que dando uma pesquisada nos arquivos do blog, desconfio ter encontrado aqui uma das razões para que a IHF fizesse elogios às atrasadas obras olímpicas.

 

 

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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013 Mundiais, Seleção brasileira | 23:09

Com novo status, handebol feminino estreia no Mundial com chance real de medalha

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Morten Soubak orienta as jogadoras da seleção durante o treino. Ele acha possível ganhar uma medalha na Sérvia

Morten Soubak orienta as jogadoras da seleção durante treino. Ele acha possível ganhar uma medalha na Sérvia

Esqueça as épocas de vacas magras, de mero figurante em competições internacionais. Neste sábado, o handebol feminino do Brasil inicia sua participação no 21º Campeonato Mundial feminino, que foi aberto nesta sexta-feira na Sérvia (vitória da equipe da casa sobre o Japão por 28 a 26) com chances bastante reais de conseguir uma inédita medalha. A partida de estreia será contra a Argélia, válida pelo Grupo B, a partir das 15h (horário de Brasília), na cidade de Nis, com transmissão do canal Esporte Interativo.

Não se trata de uma previsão excessivamente otimista. A seleção feminina de handebol vem sendo a mais grata surpresa entre os esportes olímpicos coletivos do Brasil, com uma evolução inegável. O primeiro sinal veio na belíssima participação no Mundial de 2011, realizado em São Paulo, quando a equipe ficou em quinto lugar.

 >>> Relembre: O premiado começo de ano do esporte olímpico do Brasil

Depois, para provar que não havia sido obra do acaso, a seleção terminou em sexto lugar os Jogos Olímpicos de Londres 2012, fazendo uma campanha excepcional, com a equipe sendo eliminada apenas pela Noruega, que viria a ficar com a medalha de ouro. No começo desta ano, ainda teve eleito a pontaAlexandra Nascimento escolhida como a melhor jogadora do mundo pela própria IHF (Federação Internacional de Handebol).

Desta vez, as brasileiras não escondem a ambição de chegar ainda mais longe. Em entrevista ao blog, o técnico dinamarquês Morten Soubak falou da expectativa em relação à participação brasileira e avisa: o Brasil chega para levar uma medalha.

É possível repetir o desempenho no Mundial de 2011, quando o Brasil ficou em 5º lugar, ou diante do que a equipe mostrou em Londres, já se pode pensar em uma colocação melhor? 

Morten Soubak – Sempre pensamos em uma colocação melhor. Temos feito um bom trabalho e conquistado bions resultados. Estamos evoluindo bastante e nossa meta é ganhar uma medalha. Sabemos da qualidade das outras equipes, mas acreditamos que é possível ganharmos uma medalha.

O desempenho nos Jogos Olímpicos já trouxe algum reflexo em termos de maior respeito dos adversários pela equipe do Brasil?
Sim, hoje somos uma equipe conhecida e até apontada como uma das favoritas. Os adversários já estudam mais o nosso jogo e isso nos obriga a ter ainda mais cuidado. É muito gratificante.

O fato de ter sido eleita a melhor do mundo torna a Alexandra sua principal jogadora nesta equipe?
Não considero assim. Somos um grupo muito unido e todas tem um papel muito importante para a equipe.

Faça uma breve análise dos adversários do Brasil na primeira fase e, em sua opinião, quem é o favorito para ficar com o título?

Não sabemos muito sobre a Argélia, mas por ser a nossa estreia temos quer estar muito atentos. O primeiro adversário sempre somos nós mesmos. Japão e China têm um estilo diferente de jogo, são sempre muito velozes. A Sérvia tem a vanatagem de jogar em casa e também é uma equipe muito forte. A Dinamarca tem grande tradição no handebol e chega com jogadoras jovens que estão se saindo muito bem na seleção, então sabemos que será uma primeira fase bem difícil, mas estamos preparados.

Jogadoras que não foram chamadas para este Mundial, como a goleira Chana, poderão voltar a ter chance com você em novas convocações?
Acredito que sim. Hoje, temos muitas jogadoras brasileiras de qualidade, mas infelizmente é preciso fechar um grupo de apenas 16. Ela é uma excelente goleira, assim como outras brasileiras que atuam no país e na Europa. Todas têm chance de fazer parte da equipe.

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terça-feira, 8 de janeiro de 2013 Ídolos, Isso é Brasil | 14:07

O premiado começo de ano do esporte olímpico do Brasil

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A ponteira Alexandra Nascimento sobe para fazer mais um gol nos Jogos de Londres

Atualizado

O começo de 2013 não poderia ser melhor para o esporte olímpico do Brasil. Nem bem a segunda semana do ano terminou e pintaram duas notícias dando conta de premiações (ou futuras premiações). A primeira foi a eleição da ponteira Alexandra Nascimento como melhor jogadora do mundo no handebol, após pesquisa feita pela IHF (Federação Internacional de Handebol). Destaque na bela campanha do Brasil nas Olimpíadas de Londres (quando o time ficou em sexto lugar), Alexandra recebeu 28% dos votos dos internautas.

O prêmio tem ainda mais relevância por dois aspectos: primeiro, a falta de tradição do Brasil na modalidade. Depois, pelo fato de ela ter ficado à frente de jogadoras mais consagradas (inclusive das campeãs olímpicas norueguesas) e tendo sido escolhida por um público que realmente acompanha a modalidade. Claro que o fato de atuar no Hypo, da Áustria, uma das melhores equipes do mundo, também aumentou a visibilidade da brasileira. Uma escolha mais do que merecida.

Outra bela notícia veio no basquete, com as indicações do ex-cestinha Oscar Schmidt e do técnico Togo Renan Soares, o Kanela, para tentar um lugar no Naismith Memorial Basketball, em Springfield (EUA). Este é o Hall da Fama mais badalado da modalidade, onde estão imortalizadas estrelas como Michael Jordan, Magic Johnson e Kareen-Abdul Jabar. Entre os brasileiros, Hortência Marcari e Ubiratan Maciel já foram admitidos.

A chegada de Oscar é até tardia, embora o Naismith tenha algumas regras para receber as indicações, entre elas a de estar pelo menos cinco anos aposentado das quadras. Mas já passou do tempo para Oscar integrar a lista dos grandes do basquete mundial. Sem dúvida que sua atuação assombrosa na final do Pan-Americano de Indianápolis 1987, quando ele destruiu a seleção dos EUA na final, ajudará em sua eleição.

A presença de Kanela também é mais do que merecida. Os mais novos talvez não saibam, mas ele foi o grande responsável em montar a chamada “geração de ouro” do basquete brasileiro, que foi bicampeã mundial (1959/63) e duas vezes medalhista olímpica (bronze em Roma 1960 e Tóquio 1964).

Atualização: no começo da tarde desta terça-feira, a CBB (Confederação Brasileira de Basquete) enviou email confirmando que o nome do ex-ala Amaury Pasos também integra a lista de indicados ao Naismith Memorial Basketball, que por engano referiu-se ao bicampeão mundial erroneamente como Thiago Pasos. Ao lado de Wlamir Marques, Amaury era um dos principais nomes da seleção comandada por Kanela na década de 60.

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