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quarta-feira, 19 de novembro de 2014 Olimpíadas | 21:45

Atletismo irá acordar cedo nos Jogos do Rio

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Sob a noite londrina, Usain Bolt comemora sua vitória na final dos 100 m em 2012. Será que em 2016 esta a cena será pela manhã? (Foto: Getty Images)

Sob a noite londrina, Usain Bolt comemora sua vitória na final dos 100 m em 2012. Será que em 2016 esta a cena será pela manhã? (Foto: Getty Images)

O privilégio da natação de ter horários inusitados para o programa esportivo dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, acaba de encontrar um forte concorrente. O outro esporte “top” das Olimpíadas, o atletismo, também entrou na onda e irá inovar em seu programa de provas. Segundo informou a Iaaf (Associação das Federações Internacionais de Atletismo), pelo menos 13 eventos terão as definições de seus campeões olímpicos ocorrendo no horário da manhã, quebrando uma rotina que já existia há seis Olimpíadas.

A última vez em que o atletismo olímpico teve suas finais realizadas no período da manhã foi nos Jogos de Seul, em 1988, atendendo a um pedido das televisões que tinham os direitos de transmissão, em razão do fuso horário asiático. E desta vez, mais uma vez a TV acabou sendo determinante para essa decisão da Iaaf. “Foi um pedido do comitê organizador dos Jogos e do setor que será o responsável pela transmissão dos eventos. Colocar algumas finais na parte da manhã irá assegurar que tenhamos o máximo de visibilidade para o atletismo em todos os fusos horários”, afirmou Paul Hardy, diretor de competições da entidade.

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>>> Natação no ritmo de “sessão coruja” para a Rio 2016

Ao todo, serão 13 as finais matutinas do atletismo em 2016: oito eventos de pista, no Estádio do Engenhão, e cinco eventos de rua (as duas maratonas e três provas de marcha atlética). Já está confirmado também que a primeira final na parte da manhã será a dos 10.000 m feminino, no dia 12 de agosto. A Iaaf pretende fazer com que ocorra uma divisão equilibrada de finais masculinas e femininas no período matutino e que dos dez dias de duração do torneio olímpico (de 12 a 21/8), em nove deles haverá a realização de finais matutinas.

 

 

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sexta-feira, 2 de maio de 2014 Olimpíadas | 16:56

Programa obrigatório para quem gosta de atletismo em SP

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O panamenho Irwing Saladino é a maior atração do Grande Prêmio São Paulo de atletismo

O panamenho Irwing Saladino é a maior atração do Grande Prêmio São Paulo de atletismo

Se você não tiver programa definido para a manhã do próximo domingo, estiver em São Paulo e for fã de atletismo, já tem o que fazer. A pista do Estádio Ícaro de Castro Mello, no Ibirapuera, receberá a partir das 8h30, a edição do Grande Prêmio Caixa São Paulo de atletismo, um dos dois eventos internacionais da modalidade previstos para ocorrer no Brasil neste mês (o outro é o GP Caixa Sesi, que acontecerá em Uberlândia no dia 7, quarta).

Serão 20 provas, 11 masculinas e nove femininas, que contará com a presença de 141 atletas (80 homens e 61 mulheres), representando 17 países das Américas do Sul, Central, Europa e África. A entrada ao público é gratuita e o acesso pode ser feito por dois locais: Rua Marechal Estênio Albuquerque Lima, 82, ou pela Rua Abílio Soares, 1215.

É claro que para os saudosistas, o nível do torneio não se compara ao que ocorreu em São Paulo nos anos 80 e início dos 90, quando o GP paulistano chegou a fazer parte do calendário principal de provas da Iaaf (Associação das Federações Internacionais de Atletismo, na sigla em inglês). Foi um período áureo, com gordos cachês que atraíram algumas das maiores estrelas do esporte, como Carl Lewis, Serguei Bubka, Steve Ovett, Michael Johnson e até mesmo Ben Johnson, aquele mesmo do doping nas Olimpíadas de Seul, em 1988.

Ainda assim, será uma ótima oportunidade para ver como estão alguns dos atletas que poderão brilhar no Rio de Janeiro em 2016, na disputa dos Jogos Olímpicos. Individualmente, o nome mais forte que estará competindo no Ibirapuera é o do panamenho Irwing Saladino, campeão olímpico do salto em distância nas Olimpíadas de Pequim 2008, e que busca retomar a velha forma, após fracassar em Londres 2012 e de nem ter disputado o Mundial de Moscou, no ano passado. Ele ocupa atualmente o quinto lugar no ranking mundial da prova (8m16 foi sua melhor marca neste ano).

Entre os brasileiros, chama a atenção a participação de Aldemir Gomes, sétimo melhor tempo do ano até agora nos 200 m, com  20s32; Hugo de Sousa, oitavo mais rápido de 2014 nos 400 m (45s09); Thiago Braz, no salto com vara, que foi quarto colocado no Mundial indoor de Sopot (Polônia); no feminino, Franciela Krasucki, nos 200 m, e Keila Costa, no salto em distância.

Confira abaixo a programação completa do Grande Prêmio São Paulo de atletismo

8h30  – CERIMÔNIA DE ABERTURA
8h45 –  Salto com Vara Masculino (mas)
9h –  400m c/barreiras (fem)
9h03 –  Salto em Distância (mas)
9h10 – Lançamento do Disco (mas)
9h15 – 400 m c/barreiras (mas)
9h18h – Arremesso do Peso (fem)
9h25 – Salto em Altura (mas)
9h30 – 3.000 m (fem)
9h45 – 3.000 m (mas)
10h –  400 m (mas)
10h15 – 400 m (fem)
10h30 – 800 m (fem)
10h35 – Lançamento do Disco (fem)
10h40 – Arremesso do Peso (mas)
10h42 – Salto em Distância (fem)
10h45 – 800 m (mas)
11h –  200 m (fem)
11h15 – 200 m (mas)
11h30 – 100 m c/barreiras (fem)
11h45 – 110m c/barreiras (mas)

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terça-feira, 19 de novembro de 2013 Ídolos, Isso é Brasil, Olimpíadas | 21:21

CBAt ainda sonha com etapa da Liga de Diamante no Brasil

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José Antonio Fernandes enviou pedido oficial à Oaaf para realizar a Liga Diamente no Brasil

José Antonio Fernandes enviou pedido oficial à Oaaf para realizar a Liga Diamente no Brasil

Segue muito vivo o sonho brasileiro de receber uma etapa da Liga de Diamante, o mais badalado e milionário torneio do atletismo mundial. Nesta terça-feira, o presidente da CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo), José Antonio Martins Fernandes, o Toninho, confirmou que enviou uma carta à Iaaf (Associação das Federações Internacionais de Atletismo) solicitando que o Brasil receba uma das etapas da competição e ver de perto algumas das estrelas do atletismo mundial, como, por exemplo, o jamaicano Usain Bolt.

Se o pedido for aceito, a etapa da competição aconteceria apenas em 2015. A Liga e a Iaaf irão reformular o calendário no próximo ano, o que abriria a possibilidade de incluir uma nova prova, Mas a etapa brasileira, caso aconteça, iria substituir alguma já existente.

Duas ameaças aparecem para atrapalhar o sonho de Fernandes: a concorrência dos países árabes, que têm interesse em levar novas etapas para a região, e o local onde a prova aconteceria. Impossibilitado de usar o Engenhão, que está em reforma para as Olimpíadas do Rio, restaria ao Brasil organizar a etapa em São Paulo, no Estádio Ícaro de Castro Mello, no Ibirapuera.

>>>Em julho, CBAt já falava sobre a possibilidade do Brasil receber a Liga de Diamante. Confira

O custo para organizar o evento, segundo Toninho, seria entre US$ 3, 5 e US$ 4 milhões. Segundo o dirigente, as garantias finaceiras já estão asseguradas, graças aso patrocinadores da CBAt, além do apoio da TV Globo, que detém os direitos de transmissão das competições de atletismo no Brasil.

Enquanto não sabe se irá ou não receber a Liga de Diamante, a CBAt já tem confirmadas as realizações de duas etapas do Campeoanto Ibero-Americano de atletismo. Uma em São Paulo, em 2015, e outra em 2016, como evento-teste das Olimpíadas do Rio, no Engenhão. “Tem que ser no Engenhão, não há nem o que discutir”, disse Toninho.

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quinta-feira, 23 de agosto de 2012 Ídolos, Olimpíadas | 22:56

Yohan Blake, o homem mais rápido do mundo. Entre os mortais

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Yohan Blake comemora a vitória e sua marca histórica nos 100 m em Lausanne

Atualizado

Caro(a) leitor (a), não estranhe o título do post. No mundo real, dos mortais, é o jamaicanoYohan Blake quem pode ostentar o título de homem mais rápido do mundo. Sim, porque entre os extra-terrestres, a honraria pertence ao seu compatriota Usain Bolt, seis medalhas de ouro olímpicas no currículo e bicampeão dos 100 e 200 m rasos, repetindo um feito que ninguém alcançava desde Carl Lewis. Mas é bom que Bolt coloque as barbas de molho…

Nesta quinta-feira (23), Yohan Blake venceu com sobras a prova dos 100 m rasos, válida pela etapa de Lausanne (Suíça) da Liga de Diamante. O mais importante, contudo, foi a forma com que ele conseguiu o triunfo: ao cravar o tempo de 9s69, o jamaicano tornou-se o terceiro homem mais rápido do mundo na distância. Atrás somente de duas marcas obtidas justamente por Bolt, o recorde mundial da prova (9s58), de 2009, e o tempo que lhe deu o ouro em Londres 2012 (9s63).

Detalhe bastante relevante nesta estatística: Blake também detém o quarto e quinto tempos mais rápidos nos 100 m rasos em todos os tempos, com 9s75, obtidos na seletiva olímpica jamaicana, em junho deste ano, e nos próprios Jogos de Londres, quando levou a medalha de bronze. Vale lembrar que o americano Tyson Gay também cravou um tempo de 9s69 em 2009, em Xangai, mas com ajuda do vento de 2.0 m/s, acima do limite estabelecido pela IAAF (Associação das Federações Internacionais de Atletismo).

Com apenas 22 anos, Yohan Blake deu o azar de ter nascido na mesma época de Usain Bolt. O próprio colega de equipe costuma brincar sobre isso em entrevistas, quando deseja ressaltar sua supremacia nos 100 m. Mas acho que até mesmo Bolt já sentiu que não irá demorar muito tempo para que Blake o deixe para trás.

Vale lembrar que no Mundial de Daegu, no ano passado, Blake levou o título, beneficiado pela desclassificação de Bolt, após queimar a largada. E na seletiva jamaicana, Blake ficou em primeiro e Bolt, em terceiro. O bicampeão olímpico reconheceu em Londres que o desempenho do rival serviu para “acordá-lo” antes das Olimpíadas.

Portanto, se o trono de Usain Bolt continua inatingível por enquanto, é conveniente que ninguém se espante com o dia em que ele passar a ser ocupado por Yohan Blake. E pode ter certeza que este dia irá chegar.

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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas, Pan-Americano, Seleção brasileira | 20:48

Caso Simone Alves põe controle de doping do Brasil na berlinda mais uma vez

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Simone comemora a vitória no Troféu Brasil de 2011. Desde então, ela vive um inferno

Estou bastante curioso para saber qual será o desfecho de mais um polêmico caso de doping no esporte brasileiro, o da fundista Simone Alves, cujo exame antidoping realizado em agosto do ano passado no Troféu Brasil de atletismo deu positivo para EPO (Eritropoetina Recombinante). Por causa deste resultado, a atleta foi suspensa preventivamente do esporte, perdeu a marca conquistada na prova – o recorde sul-americano dos 10.000 m, que já durava desde 1993 -, foi cortada da equipe brasileira que disputou os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara e para piorar, foi mandada embora de seu clube, a BM&F.

O problema é que nesta segunda-feira, o caso de Simone foi analisado pelo STJD da CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo), que confirmou um veredicto anterior da CND (Comissão Nacional Disciplinar), optando por não punir a atleta. Os dois órgãos deram parecer positivo à defesa da atleta, que alegou várias irregularidades na coleta de seu exame, como erro na identificação da amostra B da urina de Simone, e autorização para que ela deixasse a sala do antidoping, atendendo a a insistentes pedidos para que ela desse entrevista a uma emissora de TV (sim, às vezes nós jornalistas somos malas mesmo!).

Simone não só deixou a sala de coleta como carregou consigo o frasco da amostra, deixado no chão enquanto ela dava a tal entrevista. Tudo isso, de acordo com os advogados, com anuência da fiscal que estava responsável pela coleta da atleta!

Todo este caso me parece surreal. Primeiro pelo fato de terem permitido que Simone Alves deixasse a área de doping para dar uma entrevista, antes que o procedimento da coleta tivesse sido concluído. Depois, o resultado de duas instâncias jurídicas da CBAt terem decidido absolver a atleta, mas ainda assim a entidade decidiu que irá recorrer da decisão à Iaaf (Associação Internacional das Federações de Atletismo) ou até mesmo à CAS (Corte Arbitral do Esporte). Os dirigentes da CBAt argumentam que a EPO que apareceu no exame de Simone é injetável e não poderia de forma alguma ter contaminado sua urina externamente.

Veja também: As mudanças que virão a partir da absolvição de Cesar Cielo

O problema é que nesta história toda, já se passaram mais de quatro meses desde que o caso foi anunciado oficialmente (em outubro, véspera do Pan de Guadalajara). Neste meio tempo, Simone Alves teve sua reputação jogada na lata do lixo, perdeu o emprego, viu uma quebra de recorde ir por água abaixo, ficou fora do Pan e não irá às Olimpíadas de Londres provavelmente. Por enquanto, até que se prove o contrário, ela é inocente.

Sem contar que o próprio controle de doping no Brasil passa por um momento delicado, após o vexame ocorrido com o único laboratório do país credenciado pela Wada (Agência Mundial Antidoping), a Ladetc (Laboratório de Controle de Doping), do Rio, que apontou erroneamente um caso positivo no jogador de vôlei de praia Pedro Solberg. O erro foi tão grande que o laboratório foi suspenso pela Wada por seis meses.

Já disse aqui que há casos de doping que são tratados de forma diferente, conforme a importância do atleta. Cesar Cielo teve seu caso de doping por furosemida julgado em tempo recorde na CAS, menos de um mês de divulgado e às vésperas do Mundial de Xangai. Não há a menor dúvida que o peso do ouro olímpico e dos recordes mundiais de Cielo tenha tido uma influência para acelerar o julgamento.

Simone Alves, enquanto isso, passará por mais algum tempo (sabe-se lá quanto tempo) tentando comprovar sua inocência ou tendo que cumprir um gancho por uso de substância proibida. Quando isso será resolvido, ninguém sabe. E quem paga o prejuízo, no final, é a atleta, de um jeito ou de outro.

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quinta-feira, 25 de agosto de 2011 Ídolos, Imprensa, Mundiais, Olimpíadas | 22:44

Mundial de Atletismo entra na história com Oscar Pistorius

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Oscar Pistorius, que mesmo biamputado disputará o Mundial de Daegu

Se o Mundial de Atletismo de Berlim, em 2009, ficou marcado pelos recordes de Usain Bolt nos 100 e 200m rasos, o Mundial de Daegu, que começará na noite desta sexta-feira (horário de Brasília) ficará marcado como aquele em que, pela primeira vez na história, um atleta amputado competirá ao lado de rivais normais.

Oscar Pistorius, um sul-africano de 24 anos que foi amputado logo abaixo do joelho das duas pernas com apenas 11 meses de idade, conseguiu índice e disputará a eliminatória dos 400m rasos no sábado à noite. E olha que já era pra ele ter competido nas Olimpíadas de Pequim-2008, mas a IAAF (Associação das Federações Internacionais de Atletismo) entrou com recurso, para impedir sua participação ao lado de atletas normais, por entender que as próteses nas pernas lhe davam vantagem (!). O caso foi parar na CAS (Corte Arbitral de Esporte), que decidiu em favor de Pistorius, mas ele acabou não tendo tempo hábil para garantir seu índice.

A história toda de Pistoris, com a opinião de especialistas sobre seu caso, além de um completo infográfico sobre o atleta paraolímpico que fará história neste sábado, estão no iG Esporte, num material produzido pelo repórter Pedro Taveira. Vale a leitura!

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domingo, 15 de maio de 2011 Pan-Americano, Seleção brasileira | 23:37

Kleberson Davide faz barba, cabelo e bigode no GP de Belém

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Kleberson Davide (à esq.) não alcançou o queniano David Mutinda, mas cravou índice para o Mundial e o Pan

Não poderia ter sido melhor o domingo do brasileiro Kleberson Davide. Além de terminar em segundo lugar a prova dos 800m do GP Caixa realizado em Belém, no Estádio Olímpico, atrás apenas do queniano David Mutinda, ele obteve a ótima marca de 1min44s28. Com este tempo, ele atingiu o índice para integrar a seleção brasileira que disputará o Campeonato Mundial em Daegu, na Coreia do Sul, além dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. Por fim, Davide terminou o dia como o terceiro homem mais rápido do ano nos 800m no ranking da Iaaf (Associação das Federações Internacionais de Atletismo), atrás somente de Mutinda e do também queniano David Rudisha.

Para se ter uma ideia da performance do atleta do Pinheiros neste domingo, ele tinha como melhor marca pessoal 1min44s65, obtida também em Belém, em maio de 2009. Neste ano, seu melhor tempo na distância havia sido 1min46s76, em Fortaleza, na última quarta-feira, dia 11. Aos 25 anos, nascido em Conchal (SP), Kleberson Davide fez barba, cabelo e bigode no GP de Belém.

Outros dois brasileiros que disputaram a prova dos 800m também não têm do que reclamar do GP de Belém. Lutimar Abreu marcou 1min45s32, terminou na quinta posição e atingiu índice para o Mundial e os Jogos Pan-Americanos. Fabiano Peçanha, sétimo colocado, completou a prova com 1min46s01 e garantiu índice para o Pan de Guadalajara.

Veja também:

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O que acontece com o tribunal da CBAt

Joaquim Cruz e uma análise pessimista para Londres-12

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