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Posts com a Tag Guadalajara 2011

quinta-feira, 17 de março de 2011 Com a palavra, Pan-Americano | 11:12

Sinal vermelho em Guadalajara

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“Eu colocaria em vermelho o estádio de atletismo, rugby, remo e a sede de canoagem”

Carlos Andrade Garín, presidente do Copag (Comitê Organizador do Pan-11), admitindo sua preocupação com o andamento de várias obras dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, que começarão em 13 de outubro.

Vale lembrar que nesta sexta-feira começará uma reunião entre os dirigentes da Odepa (Organização Desportiva Panamerica) e integrantes do Copag, conforme o blog já havia publicado, e um dos temas principais do encontro será tratar do atraso nestas obras.

Pelo jeito, o trauma do Rio-2007 ainda está muito fresco na memória dos cartolas da Odepa.

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domingo, 13 de março de 2011 Pan-Americano | 20:17

Odepa faz reunião de olho em atraso nas obras do Pan-11

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A Vila Panamericana de Guadalajara é uma das obras que mais preocupa os dirigentes da Odepa

A situação aparentemente não está igual aos problemas enfrentados pelo Rio, que penou para completar a tempo as obras dos Jogos Pan-Americano de 2007. Mesmo assim, os dirigentes da Odepa (Organização Desportiva Panamericana) não querem correr risco e irão aproveitar a reunião marcada para a próxima sexta-feira com o comitê organizador dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara para pedir explicações aos mexicanos sobre o atraso em algumas instalações.

O encontro, que terminará no próximo sábado, já estava agendado e reunirá os dirigentes do Copag (Comitê Organizador do Pan), o comitê executivo da Odepa e ainda representantes dos 42 comitês olímpicos nacionais que participarão dos Jogos, com início previsto para 13 de outubro. Apesar de prevista, a reunião servirá para acalmar os cartolas da Odepa, escaldados com os inúmeros problemas vividos quatro anos antes no Rio, onde algumas instalações ficaram prontas apenas às vésperas da abertura, como o velódromo, a arena provisória de beisebol e a pista de mountain bike. Até o estádio do Engenhão, uma das principais obras do Pan-2007, só foi inaugurado oficialmente duas semanas antes da abertura.

Para Guadalajara, três instalações preocupam a Odepa: a Vila Pan-Americana, o estádio de atletismo e o complexo aquático. Aliás, o ritmo lento das obras da arena do atletismo já tinha sido mostrado no blog, em fotos divulgadas pelo próprio comitê organizador (relembre aqui).

Destas três, a mais adiantada é a arena dos esportes aquáticos. Outra reunião administrativa está agendada para os dias 11 e 12 de abril, desta vez reunindo a diretoria da Copag e os chefes de missões esportivas dos países participantes do Pan 2011, discutindo os detalhes finais sobre a hospedagem dos atletas.

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segunda-feira, 7 de março de 2011 Olimpíadas, Pan-Americano | 18:08

Mascotes olímpicos encantam, mas também dão lucro

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O Urso Polar, o Leopardo e a Lebre: os eleitos para os Jogos de Inverno de 2014

Na última semana, os organizadores dos Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi (Rus), anunciaram quais serão os mascotes do evento, marcado para acontecer entre os dias 7 e 23 de fevereiro de 2014. E na falta de um, foram lançados logo três: a Lebre, o Urso Polar e o Leopardo, escolhidos durante um programa de TV russa. Nada mal para quem, pouco mais de 30 anos atrás, ainda como União Soviética, organizou as Olimpíadas de Moscou, em 1980,  tornando inesquecível a imagem do mascote daqueles Jogos, o urso Misha.

Na verdade, a figura do mascote nos Jogos Olímpicos é algo relativamente recente. O primeiro mascote olímpico apareceu nos Jogos de Inverno de 1968, em Grenoble, na França. Nos Jogos de Verão, o primeiro mascote foi o cachorrinho Waldi, nos Jogos de Munique-1972. De lá para cá, foram mais 33 personagens escolhidos para representar a cultura do país anfitrião. Nos últimos anos, outra função (talvez a mais importante) tem sido atribuída aos mascotes olímpicos: dar lucro, muito lucro aos organizadores.

Wenlock, o estranho mascote das Olimpíadas de Londres-12

Graças ao marketing agressivo, são feitos dezenas de produtos licenciados com as imagens dos mascotes. E turista que vai a uma edição de Jogos Olímpicos não volta para casa sem trazer ao menos um chaveirinho que tenha a imagem do mascote daquela competição. Nas Olimpíadas de Londres, no ano que vem, um simples bonequinho do esquisito Wenlock, com 80cm de altura, sai por 150 libras, cerca de R$ 402,00 em valores de hoje. Uma versão mais modesta do mascote, com 30cm de altura, sai mais barato, 20 libras (ou cerca de R$ 54,oo).

Por isso, na visão dos organizadores, não importa se o mascote é engraçadinho ou não: se o personagem cair no gosto do público, vai vender muito. E os c0fres olímpicos vão encher na mesma proporção.

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domingo, 6 de março de 2011 Pan-Americano | 23:51

Jogos Pan-Americanos serão vistos por 150 milhões de pessoas. Pelo menos teoricamente…

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Otimismo é o que não falta para Emilio González  Márquez, governador de Guadalajara, cidade-sede dos próximos Jogos Pan-Americanos. Pelas contas do político, um total de 150 milhões de pessoas irão assistir às imagens da competição pela TV, que deverão totalizar 750 horas de transmissão televisiva. O Pan de Guadalajara começa no próximo dia 14 de outubro.

De acordo com Márquez, países das três Américas pagam uma boa quantia ao Comitê Organizador dos Jogos pelos direitos de transmissão e não têm interesse somente em acompanhar a parte esportiva dos Jogos, mas também em conhecer a cidade, a cultura e as tradições da sede do Pan.

É tocante a animação do governador González, nem deveria ser diferente. Mas é necessário que se faça uma boa reflexão sobre a real importância que os Jogos Pan-Americanos possuem no contexto esportivo mundial. O evento está muito longe de seu uma competição de primeira linha, pela própria forma com que os Estados Unidos, maior potência esportiva do continente, encara o torneio.

Em algumas modalidades, como natação e ginástica artística, por exemplo, os americanos enviam sua equipe “C”, justamente para que os atletas peguem experiência de olho em competições mais importantes. Outros países, Brasil entre eles, costumam dar um valor superdimensionado aos resultados positivos obtidos no Pan.

Mas o caro governador Márquez não está nem aí se o Pan-Americano deixou de ter importância ou não no mundo esportivo. E cá entre nós, nem deve ligar para isso mesmo. Que ele comemore a audiência (real ou virtual) dos Jogos de Guadalajara do jeito que quiser , mas que trabalhe bastante para deixar todas as instalações esportivas prontas a tempo. Isso sim é importante.

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sábado, 5 de março de 2011 Olimpíadas, Pan-Americano, Seleção brasileira | 14:48

Bruno Souza volta para evitar vexame do handebol brasileiro

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O armador Bruno Souza retorna à seleção após dois anos

O anúncio da convocação da seleção brasileira masculina de handebol para os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, feita esta semana pelo técnico espanhol Javier Garcia Cuesta, trouxe como grande novidade a presença do armador Bruno Souza. Considerado como um dos melhores jogadores da modalidade – foi três vezes eleito pela Federação Internacional de Handebol (IFH) para integrar a seleção dos melhores do mundo -,  Bruno estava fora da equipe brasileira desde a campanha no Jogos de Pequim, em 2008.

Se parece óbvio que Bruno, que durante muitos anos atuou com sucesso no handebol da Alemanha, irá integrar a lista final de 14 jogadores do técnico Cuesta para o Pan, é igualmente claro a necessidade do treinador espanhol em contar com ele. Afastado da seleção por opção pessoal  desde o início de 2009 (doença na família e pelo fato de querer acompanhar de perto o nascimento do filho), o armador será fundamental para o Brasil conquistar o tricampeonato pan-americano e, como consequência, garantir vaga nas Olimpíadas de Londres. Foi com Bruno em quadra que o Brasil conquistou os títulos no Pan de Santo Domingo-03 e Rio-07.

Sem contar com o armador, a seleção brasileira deu vexame nos últimos Campeonatos Mundiais de handebol, na Corácia (2009) e Suécia (2011), quando terminou apenas em 21º lugar. Para Guadalajara, pelo visto Cuesta não quer correr o risco de repetir o fiasco e apostou suas fichas na qualidade e experiência de Bruno Souza. Tem tudo para se dar bem.

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quinta-feira, 3 de março de 2011 Pan-Americano | 14:27

Conheça algumas instalações para o Pan de Guadalajara

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Faltam 225 dias para o início dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara e os mexicanos correm para deixar prontas as instalações esportivas que receberão os atletas que disputarão a completição polesportiva, entre os dias 14 e 30 de outubro. Mas em comparação com o que houve quatro anos antes, no Pan do Rio-2007, quando algumas obras só ficaram prontas dias antes dos Jogos começarem, até que as coisas estão bem encaminhadas.

Conheça abaixo algumas das instalações do Pan-11:

Complexo Aquático Scotiabank, com capacidade para 4.528 pessoas, ainda em construção

Complexo Nissan de Ginástica, já concluído, com capacidade de 3.434 pessoas

Estádio Pan-Americano de hóquei, já concluído, com capacidade para 1.872 pessoas

Complexo Telcel de tênis, já concluído, com capacidade para 6.742 pessoas

Velódromo Panamericano, já concluído, com capacidade para receber 1.982 pessoas

O trabalho dos mexicanos só não recebe nota 10 por causa do preocupante atraso no estádio de atletismo.  A arena, que receberá o nome de Estádio Telmex e terá capacidade para 15 mil pessoas, está com suas obras bem atrasadas. Só a pista de aquecimento é que está pronta. Veja e confira:

As obras do estádio de atletismo para os Jogos Pan-Americanos de 2011 estão bem atrasadas

Confira outras imagens de instalações do Pan-Americano de Guadalajara no iG Esporte.

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terça-feira, 1 de março de 2011 Ídolos, Imprensa, Olimpíadas, Pan-Americano, Sem categoria | 10:00

Paixão e necessidade

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Getty Images

Joaquim Cruz comemora a conquista da medalha de ouro dos 800m nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984

Vamos ser sinceros: quem entra numa faculdade de jornalismo com a intenção de fazer carreira na área de esportes, quer saber mesmo é de trabalhar com futebol! Bom, admito que isso pode ter mudado um pouquinho nos últimos anos, graças às conquistas da seleção masculina de vôlei, de Guga e de Cesar Cielo. Mas no já distante fevereiro de 1983, quando comecei meu curso de jornalismo na Faculdade Cásper Líbero, todos os meus colegas só queriam saber mesmo era de cobrir um bom jogo de futebol.

Mas o destino, sempre ele, se encarrega de mostrar novos caminhos quando você menos espera. Logo no segundo ano, eis que surgiu uma oportunidade para fazer um estágio, junto com mais três amigos, na Rádio Gazeta, na equipe chefiada pelo grande loucutor Pedro Luís (já falecido), e que tinha como narrador principal Paulo Soares, hoje na ESPN Brasil. Eles iriam colocar no ar um programa chamado “Operação Esporte”,  sobre esportes olímpicos (ou esportes amadores, como se falava na época).

Como em 84 seriam realizadas as Olimpíadas de Los Angeles, a rádio queria tentar atrair um novo público. E no mesmo ano em que o meio-fundista Joaquim Cruz emocionou o Brasil inteiro ao ganhar a medalha de ouro nos 800m rasos, a necessidade de entrar na área fez com que um foca descobrisse que há vida além do futebol.

Desde então, os esportes olímpicos tiveram uma importância fundamental em minha carreira. E o mais bacana foi perceber que estas modalidades estão ganhando um espaço cada vez maior na mídia brasileira, desmistificando um pouco o antigo conceito de “monocultura esportiva” na imprensa deste país. Ainda há muito para fazer, é verdade, mas este espaço que começa a ser ocupado neste terça-feira, aqui no iG Esporte, é mais um passo para divulgar, comentar, criticar e falar sobre as mais variadas modalidades esportivas.

Assunto é o que não irá faltar, ainda mais com os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara marcados para este ano, diversos pré-olímpicos e eventos qualificatórios para as Olimpíadas de Londres 2012 e a preparação do Rio de Janeiro para 2016, quando precisaremos ficar de olhos abertos, fiscalizando direitinho a aplicação do dinheiro público na organização da competição. Portanto, a casa é de vocês, entrem e fiquem à vontade.

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