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Posts com a Tag Fabíola Molina

terça-feira, 6 de novembro de 2012 Seleção brasileira | 19:34

Encontro de gerações na natação feminina

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Graciele Herrmann e Fabíola Molina serão uma atração à parte em Guaratinguetá

Começa nesta quarta-feira em Guaratinguetá (SP) a última chance para os nadadores brasileiros obterem índice ao Campeonato Mundial de piscina curta (25 m), que será disputado em Istambul, na Turquia, em dezembro. Mas o 8º Torneio Open de natação também terá como atração um verdadeiro encontro de gerações.

De um lado, com 37 anos e já ensaiando um adeus às piscinas, está a paulista Fabíola Molina, com três Olimpíadas no currículo (Sydney 2000, Pequim 2008 e Londres 2012). Tem como melhor resultado a medalha de prata no Pan-Americano de 2007, disputado no Rio, nos 100 m costa.

Do outro, com somente 20 anos, a gaúcha Graciele Herrmann, que debutou em Olimpíadas justamente esse ano, em Londres, e que é considerada como uma das grandes esperanças na natação feminina brasileira para os Jogos de 2016, no Rio. Seu principal resultado também foi uma medalha de prata pan-americana, obtida em Guadalajara, em 2011.

Fabíola nadará em Guaratinguetá os 50 e 100 m costa, 50 e 100 m borboleta, enquanto Graciele competirá nos 50, 100 e 200 m livre.

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 21:05

O doping burro de Fabíola Molina, parte 2

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Fabíola Molina só poderá voltar a competir em abril. Vaga olímpica ficou mais difícil

E o currículo nada exemplar do esporte brasileiro em relação ao doping já dá o ar da graça em 2012, com a notícia da suspensão da nadadora Fabíola Molina, que nesta quinta-feira pegou seis meses de gancho após julgamento da CAS (Corte Arbitral do Esporte). O caso era referente ao exame positivo da nadadora, ocorrido em maio de 2011, durante a prova dos 100 m costa realizada na Tentativa de Índice do Mundial de Xangai.

A inspiração para o título deste post veio graças  a um outro publicado na época em que o caso explodiu, quando comentei a grande burrada cometida por Fabíola, uma nadadora experiente, de 36 anos, que por um descuido infantil tomou um suplemento alimentar contaminado e viu seu índice olímpico de Londres 2012 e vaga para o Mundial de Xangai irem para o lixo.

A burrice do doping de Fabíola – que acredito sinceramente não ter tomado o suplemento contaminado com a intenção de obter um ganho esportivo em relação às adversárias – ficou ainda maior com esta  decisão da CAS. Na época, a CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos), em sua política de “passar a mão” na cabeça dos nadadores que lhe interessam, deu uma suspensão bem leve para ela, somente dois meses. Com isso, em julho ela já estava livre para representar o Brasil nos  “incríveis” Jogos Mundiais Militares e também no Pan de Guadalajara.

Veja também: Até quando o doping vai levar a melhor sobre o esporte?

Porém, se tivesse recebido uma pena decente logo de cara, talvez a mesma aplicada no tribunal da Suíça nesta quinta-feira, Fabíola teria ficado de fora dos Jogos Mundiais (não iria perder nada, diga-se de passagem) e do Pan-Americano. Com isso, chegaria em dezembro com sua pena já cumprida e estaria livre para se preparar para buscar a vaga olímpica em Londres nos vários eventos que a CBDA irá promover nos próximos meses.

Agora, como a CAS considerou como data inicial da suspensão a partir de 20 de dezembro de 2011, Fabíola Molina só estará liberada para competir em 20 de abril, quando terá somente duas competições para cravar o índice olímpico: o Troféu Maria Lenk (a partir de 24/4) e a Tentativa Olímpica (em maio).

Foi ou não um doping burro, este da nossa estimada Fabíola Molina?

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quarta-feira, 10 de agosto de 2011 Isso é Brasil, Seleção brasileira | 23:39

Doping no esporte brasileiro também chega ao judô. Vergonha!

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Taciana Lima testou positivo para Furosemida

É inacreditável, mas dia sim, outro também, pinta um novo caso de doping no esporte brasileiro. Desta vez, em um furaço do companheiro Rodrigo Farah, do iG Esporte, ao noticiar o caso positivo da judoca Taciana Lima, da categoria ligeiro (até 48 kg), que foi flagrada com a substância Furosemida – a mesma que apareceu no famoso suplemento alimentar de Cesar Cielo -, durante exame realizado na etapa da Copa do Mundo, em São Paulo, no final de junho.

Parece brincadeira, mas é extremamente preocupante a quantidade de casos que vem pipocando ou tendo julgamentos com resultados “estranhos”, quando o assunto é relacionado a doping no Brasil. Aquele sujeito mais otimista irá analisar de forma positiva e entender que está sendo feito um controle cada vez mais rígido no esporte brasileiro.

Eu, como sou mais cético e chato, prefiro acreditar que a moçada anda descuidada demais, cusonumindo estes suplementos de origem extremamente duvidosa e não avaliam os riscos que podem causar. Ou então são burros mesmo!

Bom, a lista vai só aumentando: Cesar Cielo, Henrique Barbosa, Nicholas Santos, Vinicius Waked, geisa Arcanjo, Fabíola Molina, vários casos (omitidos) no ciclismo brasileiro, e agora Taciana Lima. Sem contar os casos recentes, de Daiane dos Santos e o escândalo da extinta equipe Rede, de atletismo, em 2009.

Vergonha é pouco!

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sexta-feira, 15 de julho de 2011 Com a palavra, Isso é Brasil, Seleção brasileira | 23:53

Fabíola Molina e a (falta de) lógica militar

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A nadadora Fabíola Molina, mesma suspensa por doping, disputará os Jogos Mundiais Militares no Rio

“Não vai ter problema junto a FINA, eles me deram o OK para competir. O caso vai ser julgado após o Mundial de Xangai, já que as pessoas responsáveis estão todas na China”



Fabíola Molina, experiente nadadora brasileira, que está suspensa por doping pelos próximos dois meses, pelo uso de um suplemento alimentar que continha a substância Metilhexanamina, um estimulante. Mesmo punida, ela recebeu aval da Fina (Federação Internacional de Natação) para representar o Exército brasileiro nos Jogos Mundiais Militares, que começam neste sábado, no Rio de Janeiro.

Só me espanta que os comandantes do Exército do Brasil, tão zelosos em manter a disciplina na caserna, tenham aceitado receber em seus quadros uma atleta que, mesmo por conta de um “doping burro”, esteja suspensa das atividades em sua modalidade.

Ou será que o pragmatismo de poder contar com uma medalha certa para o Brasil – afinal, Fabíola Molina é uma nadadora de alto nível – acabou falando mais alto?

Veja também:

>>Doping burro, o pior que existe

>>Julgamento rápido pode trazer problemas para Cielo

>>O doping e a hipocrisia

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quarta-feira, 13 de julho de 2011 Ídolos, Isso é Brasil, Olimpíadas | 21:38

Doping vai ganhando de goleada no esporte brasileiro

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Pedro Solberg teve um resultado positivo para esteroide. Mas ele diz que é inocente

Para um país que quer ostentar o status de “olímpico” nos próximos anos – de olho, obviamente, na organização das Olimpíadas do Rio, em 2016, as últimas semanas não estão sendo nada agradáveis ao Brasil. Se não bastasse o mega escândalo envolvendo o campeão olímpico e mundial Cesar Cielo, eis que surgiu nesta quarta-feira mais um caso: Pedro Solberg, do vôlei de praia, flagrado em um exame no Rio de Janeiro realizado pela Wada (Agência Mundial Antidoping), cujo resultado apontou a presença de um esteroide.

Em comunicado divulgado em seu site oficial, a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) confirmou o resultado positivo e disse que esperava que o assunto seja resolvido da melhor maneira. O atleta está suspenso preventivamente. Mais tarde, o próprio Solberg alegou que não tomou nada ilegal.

É impressionante, para não dizer patético, a forma com que o doping vai ganhando de goleada no esporte brasileiro. Não que o Brasil tenha a obrigação de resolver um verdadeiro câncer que atinge o esporte mundial que é o doping, mas convenhamos que a quantidade de casos positivos por aqui nos últimos tempos é preocupante.

Exemplos temos de sobra: o escândalo da equipe de velocistas de atletismo da extinta equipe rede; o doping por um diurético ingerido por Daiane dos Santos, na ginástica; o “doping burro” de Fabíola Molina, na natação; as denúncias da “ESPN Brasil” sobre o ciclismo brasileiro; fora o caso Cielo.

Tudo isso em menos de dois anos!

E o anúncio de um novo caso, agora envolvendo o vitorioso vôlei de praia, só aumenta a diferença no placar a favor do doping. Sinceramente, este não é o “Brasil olímpico” que sonhamos, não é mesmo?

Veja também:

>> O doping e a hipocrisia

>> Doping burro, o pior que existe

>> O que acontece com o tribunal da CBAt?

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terça-feira, 21 de junho de 2011 Olimpíadas, Seleção brasileira | 23:26

Doping burro, o pior que existe

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Fabíola Molina no Pan de 2007: vaga para 2012 ficou bem mais complicada após o doping

Possivelmente a pior coisa que existe no universo do esporte seja o doping. Sim, porque o sujeito que se dopa não passa de um trapaceiro das pistas, quadras e piscinas, uma pessoa que por causa da própria incompetência utiliza substâncias químicas proibidas para superar os rivais que são superiores a ele. Por isso que as punições precisam ser rigorosas aos atletas que se dopam.

Só que existe talvez uma forma ainda pior de doping, ao menos para mim. É aquele doping onde o cidadão não a intenção de prejudicar ninguém, mas por uma baita burrada, acaba fazendo como vítima apenas ele mesmo. Seja por inocência, vaidade ou burrice. Em todas estas opções, a dor e frustração são enormes. É o caso do doping da nadadora Fabíola Molina, anunciado hoje pela CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos).

Em entrevista à “ESPN Brasil”, o marido de Fabíola, o também nadador Diogo Yabe, justificou que o doping da mulher ocorreu por causa de uma amostra grátis de um suplemento alimentar, que continha a substância Metilhexanamina, um estimulante. O que me deixa perplexo é que isso aconteceu com uma nadadora de 36 anos, ou seja , não se trata de nenhuma garotinha!!!

O currículo disciplinar impecável de Fabíola, aliado ao fato de que a competição em que o doping ocorreu – a prova Tentativa de Índice para o Mundial – não valia medalha, contribuíram para a pena até leve que ela recebeu da CBDA, de dois meses. O castigo maior, contudo, foi ser excluída da equipe que vai disputar o Mundial de Esportes Aquáticos, em Xangai (China), em julho, e principalmente a anulação do índice para as Olimpíadas de Londres, no ano que vem.

Exemplos de burradas como a de Fabíola Molina andam sobrando no esporte brasileiro. Os casos mais famosos e recentes são o da jogadora de vôlei Jaqueline, que em 2007 recebeu nove meses de suspensão por ter tomado um chá para combater celulite que continha substância proibida; e da ginasta Daiane dos Santos, que em 2009 foi flagrada em um teste fora de competição por causa de um diurético, também usado para emagrecimento.

Punidos pelo descuido, estes atletas sofrem até mais do que aqueles que tomaram substâncias com o intuito de melhorar seu desempenho. No caso de Fabíola Molina, esta bobagem pode ter lhe custado a última chance de ir às Olimpíadas. Uma pena.

Veja também:

>>Daiane volta para iniciar o caminho do adeus

>>Doping volta a envergonhar o esporte brasileiro

>>Dois pesos e duas medidas

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sábado, 11 de junho de 2011 Almanaque, Ídolos, Olimpíadas | 22:01

Quarentona, Janet Evans sonha com Londres-12. Ainda bem!

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Janet Evans sonha com uma vaga na equipe americana de natação em 2012

Foi o tempo em que algumas modalidades esportivas tinham a linha do tempo mais curta que outras. A natação era uma delas. Era comum vermos grandes estrelas das piscinas encerrarem suas carreiras com 23, 24 anos no máximo.

Nos últimos anos, as coisas estão mudando. A americana Dara Torres, aos 41 anos, conquistou simplesmente três medalhas de prata nas Olimpíadas de Pequim, em 2008 (50m livre, 4x100m livre e 4x100m medley). Aqui no Brasil também temos exemplos de nadadores desafiando o tempo. Fabíola Molina, com 35 anos, está na equipe do Brasil que vai disputar o Mundial de Xangai, a partir de 23 de junho. E não dá pinta de que quer parar, não.

Eis que surge a notícia que a americana Janet Evans, uma das maiores nadadoras de todos os tempos, aposentada desde as Olimpíadas de Atlanta, em 1996, planeja voltar às competições. E perto de completar 40 anos (nasceu em 28/8/1971). Evans é uma verdadeira lenda das piscinas, tendo conquistado quatro medalhas de ouro, três delas em Seul-88 (400m livre, 400m medley e 800m livre) e uma em Barcelona-92 (800m livre). Foi dona ainda dos recordes mundiais dos 400m, 800m e 1.500m livre entre 1987 e 2008.

“Nos últimos meses, percebi que posso equilibrar minha vida e minha programação de treinos. Sinto que posso voltar ao jogo. Não sinto que tenho 39 anos quando nado, posso garantir isso”, afirmou Janet Evans, mãe de dois filhos. A vontade é tanta que ela disse que pretende disputar as seletivas americanas para as Olimpíadas de Londres, no ano que vem.

Só a possibilidade de poder contar com uma estrela do nível de Janet Evans já aumenta ainda mais o interesse nas provas de natação os Jogos Olímpicos de 2012.

Veja também:

Troféu Maria Lenk: E o bloco do Cielo estava fora de lugar…

Cesar Cielo começa 2011 com tudo

Jornal americano prevê cinco ouros para o brasil em 2012

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